Notas iniciais
Neste Capitulo você conhecerá um pouco mais sobre o porque Bea Trich não suporta a nossa querida Thalia Chase, e algum acontecido inesperado irá acontecer deixando todos abalados sem reações, lógico que a pessoa irá gostar muito disso é o nosso Stephen!

Bea Trich continuava a me encarar tão severamente que eu podia até sentir o olhar dela queimando em fúria. Estávamos sentadas uma de frente para outra numa mesa onde os outros semi-guardiões param para descansar ou tomar alguma coisa depois do treinamento, ela se sentou de frente a mim, com uma cestinha de batatas fritas com molho de tomate, mais conhecido como Cathshup, e um copo de refrigerante em outra mão.

– Porque tinha que ser com meu irmão? – ela fez uma careta esboçando um sorriso.

– O que tem seu irmão? – perguntei confusa.

– Não seja idiota garota. Eu sei que ta rolando alguma coisa entre vocês dois... Mais e Jackie? – falou meio incrédula.

– Não está rolando nada entre eu e o Stephen... Estamos apenas se conhecendo melhor, por acaso é pecado isso? – falei meio assustada.

– Não, não tem nada de pecado nisso... Mais só pensei que você era apaixonada pelo Jackie... – ela deu de ombros.

– A única apaixonada por ele, é você Bea! – olhei para ela, que estava me encarando com um olhar furioso.

– Quem disse que sou apaixonada pelo Jackie? – falou encarando a garrafa de refrigerante.

– Está na sua cara isso, e eu acho que é por isso que você não gosta de mim... – eu podia a ver desviando o olhar toda vez que eu olhava para ela.

– Não é sobre você, é sobre sua família... Eu não gosto da sua família... – pegando a garrafa e a jogando em minha direção. – Tome, vai te fazer sentir melhor... Você esta com uma cara de cachorro molhado.

– Se não é sobre mim... Então me conte, porque a minha família? – peguei a garrafa rapidamente, até estranhei meu perfeito reflexo. Encarei a garrafa com coca-cola e derramei sobre minha boca, e senti que realmente eu estava morta de cede e de fome, pois eu estava tomando todo líquido da garrafa todo.

– Você sabe há 20 anos trás, nossos pais tiveram que proteger o monte da invasão de demônios, eles usaram o circulo para isso. Mas minha mãe acabou ficando grávida de mim, então meu pai, se recusou a lutar para poder proteger sua família dos demônios, mais ele acabou lutando por conta dos os outros guardiões, que viam meu pai, como um líder. Ele colocou minha mãe num sótão, onde hoje eles prendem as pessoas, é onde o Stephen está. Então, minha mãe deu a luz durante a guerra dos guardiões com os demônios.

– Então, você é a mais velha dos seis... Mais então você deveria ser a numero um, não o Jackie... – falei meio confusa.

– Sim, eu sou a mais velha de vocês, o pai de Jackie conheceu a mãe dele, muito mais rápido que meu pai, então, eles não vêem o qual casal terá filho primeiro, eles vêem como, quem casa primeiro. Então o pai de Jackie casou com a mãe dele primeiro, por isso Jackie é o numero um do circulo. Meu pai acabou tendo o primeiro filho dos seis casais, mais depois de três anos, minha mãe acabou ficando grávida do Stephen acidentalmente. Os outros guardiões queriam que minha mãe tirasse a criança, pois nos guardiões temos regras e precisamos segui-las, a regra dizia: Cada guardião só poderá ter um filho por casal. Embora meu pai seja o líder, ele às vezes teve que passar por essas decisões, ele dizia para minha mãe, tirar o bebê, porque muita gente estava o criticando, queriam alguma atitude de meu pai. Minha mãe vendo o desespero do meu pai começou a tomar remédio para tirar a criança, mais durante a gravidez o remédio começou a dar alguns sintomas de doença minha mãe ficou muito doente. Ela segurou o Stephen durante oito meses, na barriga, mas num dia para noite, ela passou muito mal, mal conseguia respirar, e a bolsa dela tinha estourado, e estava derramando muito sangrando, meu pai a levou ao medico, conseguiram tirar o Stephen que estava enrolado do cordão umbilical, mais não conseguiram salvar minha mãe, ela morreu, logo em seguida.

– Eu sinto muito Bea... – estava encarando a garrafa vazia em minhas mãos.

–Andrew Chase, era um deles que estava criticando meu pai... Sabendo que seu pai também tinha um irmão, mais ele tinha vergonha, pois o seu tio é um Nume, um homem de poderes sobrenaturais. Meu pai acolheu seu tio de braços abertos aqui no Gayd, ele exigiu que seu pai trazes se para cá.

– Meu pai disse que queria ajudar o meu tio... – falei meio confusa

– Realmente, seu pai não disse nem a metade da historia para você. – Bea continuava a me olhar, que de tal modo chegava a dar arrepios.

– Eu sou diferente que eu meu pai... Realmente sinto muito pela sua mãe – peguei em sua mão com delicadeza que fez Bea me olhar com ternura.

– Tudo bem Thalia, agora você sabe de tudo, estamos em acertos. Agora você pode pegar meu irmão à-vontade... – ela deu um meio sorriso.

– Meninas... O comandante quer falar com vocês duas, na sala dele agora! – eu me virei para ver uma mulher de cabelos pretos longos, com olhos verdes, usando uma roupa preta de combate na frente da mesa de refeições.

Bea acenou com a cabeça e olhou para mim, com um sorriso e saindo da mesa. Estávamos indo em direção a sala do Comandante, onde a porta estava fechada, Bea com muita pressa batendo a porta, a maçaneta da porta começou a se virar e comecei a ouvir bochichos de leve atrás da porta de madeira. A porta se abriu e demos de cara com Jackie, assustado olhando para nós. Bea olhou para Jackie e esboçou um sorriso e atravessou à porta, eu estava logo atrás de Bea, dei uma olhada para Jackie que estava sorrindo para mim, fiquei no centro da sala querendo entender o que estava acontecendo. Olhei para o comandante que estava olhando para uma pessoa sentada no canto da sala, com cabelos prateados com algemas em torno de suas era Stephen.

– Stephen? Mais... – Bea falou incrédula.

– Viu Comandante... Ela não ficou feliz em me ver! – Stephen falou num tom de deboche, olhando para Bea dos pés a cabeça com tal severidade. Olhei para ele incrédula também, não entendo mais nada da situação, Stephen virou o olhar fixando os olhos em mim e deu um sorriso de canto e piscou.

– Chamei vocês duas aqui... Porque tenho uma noticia para dar a vocês. Eu sei que deveria ter os seis aqui presentes, mas Emma está em uma missão, junto com o Victor, e irá demorar a voltarem mais quando eles chegarem irei avisar a eles.

– O que está acontecendo? – falei assustada.

– O que tem que acontecer, Thalia... – Stephen estava sorrindo para mim.

– Cale a boca Stephen! O Arthur acabou de falecer... Estamos cuidando de tudo, precisamos agir o mais rápido possível, se os demônios souberem que nós não temos mais os semi-guardiões por completo, eles vão nos atacar, e terá banho de sangue... – Pai de Bea e Stephen, falava num tom um pouco triste, eu podia jurar que ele tinha chorado por um bom tempo, ao saber que seu filho será preso nas masmorras.

– Não... Agora que o Arthur está morto, vocês vão levar o Stephen para as masmorras, isso não é certo... Ele é seu filho comandante, você não tem que deixar isso acontecer...

– Mais ele matou um dos seis Thalia... Ele tem que ser punido. – Jackie falava com a cabeça baixa.

– Me deixe sozinha com ele... Preciso falar com o Stephen... Agora! – eu estava olhando para o Comandante e depois para o restante, que estavam na sala, eu podia ver os olhos de Stephen me olhando com um brilho radiante.

Todos saíram da sala em silencio deixando eu e Stephen sozinhos, minha respiração começou a aumentar com tal freqüência que pensei que iria ter um ataque do pânico, enfim, me aproximei de Stephen, que estava olhando para o chão agora, encarando,peguei uma cadeira que era mais uma poltrona, e deslizei ela até ficar frente a frente com Stephen.

– É acho que eu já esperava por isso... Ele não ia conseguir sobreviver... – Stephen continuava a falar encarando o chão de tal jeito que me deixava cada vez mais nervosa.

– Ei, olha para mim... Eu vou estar aqui, dependente do que acontecer, eu vou estar do seu lado. – passei minha mão sobre o queixo dele o puxei e o deixando olhar para mim, podia ver os olhos de Stephen se perder com as lagrimas que escorriam sobre seu rosto.

– Thalia, eu só não quero morrer lá... Quando uma pessoa é levada para lá, ela só sai de lá morta, ou sendo levada pelos Demônios... – falava num tom frio.

– Você não vai morrer, e os demônios não vão te levar. Eu não vou deixar. – me inclinei para frente passando minha mão levemente sobre o rosto de Stephen, enxugando suas lagrimas, ele me olhou, e esboçou um sorriso.

– Tenho sorte de ter você ao meu lado... Se eu não voltar Thalia, eu quero que você saiba de uma coisa... – ele se inclinou pra frente com dificuldade, esticando seu corpo por inteiro até chegar aos meus, ele passou suas mãos acorrentadas sobre meu cabelo, e depois passou apenas os dedos sobre minha boca, ele me olhou fixamente nos olhos e me beijou.

Podia sentir um choque passando pelo meu corpo, o gosto das lagrimas derramadas que estavam perdidas sobre os lábios dele, sentia os tocando nos meus, o jeito que ele passava suas mãos com dificuldade sobre minha bochecha gelada. Eu não conseguia pensar, só podia sentir aquele momento se perder sobre minha cabeça, só deixando pensar nos lábios de Stephen tocando nos meus. Ondas de choques atacaram minha nuca, minhas mãos começaram a estremecer ao chegar ao rosto de Stephen, ele se afastou, colocando sua testa colocada na minha.

– Uau Thalia Chase... Você é boa nisso! Eu posso sobreviver a tudo agora, depois desse beijo... – ele me deu um beijo breve, e se afastou se levantando até se aproximar da porta e a batendo com força, olhei para ele de canto, que estava me encarando com um sorriso, quando a porta se abriu e ele desapareceu sobre ela.

Senti meu coração saltitar tão rápido que minha respiração estava cada vez mais ofegante respirei bem fundo, tentando achar algum sentido em tudo aquilo, tentando assimilar as coisas. Passando minhas mãos sobre meus cabelos e encarando o chão com tal severidade, não podia se quer imaginar o Stephen sendo preso, sendo machucado, não podia deixar isso acontecer. Levantei-me se aproximando da porta e a abri com rapidez, encarei duas pessoas paradas em frente à porta, com os olhos dilatados olhando assustados pra mim.

– Pensei que você estava chorando, por isso que nem te interrompi. – Bea Trich estava dando um meio sorriso, mais podia ver que ela estava sofrendo.

– E eu pensei que você fosse mais emotiva, não percebe que seu irmão está sendo preso, e só vai sair de lá, morto? – olhei para ela como se estivesse fazendo uma careta.

– Parem vocês duas, pelo amor de Deus... Isso vai ser todo dia? – era Jackie, tentando acalmar os ânimos.

– Jackie... Precisamos de um plano, precisamos tirar o Stephen de lá... – olhei para Jackie, que estava olhando para Bea.

– Thalia... Eu e a Bea estávamos conversando, e eu tomei uma decisão. Como o Arthur morreu, precisamos de mais um guardião, só que o Arthur não tem irmão, ele é sozinho, os pais dele morreu há três anos. – falou meio indignado

– E o que tem haver o Stephen com isso? – falei meio confusa

– É mesmo uma burra, o santa ignorância... Como Arthur morreu, precisamos de mais um no circulo se não nunca irá fechar, e seremos mortos daqui algumas semanas... Precisamos tirar o Stephen de lá, ele pode se tornar Guardião, mais o circulo tem que aceitar ele primeiro, ou nunca irá se fechar... Ele sempre quis fazer parte não é? Então ele irá fazer parte agora... – Bea falava num tom de ignorância.

– O que podemos fazer para saber se o circulo irá aceitar ele?

– É só pegar algo que Stephen ame muito, e deixar no lugar do numero dele, que no caso é do Arthur! – senti o corpo de Jackie estremecer ao falar de Arthur.

– Então... Vamos atrás de algo que ele ame... Vamos – olhei para os dois, que estavam me encarando. – O que foi?

– Talvez esse algo, seja uma pessoa Thalia... E pode ser você... – Jackie falou num tom de alivio

– Não seja tolo Jackie... Não pode ser uma pessoa... Tem outras coisas que o Stephen goste, e não sou eu... – falei incrédula

– Ele nunca disse “eu te amo” pra ninguém, e olhe que o Stephen tinha muitas namoradas, e eu nunca ouvi isso da boca dele. – Bea falou com deboche.

– E quem disse que o Stephen falou “eu te amo” para mim? Vocês estão ficando loucos... Só pode... Olhe, o Stephen gostava de espadas talvez tenha uma espada que ele goste muito... Podemos usá-la.

– Tem uma mais não é uma espada, é uma adaga que o nosso pai deu a ele, quando ele completou 10 anos de idade, talvez ela possa ser útil, uma vez na vida... – Bea continuava com um tom de deboche.

– Isso... Podemos usá-la, vamos ver se funciona... – é Jackie que falava com tal animo que me deixava assustada.

– Jackie, leva a Thalia pro circulo, eu vou para casa pegar a Adaga, encontro vocês lá, tudo bem? – Bea estava com um olhar diferente, um olhar de esperança.

Bea saiu correndo batendo a porta entre-nos, respirei bem fundo e olhei para Jackie que estava olhando para o chão, mais logo se aproximou da porta, fazendo um sinal para eu poder atravessar a porta, me aproximei e olhei para ele que estava sorrindo com o mesmo olhar que um dia me prendeu sobre os dele. Eu podia sentir algo bem lá no fundo, meu coração ainda pulando ao ver ele feliz, ao ver o mesmo olhar de sempre. Passei pela porta e olhei ao corredor inteiro para ver se tinha mais alguém no local, estávamos sozinhos. Jackie estava do meu lado agora respirando fundo, saímos juntos até chegar à área de treinamento, onde varias crianças no tatame de espadas se perguntava onde estava o Stephen, e as pessoas diziam que ele teve que voltar para mundo humano, pois estava numa missão importante.

Passei por dois homens que estavam falando sobre o filho do matou outro do circulo, e estava preso no sótão, parece que o Comandante recusou que o Stephen fosse levado pras masmorras, mais deixou ele sem água sem comida, durante os quatro dias. Jackie estava me olhando fixamente, até que ele abriu o portão que dava a entrada da área de treinamento, passamos entre os portões, e vi a sala de jogos intacta, sem nenhuma sujeita como sempre, enfim, passamos por toda a sala, até que se deparou com a escada no meio da casa, Jackie começou a subir lentamente e eu o segui. No final da escada tinha um corredor gigante, que dava para outras salas, Jackie se virou para esquerda e fez um sinal para eu acompanhá-lo.

Ele parou diante de uma porta vermelha que tinha uma maçaneta de ouro maciço que brilhava, ele a abriu lentamente, um raio de luz refletiu em meus olhos, deixando me perder sobre o deslumbre da sala. Entrei na sala cuidadosamente junto com Jackie, olhei para o chão que tinha marcas, números e letras. Mas conseguia ver um circulo feito de metal brilhoso, com vários riscos de separação de lugares, os números eram marcados por algo que parecia serem banhados em ouro. Jackie se aproximou do circulo e ficou de frente ao numero um exatamente o que era dele. Ele ao se aproximar do circulo, seu numero começou a brilhar cada vez mais forte, era como se o circulo soubesse que o dono daquele espaço estava muito próximo do local. Fui até o espaço do Arthur, que estava apagado sem nenhum brilho, me a joelhei e passei minhas mãos ao círculo, que me deu anciã de vomito e tontura.

– Não consigo encostar-se ao circulo... – falei meio confusa.

– Porque esse lugar não é seu, é de outra pessoa, só ela pode encostar – me virei de lado, e vi Bea segurando a Adaga em sua mão, me encarando. – Vamos ver se isso funciona.

Ela se aproximou do circulo de Arthur, onde eu estava ajoelha, se acolheu junto a mim, e me olhou.

– Pegue a comigo... Talvez o Stephen não goste da adaga, mais ele pode gostar da família e uma pessoa espacial para ele.

Peguei a adaga com firmeza e Bea passou a mão dela sobre a minha lentamente começamos a descer a adaga até ela estiver completamente sobre o circulo. Um choque atravessou minha costela e minhas mãos começaram a tremer, e o circulo chamuscou em chamas, e a adaga que estava por completa no chão, começou a tremer e a brilhar tão intensamente que meus olhos queimaram. A adaga explodiu batendo no teto da sala e se chocando no chão do outro lado da sala.

– O circulo... Não aceitou! E agora? – era Jackie com tal voz de desespero.

Então, o numero de Arthur começou a bilhar logo em seguida, e chamuscar em chamas, eu podia sentir meu rosto queimando, meus olhos tentando ficar abertos contra a luz radiante. A chama diminuiu e o circulo desapareceu, deixando Bea e Jackie desesperados. Olhei para Jackie que estava com a cabeça abaixada e suas mãos sobre a cabeça, tentando entender o acontecido. Olhei para o circulo, quando minha cabeça começou a doer e a girar aleatoriamente. Uma voz doce estava se comunicando comigo.

“Pegue a Adaga Thalia... Entre no circulo e tente escrever o nome de Stephen no meio dele, você colocando o nome dele, o circulo irá funcionar vai Thalia, você consegue”

A dor passou, e me levantei rapidamente, e me aproximei da adaga que estava num caída no canto da sala, o peguei em minhas mãos, e me aproximei do circulo e fixando meus olhos sobre a Adaga. Passei entre os círculos dos números que indicava cinco e seis, olhei para o meu, que não brilhava, mas só apenas via o formato dos números. Ajoelhei-me e comecei a escrever o nome de Stephen no meio do circulo com dificuldade, senti minha pele rasgar sobre meu corpo, minha cabeça girava e minhas mãos estavam começando a tremer, tinha algo me puxando, algo que não queria de tal forma que continuasse mais eu tentei, e terminei. O nome de Stephen começou a brilhar e eu senti minhas mãos tremerem sobre o chão, o circulo todo estava brilhando, estava queimando ouro maciço, os números começaram a se reunir no centro do circulo com uma luz que brilhava como luz do sol. O nome de Stephen continuava a queimar fogo e de repente os números rapidamente se afastaram trazendo uma onda forte que me fez se chocar com a parede batendo minha cabeça.

Notas finais
Espero que vocês continuem lendo minha historia... Está cada vez mais emocionante!!! Vamos ler, meus queridos!! Espero que vocês gostem e visitem com frequência essa Fic :D