Leah - I See You

18 Capitulo 18 - Apostas.


Notas iniciais
Oii, meus kwami!! Sim, eu sei. Devia ter postado na quarta e no sábado, mas não deu. A minha net tem o péssimo hábito de pifar quando eu faço algum compromisso importante. Ela ainda não está de boas e eu estou usando o wifi do meu vizinho do lado. (Não contem para ele!) O fato é que eu consegui postar hoje. Graças a Hades! Muito obrigada pelos 32 favoritos e 199 acompanhamentos. Obrigada mesmo!! Obrigada também a Terumy M W Lahote, sinistra, Evy Bianchi, Dudis Clearwater, Bella Hathaway, Nessie Carlie Cullen, Thaynara Gianvecchio, GABRIELA BLACK, Stalker e CatrinaEvans pelos comentários. Obrigada de coração!! Vocês são extremamente divasticas! Não prometo muito, mas farei o possível para postar amanhã. Então, por favor, comentem muito nesse capitulo. Quero ver todos esses leitores fantasmas aparecendo no meu feed quando eu acordar, okay? Vai, gente, por favor!!! Não vai levar nem um segundo do seu tempo. Estarei esperando!! Espero que gostem! Boa Leitura *--------*

Depois de me certificar que certo lobo idiota não estava bisbilhotando, deixei a magia fluir e me transformei. Ainda estava irritada — e um pouco tonta — pela provocação idiota de Derick. A sensação quente ainda corria por meu corpo, deixando-me com os pensamentos um pouco confusos. O jeito como ele estava perto, a maciez de seus lábios em minha pele, o sorriso cafajeste, aquele perfume... Céus! Imediatamente a voz de Jake soou maliciosa:

—Ele te beijou?

Dei-me conta de que não estava sozinha com meus pensamentos.

—Isso não te interessa. — Resmunguei. Seth riu.

—Interessa, sim, se você fica lembrando dessas cenas inadequadas. — Seth implicou. -Por favor, eu sou uma pessoa inocente. Não tenho idade para ver essas coisas.

Rolei os olhos. Não tinha culpa de ficar relembrando. As emoções brotavam sozinhas e as lembranças aparentavam ter vida própria, surgindo em minha mente como em uma tela de cinema. Alcancei-os a norte de onde estávamos antes. Eles estavam sentados, esperando-me.

—Sim, Leah, eu sei como é. Nós estamos te provocando, mas estamos felizes por você. — Jake disse, parecendo estar sendo realmente verdadeiro. Ele bufou. -Claro que estou sendo verdadeiro, ora. Você é a minha beta e eu quero o seu bem. Claro que você foi quase empurrada goela a baixo e eu fui praticamente obrigado a te aturar, mas ainda é minha beta.

—Obrigada, eu acho. — Agradeci, incerta. Ele revirou os olhos, mas pude perceber a diversão no gesto debochado. -Então, por que me chamou?

—Eu, de fato, tenho que pedir muitas desculpas para o Derick por tê-los atrapalhado, porque eu conheço-a o suficiente para saber que ele deve ter ralado muito para conseguir chegar pelo menos perto de você e ralado mil vezes mais para beija-la...

—Ele não me beijou! — Interrompi-o, envergonhada.

—Porque eu te chamei. — Explicou, o sorriso malicioso voltando. Seu argumento me fez vacilar um pouco. Ele realmente teria me beijado se tivesse tido tempo? Só o pensamento me fez quase suspirar.

—Okay, eu quero sair da sua cabeça agora! — Seth reclamou, parecendo estar enjoado.

—Eu não sei se esgano Derick por faze-la ter esses pensamentos românticos, ou se o agradeço por facilitar a nossa vida, porque, Deus, é tão melhor estar na cabeça da Leah agora! Nada de pensamentos homicidas ou Sam, ou Emily, e "minha vida é tão infeliz!". — Jake cutucou.

—É verdade. É estranho ela não ter tido nenhum pensamento homicida até agora, não é? Não cogitou arrancar nossas cabeça nem por um segundo desde que chegou, tudo que eu consigo ouvir é "Derick", "Derick", "Derick", "Derick", "Derick", "Derick". — Seth gracejou, e eu rosnei.

—Estou tendo muitos outros pensamentos assassinos agora! — Exclamei, irritada.

—Tudo bem, garota. Volte a se concentrar no seu imprinting precioso. Eu só queria avisar que a sua ronda é hoje á noite. Rachel está um pouco doente e Paul vai ficar com ela. Na minha casa, comendo a minha comida, deitado no meu sofá. — Ele bufou, demonstrando seu desagrado. -Aí, você irá ficar no lugar dele.

—Seth ou algum outro não pode ficar no lugar daquele estrupício do Paul? — Indaguei, sem paciência para fazer rondas.

—Eu, Collin, Brady e Embry vamos sair hoje á noite. Vamos á Seatle no shopping encontrar umas meninas. — Seth se explicou, uivando animado. Ele ainda não tinha muito controle de suas emoções quando se transformava. Na verdade, acho que ele nunca iria conseguir conter toda aquela euforia, mesmo depois de muito tempo de transformação.

Quase um segundo após o uivo de Seth, senti aquele puxão costumeiro, a ligação ficando mais forte e meu coração se acelerando, buscando estar no mesmo ritmo que o dele. Derick havia se transformado.

—Tudo bem aí, Principessa? Ouvi um uivo. — Ele se pronunciou. Bati com as patas no chão, inquieta com a intromissão.

—Saia, saia, saia, saia já da minha cabeça! — Exasperei, tentando a todo custo não pensar no ocorrido de mais cedo nem de como havia me sentido. Ele sorriu um latido e pude escutar, a alguns metros, o som de suas passadas na terra, ritmadas e velozes.

—Cheguei. — Anunciou cantarolando, parando ao lado de Jake. Me surpreendi ao constatar que Derick era um pouco maior que meu alfa. O que me fez pensar se Sam havia visto isso também, pois se ele era maior que Jake, com toda certeza, era muito maior que Sam.

—Não sei por que sou maior que ele já que temos a mesma altura na forma humana. Acho que é por causa da idade. Ele ainda é um bebê perto de mim... Sem ofensas, Jake. — Acrescentou rapidamente ao notar o olhar indignado de Jacob.

—Não, não é por causa da idade. Se fosse por causa disso, Jacob nem você seria maior que Sam. Ele é o mais velho dos três. — Falei, procurando entender. Ignorei a parte do bebê, afinal, eu não sou tão mais velha que meu alfa. Deixei para esgana-lo depois. Derick se remexeu em uma tentativa de dar de ombros.

—Não entendo sua preocupação. Sam ficaria nervoso por eu ser maior que ele? Isso seria bullying! — Afirmou, ganhando alguns latidos/risadas de Seth. -Você está me ouvindo? — Ele perguntou espantado a Seth que revirou os olhos e assentiu, mirando-o como se a pergunta fosse verdadeiramente estupida.

—Ouço você, mas não como ouço a Leah e o Jake. Seu tom é mais fraco, mas ainda consigo ouvi-lo. — Esclareceu ele. Jake tombou a cabeça para o lado, fitando-o confuso.

—Não ouviu o que ele pensava antes?

Derick pareceu um tanto envergonhado.

—Não estava necessariamente prestando atenção nesse Clearwater. — Respondeu, o tom acanhado, olhando-me sugestivamente. Talvez eu tenha ficado um pouco embaraçada com seu olhar. Talvez.

—Então eu posso escutar Joseph, Klaus e Allan também? — Decidi mudar de assunto para o meu próprio bem.

—Acho que sim. — Concordou, pensando no que aconteceria com uma garota escutando os pensamentos dos meninos. "Confusão certa" eram as palavras que brilhavam em neon em sua mente.

—Fique tranquilo. Não vou contar nada comprometedor a ninguém. — Assegurei falsamente. Ele mirou-me cético.

—Claro, Principessa. Você nunca faria isso. — Retorquiu com escarnio.

—Está duvidando da minha pessoa? Que horror! Você sabe que eu nunca chantagearia alguém desse modo.

O olhar descrente e ligeiramente sedutor que ele fixou em mim deixou-me um pouco vacilante.

—Claro, mio bene. Você é uma pessoa altamente bondosa e caridosa para com as pessoas a sua volta. Ninguém pensaria nada disso de você. — Debochou, sorrindo irônico. Abri a boca para retrucar, mas fui interrompida:

—Tá bom, tá bom. Vamos deixar os dois sozinhos para brigarem à vontade. Leah, não se esqueça da ronda. — Jake decretou, já correndo floresta adentro com Seth em seu encalço.

Em poucos minutos, os pensamentos deles se desligaram dos meus e, consequentemente, de Derick também.

—Fale para o Seth parar com aqueles uivos sem motivo. Ele quase me matou do coração! Fiquei pensando que havia alguns vampiros idiotas brigando com vocês e ele estivesse pedindo reforços. — Ele relatou. Os olhos grandes e azuis um pouco mais intensos que de costume. -Os garotos podem ouvir e acabar se preocupando atoa. Não era muito comum, em Lupi Luna, alguém uivar só por conta de uma explosão de entusiasmo. Quando ouvíamos esse som era perigo na certa. Parassitas.

—Jake vive dizendo isso a ele, mas Seth não consegue controlar sua hiperatividade. Desde pequeno ele é assim. Papai dizia que ele era uma bola de energia quicante, pois ele sempre ficava pulando pelos cantos, não parando quieto nem por um segundo. Ele deixava mamãe louca. Ainda deixa, às vezes. — Sorri, feliz ao descobrir que já não doía tanto assim lembrar-me dele. Era uma lembrança boa. Melancólica, mas boa.

—Seu pai parece ter sido um ótimo pai. — Disse ele, a voz suave.

—Ele era. — Confirmei veemente. Ele havia sido um pai maravilhoso!

—O meu também. Do jeito dele, digamos assim. — Derick revelou, os olhos expressivos um pouco tristes.

—O que foi? — Questionei ao ver seu desanimo súbito. Algo me dizia que seu pai era o motivo de seu abatimento. Sempre que ele tocava no assunto seu pai, ou nos treinamentos, ou em qualquer coisa ligada a Lupi Luna e transformação, ele ficava daquele jeito. Não era uma coisa agradável vê-lo triste. Aquilo incomodava, pinicava meu coração.

—Nada. Vamos voltar? Estou com um pouco de fome. — Ele sugeriu em uma óbvia tentativa de mudar de assunto. Eu assenti, concordando. Não queria força-lo a dizer algo que não quisesse. -Vamos apostar uma corrida? Quem chegar por último à casa da Emily paga um cinema com pipoca e tudo para o vencedor. Topa?

—Esse é um jeito estranho de me chamar para sair, alfa. — Zombei, achando extremamente fofa sua tática.

—Quem disse que estou te chamando para sair, Principessa? Foi só uma proposta inocente. — Se defendeu normalmente, como se não houvesse nenhuma segunda intenção escondida em sua proposta. Porem seus olhos e o sorriso cafajeste demonstravam toda sua malicia.

—Vamos lá. — Consenti. -Preparado para comer poeira, de novo?

—Vamos ver quem é que vai comer poeira hoje. — Retrucou, convencido. Ele se preparou, abaixando seu corpo para dar impulso. Me posicionei ao seu lado, a adrenalina já começando a correr em minhas veias. -Um...Dois...Três! — Disparamos ao mesmo tempo, sem trapaças dessa vez. O vento acariciava meu pelo e as árvores passavam como um raio ao meu redor. Eu era muito mais rápida que Derick, isso era um fato, mas ele também não ficava para trás. Derick era maior que eu, muito maior, então, cada passada dele equivalia a quatro minhas, o que dificultava um pouco as coisas. Ele sempre ficava a um milímetro de pegar a dianteira, porem eu me empenhava mais e o ultrapassava, ouvindo seu rosnar irritado.

Quando estávamos chegando onde a floresta acabava e a "civilização" começava, nos separamos, indo para os lugares onde havíamos deixado nossas roupas. Troquei-me em tempo recorde e corri na forma humana, gargalhando entusiasmada. Era diferente aquela sensação. Brincar com alguém sem preocupações, apostar corridas e gargalhar, implicar e ser implicada, mas sem a costumeira taxa de repreensão. Apenas ser feliz, sem restrições, ou dores e magoas. Era totalmente libertador, como se finalmente estivesse voltando a respirar novamente, voltando a viver.

Quando quase chegava a casa, escutei sua risada debochada metros atrás de mim. Não valia corrida em duas pernas, era obvio quem iria ganhar daquele jeito! Argh!

Seu sorriso cresceu, parecendo ler meus pensamentos.

—Não, Derick. Sai! — Gritei enquanto corria, olhando-o por cima dos ombros. Ele se aproximava cada vez mais. -Isso não vale!!

—Claro que vale, Mio Bene! — Gritou de volta, ofegante, chegando perto.

—Isso não é justo, alfa!! — Exclamei, ao vê-lo passar a minha frente. Lobo idiota! Ele se virou, correndo de costas, a satisfação no olhar. Tentei forçar minhas pernas a correrem mais, mas ele já estava chegando em nosso destino.

—Não seja difícil, Principessa. Aceite a derrota. — Provocou, virando-se novamente no momento cronometrado para não se estabacar de cara na porta. Cheguei exatamente um minuto depois. Ele ergueu os braços e chacoalhou-os, fazendo uma dancinha estranha com direito a reboladinha. Gargalhei, mesmo quase morrendo sem ar. -Eu ganhei!!

—Eu devia ter filmado isso! — Gargalhei novamente.

—Sua derrota ou minha dancinha da vitória altamente sexy? — Gracejou com o olhar arrogante enquanto abria a porta e entrava. Fechei a cara e revirei os olhos.

—Você trapaceou! — Justifiquei, fingindo irritação. -Eu estava ganhando até você vir trapaceando com essas pernas humanas. Você sabe que eu sou...

—Lenta demais para poder me alcançar? — Me interrompeu, sorrindo angelicalmente. -É, eu sei.

O que?! Lenta?!

—Eu não sou lenta! — Rugi

—Não se irrite, Principessa. Nós dois sabemos que eu ganhei por conta de toda a minha magnificência, ser tão devagar assim é apenas uma de suas qualidades. — Se vangloriou. Grunhi.

—Aparentemente, já esqueceu quem foi que o fez experimentar o gosto da terra dias atrás, não é? Seu idiota! — Sibilei, ansiosa para tirar aquele risinho de seus lábios. -Então, vamos lá, alfa! Vamos lá fora para que eu possa te mostrar quem é a lenta! — Ele gargalhou. -Eu não estou vendo graça! — Reclamei, cruzando os braços.

—Sabe que não consegue, não sabe, mio amore? Você me ama demais para me machucar. — Respondeu, o sorriso cafajeste dançando nos lábios.

—Idiota! — Exclamei meio irritada meio sorrindo por ele jogar aquilo na minha cara.

Embry pigarreou, chamando nossa atenção. Só aí percebi que quase todos estavam na sala, Jacob e Seth não estavam lá, sentados e olhando-nos como se fossemos algum programa de televisão extremamente interessante.

—O que é? — Rosnei, mirando-o com indiferença.

—Uau! Viu a diferença das emoções? — Jared perguntou.

—Eu vi! Ela foi de coraçõezinhos nos olhos a sangue nos olhos! — Embry explicou. Rolei os olhos. Estou rodeada de idiotas!

—Por que não vão se preocupar com a vida de vocês ao invés de ficarem enchendo o saco?! — Bradei, sem a mínima calma. -Falem para o Paul que quando ele chegar amanhã vai levar a maior surra da vida dele por me fazer ficar acordada a noite inteira sendo obrigada a fazer a ronda dele. — Ordenei, virando-me para a porta novamente.

—Já está indo? Pensei que ficaria comigo... para... sabe, conversarmos mais um pouco. — Derick murmurou em um pedido.

—Eu tenho ronda hoje à noite, vou para casa dormir um pouco. — Informei-o, já do lado de fora.

—Prometo não te incomodar então. Ficarei quietinho. — Insistiu, o sorriso na voz. Suspirei e balancei a cabeça, assentindo. Minha pele se arrepiou sentindo sua aproximação quente e o baque surdo da porta. -Se sua intenção era ir embora tão cedo, por que não fomos direto para sua casa? Pouparíamos muito do meu folego, sabia? — Reclamou, caminhando ao meu lado.

Rolei os olhos.

—Você deveria me agradecer em vez de ficar reclamando, Abbado. Pelo menos queimou um pouco dessa gordura toda. — Perturbei, sorrindo maleficamente com seu arfar indignado.

—Gordura? — Repetiu desacreditado. -Você pareceu gostar muito das minhas "gorduras" quando fizemos a ronda juntos aquela vez, não foi? — Retrucou, se recuperando do choque.

—Claro que não! — Neguei enfática. Ele não precisava saber do meu ligeiro descontrole em razão a seu corpo. Na verdade, ele não precisava ser tão bonito daquele jeito! Aquilo não ajudava em nada!

—Vou fingir que acredito. — Zombou, empurrando-me de leve. Bufei e fiquei em silencio. Ele conseguiu manter-se calado apenas por alguns segundos antes de começar a chutar pedrinhas e assoviar algumas vezes.

O silêncio era bastante confortável para mim, mas supostamente, para ele não. Porém, não decidi iniciar algum dialogo, já havia feito isso antes. Se ele quisesse conversar, ele deveria começar algo.

Ouvi pratos batendo antes mesmo de entrar em casa, o que indicava que mamãe estava lá.

—Eu vou entrar primeiro e você vai pela janela. — Avisei, olhando-o pelo canto dos olhos. Ele sorriu, cruzando os braços e deixando um sorriso malandro crescer em seus lábios.

—Não quer que sua mãe me veja, Principessa? Ouch, isso magoou. — Dramatizou. Revirei os olhos novamente.

—A não ser que você queira responder zilhões de perguntas de uma mãe altamente curiosa, sugiro que suba pela janela agora. — Respondi, vendo-o arquear as sobrancelhas e balançar a cabeça em desagrado.

—Se alguém me ver a culpa é sua. — Resmungou, subindo pelas calhas e se pendurando nos galhos da árvore depois de se certificar de que nenhum cidadão estivesse olhando. Novamente, me surpreendi com a facilidade que ele conseguia subir naquela coisa. Após ele estar seguramente dentro de meu quarto, abri a porta e entrei. Mamãe continuava lavando a louça, ouvindo uma música animada no rádio e cantarolando junto com o vocalista.

—Cheguei. — Falei, já correndo em direção as escadas.

—Foi tudo bem lá? — Perguntou, interessada.

—Foi, claro. Tudo uma maravilha. Nenhum problema. — Assegurei... Acho que rápido demais, pois ela logo indagou desconfiada:

—Tudo bem mesmo?

—Claro, mãe. Vou subir agora, tenho ronda hoje á noite. — Disse apressadamente, terminando de subir e batendo a porta. Suspirando aliviada quando ela voltou a cantarolar. A visão dele perfeitamente deitado na minha cama, olhando-me com aquela expressão sedutora e dando aquele sorriso cafajeste, fez-me prender um segundo suspiro. Agora não tão puro e aliviado como o anterior.

Merda de imprinting!

Notas finais
Eii pessoas!! Se acharem qualquer erro me avisem, beleza?? Eu sempre reviso o texto antes de posta-lo, mas sempre algum erro passa despercebido. Comentem, favoritem, recomendem, mandem MP's, acompanhem, perguntem! Sabe, uma recomendaçãozinha é sempre bem vinda!! Até mais!! Bjkss *---------------------*