Laços Quebrados
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Comentem por favor, e leiam a minha outra historia e de uma amiga minha, sobre a banda One Direction, e fiquem a conhecer um pouco sobre eles também. É apenas uma brincadeira para rir e sonhar um pouco, já que não faz mal a ninguém!
Bjs,♥!
Isabella
Depois do discurso de Eleazar, fomos direcionados para a sala de jantar, onde uma linda mesa nos esperava. Sentamo-nos á mesa, e como de costume eu fiquei sentada ao lado de Garrett.
Não podia, de facto, olhar para ele e dizer que este não me atraía. Seria mentira se falasse tal coisa. Garrett tinha os seus olhos verdes, o cabelo um pouco desalinhado, penteado para cima e o charme italiano, que toda a família possuía.
O jantar foi servido. Notava-se a agitação de Kate, Tanya e Carmen que falavam sobre os preparativos para o casamento. Eleazar, Edward, Garrett e Hindley falavam sobre os negócios e acerca do último processo de Eleazar, o que me lembrou do enorme trabalho que teria pela frente.
Senti o sono começar tomar conta do meu corpo, o cansaço das últimas semanas no escritório fazia-se sentir por todos os meus músculos.
Levantei-me pedindo licença, recebendo alguns olhares questionadores, e dirigi-me novamente para a casa de banho. Passei um pouco de água fresca na nuca, encarando a minha fisionomia cansada no espelho. As olheiras estavam bem disfarçadas por uma maquilhagem bem-feita, mas leve, e os olhos preocupados pelo reencontro com que foi presenciada naquela noite.
A porta da casa de banho foi aberta de repente e Edward entrou por ela. O seu olhar acusador caiu sobre mim e a raiva despertou em mim.
-Que pensas que estás a fazer, Cullen? – Perguntei exaltada, contendo no entanto a minha voz, para que a família não ouvisse.
-Precisamos de falar Isabella! – Disse altivo.
-Eu acho que está tudo conversado entre nós!
Disse pegando na minha bolsa e encaminhando-me para a porta. Porém a mão fria de Edward alcançou o meu antebraço antes de eu a conseguir abrir.
Ele prensou o meu corpo na porta e colou-se a mim. O desejo estava gravado em todos os seus gestos, e nos meus olhos também. Mas eu sabia que aquilo era muito errado. Não só por o que ele me fizera no passado, mas também pelo facto de ele estar noivo!
-Pará Edward! – Ranhei. – Não achas que chega? É melhor acabar antes de começar! Antes de alguém sair magoado…
- Isabella! – Ele disse nervoso entre dentes. – Eu fui um bom marido para ti, passei por maus bocados, estive confuso, e errei. Mas eu tenho direito a dar-te uma explicação…
-E, eu, tenho o direito de não a querer ouvir! Tu sabes o que fizeste. Não te estou a acusar de nada! Nunca o fiz, e não será agora que o vou fazer, muito pelo contrário…sou hoje aquilo que sou, graças aos teus erros, e de certa forma agradeço-te. Mas eu ultrapassei isso… de certa forma, e pelo que eu vi lá em baixo, tu também…
-Acredita no que quiseres Isabella! – Grunhiu dando um murro na porta, perto do meu rosto. Automaticamente fechei os olhos com o susto. – Mas teremos que falar…principalmente sobre o divórcio, querida esposa... – Finalizou ironicamente.
Desencostou o meu corpo da porta e saiu andando apressadamente.
Depois de me tentar controlar sai também, e despedi-me de todos. Edward olhou-me nervoso e por fim sorriu falsamente e acenou a cabeça num adeus silencioso. Eleazar mais uma vez agradeceu-me e Carmen levou-me á porta.
-Espero que tenha gostado do jantar e do convívio Isabella! – Ela disse amigavelmente.
-Com certeza Carmen! Tem sem dúvida, uma família maravilhosa, e agradeço pelo convite. E desculpe-me ir tão cedo embora, mas tenho uma longa semana de trabalho e apenas dois dias de descanso, e preciso pousar um pouco a cabeça. – Disse sorrindo.
-Claro Isabella, eu compreendo! Durante a semana eu ligarei para si, e combinaremos um chá só para colocar a conversa em dia! Adeus querida! – Beijou-me o rosto e abraçou-me.
-Aceitarei com muito prazer Carmen! Adeus.
Sai da mansão dos Denali e foi em direção ao meu carro dirigindo por fim para casa.
Os meus pensamentos rapidamente voaram para o que Edward dissera. Ele iria casar-se em breve, e provavelmente iria querer estar livre. E isso implicaria estar frente a ele, pelo menos mais uma vez. O que dificultaria as coisas!
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