Ryoshi passou o domingo sem notícias do amigo. Segunda-feira logo pela manha, indagava a expressão de insatisfação do amigo que apavorado fugira pelo bosque de uma mera garotinha. Como se Ryoshi pudesse entender o que teria acontecido se ele não tivesse se escondido naquele momento, pensava Nyeji. Atenderam pedidos o dia todo, e ao final da tarde, quando o sol já deixava o horizonte alaranjado, o fogo queimava no olhar parado de Nyeji, que deixara sua mente pairar enquanto encarava a janela do estabelecimento. Braços envolveram-no enquanto caia a noite, por um momento sentiu o amigo abraçando-o e apoiando o queixo no seu ombro, seu coração falhou por um momento e no choque o instante desapareceu com o badalar do sino de uma pessoa saindo pela porta de trás.