Lado a Lado

19 Não desisto no primeiro tombo


Notas iniciais
Oie, amiguinhos Skye aqui. Desculpem a longa ausência, mas seguimos com a historia. Agora com as ferias chegando ficará mais fácil escrever e as atualizações serão mais frequentes. A historia vai entrar em nova fase, agora Regina e Emma enfrentaram as coisas juntas, e acreditem a relação delas vai ser testada. Mas juntas elas sempre serão mais fortes, levem sempre em conta isso. Espero que gostem! Capitulo sem revisão, então algum erro relevem que será consertado depois.

Anna estava parada diante a porta da casa de seu pai, sem saber como dar o próximo passo. Chegar até ali tinha sido fácil, mas o que ela iria conversar com seu pai certamente não seria. E a garota já imaginava que Killian Jones diria, que ela era nova demais para entender as coisas. Bem e talvez ele tivesse razão, em partes. Anna não entendia sobre todas as coisas da vida, mas ela entendia que sua mãe amava Emma, e a loira amava sua mãe. Esse era fato incontestável ao qual ela presenciara muitas vezes, e seu pai teria que aprender a lidar com esse fato agora, o fato de que Emma Swan iria permanecer em suas vidas, não da forma como Killian desejava, mas ainda ela ainda estaria lá. E ela e Ben gostavam que as coisas eram agora. Sem pensar mais Anna na bateu e esperou seu pai atender.

Killian ainda andava sem saber como lidar com nova situação de sua ex-noiva e sua ex-mulher, o fato delas estarem envolvidas era algo que ele ainda não tinha assimilado bem. E aquela manhã em especifico Jones sentia-se péssimo, e assim que ele ouviu as batidas na porta, sua cabeça latejou de forma intensa. Claro que as garrafas de vinho da noite anterior, tinham contribuído para sua dor de cabeça e seu mau humor. E o moreno não estava nada animado em receber visitas àquela hora da manhã. Killian caminhou até a porta praguejando, e com cara de poucos amigos, mas assim que abriu a porta e viu de quem se tratava seu mau humor foi substituído pela surpresa. Talvez ele esperasse a visita de Emma às oito da manhã, mas não de sua filha.

— Anna o que você faz aqui? — Killian questionou a filha. — Quem te trouxe? Onde está sua mãe? —Killian não parava de fazer perguntas.

— Bom dia para você também pai. — Anna respondeu ao pai com tom irônico na voz. E Killian fechou a cara no mesmo instante. — Eu vim de taxi, e a mamãe está com a Emma. Agora será que posso entrar? Tenho algo importante que preciso falar com você.

Jones não gostou nem pouco de ouvir que Regina estava com Emma. Mil coisas começaram a surgir em sua cabeça. Será que teriam passado a noite juntas? Sua mente começou a lhe torturar, imaginando o que as duas mulheres podiam ter feito durante a noite que passaram juntas. A curiosidade se fez presente, e Killian deu passagem na porta pra que sua filha pudesse entrar. O apartamento de seu pai era um lugar conhecido para Anna, mas ela percebeu que aquele lugar era estranho sem Emma lá. Era um estranho bom, mas ainda sim era estranho. Anna se sentou no sofá da sala, enquanto Killian foi até o balcão que dividia a sala da cozinha e ligou a cafeteira.

— Estou esperando Anna, eu quero explicações. — Killian começou a falar, e Anna tinha certeza que ele ia começar a dar um sermão.

— Antes que você comece a me dar um sermão pai. Eu quero que saiba que o Ben e eu gostamos, de como as coisas estão agora. Killian arregalou os olhos ao ouvir a declaração da filha.

— Você está me dizendo, que você e seu irmão gostam da ideia de sua mãe e Emma estarem juntas? — Jones finalmente teve coragem de perguntar.

— Sim pai, Emma faz bem a minha mãe. Ela está feliz, como nunca esteve antes. Emma cuida dela, apoia o que ela faz e agora que mamãe está doente ela precisa de amor. Ela precisa do amor da Emma pai. —A garota respondeu, deixando transparecer tudo o que sentia.

— Você sabe que as coisas, não são fáceis como está achando. Não sabe filha?

— Emma me ensinou que as coisas fáceis não valem a pena pai. E sim eu sei que as coisas não fáceis, e eu sei que existem ruins pessoas que vão implicar comigo e com Ben, só porque minha mãe namora uma mulher. Mas eu estou disposta a enfrentar tudo isso pela minha família.

Ouvir a filha mais velha, dizer aquelas palavras tudo pesou para Jones. Ela havia dito no sentido plural da coisa, e certamente incluído Emma a aquela afirmação.

— Você considera Emma sua família também Anna? – Killian perguntou a filha, sem ao menos se dar conta.

A garota olhou para o pai parecendo confusa com aquela pergunta. A verdade era que Anna nunca tinha parado para pensar nisso. Emma era simplesmente a Emma. Só que Anna havia se dado conta de que a loira já fazia parte de sua vida a tanto tempo, que jamais havia cogitado a possibilidade de considerar Emma alguém de sua família. Ao menos não como alguém que ela realmente gostasse, e agora ela realmente gostava de verdade da loira. E ela não precisava pensar muito a respeito para responder aquela pergunta.

— Sim pai, eu considero a Emma parte da minha família também.

Killian olhou a filha, ainda incrédulo ele não estava aceitando bem aquela situação ainda, por mais que estivesse se esforçando para isso.

— Algum tempo atrás você detestava a Emma. E do dia para noite passou a gostar dela, só porque ela começou a sair com sua mãe.

— Ela está namorando a mamãe pai, e não saindo com ela. E eu não gostava da Emma quando ela namorava você. Ela era uma chata, vivia fazendo tudo errado nunca pensava na gente e sim em fazer as coisas para agradar você. — Anna confessou ao pai pela primeira vez o que pensava.

— Porque não me disse essas coisas antes Anna?

— E você ouviria pai? Tudo que eu ou Ben dizíamos você sempre achava que era birra.

— E não era? Você e seu irmão viviam fazendo as coisas para sabotar minha relação com a Emma.

— E como queria que duas crianças reagissem, sabendo que tinham perdido sua família? E que seu pai já tinha arrumando outra mulher para começar uma nova. Você abandonou a nossa família sem ao menos lutar pai. – Anna desabafou com olhos cheios de lagrimas. E a garota mal percebeu que falava alto.

— Anna eu sou seu pai, não use esse tom de voz comigo, você me deve respeito. — Killian esbravejou.

— Você não pensou nisso, quando saiu de casa e abandonou a mim e o Ben. — Anna gritava. Jones não tinha argumento para aquela resposta da filha. E no fundo sentia a dor das palavras da filha.

— Adultos erram Anna, eu errei por sair de casa sem antes conversar com você e seu irmão.

— Adultos erram papai, mas Emma me ensinou que erros têm consequências. E são as crianças que pagam pelos erros dos adultos quando a família está no meio. Eu e Ben, não temos culpa pelas coisas entre você e mamãe não terem dado certo. Só queríamos a nossa família e não uma nova, mas nos aprendemos que às vezes das coisas ruins podem nascer coisas boas. Emma é a coisa boa disso tudo, boa para mamãe e para nós. Temos uma família de novo, a mamãe está feliz e é isso que importa. E por isso que estou aqui pai. Para que você entenda isso. E se você quer mesmo que as coisas fiquem bem entre nós vai ter que respeitar o namoro da mamãe com a Emma.

(...)

Emma e Regina voltaram para casa da morena, em clima de felicidade. Estão tão alheias ao mundo lá fora, que haviam se esquecido de Killian. E não tinham ideia da conversa delicada, que Anna estava tendo com o pai naquele momento.

— Será que as crianças deram muito trabalho a sua amiga? — Regina perguntava mais a si mesmo do que a Emma.

— Regina Lily se da bem com crianças, e eu tenho certeza que os pestinhas se comportaram. – Swan respondeu demonstrando certo divertimento na voz. A loira sabia que Anna e Ben eram duas espoletas e com toda certeza tinham dando algum trabalho a Paige na noite passada.

— E é por isso mesmo Emma, conheço meus filhos. Devem ter aproveitado a minha ausência, para ficarem acordados até tarde e comido um monte de besteiras nada saudáveis.

A fotografa resolveu ligar o radio para amenizar o clima até que chegassem à casa de Regina, ou ia enlouquecer com a preocupação exagerada da namorada.

— Vamos ouvir musica Regina, assim você relaxa até chegar a sua casa.

E coincidentemente a musica que começou a tocar foi bem sugestiva ao momento que elas estavam vivendo. Acabaram rindo da situação. A preocupação da morena pareceu se amenizar e logo Emma estavam cantando animada, enquanto voltavam para sua casa.

— Katy Perry Emma Swan? Serio? — Regina questionou a namorada com tom brincalhão, enquanto Emma cantava.

"This was never the way I planned. Not my intention. I got so brave, drink in hand. Lost my discretion. It's not what, I'm used to. Just wanna try you on. I'm curious for you. Caught my attention"

( nunca foi o que planejei. Jamais a minha intenção. Eu fiquei tão corajosa, bebida na mão. Perdi a discrição. Não sou assim normalmente. Só quero testar você. Eu estou curiosa por você. Chamou minha atenção)

— Anda amor canta comigo. E deixa de ser chata. — Emma cantou uma parte e pediu para Regina continuar.

Ouvir Emma chama-la de amor tão abertamente, fazia o coração da morena, dar pulos dentro do peito. Cada gesto de carinho de Emma mostrava a Regina que o que estavam vivendo era real, e a loira estava mesmo disposta a enfrentar qualquer coisa ao lado dela.

"I kissed a girl and I liked it
The taste of her cherry chapstick"

(Eu beijei uma garota, e gostei disso
O gosto de seu brilho de cereja)

Regina não resistiu ao pedido e cantou a segunda parte do refrão, e acabou rindo depois por causa da letra da musica. O clima estava tão bom que Emma só se deu conta que a gasolina do carro já tinha passado da reserva e acabado só quando o carro morreu.

— Droga! – Swan bufou assim que olhou para painel do carro.

— O que houve Emma? — Regina a questionou.

— O tanque está vazio, eu vou matar a Paige eu disse para ela ontem que se usasse meu carro devia deixar o tanque cheio depois. Regina olhou pela janela, e viu que não estavam muito longe de sua casa.

— Querida fique calma. Nós estamos só a uma quadra da minha casa. Podemos fazer o resto do trajeto a pé. Quando chegarmos enquanto eu checo as crianças, você pode pegar um pouco de gasolina do meu carro e ir ao posto aqui próximo e abastecer.

— Pensei que você ia me dar um sermão Mills.

— Não hoje Swan, minha namorada me deu uma noite e uma manhã incrível. O dia está lindo e caminhar um pouco faz bem a saúde. Emma sorriu com o bom humor da namorada, e ficou feliz por Regina usar a palavra namorada de forma natural.

— Parece que alguém está adorando a palavra com N.

— Que palavra Emma?

— Namorada. — Emma respondeu já próxima de Regina.

— Sim eu estou amando usar essa palavra Swan, principalmente quando digo MINHA NAMORADA. — Regina enfatizou as duas ultimas palavras e puxou Emma para beijo de tirar o fôlego. — Agora vamos.

Saíram do carro calmamente e os gestos entre elas pareciam automáticos. Regina esperou que Emma estivesse ao seu lado, pegou a mão da loira entrelaçando seus dedos aos dela. Pareciam duas adolescentes apaixonadas caminhando pelo parque no primeiro encontro, trocaram alguns sorrisos bobos, e seguiram caminhando em direção à casa de Regina. Quando finalmente chegaram à frente de sua casa, Regina não percebeu os olhares curiosos e alguns chocados de seus vizinhos. Para todos, Regina Mills estava de mãos dadas com uma mulher, e não era uma mulher qualquer. Era Emma Swan que até então para todos os efeitos era namorada de seu ex-marido, e bem o mundo ainda não conhecia o fato que de a relação de Emma e Killian não existia mais, e que agora Regina e ela eram um casal. A fotógrafa não deixou de perceber os olhares e num gesto de auto defesa soltou a mão de Regina rapidamente.

— O que foi querida? — Regina perguntou confusa.

Emma não respondeu nada, mas Regina seguiu seu olhar e viu alguns vizinhos olhando em direção a elas. Todos os seus medos vieram à tona, agora estavam enfrentando o mundo, e as pessoas na maioria das vezes podiam ser bem intolerantes com aquilo que não julgassem como normal.

— Nunca a vi sorrir tão genuinamente desde que se separou de Killian Regina. — Uma voz familiar chamou atenção de Regina e consequentemente de Emma. — Bom dia moçinha! — A velha vizinha de Regina cumprimentou Emma.

Granny era uma mulher amigável e vizinha há muitos anos Regina, desda época em que a morena ainda era casada com Killian.

— Bom dia senhora Lucas. — Emma respondeu meio constrangida.

— Não precisa me olhar como se fosse lhe dar uma bronca menina. – Granny comentou e acabou fazendo Emma corar. Regina achou graça, era difícil alguém fazer Emma Swan ficar envergonhada.

— Granny Emma é tímida assim só no começo.

— Bem não precisa se sentir envergonhada por nada Emma, sou velha e não quadrada. Na verdade vocês duas, não devem ter vergonha de estarem felizes. Amar é uma dádiva da vida, um presente que poucos conseguem encontrar. Não se intimidem com olhares alheios. E quer saber acho que formam um lindo casal. — A velha senhora confessou.

— Obrigado Granny. — Regina agradeceu.

Em seguida a morena tomou uma atitude inesperada foi até Emma e a beijou em frente a sua casa, e na cara de todos os seus vizinhos curiosos. Emma correspondeu na mesma hora, e só se deu conta do gesto depois que beijo acabou. Granny suspirou e aplaudiu a cena.

— O amor é mesmo belo! Tenham um bom dia moçinhas vou voltar ao meu jardim. E assim como apareceu a velhinha sumiu pelo gramado desaparecendo nos arbustos.

— Mills você está ficando ousada. — Emma disse assim que sentiu os lábios de Regina longe dos seus.

— Eu não me importo com opiniões alheias Emma, só me importa você e meus filhos. E sobre eles sabemos que eles já te amam. Os meus vizinhos que se explodam, eu só quero amar você. E nunca mais solte minha mão por medo, uma vez você me disse que não desiste no primeiro tombo Swan. Então eu tenho uma novidade para você, eu também não desisto no primeiro obstaculo, e não vou desistir de nós nunca. Eu amo você Emma! E eu quero que o mundo saiba disso.

O coração de Emma disparou no peito, aquela confissão de Regina mostrava que tudo que ela tinha feito finalmente tinha dado certo. Regina Mills estava se permitindo amar, e ser amada. E ela acreditava de forma verdadeira que todas as vezes que Emma dissera que amava, não era a boca pra fora. Era o real e concreto, o amor delas estava firme e forte pronto para enfrentar qualquer coisa.

— Eu também amo você Regina. — Emma respondeu e elas entraram na casa da morena ainda de mãos dadas.

(...)

Quando Ben ouviu a porta se abrindo correu da sala para corredor.

— Mamãe, Emma vocês voltaram. — O garotinho dizia empolgado. Emma o pegou no colo e lhe deu o beijo na testa. E recebeu de volta um abraço apertado do garoto.

— Sim garoto nós voltamos.

— Só a Emma que ganha abraços é meu macaquinho? — Regina perguntou fingindo ficar chateada.

— Claro que não, né mãe. — Ben respondeu se jogando nos braços da mãe.

— Que saudades do meu macaquinho. Parece que eu passei uma semana longe de você.

— Nossa mãe não exagera, foi só uma noite.

— Sua mãe adora um drama Ben. — Emma zombou.

— Ei, para as mães algumas horas parecem dias imagina uma noite toda. E cadê sua irmã Ben? Na mesma hora Ben fez uma careta. E Regina conhecia bem aquela carinha.

— Benjamin Mills Jones onde está sua irmã? Mais antes que ele pudesse responder Lily apareceu na sala com cara de sono.

— Senhorita Paige onde está minha filha? — Regina se dirigiu a morena que foi pega de surpresa pela presença de Regina e Emma ali já tão cedo.

— Nossa! Vocês já voltaram? Esperava que só voltassem depois do almoço.

— Senhorita Paige onde está minha filha? — Regina repetiu a pergunta já aumentando o tom de voz.

— Ei se acalme, a garota deve estar dormindo. Dormimos tarde ontem, e ainda é cedo.

Regina subiu as escadas as pressas e constatou o que já suspeitava Anna não estava em casa. Desceu as escadas aos berros e enquanto Emma tentava descobrir com Lily o que tinha acontecido.

— Eu estava dormindo ok, como eu ia saber que garota ia fugir? Estava tudo bem ontem à noite. Ela estava animada com o namoro de vocês.

— Eu não quero saber senhorita Paige, minha filha estava sobre sua responsabilidade. — Regina esbravejou.

Ben viu que situação ia virar uma tremenda confusão e resolveu contar a verdade.

— Mamãe não briga com a Tia Lily, ela não tem culpa de nada.

— Ben se você sabe de algo, a hora de dizer é agora. — Emma interviu.

— Anna foi ver o papai, ela pediu para não contar nada para Tia Lily.

Regina sentiu certo alivio, mas ao mesmo tempo pânico por sua filhas estar pelas ruas sozinha.

— Ben com quem ela foi?

— Sozinha mamãe, ela chamou um taxi. Ela me disse que precisava conversar com o papai, e mostrar que ele estava errado. — Ben confessou.

— Errado sobre o que filho?

— Sobre você e a Emma.

Regina sentiu que as coisas poderiam piorar entre pai e filha. A última reação de ambos a tudo que estavam vivendo não tinha sido boa. E o pior de tudo Anna era parecida com Killian no temperamento, e uma conversa dos dois sozinhos sobre a relação dela com Emma não poderia acabar bem.

— Emma eu quero que você fique aqui com Ben. E eu vou até a casa do Killian buscar Anna. — Regina pediu a namorada.

— Amor não quer que eu te acompanhe?

— Não querida, eu ficarei mais tranquila se você ficar aqui e cuidar do Ben. E talvez essa seja a oportunidade para conversa com Killian.

— Ele ainda não está pronto para essa conversa Regina.

— Emma não esqueça que fui casada com Killian quase 15 anos, eu o conheço tanto quanto você ou até mais. Teremos que lidar com essa situação, mas cedo ou mais tarde. E Killian Jones está bem grandinho e precisa aprender a aceitar mudanças, com eu aceitei quando ele me deixou.

Regina deu um beijo em Emma e partiu para casa do ex-marido, o que viria a seguir era incerto, mas ela tinha dito a Emma que não desistiria do que elas tinham. Era hora de enfrentar o mundo para isso. E Killian seria o primeiro passo.

Notas finais
Anna está colocando para fora tudo que sentia desde que o pai saiu de casa e deixou a família. São sentimentos confusos e o fato dela estar entrando na adolescência torna tudo mais intenso. Fiquem tranquilos quanto ao Killian ele não sera obstaculo na relação de Emma e Regina, as coisas vão acontecer de forma gradativa até que ele aceite bem a relação delas. Ele não planejar nada para separa-las, ou qualquer coisa do tipo. Ele vai sim enfrentar seus próprios dilemas em sua relação com os filhos. E bem Anna e Ben são parte de Regina e Emma acaba estando por perto, com isso eles estarão ligados e se apoiaram como puderem. Agora é aquela hora que pedimos conversem conosco nos comentários, nos digam o que acharam do capitulo, nós digam o que querem ler ou deem sugestões estamos sempre abertos a ouvir todos. É isso. Até!