Leah - I See You

13 Capitulo 13 - Descendência dos deuses.


Notas iniciais
Oiee, meus queridos!! Então, sei que demorei um pouco, mas POSTEI!!! Eu meio que estou atolada em meio a livros, e estudos, e video aulas, e mais estudos, e vestibulinhos, e, céus, mais livros, então, os capitulos tendem a demorar um pouco. Mas, virão. Com certeza, virão. Gostaria de agradecer a todos os leitores que novos que favoritaram e acompanharam essa fic!! Vocês são ótimos!! Queria agradecer muitissimo tambem a Terumy M W Lahote, CatrinaEvans, Mertriqs1, fã de fics 123, Hinamori Amu, Shaiane Valadão, Elle Swan, Stalker, Letícia Paixão, Mrs Rainbow e Nikki Regina, por terem comentado!! Vocês são muito, muito, muito fodas!! Agradecimentos feitos, avisos colados e a hora do assunto sério chegou. Esses dias estava sem net no meu pc, então, fui até a casa do meu primo panaca Eduardo para usar emprestado a sua preciosa internet. Eu, como modo de segurança, nunca digito senhas em computadores que não são meus. Mesmo o de parentes ou amigos, é quase um tic. Sinceramente, não consigo. Então, entrei no Nyah, sem entrar na minha conta, para ver onde havia parado o capitulo. Digitei na tela de buscas o nome da minha fic e BUM!... Quase cai da cadeira! Encontrei não uma, nem duas, mas três fics com o mesmo nome, mesmo enredo, mesmos personagens, exatamente, a mesma fic!! Eu fiquei puta da vida quando vi aquele plagio descarado e enjoativo! Afinal, eu fiz essa fic, eu a criei, eu dei forma a ela, imaginei os personagens, pesquisei sobre a Itália, aprendi um pouco de italiano, pesquisei costumes, lendas e o caralho a quatro para que essa fic ficasse perfeita, e ai, alguém sem criatividade alguma, que gosta de pegar os créditos pelo que outra pessoa fez, vai lá e simplesmente plageia a minha obra!! Vocês devem entender o estado em que fiquei. Porem, o stress passou quando decidi clicar no perfil do plagiador e vi que alguém da luz, alguém que merece uma verdadeira salva de palmas, denunciou e fez com que o autor do plagio tivesse sua conta desativada. Se você, denunciador, estiver aqui, saiba que você tem meu respeito eterno! Obrigada, obrigada mesmo. Bom... É só isso. Espero que gostem. Boa Leitura *------------*

—Héradhe não era o nome daquela deusa poderosa, filha de Morrigan e Cernunnos? — Perguntei confusa.

—Lembra que eu disse que haviam poucas histórias sobre as transformas? — Indagou com um leve sorriso nos lábios. Assenti com a cabeça. -Essas poucas histórias meio que se intercalam, as vezes, ao redor das histórias principais. Tipo, eu consigo me lembrar do nome Héradhe em mais duas ou três histórias. Prometo lhe contar depois. — Assenti novamente e senti um sorriso largo aparecer em meu rosto.

—Os anos passaram, as crianças cresceram, e as diferenças entre as duas apenas foi aumentando. Hécathe, descoberta como a deusa da escuridão, sentia um certo prazer em infernizar a vida dos humanos. Ela adorava atacar vilarejos, assustar as pessoas, e causar o caos por onde passava, era venerada por feiticeiros e bruxos das trevas. Odiava quando era repreendida por usar seus poderes indevidamente, os deuses tentavam faze-la entender que ser um deus era algo de grande responsabilidade, que ela deveria respeitar os humanos para seu próprio bem, pois as orações deles era o que mantinha-os de pé, mas ela nada fazia além de gargalhar. Eles deveriam saber que ela era diferente, pois não se fortalecia pelas orações dos humanos, claro que não. Ela se fortalecia quando os fazia tremer de medo, quando o cheiro do pavor tomava conta de cada partícula de ar, quando ouvia os gritos histéricos e quando sentia o sofrimento que era causado por ela, eles deveriam saber. Seu coração era todo trevas.

—Só eu reparei que essa foi a descrição perfeita da Leah? — Perguntou, sendo engraçadinho como sempre, Embry. Antes que pudesse responder à altura, Derick rosnou para ele.

—Não fale assim dela. — Sussurrou em um tom irritado. Tentei conter o sorriso que queria escapulir, mas não estava obtendo muito sucesso. Não era muito comum as pessoas me defenderem.

—Desculpe, Derick, mas sua mente está fechada pela magia do imprinting e tal. Sua opinião não é muito concreta.

Ouvi-o rosnar novamente.

—Embry! — Exclamou em tom de aviso, claramente raivoso, fazendo Embry, Quill, Allan e Joseph sorrirem. Depois de mandar um olhar nada amistoso aos quatro engraçadinhos, afaguei os cabelos loiros e sedosos de Derick, atraindo sua atenção para mim. A mudança de humor foi obvia em seus olhos.

—Não ligue para as gracinhas de Embry. Faça como eu e ignore-o completamente. — Aconselhei com um sorriso largo. Ele sorriu de volta, fazendo meu coração se acelerar. Aquele sorriso grande e sincero fazia meu dia ficar instantaneamente melhor. A sanguessuga um dia havia chamado o sorriso de Jake de "Sorriso de Sol", porem com Derick isso era diferente... Era mais que uma simples chama, ou a luz quente do sol, era... a felicidade pura e concreta... Vê-lo sorrir daquele jeito para mim era como sentir-me viva novamente, era a motivação, simplesmente uma explosão de vida.

—Isso parece bom. — Murmurou com uma piscadela cumplice. Sorri com isso.

—Já Héradhe, era diferente. — Dona Stella continuou como se nunca tivéssemos nos desconcentrado. -Como viera de uma família humilde de camponeses, desde cedo aprenderá a ser bondosa, a agradecer pelo que tinha e a lutar para conseguir o que queria. Ela almejava ser uma guerreira forte e invencível como nas histórias de heróis que ouvia pelo reino, queria sentir a glória das batalhas e a adrenalina das guerras correndo em suas veias, e conseguiu. Se tornou a primeira guerreira do batalhão do rei Thronior, dando orgulho e honra a seus pais. Ela, apesar de ser um soldado tão ou mais forte e habilidoso que qualquer outro soldado do exército, ainda era uma mulher e uma mulher de beleza indescritível, devo ressaltar.

—Alguns a chamavam de "pulchritudinem sol" por ter uma beleza tão majestosa quanto os raios do sol — Derick segredou-me. Aquele sorriso crescendo em seu rosto novamente. -Essa sim se parece com você. Principalmente a parte da beleza descomunal e a personalidade forte. — Gracejou. Tentei não sorrir e permanecer indiferente, mas não foi possível. Era impossível não sorrir quando aqueles olhos brilhantemente azuis sorriam para você.

—O rei Thronior, sabendo da existência de uma bela e excelente guerreira em seu reino, mandou buscar os pais da jovem para barganharem sobre um futuro casamento com o príncipe Thristam, pois não queria que seu filho governasse ao lado de uma princesa comum que não sabia nada sobre as batalhas e as dificuldades do reino, queria alguém que soubesse dos riscos de governar e que estivesse disposta a fazer seu reino crescer. O jovem príncipe era muito famoso na região, tanto por sua beleza e estratégia em batalha quanto pela bondade e simplicidade para com os plebeus. Os pais de Héradhe, por serem pobres, não podiam recusar a oferta de casamento, afinal, era uma chance única na vida. E então, mesmo sem consultar Héradhe, eles aprovaram e firmaram o casamento dos dois. Héradhe, quando soube, ficou furiosa. Ela não queria se casar e não queria se tornar uma princesa, ou deixar o exército, e mais que tudo, não queria se casar com o tão odiado por ela Thristam. Nenhum dos dois queriam aceitar o casamento, pois obtinham um ódio mutuo desde a entrada de Héradhe ao exército. Eles não concordavam e odiavam a ideia, mas foram obrigados por seus pais que os convenceram usando o bem do reino como desculpa. No primeiro jantar em que foram oficialmente apresentados como noivos, Hécathe resolveu descer a Terra para mais uma de suas traquinagens. Por golpe do destino, ou fatalidade, o reino escolhido por ela foi o do rei Thronior. Ela ateou fogo nas hospedarias, destruiu casas inteiras, decepou cabeças, e infligiu medo em muitos moradores, o tumulto foi tanto que do castelo se podia ouvir. Príncipe Thristam, como general do exército, chamou seus soldados, ordenando que Héradhe ficasse no castelo para sua própria segurança, e foi em direção a chacina que lá se instalava. Chegando lá, encontrou fogo por toda a parte, sangue espalhado pelo chão, corpos mutilados, choros agudos e a deusa em meio ao caos. Apesar de má e cruelmente psicótica, a deusa ainda tinha um atributo muito útil, ela era maravilhosamente linda e todos os homens do mundo, mesmo os que juravam matá-la, eram enfeitiçados por sua beleza. Os soldados que o acompanhavam imediatamente se apaixonaram por ela, ficando paralisados e bestificados demais para sequer pensar em ataca-la. O príncipe, percebendo que seus homens não seriam de grande serventia e não querendo que mais ninguém se machucasse, resolveu ataca-la, mesmo sabendo que seria extremamente difícil vencer uma luta com um deus. Hécathe riu debochando da coragem do príncipe e derrubou-o com um só golpe, perguntando-o em seguida com ferocidade: "Ordeno que me diga o porquê de não ter caído diante minha beleza, verme mortal. Diga qual proteção usou!", o príncipe, apesar de ferido e fraco, riu e sussurrou: "Meu coração pertence a outra. Uma de beleza e força muito mais superiores à sua, mera deusa! Meus olhos foram capturados por uma luz tão forte que mal posso enxergar outra coisa se não ela.", Hécathe se ofendeu e enraivecida, decretou: "Como ousas falar assim com uma deusa de minha magnificência? Pobre verme mortal, levarei você e seus homens até meu esconderijo, e se a dona de seu coração for tão forte como dizes, ela irá encontrar-nos." e saiu, levando consigo o príncipe ferido e seus soldados enfeitiçados.

Prendi a respiração com a reviravolta da história. Que loucura!

—Gostando? — Derick perguntou-me, sorrindo levemente.

—Estou sem palavras! É tão... Emocionante! — Exclamei, eufórica.

—Héradhe soube do ocorrido e se preocupou. Apesar de odiar e desejar a cabeça do príncipe em uma lança, um sentimento mais forte se escondia. Um tão forte e poderoso que nenhum dos dois sabia controlar ou nomear. Ela, não sabendo o que fazer e por onde começar, procurou a ajuda de um feiticeiro branco, o único da região. Ele vendo o quanto angustiada a garota estava e quão prejudicado seria o reino e o povo, resolveu ampara-la. Usando seus poderes, conversou com o pai de Hécathe, o deus maior, e descobriu a profecia escondida destinada as duas meninas.

"No pôr do sol da mudança dos céus, nascerão duas donzelas.

Separadas por raças e corações diferentes, crescerão e escolherão caminhos rivais.

Uma será a própria luz. Bonita, bondosa, forte e reluzente, como o majestoso sol.

A outra será a própria treva. Fria, silenciosa, pálida e traiçoeira, como a lua.

Em um momento não esperado, os caminhos irão se colidir.

Uma batalha se iniciará e estranhas coisas aparecerão.

E quando tudo estiver parecendo perdido e a luz começar a se diluir em meio a escuridão, o amor aparecerá e a todos salvará."

Hécathe já sabia da profecia, porém não temia a guerreira que estava destinada a destrui-la, confiava cega e orgulhosamente em seus poderes para proteger-se de qualquer ameaça. Desconfiando de que sua rival teria ajuda externa, para sua própria proteção, ela decidiu "melhorar" os soldados enfeitiçados. Lançou lhes um feitiço doloroso, asqueroso e horripilante, transformando-os e mudando-os a seu modo. Eles sentiram o coração parar de bater e uma queimação se apoderar de suas veias, sentiram seu corpo flamejante e gritaram tremendo pela dor excruciante, seus sentidos melhoraram, e seus olhos se tornaram tão vermelhos quanto os cabelos da deusa, sentiram uma ardência estranha em suas gargantas e não se controlaram quando o cheiro do sangue fresco do príncipe se entranhou em suas narinas. Hécathe parou-os com um estalar de dedos, ordenando que deixassem a sede se agravar para poderem sacia-la no momento certo. Eles obedeceram. Thristam chorou e se lamuriou por seus guerreiros, afinal, já não eram mais soldados do rei, mas sim, mutantes criados pela divindade do tormento. Ela decidiu nomeá-los vampiros, que é a palavra significado de "prole de um bruxo".

Como na previsão de Hécathe, o deus disse que, apesar de ela ser sua filha, ajudaria Héradhe a destrui-la e livraria o mundo de suas atrocidades. Sabendo o que a deusa havia feito e como seria quase impossível vence-la com sua pequena corja de mutantes sedentos por sangue, ele abençoou o pequeno grupo de apenas dez soldados fiéis, contando com Héradhe, com o dom da transformação. Avisou-os que podiam se transformar em qualquer animal que pudessem pensar e que deveriam pensar bem, pois a escolha seria definitiva. Ou seja, o animal que escolhessem se transfigurar iria ser a sua transformação para todo o sempre. Héradhe, como a oficial principal, decretou para que todos escolhessem um animal forte, inteligente, ágil e leal, transformando-se, como exemplo, em uma grande loba de pelos brancos. Com a coragem renovada, instintos melhorados, pensamentos compartilhados, três leões, duas panteras e mais quatro lobos, Héradhe e seu grupo saíram em sua busca. Héradhe, que nutria um sentimento forte em relação ao príncipe, conseguiu farejar seu cheiro. Depois de duas semanas correndo na trilha do perfume de Thristam, eles acharam o esconderijo. Ficaram de tocaia por dois dias, entendendo como era a rotina dos "soldados mortos" e pensando em como poderiam matar a deusa. Porém, no terceiro dia de espionagem, Héradhe acordou já de madrugada para a troca de turnos e viu-se sozinha. O cheiro adocicado e enjoativo que pairava no ar fez seu estomago dar voltas e a fera em si se agitar. Ela sentia que os mortos haviam estado ali, sabia que tinham pegado seus soldados. Motivada pela raiva e a falta de estratégias, ela lançou-se a caverna escura de onde vinha o cheiro mais forte. Sua loba explodindo em pleno ar, o pelo branco contrastando com a luz pálida da lua. — Dona Stella sorriu misteriosamente. -E assim, meus queridos, iniciou-se a grande batalha.

—Wow! Cara, eu gosto da Héradhe. — Sussurrei animada.

—Ela é bem... Impulsiva, não? — Ele murmurou em resposta.

—Bom... Eles pegaram seus irmãos de bando. Isso deve dar raiva. — Comentei. Sua expressão se fechou rapidamente. Vi seus olhos calmamente se escurecerem, a chama de uma granada resguardada preparada para explodir a qualquer instante se agitar.

—É, isso te dá ódio. Muito ódio. — Respondeu-me secamente. Um sentimento de culpa apertou meu coração. Céus, como pude esquecer?!

—Desculpe, Derick... Eu... Realmente, não quis que você se lembrasse de coisas tristes... Só... Me desculpe. — Exclamei, quase em desespero. Aquele sentimento ruim ainda presente. Sua expressão relaxou um pouco, a granada em seus olhos sendo contida em tempo recorde.

—Está tudo bem, Mio Bene. — Balancei a cabeça negando.

—Sei que não está tudo bem.

—Eu já disse que está tudo bem, não disse? Esqueça isso! — Reclamou, irritado. Sorri de seu jeito malcriado.

—Não adianta querer desviar do assunto com falas mal-educadas, Perdizione. — O fantasma de um sorriso apareceu no canto de seus lábios ao ouvir o "Perdizione". -Depois conversamos sobre isso, Capito? — Perguntei suavemente.

Capito. — Murmurou, a expressão sapeca voltando aos lábios. Sorri satisfeita.

—Héradhe tinha tanta ira que destroçou três dos mortos em segundos. Mas, isso não amedrontou a deusa orgulhosa, ela lançou-se em direção a loba, embrenhando-se em uma luta feroz. Embora Hécathe fosse uma deusa, ela não tinha experiência em batalha pois nunca precisara se preocupar com isso já que ninguém jamais pensou em desafia-la, então, em partes, Héradhe tinha uma chance de vencer e a deusa sabia disso. Por isso, depois de muitos ataques e feridas profundas feitas pelos dentes afiados da loba, Hécathe resolveu trapacear usando seus poderes, atacando a fera com magia negra. Héradhe não tinha forças para revidar ao poder que lhe era lançado, afinal, era apenas uma mortal e não tardou a ir ao chão pela fraqueza. Foi obrigada a ouvir os urros doloridos de seus soldados quando a deusa, por pura maldade, resolveu tortura-los, mas não conseguia se levantar, estava debilitada demais. Chorou quando o lamurio dos leões parou e sua mente se desligou da deles, eles haviam ido e ela nada poderia fazer. Acabaria assim? A profecia estava errada? Não era ela a acabar com o mal que atormentava o mundo dos homens? — Estava tão concentrada, imaginando a cena da luta entre as duas que as fagulhas da fogueira resolveram colaborar, não sei se era só eu que estava vendo, mas podia facilmente ver uma figura feminina e uma loba brigando entre si. -Suas perguntas internas foram interrompidas pelo grito excruciante do príncipe, era a hora dele ser torturado. Ela sentiu seu coração se apertar, e uma raiva estranha crescer dentro dela. Escutou outro grito dolorido e uma pontada forte a penetrou, ela conseguia sentir a dor dele, conseguia sentir sua agonia, e aquilo fazia sua fera ficar descontrolada. Ela queria arrancar cada membro da deusa, apenas por faze-lo sentir dor. Aquela coisa estranha que sentia aumentou, suas forças foram renovadas e ela conseguiu se levantar. Um poder novo junto de um rosnado feroz fez a deusa se afastar de Thristam e olha-la surpresa. Como, afinal, ela havia conseguido se levantar depois daquele ataque? A deusa nem pode piscar, pois no mesmo segundo Héradhe a atacou com todo o ódio que tinha em seu peito. A dor por ter perdido seus amigos e a irritação por ela ter encostado em seu príncipe a dominaram e quando percebeu Hécathe era apenas pedaços espalhados pelo chão. E, como se o mundo soubesse que o mal havia enfim acabado, o sol nasceu, lançando seus raios diretamente na loba branca. Depois do ocorrido, ela voltou a forma humana, soltou seus companheiros de guerra e Thristam. Na volta para casa, foram recebidos com flores, festas, bebidas e agradecimentos, Héradhe ficou feliz ao ver seus amigos bem e felizes comemorando com os outros, porém não conseguiu festejar. A perda ainda doía, mesmo com o príncipe a amparando. O casamento foi confirmado e consumado, por mais que os dois negassem a todo custo, todos viam que o amor era presente entre o casal, era só ver o modo como se olhavam e sorriam um para o outro. O feiticeiro branco e o deus maior abençoaram o reino e o casamento, e tudo ficou bem por muito tempo. E... Fim.

Encarei-a bestificada.

—Acabou? Como assim? Ela derrotou a deusa e acabou? — Perguntei exasperada.

—Essa história sim, Leah. Depois de muito tempo, o reino se separou, as famílias se juntaram, as pessoas se espalharam, e muitos outros lobos e panteras vieram. — Dona Stella explicou pacientemente.

—Essa foi a melhor história que eu já ouvi! — Exclamei, quase quicando de empolgação. Derick gargalhou com isso.

—Quanta empolgação, Principessa. — Debochou ele. Mostrei-lhe a língua em resposta, que retribuiu fazendo a mesma coisa.

—É uma lenda emocionante, não? — Billy comentou, olhando para nós com um sorriso leve. E foi com esse comentário que o burburinho começou. Tudo voltou a ficar do jeito que estava antes das histórias.

—Ei, Leah, vamos dar uma volta? — Derick ofertou, o sorriso doce fazendo meu coração saltar.

—Fazer o que? — Perguntei, desconfiada.

—Temos que conversar, não lembra? Tenho que te contar algumas coisas. — Explicou, levantando-se e estendendo a mão para me ajudar a levantar. Ignorei sua ajuda e me pus de pé sozinha. Ele revirou os olhos com isso.

—Vamos. — Concordei.

Notas finais
Eii pessoas!! Se acharem qualquer erro me avisem, beleza?? Eu sempre reviso o texto antes de posta-lo, mas sempre algum erro passa despercebido. Comentem, favoritem, recomendem, mandem MP's, acompanhem, perguntem! Até mais!! Bjkss *---------------------*