Notas iniciais
Demorei? Eu sei q Sim! Mas o cap tah ai! XD

Em Kyodai, no quarto dividido por Nagashi Swords, Samasha Seiya e Tsubaki Seijitsu, a primeira encontra-se à mercê de Rick Mendez, um dos integrantes da organização Gênese, capaz de tudo para alcançar seus objetivos. Enviado diretamente pelo Grande General, Phoebe Gênesis, o irmão mais novo de Sanford pretende retirar a vida da loira, tal como lhe foi ordenado.

– Então, vamos nos divertir antes da sua morte? – indaga ele, com um sorriso nada decente.

– Não toque em mim, seu imundo! – sufocada por Rick, Nagashi puxa o braço dele.

– Iaaaaaaaaaaah!!! – e o joga ao teto com toda a força, após gritar com bravura.

Em meio aos fragmentos do teto e da cortina de fumaça, são incontáveis as armas que voam em direção à garota, e dos mais variados tipos. Contudo, ela desvia de todas, com ágeis movimentos. É quando se lembra dos dizeres de Sherry Fontaine, principalmente do trecho em que a recém-conhecida lhe disse que seu verdadeiro poder é absorver os dos outros humanos avançados. Só precisa saber como tal dom funciona... Algo assim lhe serviria de explicação para essa considerável evolução em sua agilidade.

– Será que absorvi essa agilidade do Saito? – pensa, impressionada com seus próprios movimentos para esquivar-se dos objetos letais.

As armas, ao se prenderem ao chão, levitam e perseguem Nagashi, que continua a desviar, com surpreendentes movimentos no ar. Apesar de que sua capacidade é mesmo a de adquirir os dons de outras pessoas, é preciso um exímio controle para utilizar as habilidades absorvidas com perfeição. Algo que, no caso, a estudante ainda não possui.

– Ai... – uma faca acerta sua coxa direita, assim que retorna para o chão.

As risadas de Rick ecoam pelo quarto da menina, logo após todas as armas restantes levitam e se reúnem em um só ponto, reformando o corpo do sujeito, bem diante dos olhos da adolescente.

– Minhas armas... – inicia ele. – São o meu próprio corpo e estão mergulhadas em um veneno que eu mesmo produzi. Logo, você vai perder a mobilidade e cederá aos meus desejos. E, depois, morrerá, assim como quer o meu mestre.

Rick, agora, se encontra com uma espada em sua mão esquerda. Nagashi, com a faca presa em sua coxa, a puxa com força e a joga para longe, na direção dele, com uma expressão de fúria. Porém, o objeto passa a centímetros do rosto do irmão do irmão mais novo de Sanford. De qualquer maneira, não lhe representara perigo desde o começo.

– Desista. Você não pode se proteger de mim. Já que não foi capaz de proteger a todos eles...

Os olhos confiantes e determinados de Nagashi se tomam pelo espanto e perdem o brilho da sua força de vontade.

– Hehe... Ela perdeu o espírito de luta. Agora será fácil. – pensa ele, com uma sensação de vitória.

A loira abaixa a cabeça desmotivada, enquanto Rick se aproxima, a passos leves.

– Você é minha, Nagashi Swords.

O homem, que aparenta ter em torno de 20 a 25 anos de idade, toca os ombros dela, permitindo então que o seu rosto chegue próximo ao de Nagashi, suavemente. Quando está quase beijando-a, alguém acerta um soco na nuca do Soldado da Gênese, no impacto qual sua cabeça mais uma vez se distribui em armas que, em instantes, se reúnem como sempre.

– Não toque nela, seu canalha!! – grita quem lhe acertou o golpe.

– Senshi? – Nagashi reage, ao ouvir a voz dele, surpresa, direcionando seu olhar para o colega de classe e constatando, então, que é mesmo Senshi Yujo.

– Que bom que está aqui. – afirma Rick, fitando o garoto. – Dessa maneira, posso acabar com você também, já que o idiota do Minos não conseguiu. Morrerá primeiro.

– É o que veremos... – diz Senshi, sério e inabalável.

– Vá embora, seu idiota! – grita ela, temendo a morte de seu colega de turma.

– Nem pensar. – fala ele sorrindo, deixando-a sem reação.

Repentinamente, o responsável por consumar a morte da última integrante da família Swords começa a dançar de uma forma estranha e "cômica".

– Posso saber o que está fazendo? – o membro do clube dos gatos, indiferente.

Rick, voltando a seriedade, para de dançar segundos depois.

– Estou comemorando o momento em que você morrerá... Moleque irritante.

O mais velho dos presentes corre em direção a Senshi. Nagashi, sem saber por qual razão, sente uma dolorosa nostalgia arder em seu peito.

– De novo não... Eu não quero isso de novo. Não outra vez... Por favor, não quero... – fala ela, para si mesma, em um tom de súplica, como se estivesse em transe.

Os dois entram em atrito. No primeiro soco de Rick, Senshi desvia. Assim também se esquiva do segundo. Porém, é acertado por uma joelhada do sujeito na barriga. Em sequência, o homem o golpeia com um soco no rosto e continua lhe acertando vários socos e pontapés em todo o seu corpo.

– Tome isso, desgraçado! – grita, enquanto literalmente espanca o garoto.

Rick continua acertando ele com seus golpes, mas por incrível que pareça, não consegue derramar o sangue de Senshi, que sequer reclama de dor, apenas tenta se defender com seus braços.

– Não... Não... – suplica Nagashi, ainda da mesma maneira.

– Sinta essa dor, cretino! Desfrute-a! – exclama, durante a sequência de seus golpes, mesmo ciente de que o garoto não está sentindo quase nada.

Senshi não consegue revidar, enquanto vai levando uma surra, sem conseguir fazer nada para impedir. Rick observa as falhas tentativas de defesa de sua vítima, mas fica cada vez mais irritado, por não conseguir feri-lo como deseja.

– É a maldita habilidade de super-resistência que ele tem, só pode ser isso. – pensa, revoltado.

O Soldado da Gênese joga o estudante ao chão com um soco na cabeça, que cai de bruços. Ele pisa na mão esquerda do adolescente, com seu pé direito, enquanto transforma o seu respectivo braço em um grande martelo. Houve-se o som do osso sendo estraçalhado e os primeiros gritos de dor de Senshi. Logo depois, o de um chute no rosto do mesmo, que voa à parede, com brutalidade.

– De novo não, de novo não... – Nagashi, chorando, sem controle de si mesma.

– Morra logo. – impera Rick, caminhando para perto de Senshi, que agora se levanta do chão, com o braço destruído e ensanguentado.

Mais uma vez, o Soldado da Gênese retira a espada, na perna direita, da bainha, mantendo-a na mão esquerda. Gargalhando, ele olha nos olhos do estudante e ergue a lâmina.

– Por favor... – caem lágrimas do rosto trêmulo de Nagashi, que seja lá por qual motivo for, já não tem mais domínio em si mesma.

– Vá pro infernoooooooo!!!! – grita o irmão caçula de Sanford Mendez, ao parar diante do garoto.

O som do corte profundo ecoa e o sangue jorra em abundância, molhando o chão e trechos das vestes brancas de Rick. Seus olhos se arregalam com a surpresa do que vê.

– O que? – ele, surpreso.

– Almas que lutam por justiça não vão para o inferno. – argumenta Nagashi, que agora se encontra entre Senshi e o invasor.

– Na... Nagashi? – o estudante, ao encarar a loira que se mantem de costas para si e se assentar no chão, devido a dor azucrinante do seu grave ferimento.

– Veja o que fez, sua maldita!! Seus peitos deliciosos, que eu queria aproveitar antes de acabar com você, foram destruídos pela espada! O que te deu na cabeça? – se indigna, bem irritado.

Nagashi não responde e permanece, de rosto caído e de pé, protegendo Senshi. O sangue jorrando sem cessar e o corpo da menina sendo lavado por ele. É quando Rick, que havia sido alertado por Phoebe Gênesis das capacidades regenerativas do corpo da garota, percebe que a ferida se recusa a se recuperar.

– Os poderes dela não estão funcionando direito. A loirinha está perdendo o controle. – pensa, satisfeito. – Dessa forma, será muito mais fácil.

– Eu... Eu... Não posso ver novamente... Sentir aquilo novamente... Não posso... – fala, em um tom de desespero, mantendo seu rosto cabisbaixo.

– Decidi! Matarei os dois agora e de uma só vez! Cansei dessa brincadeira!! – grita o assassino, nervoso.

Ela cai ajoelhada ao chão. Rick, com alguns passos, usa sua mão direita para pegar Senshi pelos cabelos e, em seguida, jogá-lo do outro lado do quarto. O garoto sofre uma forte colisão, de suas costas na parede e, em seguida, cai ao chão mais uma vez. Mesmo assim, não grita, nem reclama da dor.

– Você é bem resistente. Parece com uma praga maldita. – opina, observando o estudante, caído e distante de si.

– Eu sou fraca... Fraca... – Nagashi se flagela, caída de joelhos, chorando e tremendo.

– Vou decapitá-la!!! – exclama o invasor, erguendo a sua espada ao alto, que se encontra com a extremidade suja de sangue.

– Por quê? Eu deixei que eles morressem... Bem diante de mim. Por quê? – pergunta para si mesma, entre lágrimas e de rosto baixo. – É uma pergunta que clama por resposta.

O membro da Gênese, já preparado para decapitá-la, decide fazer isso de uma vez por todas.

– Eu sou fraca... Inútil...

– Não, você não é, Nagashi. – fala Senshi, levantando-se do chão.

A loira, no outro canto do quarto, e Rick. Ambos espantados, olham para o garoto. Ferido, ele anda para perto dela. Sorrindo, o sangue escorre de sua boca e de seu braço destroçado. Mesmo assim, não cessa seus passos. O irmão de Sanford sabe que deve mata-los, mas por alguma razão, permite que o colega de classe da neta de Madallena Swords se aproxime dela. E assim Senshi faz, após alguns segundos, ao caminhar com dificuldade e parar diante de sua amada. Com um sorriso, articula:

– A sua verdadeira força ainda está presa dentro do seu coração. Mas, seja o que eu tiver de fazer, estou disposto a quebrantar toda a fortaleza que está lhe impedindo... De ser verdadeiramente feliz.

Nagashi, com seus olhos verdes arregalados para ele, se encontra sem palavras. Sente algo diferente do sentimento que habitou sua alma por todos esses anos. Semelhante ao que sentira quando, pela primeira vez, viu Senshi. É aquilo que, por tantos anos, negou. Aquilo que, há pouco tempo, redespertou em seu interior: amor.

– O que é isso que estou sentindo? – pensa ela. – É mesmo amor?

Sentada ao chão, a garota fita o amigo e ele faz o mesmo. A mão direita de Senshi, que às pressas se estende para ela, anseia pelo ato que ambos sabem qual é. Não somente um simples toque, mas a decisão de acreditar naquelas palavras.
O medo abandona o rosto molhado por lágrimas. O sorriso sincero o substitui. O corpo ensanguentado que antes tremia se acalma, banhado por uma sensação de paz.

Instantes depois... Finalmente, o toque. Muito além do que um simples toque. Na mão de Senshi, Nagashi deposita sua confiança. O sonho que um dia foi abandonado renasce: poder fazer algo por aqueles que ama. Ele a ajuda a se levantar e os dois, sérios, passam a encarar Rick.

– Se morrermos, morreremos juntos. – afirma o garoto, ao lado da loira.

– Ele é a primeira pessoa que entende... O meu coração. – pensa Nagashi, observando o rosto de quem se refere por alguns instantes. – E eu também posso entender o que há no seu coração, Senshi...

As mãos se desunem, mas os sentimentos permanecem ligados por um laço inexplicável. Algo que promete viver eternamente, com a força de poderosos ideais.

– Os olhos dela voltaram a arder com vontade. – mentaliza o invasor, sério. – Mas ainda sim, mais determinados do que antes. Sem contar que eu fiz um corte profundo em seus seios e a envenenei. Como pode tentar lutar nesse estado, sem ao menos conseguir controlar suas próprias habilidades?

Senshi corre para cima dele, optando por ataca-lo pela esquerda. Nagashi faz o mesmo, escolhendo a direita. Porém, assim que os dois se aproximam, Rick chuta a barriga do garoto, o jogando desmaiado para longe. Faz o mesmo com Nagashi, com impacto qual sua ferida jorra ainda mais sangue. Com um grito de dor, ela é lançada de costas contra a parede e cai onde estava antes. Com sua espada, o irmão de Sanford Mendez vai até ela. Caída de bruços, a loira olha para ele.

– Você é realmente fraca. E o seu laço com Senshi nunca lhe salvará. Amizade e amor são coisas para tolos! E vou lhe provar!

Rick dá as costas para a ferida, voltando-se para o garoto, desacordado. Andando em direção a ele, o sujeito prepara sua lâmina. Diante de seus olhos, a morte dele é certa. Ainda assim, Nagashi tenta se levantar, mas o sangue que escorre da sua grande ferida tinge o chão, deixando-a com a visão turva e sem forças.

– Eu matei Gingamaru Pride, Sayuri Kishimoto e Samasha Seiya. – afirma o homem, ao parar bem próximo de Senshi. – E agora ceifarei a vida deste garoto imbecil, para provar que os laços entre as pessoas não passam de pura mentira!

A humana evoluída se levanta e olha diretamente nos olhos de Rick, que se surpreende. Os olhos verdes da estudante, de um modo místico, se tomam por uma ímpar coloração lilás.

– Nunca perdoarei você. – afirma Nagashi, com um timbre de voz assustador.

O sujeito, um pouco assustado, se vira para a loira. Percebe que, caso queira sobreviver, deverá focar toda a sua atenção nela, de agora em diante. A morte de Senshi poderá esperar...

– Eu gostaria que... – ela, com um ar assustador ao seu redor, continua a falar.

– Gostaria o quê? – pergunta Rick, irritado.

– Gostaria que você... – os olhos da estudante se tornam ainda mais ameaçadores – Morresse.

– Insolente! Você quem morrerá! – grita, exaltado. – É você a tal Arashi, não é mesmo? Pois, a partir de hoje, esse corpo que você divide com a outra vai desaparecer!

A loira, com uma considerável velocidade, se aproxima e atinge o rosto de Ricardo com um soco. A força exercida o faz voar por cerca de 20 metros, arrebentando a parede do quarto e tudo pelo caminho. Após o impacto, o homem cai para fora do prédio principal de Kyodai, no meio do jardim. Alguns dos alunos e alunas, pela área, correm assustados, aos gritos.

– Aargh... – ele vomita sangue, caído e ferido de costas à grama.

A estudante, passando pela cratera na parede, pula para fora. Assim que seus pés tocam o chão, ela lança seu olhar firme para o assassino, outra vez.

– Arashi maldita!!! – grita ele, com dificuldade, enquanto alguns dos alunos, afastados, observam a cena, incrédulos.

Furiosa, a adolescente corre em direção a ele. Com seus ossos em frangalhos, Rick sequer consegue se movimentar. É como uma presa indefesa diante do predador. Ele tenta se transformar em armas e ataca-la, contudo não consegue.

– Por que minha habilidade não está funcionando? Por que??? – grita, sem entender.

Bem perto dele, ela para de correr. Encarando-o, diz:

– De que mesmo você me chamou?

– De Arashi, sua desgraçada! Não é esse o seu nome?

A loira sorri maquiavelicamente. Ela se curva para seu alvo e começa a estapeá-lo com força e velocidade, sete vezes. Depois, aplica diversos socos com a mesma mão esquerda em uma assombrosa agilidade. Em seguida, o abandona, anda um pouco para trás e soca o chão e arranca uma pedra de quatro metros de largura e a levanta, com o mesmo braço, o direito, com qual a retirou.

– Sinto muito, mas você está enganado. Pois eu sou... Nagashi!

Rick fica perplexo, sem deixar de olhar para ela. É quando compreende que, finalmente, Nagashi Swords adquiriu o controle sobre suas próprias habilidades.

– Graças à empatia que adquiri do Senshi, sempre que uso uma habilidade, a imagem de seu legítimo possuidor me vem à mente. – alega a garota, no instante em que seu sorriso assume uma doce expressão de felicidade. – A minha força revive as memórias que tenho da minha mãe. A capacidade de regeneração do meu corpo me faz lembrar do meu pai e também da Lucy. Graças ao Jimmy e a imagem que surge em minha mente, proveniente dele, posso anular as suas habilidades. – afirma.

Rick fica ainda mais desesperado, tendo a certeza que sem seu dom e no estado em que se encontra, é incapaz de fazer frente ao arsenal de Nagashi. Ela, por outro lado, prossegue:

– Por outro lado, a lembrança de Daisuke me possibilita entender com perfeição o que seu poder é de fato, sendo no caso a metamorfose material. Eu poderia preparar uma excelente estratégia para combatê-lo, mas não será necessário, já que vai morrer aqui e agora.

Enquanto a loira prossegue, caules de plantas vão surgindo da grama e envolvendo o ensanguentado corpo do homem, pressionando-o com força.

– Tsubaki me permite exalar vida, tal como espalhar a morte. – continua explicando. – Saito me concedeu, no entanto, a excelente esquiva, o exímio equilíbrio e os excepcionais reflexos que você presenciou enquanto me atacava. Semelhante a isso, os sorrisos de Samasha, que não saem da minha mente, me fornecem a capacidade de me movimentar praticamente sem nenhuma restrição.

Olhando para cima, Rick percebe que um grupo de pássaros se aproxima. Engolindo seco, continua a escutar os dizeres da loira, que mantem ostentada em seu punho, a colossal pedra.

– E, por fim, Sophia me permitiu comunicar-me com toda e qualquer espécie animal, além de, ao tocá-lo, ficar ciente de tudo o que você conheceu na sua vida com a clariciência. – com uma pausa de poucos instantes, ela continua. – E, por esse motivo, agora já sei como resgatá-la.

Nagashi joga a pedra no inimigo, que grita de dor. O impacto faz o chão rachar e a pedra se despedaçar. Ao longe, entre tantos espectadores, Sugaku Megumi, Daniel Strauss e Sherry Fontaine observam tudo. Os dois primeiros, pasmos. A última, indiferente.

Dos destroços e da cortina de fumaça que se ergue, o corpo desfigurado pode ser visto, após alguns segundos. Sem nenhuma dificuldade de respirar, em resposta à super-resistência, também adquirida de Senshi, a loira encerra, no momento que seus olhos voltam a ser verdes:

– Graças ao Senshi, e graças também aos laços de amizade que desenvolvi com todos... O rosto dele, da Tsubaki, do Yuong, do Daisuke, da Lucy, dos meus pais, da minha avó e de todos os outros estarão sempre vivos... – a palma direita da garota se posiciona sobre seu seio esquerdo, enquanto ela se vira, dando as costas para o corpo, abandonando-o. – No meu coração.