Leah - I See You

19 Capitulo 19 - Leah "Apaixonada" Clearwater, prazer.


Notas iniciais
Oii, meus queridos!! Desculpe a demora, mas, como já havia dito no capitulo anterior, a minha net é temperamental e tem uma queda por cair quando faço compromissos, então, aqui está o capitulo 19. Percebi que muitos leitores que costumavam comentar em todos os capítulos acabaram não comentando nas postagens anteriores. O que acontece, gente? O que estou fazendo de errado? Há algo na história que está desagradando vocês de alguma forma? Eu realmente espero que comentem comigo e esclareçam as minhas e as suas próprias duvidas, preciso que vocês opinem e digam o que estão achando, okay? Obrigada a todos os que favoritaram e acompanharam essa história. Vocês são demais!!! Obrigada também a Natualha, Sinistra, Dudis Clearwater, Evy Bianchi, Bella Hathaway, Nessie Carlie Cullen, Gabriela Gomes e Terumy M W Lahote. Vocês não tem noção do quanto fiquei feliz com os comentários!! Espero que gostem!! Boa Leitura *----------*

—Por que está me olhando desse jeito? — Perguntou com curiosidade. Pigarreei, tentando voltar a raciocinar direito. Se controle, garota!

—Como se fosse supernormal ter um idiota na minha cama! Claro, por que eu estaria olhando? — Ironizei, rolando os olhos. Ele bufou e deitou a cabeça em meu travesseiro, espalhando-se por minha cama como o folgado que era. -E pode ir levantando daí, Alfa. Sou eu que vou fazer a ronda á noite inteira enquanto você fica de boa dormindo.

Ele sorriu e se afastou um pouco, deixando um espaço mínimo para mim. Fez um gesto com a cabeça, instigando-me a deitar a seu lado. Rolei os olhos e me afastei, a ideia maléfica tomando forma na minha cabeça. Quando estava em uma distância razoável, corri um pouco, pegando impulso e pulei, jogando-me de costas na cama fazendo questão de acertá-lo. Caí em cima de seu peito, ouvindo seu resmungo de dor. Minhas costelas reclamaram um pouco, mas a dor passou tão logo quanto veio.

—Ouch! — Ele exclamou. Imediatamente me virei e tapei sua boca. Deixei para pensar sobre nossa proximidade depois.

—Quer que ela te ouça? — Sussurrei, escutando qualquer ruído que pudesse indicar movimento no andar de baixo.

—Você se joga em cima de mim e quer que eu fique calado? Quase quebrou minhas costelas! — Reclamou entre meus dedos.

—Largue de ser molenga, Alfa. — Provoquei, depois de ter certeza de que mamãe não havia percebido o pequeno barulho. Mirei seus olhos de perto, contendo o suspiro. Suas mãos subiram por meu corpo em uma caricia leve, parando em minha cintura, fazendo calafrios descerem.

—Quando vamos sair? — Perguntou de supetão, a expressão ansiosa. Ri de seu entusiasmo.

—Você é quem tem que decidir, ora. Ainda que tenha ganhado de forma desonesta, você ganhou. — Respondi-o, segurando a gargalhada quando ele apertou os olhos com a "forma desonesta".

—Amanhã? — Inquiriu.

—Tudo bem. — Concordei. Ainda estava um pouco aérea com seu toque. Como ele conseguia deixar-me assim totalmente entregue era um mistério para mim. Fiquei em silêncio, ouvindo as batidas calmas de seu coração. Sabia que ele odiava o silêncio, pois era tão hiperativo quanto Seth, às vezes. Sorri quando, após poucos minutos, ele resmungou:

—Fale alguma coisa. Odeio esse silêncio!

Pensei um pouco.

—Diga-me um pouco sobre o seu conselho. — Sugeri, dando de ombros. O conselho deles parecia tão diferente do daqui. Cheio de lendas, histórias e bandos grandes. Cheio de magia nova.

Outro arrepio desceu quando seus dedos se agitaram em minha cintura e ele se ajeitou melhor, colocando-nos frente a frente na cama pequena.

—O consigli - corrigiu gentilmente. —é quase a mesma coisa do daqui, só que temos lendas que comprovam a existência de transmorfas como você e somos um bando maior... ou éramos. — Acrescentou tristemente em um sussurro. Toquei seu rosto, tentando amenizar aquele pesar. Ele suspirou e continuou: -Como já te contei, me transformei quando tinha treze e fui o primeiro da geração. Papai não era o alfa do bando, Sr.Trizolli era. Ele havia se transformado primeiro, como eu, e mesmo com papai tendo o sangue Alfa dos Abbado nas veias, eles conseguiram viver em paz, sem brigas pelo tempo em que a matilha sobreviveu. Papai era o beta dele, o segundo no comando.

—Como com Sam e Jake...Quero dizer, mais ou menos como Sam e Jake. Eles não conseguiram viver em harmonia por muito tempo. — Murmurei, distraída com a história. Ele encarou-me confuso.

—Jake não é seu alfa? O que Sam tem a ver com isso?

Rolei os olhos.

—Sam se transformou primeiro e virou o alfa. Todos nós já fomos da matilha de Sam por algum tempo. Eu e Seth migramos para o bando de Jake quando ele se voltou contra Sam e montou sua própria "Matilha de Renegados e Desajustados". Lembra da história da monstrinha, a Reneesme? — Sua expressão cada vez mais confusa respondeu por ele. -Esqueça. Depois que você terminar de contar a sua história, eu conto o que aconteceu. — Prometi, ele concordou com a cabeça.

—Continuando: Eles conseguiram conviver em paz, pois eram melhores amigos desde bebês, haviam crescidos juntos por conta de toda aquela coisa de sangue lobo. Meu avô havia sido o alfa do bando anterior e o avô do meu avô e assim por diante. Papai foi o primeiro Abbado a não pegar o seu lugar por direito, digamos assim. Mas isso não o incomodava, ele gostava de ser beta. Ele sempre dizia que não tinha que lidar com tanta burocracia por ser o segundo no comando. Meu pai, Sr.Trizolli e os outros andavam tão juntos que as pessoas achavam que eles faziam parte de algum tipo de Máfia. Eu ainda rio da cara da velha que morava em frente a floresta, ela quase se escondia quando via algum de nós. — Sorri com sua risada leve. -Todos eles eram caras legais, pessoas boas que protegiam aquele povo com a vida se preciso. O grande problema deles era a paranoia constante. Por conta de Lupi Luna ser a cidade mais perto de Volterra, os sanguessugas nos viam como bolsas de sangue ambulantes, quase um "Almoço Gratis!" estampado em neon em nossas testas. Não sei porque, mas eles nunca caçavam na própria Cidade Parassita e isso aumentava muito a preocupação do consigli. Os treinamentos, as caçadas, as repreensões, os castigos... — Ele estremeceu com a lembrança, o que levou a perguntar-me sobre qual tipo de castigo ele estava falando. -Eram pesados demais para crianças aguentarem. Allan se transformou três meses depois de mim, Joseph e Klaus vieram depois de um ano, Fransesco e Bruno depois deles e Thiago, Tony e Peter só dois anos mais tarde. Por aquele um ano em que Allan e eu aguentamos as provações sozinhos, nos tornamos grandes amigos e ele já era considerado meu beta, meu irmão. Ele sempre foi o mais estourado, arrumava briga com os garotos idiotas que falavam mal de nossos pais e me puxava junto para o meio da confusão. Não que eu não gostasse de confusões, confie em mim, eu adorava aquelas briguinhas inúteis, pois nós sempre ganhávamos deles e essa era uma ótima distração de toda a frustação que sentíamos, porém, nós sempre ganhávamos mais castigos também quando chegávamos em casa. Quando nós dois passávamos na rua, todos cochichavam, porque achavam que estávamos seguindo o caminho de nossos pais na máfia e nos crimes. Apesar de ser estranho e idiota, era divertido ver a desconfiança no olhar dos professores, acredite. — O olhar malandro dele fez-me ter certeza que ele não era um santinho na escola. -Os treinamentos pareciam ficar cada vez mais puxados conforme melhorávamos. Não eram postas à prova apenas nossa força na forma lupina, mas na humana também. Foram horas e anos para que finalmente eles dessem como terminado o treinamento. E nós ainda nem podíamos ficar irritados, pois o pior era que realmente estávamos melhores. Nossos sentidos haviam aumentado drasticamente, nossa força era tanta na forma humana que podíamos desmembrar um vampiro com um braço, na forma lupina então ela era descomunal, tudo se aprimorou e, Dio...Nós amávamos o que fazíamos. — Ele sorriu maldosamente. -Sempre tive uma queda por desafios.

Revirei os olhos de sua piscadela sugestiva.

—E Joseph e Klaus? — Questionei, ansiando por saber mais.

—Joseph sempre foi o engraçadinho de sempre, você já deve ter percebido. Ele ama ficar implicando com os outros e enchendo o saco de todo mundo, é um otário... — Rolou os olhos. — Mas é uma ótima pessoa, um ótimo lobo, e tem o coração muito bom, por isso, quando tiver alguma notícia impactante para dar, não solte de repente para ele. Ele não é muito bom com notícias ruins. — Avisou-me. Assenti, sorrindo. Era bonito ver a forma como ele se preocupava com eles. -Klaus já é completamente o oposto de Joseph. Me surpreendi quando notei ele conversando tão amigavelmente e sendo gentil com você. Ele não gosta de conversar com quem não conhece e eu sei que não gostou de ter vindo para cá. Ele sempre foi um pouco mais calado e tem um péssimo senso de direção. Não sei como isso consegue ser possível, mas tem. O Consigli pegava pesado nesse aspecto com ele.

—O seu conselho parece bem diferente do nosso. — Disse, pensando em como nós estávamos um pouco... despreparados em relação a eles. Tudo o que sabíamos havíamos aprendido sozinhos. Não havia nenhum ex-lobo, tirando o velho Quil, para nos treinar ou nos preparar devidamente para um ataque de sanguessugas. O máximo de conhecimento que tínhamos era do vampiro de cabelo de miojo, Jasper, e os poucos vampiros sem sorte que passaram pelo lugar errado na hora errada.

—Tudo aqui parece tão tranquilo, tão calmo, tão diferente de todo aquele tumulto. Me dá até tédio. — Suspirou, dando de ombros e sorrindo cafajeste.

—Desculpe se nossa cidade não é animada o bastante, Grande Descendente dos Alfas Abbado. — Debochei, sorrindo em escarnio. Ele rolou os olhos.

—Olha só quem é que está falando de descendentes, Dio! A própria tatatatataraneta de guerreiros hippies! — Rebateu. Mostrei-lhe a língua e ele gargalhou. Continuamos conversando, brincando e contando coisas aleatórias e engraçadas que aconteceram tanto em La Push quanto em Lupi Luna até o sol se pôr a minha janela e minha mãe começar a resmungar que eu iria chegar atrasada. Me levantei e troquei de roupa no banheiro, longe dos olhos curiosos e sedutores do Abbado. Desci as escadas sozinha, ainda sorrindo pelas gracinhas e implicâncias dele. Ele disse que ficaria mais um pouco e sairia depois, quando eu estivesse longe e fosse "seguro". Derick havia ficado altamente mais atento aos barulhos do andar de baixo após Seth chegar.

Depois de me despedir de mamãe, fui em direção a floresta e me transformei. A ronda seria feita somente por mim, Quil viria depois, no turno da manhã. Logo após algumas horas de quietude extrema e de rodar aquela aldeia mais de cinco vezes, um sentimento estranho começou a crescer dentro de mim. Uma angustia, um desconforto. Queria tanto sentir o cheiro dele de novo, olhar aqueles olhos azuis e sorrir de suas piadas sem graça. Estava com saudades, estranhas saudades. E com o aumento dela e o tempo passando lentamente, meu humor apenas piorou radicalmente. O barulho das folhas se chocando com os troncos me irritava, os cervos correndo amedrontados me irritava, as corujas com aqueles olhos grandes me olhando irritava, os idiotas que acampavam na floresta me irritavam, e o sono giganorme que me acompanhava me irritava. Queria sentir a paz que me dominava quando Derick estava por perto e dormir sabendo que ele estaria lá quando me mexesse de noite.

Quando os primeiros raios de sol despontaram no horizonte, corri como uma doida para onde havia escondido minhas roupas e me troquei. Cumprimentei com a cabeça o grande lobo de pelos marrons e ele latiu como resposta. Caminhei na forma humana em direção a minha casa, meus olhos se fechavam enquanto andava e meu corpo parecia mole e desengonçado demais para o meu gosto. Segurei meu dedo do meio quando vi as velhas fuxiqueiras apontarem para mim e tratei de me apressar para não acabar fazendo alguma besteira. Quem em sã consciência levanta as seis da manhã para falar da vida dos outros, meu Deus?!

Abri a porta e me arrastei pelas escadas, estava quase cedendo a tentação e me jogando no chão para dormir lá mesmo. A casa ainda estava silenciosa e tentei fazer o mínimo de barulho possível para não os acordar. Entrei em meu quarto bocejando grandiosamente, deliciando-me com o perfume dele impregnado no local e me joguei na cama de olhos fechados. A cama estava dura demais para que minhas costelas se sentissem bem e o "Ouch" audível e irritado que ela soltou fez-me finalmente arregalar os olhos e focalizar minha visão.

—Você ama se jogar em mim, não é? — Resmungou sonolento. Recuperei-me do susto e me ajeitei em seus braços, fechando os olhos. Estava com sono e confortável demais para que pudesse implica-lo de volta.

—Shiiii... — Censurei-o. -Estou cansada, me deixe dormir. — Suspirei quando ele retribuiu o abraço um pouco desajeitado e nem vi quando adormeci, apenas sorri quando ele beijou minha bochecha suavemente e sussurrou:

—Bons sonhos, Principessa.

Acordei com os pratos batendo no andar de baixo. A chuva fina do lado de fora fazia o cheiro da terra molhada se misturar com o perfume dele, deixando tudo muito mais confortável do que já estava. Bom... Não sei como consegui distinguir o cheiro de terra misturado ao perfume dele, pois estava literalmente enfiada em seu pescoço. Meus dedos estavam enrolados em seu cabelo, meus braços circundavam seu pescoço e minhas pernas entrelaçadas as suas. Estávamos tão juntos que senti-me corar. Não era normal acordar e ver-se enrolada em um deus grego daquele. Tentei me mexer e tentar nos desgrudar um pouco, pois aquela proximidade era perigosa. Ela fazia-me pensar e sentir coisas incomuns, deixavam-me quente. Mas ele apenas me apertou mais, ressonando tranquilo em meu ouvido. Suspirei sentindo os choquinhos que seus dedos em minhas costas me faziam sentir. Me remexi novamente, porém, como esperado, ele nada fez além de se abraçar mais a mim.

—Você quer parar de se remexer? — Ele resmungou, a voz abafada e rouca em meu ouvido. -Está... — Um bocejo o atrapalhou. -Está querendo se soltar de mim, Principessa? Porque eu já havia dito o quanto sou parecido com uma goma de mascar. Grudo e não solto mais. — Riu de sua própria piada enquanto se afastava apenas o suficiente para que pudesse falar olhando em meus olhos. -Bom dia, Leah. Dormiu bem?

Rolei os olhos, embora quisesse suspirar com todo aquele carinho travesso derramando em seu olhar.

—Dormi magnificamente bem, como um anjo, não viu? — Indaguei ironicamente. Ele arqueou as sobrancelhas. -Dormi muito bem com você me usando como bichinho de pelúcia e roncando a alturas extremas. — Segurei o sorriso com seu olhar indignado.

—Eu não ronco e, com certeza, não foi eu quem estava usando alguém como bicho de pelúcia. Você voou para cima de mim na noite passada e quando finalmente consegui voltar a dormir você simplesmente me atacou com essas mãos, grudou em mim e ficou sussurrando coisas, tirando meu sono! — Exclamou, se defendendo. Mirei-o confusa.

—Sussurrando coisas?

Seu sorriso malicioso fez-me arrepender de ter perguntado.

—Sussurrando coisas como o meu nome, e me chamando de idiota, e meu nome, e dizendo que eu sou um inútil trapaceiro, e meu nome... — Acariciou meus cabelos docemente, causando um quase ronronar meu com seu toque. -E outras coisas que eu tenho que manter só para mim.

Não sabia se ria de seu jeito arrogante ou o socava pelo mesmo motivo. Ele parecia tão leve, tão feliz que o motivo da implicância acabou sendo esquecido por mim. O tom de azul brilhante e acolhedor em seus olhos me pareceu muito mais interessante. Se fosse para deixa-lo radiante daquele jeito, com todo aquele ar alegre e sorrisos grandes, não me importava de falar coisas vergonhosas dormindo. Sentia que Derick era uma parte de mim. Uma parte tão grande de mim que me faltava o ar! Vê-lo feliz era estar feliz.

A intenção era um rosnado irritado, mas o que acabou saindo de meus lábios foi um suspiro entrecortado quando ele, em um gesto rápido, nos virou na cama, ficando por cima de mim e cortando toda e qualquer linha de raciocínio em minha mente. Podia sentir seu corpo inteiro por cima do meu e aquilo deixava-me com aquele mesmo sentimento estranho no peito, uma necessidade nova e borbulhante, uma que suava minhas mãos e fazia os ditos pensamentos nada puros surgirem. Sem poder me conter, meus olhos voaram para sua boca, desejando-a com uma vontade latente. O jeito como ela se mexia quando ele falava não deveria ser tão sexy. Senti seus olhos se fixarem em mim e o encarei também, havia tanta intensidade naquele olhar que minha respiração parou por um segundo. Um sorriso perverso e ao mesmo tempo carinhoso cresceu em seus lábios.

—Eu tenho que ir agora. — Sussurrou a centímetros de meu rosto. Incitando meu desejo. Queria tanto puxa-lo pelo colarinho de sua blusa amassada e faze-lo entender que não deveria fazer joguinhos comigo. -Fiquei bastante tempo aqui. Acho que nunca dormi tanto e tão bem como hoje... ou ontem, não sei.

Ri de sua confusão e percebi o ar no quarto mudar. Desde quando La Push é tão quente assim?

—Por que ficou? Disse que ia embora depois de mim. — Perguntei, realmente interessada sobre o motivo. Ele desviou o olhar e pude sentir um flash encabulado no jeito com que seus batimentos se aceleraram.

—Talvez eu tenha uma resistência muito baixa em relação ao seu perfume. Só talvez. — Respondeu em um resmungo. Sorri novamente. Era bom saber que não era a única a ser afetada. Meu coração perdeu uma batida quando ele, sem aviso prévio, abaixou-se mais e beijou lentamente minha bochecha esquerda. A explosão de sentimentos e seus lábios me tocando foram as únicas coisas que consegui pensar por um segundo. -Até mais tarde, Perdizione.

Ele se levantou, se ajeitou e lançou um de seus sorrisos arteiros para mim quando me viu ainda em meio ao torpor de sua aproximação. Saltou pela janela e correu, deixando-me lá, suspirando como uma humana boba.

Notas finais
Eii pessoas!! Se acharem qualquer erro me avisem, beleza?? Eu sempre reviso o texto antes de posta-lo, mas sempre algum erro passa despercebido. Comentem, favoritem, recomendem, mandem MP's, acompanhem, perguntem! Sabe, uma recomendaçãozinha é sempre bem vinda!! Até mais!! Bjkss *---------------------*