Lado a Lado
24 O amor cura tudo
Notas iniciais

Regina estava entediada, e desesperada para voltar para casa, mas seu quadro ainda não era satisfatório para sua oncologista. Meredith queria que a morena estivesse sem nenhum vestígio da pneumonia que tinha adquirido, e era uma luta convencer Regina disso.
— Regina você precisa deixar de ser teimosa. Eu não irei lhe dar alta até que seus pulmões estejam limpos, e seu organismo mais forte até podermos voltar com seu tratamento. — Meredith explicava à morena, enquanto a examinava.
— Eu só não aguento mais ficar aqui mais uma semana, preciso voltar a minha rotina. Tenho que cuidar dos meus filhos. — Regina respondia com a cara fechada.
— Ficará aqui o tempo necessário Regina Mills, e suas caras de má não me intimidam. E seus filhos estão muito bem com senhorita Swan.
— Às vezes você parece minha mãe Meredith e não minha medica. – Regina zombou.
— Você age como uma criança birrenta, então preciso lhe tratar como tal. — A médica justificou.
Ambas acabaram caindo na gargalhada, afinal elas tinham tal intimidade. Meredith não era apenas medica de Regina, era também sua amiga e prezava a saúde da morena mais que tudo. E embora muitas vezes precisasse colocar a relação medica e paciente a frente da amizade, ela sabia que Regina compreendia isso.
— E as coisas com Swan estão mesmo serias não é? — Meredith perguntou depois que as gargalhadas cessaram. Regina olhou Meredith e viu a amiga agora, a médica tinha saído de cena.
— Estão indo bem Mer. — Regina a chamou de forma carinhosa.
— Por favor, Regina Mills eu quero detalhes. Estão indo bem não é resposta.
— E o que quer que eu responda exatamente? — Regina respondeu com outra pergunta.
A morena parecia meio constrangida, pois sabia bem o que a amiga queria saber.
— Como é o sexo com a Swan, Gina? — Meredith foi direta em sua pergunta. Regina ficou vermelha, e abaixou a cabeça sem saber o que responder.
— Eu não acredito que está perguntando esse tipo de coisa Meredith Grey. — Regina estava realmente envergonhada pela pergunta feita pela amiga.
— Oras não estou perguntando nada demais Regina. Pare de bancar a puritana e me responda logo.
A morena soltou uma gargalhada e achou aquela conversa inusitada, era a sua melhor amiga, mas também era sua medica querendo saber da sua vida sexual com sua namorada.
— Emma é maravilhosa em todos os sentidos. — Regina enfatizou o maravilhosa fazendo um gesto com as mãos. — E não vou falar mais nada, além disso, Mer.
— Regina deixe de ser má e me conte a parte boa, ou te prendo aqui por mais uma semana. — Meredith fez sua melhor cara de malvada. Regina a olhou como se dissesse “você não teria coragem.”
— Não há muito, o que contar, foi tudo novo para mim e para Emma. Nenhuma de nos nunca esteve que com uma mulher intimamente antes, fomos descobrindo. Ela foi carinhosa, delicada e muito paciente. E para finalizar a sua safadeza ela me deu os melhores orgasmos da minha vida. E sim superaram os que, tive com qualquer homem, inclusive com o Killian. Satisfeita?
— Nossa, nossa a Swan é uma deusa do sexo. — Meredith brincou perdendo a postura de medica seria. – E claro que queria detalhes, mas...
— Nem pensar Mer, eu não vou lhe contar nenhum detalhe se contente com o que eu já contei. — A morena respondeu fechando a cara.
Deram mais algumas risadas e Regina acabou contando uma coisa ou outra, o que é claro deixou Meredith animadinha. E bem quem ouvisse a medica perguntando tantas coisas diria que ela estava interessada demais, para saber o que duas mulheres podiam fazer entre quatro paredes.
— Você está interessada demais em saber sobre sexo lésbico Mer, se quer tanto saber experimente oras. — Regina falou e a medica corou na hora.
—É apenas curiosidade Mills, sobre experimentar bem... — A medica fez uma pausa e respirou fundo antes de continuar. — Se alguma mulher me interessar porque não.
— Eu não acredito que Meredith Grey a certinha tem tesão em mulheres. — Regina rebateu em tom de brincadeira.
— Quem sabe se eu encontrar uma Swan feita a sua Mills.
E antes que Regina pudesse responder algo Emma adentrou o quarto com buque de flores nas mãos e sorriso nos lábios.
— Cheguei em má hora, estão fofocando sobre mim? — Emma perguntou e foi até Regina lhe dando um selinho rápido.
— Sim meu amor, eu estava dizendo que estava morrendo de saudades de você. E não fofocando ok.
— Mais eu vim vir te ver ontem Regina.
— Para mim de ontem até hoje pareceram uma eternidade. — Regina confessou a olhando com olhar apaixonado.
— Bom eu vou ir ver meus outros pacientes, porque capaz de ter uma diabetes se ficar perto de vocês duas. Emma bote juízo na cabeça de sua namorada, ela ainda precisa de cuidados. — Meredith disse indo em direção à porta.
— Pode deixar Meredith, essa morena vai me obedecer direitinho.
Regina olhou para Emma e fez sua uma cara de indignada. Swan apenas deu a língua e Meredith balançou a cabeça.
— Vocês parecem duas adolescentes. — A médica deixou sorrindo, sabia que Regina estava em boas mãos.
Finalmente quando ficou sozinha com Regina, Emma se sentou na cama ao lado da morena e a abraçou.
— Pronto agora sou toda sua, e poderemos matar toda saudade.
Regina sorriu se aconchegando mais nos braços da loira. Para ela estar nos braços de Emma Swan era mesmo que voltar para casa. Ela tinha virado sua paz, seu alento e quando estavam juntas tudo parecia pequeno diante do sentiam uma pela outra.
—Cada dia que passa, eu te amo mais Emma. E me sinto mais dependente da sua presença. —Regina sussurrou baixinho.
—Estamos quites Regina, eu me sinto da mesma forma. Sempre achei que amor era o que sentia pelo Kill, mas nunca estive tão enganada. Com ele era seguro, calmo e previsível.
— Está dizendo que comigo é incerto Emma?
— Não amor, eu estou dizendo que com você cada dia é algo novo. Estou dizendo que você me fez sentir tantas coisas ao mesmo tempo, às vezes dá medo. Porém é pior quando eu não sinto, até as coisas mais simples com você são intensas Regina. — Emma se virou para encarar a morena de frente. — O seu sorriso pela manhã pode me dar força para aturar um dia inteiro, porque eu tenho a esperança de ver ele de novo no fim dia. A forma como você morde os lábios quando fazemos amor, é tão lindo. E não há nada mais perfeito quando sinto você tremer nos braços porque sei que fui responsável por aquela sensação, e você sentiu e sente isso com meus toques. Hoje não é mais a gravidade que mantém presa a terra é você Regina, é o seu amor. E por você eu seria qualquer coisa, faria qualquer coisa.
A confissão apaixonada de Emma levou Regina às lagrimas, ela queria responder e dizer que se sentia da mesma forma, mas não conseguia dizer nada. Faltava-lhe o ar nos pulmões, lhe faltavam formas de expressar o que sentia. E naquele instante Regina Mills decidiu que a melhor forma de honrar o amor de Emma por ela era lutar com todas as suas forças e viver. Ela viveria por Emma, ela passaria cada segundo da sua vida amando Emma, e essa seria a maior prova de amor que ela poderia dar a ela.
— Me beija Emma só me beija. — Regina pediu e Emma a atendeu sem nenhuma demora.
Perderam-se uma nos lábios da outra, e Regina sentiu suas forças se renovarem, seu corpo poderia não estar forte, mas sua alta sim e ela estava pronta para lutar novamente.
— Está pronta então Rainha do gelo, pronta para recomeçar seu tratamento? – Emma perguntou quebrando o beijo.
— Com você ao meu lado eu estou pronta para qualquer coisa senhorita Swan.
***
Los Angeles
Killian acordou cedo com o choro de Jessie, a garotinha era como um relógio e sempre acordava, nos mesmos horários para mamar.
— Ok, ok. Eu á acordei não precisa de todo esse escândalo. — Killian disse se levantando ainda sonolento. O moreno caminhou até a mesa próxima a cama onde havia algumas coisas.
— Graças a Deus pedi uma bolsa térmica e serviço de quarto trouxe seu leite as seis por tanto só tem duas horas. — Ele retirou a mamadeira de dentro bolsa retirou a tampa e pingou um pouco no pulso para ver a temperatura.
— Ainda está quente, morno para ser mais exato senhorita. — Killian pegou um pano e colocou sobre o braço fingindo ser um garçom que apresentava as opções a uma cliente. — Leite morno adoçado pouquíssimo mel recomendação da sua mãe. Jessie deu um sorriso mostrando os dois dentinhos.
A pequena balbuciou algumas coisas incompreensíveis, e levantou as mãozinhas como se soubesse o que Killian tinha nas mãos.
— Bom aqui está seu café da manhã baixinha.
Jones pegou Jessie em seus braços a deitando em seu colo e levou à mamadeira a boca do bebê. Jessie sugava com força demonstrando sua fome pela manhã, e Killian se lembrou de Anna quando tinha a mesma idade. Aquela criança de alguma forma o estava fazendo lembrar como era incrível, e maravilhoso, aqueles pequenos momentos, mas acima de tudo como era incrível ser pai. Ainda era cedo, e Killian tinha marcado às dez da manhã com Zelena. Ele resolveu dar banho e Jessie e tentar comprar algumas roupas para menina, já que as que ela vestia ele tinha mandado para lavanderia do hotel. A menina vestia apenas fralda e uma pequena camiseta, que era a única coisa que não tinha ficado suja.
— Baixinha acho precisamos ir as comprar. E bem você vai ter se contentar co meu gosto que não é muito bom no quesito roupas para mulheres. Jessie deu mais um de seus sorrisos, e fez alguns sons sem sentidos como se concordasse com Killian.
— Se não há nenhuma objeção por sua parte então vamos nessa. — Killian disse por fim pegando a garotinha no colo. Ele já tinha dando banho e trocado Jessie, e antes de sair pegou uma manta que usava sempre que viajava de avião e cobriu suas perninhas apenas não ficar exposta. O moreno pediu uma orientação na recepção do hotel, ele queria saber onde poderia achar uma loja de roupas para bebês próxima dali.
— Há duas quadras daqui Sr. Jones se quiser pode ir andando mesmo. — A recepcionista orientou. — E a propósito sua filha é linda. Killian ia dizer o contrario que Jessie não era sua filha, mas uma sensação nova o fez mudar ideia.
— Sim a baixinha é linda, mas puxou a mãe.
— Qual o nome dela? — A recepcionista perguntou.
— Jessie, o nome dela é Jessie.
A garota brincou com Jessie por mais alguns segundos e logo Killian agradeceu e partiu em direção a grande porta de saída do hotel. Não demorou muito a chegar à loja indicada pela recepcionista, e as compras foram rápidas. O jeito descontraído e fofo de Jessie encantou a vendedoras, ela era um bebê simpático. E no final das contas as próprias vendedoras sugeriram o que Jones deveria levar. Sugeriram-lhe levar um canguru para bebês, pois era mais fácil para se locomover com uma criança. Meio a contra gosto Jones resolveu experimentar e viu que era mesmo pratico, Jessie gostava de deitar sobre seu peito e aquilo acabava sendo agradável. Killian acabou comprando coisas há mais e pensou que era um presente para baixinha.
— Acho que devemos ir ou vamos nos atrasar baixinha. Você tem roupas limpas e apresentáveis para rever sua mãe. — Killian sussurrou para a pequena.
O moreno voltou ao hotel cheio de bolsas e com Jessie presa ao canguru, todas as mulheres admiravam Killian por onde ele passava. Ele parecia mesmo um pai dedicado, e por alguns momentos ele se permitiu ser. Assim que subiram, ele colocou as roupas novas em Jessie, e a colocou de volta no canguru e desceu para o salão do hotel para aguardar Zelena. Não demorou muito e Kill viu uma ruiva adentrar o salão. Zelena olhou em sua direção, e viu a filha nos braços do homem que julgava ser Killian Jones.
— Jessie. — A ruiva chamou pela filha. A pequena reconheceu a voz da mãe logo se agitou.
— Ela está aqui baixinha, a sua mamãe. — Killian dizia a garotinha que estava agitada em seu colo.
Zelena foi em direção de Killian rapidamente, e assim que chegou próxima a filha lhe beijou a cabeçinha diversas vezes.
— Meu amorzinho. — Em gesto automático Zelena deu um selinho em Killian e o agradeceu. — Obrigado por cuidar dela. — Zelena disse. E Killian ficou sem resposta diante do gesto tão inusitado da mãe de Jessie.
***
Maine — Storybrooke
David havia chegado de mais uma de suas rondas pela cidade, o loiro tinha assumido o cargo de Xerife há alguns anos e achava o trabalho tranquilo, afinal Storybrooke era uma cidade pacata. David encontrou a esposa corrigindo algumas provas, Mary era dedicada à profissão e mesmo sendo pedagoga famosa fazia questão de ainda dar aulas. E uma vez por semana dava aulas em uma faculdade em Boston.
—Querida você precisa descansar. — David disse assim que se aproximou da esposa. Mary o cumprimentou com um selinho e sorriu. Ela amava o cuidado e a preocupação que o marido sempre tinha com ela.
— David eu tenho muitas provas para corrigir, e alem do mais terei tempo para descansar quando formos visitar nossa filha em Nova York.
— Não queria fazer surpresas Mary, sabe que Emma odeia ser pega desprevenida. Se quiser mesmo ir passar um fim de semana com ela, vamos ligar e avisa-la antes. — David advertiu a esposa.
Ele conhecia bem a filha, e sabia que as coisas poderiam ficar bem ruins se deixasse Mary agir por conta própria.
— Não se preocupe querido, eu irei ligar para ela. Quero saber a como anda o namoro dela com o advogado bonitão. E quem sabe não temos a noticia de noivado.
— Não a pressione meu amor, nossa filha ainda não fez 30 anos. Então não acho que precise de todo esse desespero para casa-la.
Mary não deu muita atenção ao que marido falava, ela queria casar a filha o mais breve possível. Emma não tinha um relacionamento instável há anos e desde que soubera de Killian, Mary tinha fé que agora a filha finalmente fosse sossegar.
***
Emma olhou Regina profundamente, não sabia se era uma boa hora, mas resolveu arriscar. Alguém precisava dar o primeiro passo e ela só queria ajudar.
— Eu lhe trouxe uma visita. — Emma disse quebrando o silencio entre elas.
— Achei que as crianças estavam na escola Swan. — Regina disse meio confusa.
— E elas estão meu amor. — Emma se adiantou. — Quem veio lhe ver é outra pessoa.
— O que você está aprontando Emma?
— Nada Regina, eu apenas preciso que fique calma e não se exalta a toa. — Emma foi até a porta e abriu. Assim que Cora entrou o rosto de Regina mudou drasticamente.
— Cora o que faz aqui? — Regina questionou a velha Mills.
— Eu vim em paz Regina. Só quero uma segunda chance para consertar as coisas. Só peço que me ouça por alguns minutos e se não achar que mereço fazer parte de sua vida mais uma vez eu vou embora. Regina olhou para Emma como se buscasse uma saída, a cumplicidade que já tinham as fazia se entender apenas pelo olhar. Emma deu um daqueles sorrisos que acalmavam Regina e ela entendeu o que ela queria dizer.
—Tudo bem mamãe. — Regina finalmente respondeu algo.
— Sente-se e vamos conversar um pouco.
Cora sentiu em anos que a certeza que agora teria a chance de recomeçar. E ela não desperdiçaria aquela chance.
— Eu vou dar uma volta e deixar vocês a sós. — Emma se pronunciou. Depois caminhou até a cama beijou a morena de leve sobre os lábios, e depois a testa. — Eu te vejo daqui a pouco. Seja paciente com sua mãe.
— Eu vou fazer o meu melhor. — Regina garantiu. Emma se despediu de Cora e deixou o quarto da namorada, torcendo para que tudo ficasse bem entre mãe e filha.
***
Emma aproveitou que Regina estava com Cora, e decidiu ir até Meredith para saber em pé andava a saúde da namorada. Aguardou alguns minutos enquanto Meredith atendia uma paciente, e finalmente pode falar com ela sós no consultório da medica.
— Veja só se não é a super namorada da Regina, Emma Swan. — A médica brincou assim que viu Emma entrando.
— Sem piadinhas, ok. Eu vim saber sobre como está o quadro de saúde da Regina. Tudo bem Swan, não está mais aqui quem falou. Sente-se e lhe contarei tudo.
Emma andou alguns passos e se sentou na cadeira em frente à Meredith.
— Você tem alguma pergunta especifica? Ou prefere que eu lhe conte tudo Emma?
— Eu quero saber tudo, desde mais simples detalhe, até o mais complexo da saúde de Regina.
— Muito bem, vou começar pelo estado atual dela. E depois lhe conto sobre a primeira vez que ela foi diagnosticada com o câncer, e o tratamento que a submetemos ela. E o estado atual da doença.
Emma ouvia cada palavra de Meredith atentamente, e cada coisa nova que descobria o quanto Regina era forte por, ter enfrentado tudo aquilo e ainda se manter de pé. E talvez agora fosse ainda pior, ela tinha toda uma vida pela frente, dois filhos maravilhosos, e um recomeço depois do divorcio com Killian. Enfrentar aquela doença mais uma vez não parecia justo, mas de alguma forma era diferente porque Emma estava com ela, e era onde a loira pretendia ficar até fim. Afinal o que vida sem enfrentar obstáculos? Ou sem enfrentar desafios? Regina Mills tinha sido uns dos desafios mais difíceis que Emma se propusera a desvendar, não havia arrependimentos por isso pelo contrario a loira tinha crescido, e se tornado uma pessoa melhor por amar Regina. Assim como Regina havia se permitido ser alguém mais leve, ser alguém que não precisava carregar o mundo nas costas e que muitas vezes podia se permitir apenas ser cuidada. Emma e Regina haviam aprendido a se apoiar mutuamente em qualquer situação, haviam aprendido a ser quem eram sem imposições a única exigência era ser amar sem reservas, com tudo que eram e o que tinham. Porque no final isso era o mais importante, o amor pleno e profundo que poderia ser capaz de coisas inimagináveis.
— Eu vou cuidar dela pessoalmente em cada passo Meredith não se preocupe. — Emma prometeu.
— Eu sei que vai Swan, e me arrisco a dizer que ela está assim por você. —A medica afirmou tranquila. — Seu amor e dedicação por Regina são coisas lindas de se presenciar. E eu como uma mulher romântica deixo a medicina de lado, porque eu sei que às vezes doses longas de amor podem ser muito eficazes que qualquer remédio inventando pelo homem.
Emma sorriu acreditando que Meredith tinha razão, amor pode curar qualquer coisa. A loira saiu do consultório de Meredith confiante, ela sabia tudo e mais um pouco sobre a saúde da namorada. E até mesmo como agir em diversas situações, agora só precisava cuidar de Regina e o restante ia se ajeitando aos poucos. Enquanto caminhava pelos corredores do hospital, Emma sentiu seu celular vibrar em seu bolso. Buscou o aparelho no bolso, “Mary Margaret (mãe) chamando” e quando viu o nome piscar na tela do aparelho se lembrou de uma parte da sua vida que ainda não estava resolvida.
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