Kyodai - The Awakening Of Chaos (Interativa)
23 Capítulo 22 - Flat mirrors
Notas iniciais
OBS: será importante ler as notas finais!
Uma estudante de Kyodai em completo transe. Perdida na melodia que ouve, Nagashi Swords não consegue se libertar da prisão em que se encontra. O som proveniente, sabe-se lá de onde, lhe chama, lhe seduz. É algo parecido com a música de Sayuri Kishimoto, mas de certa forma, mais sombrio, mais obscuro. Tudo o que consegue fazer, então, e em vão, é tentar não se render.
– Nagashi, não siga esse caminho... – pede uma voz no interior da mente da loira.
É Arashi. Como sempre, a outra face está tentando protege-la. Contudo, por alguma razão, não está conseguindo desta vez. Algo está agindo como um obstáculo, até para que sua voz possa alcança-la.
– Nagashi, por favor, me escute! – exige, dentro da mente da estudante.
É em vão. Percebendo isso, Arashi tenta tomar o controle, mas não consegue. Está completamente sem ação, incapaz de fazer algo por ela, se não assisti-la indo em direção para o que parece ser... A morte. Pouco a pouco, sua voz vai se tornando fraca até desaparecer por totalidade. Nem mesmo ela pode alcançar Nagashi agora.
– Venha, minha querida... Venha para mim... – esse é o único som, além da melodia lírica, que a neta de Madallena Swords pode ouvir.
Todo o restante é pura escuridão. Não há nada. Nem medo, nem receio, nem dor, nem incertezas, nem Arashi... Não há nada além da doce música e da irrefutável voz, que lhe cativa e lhe conquista com tamanha facilidade. Quando se dá conta, a adolescente está parada diante de uma porta, no corredor próximo ao da sala dos professores do internato.
– Que lugar é esse? – se pergunta, levando sua mão direita para a porta.
Apesar dos longos dias que já passou em Kyodai, ela jamais viu essa porta. Pela aparência dela, diria que é um depósito ou algo do tipo. Algum lugar em que as pessoas não costumam entrar com frequência.
– Venha... – a voz, mesclada com o som poético, lhe chama outra vez.
A loira não recusa. Talvez nem possa fazer algo assim. A força imposta pela sinfonia é suave, mas poderosa. Por mais que tente, não consegue se libertar. Não é capaz de quebrar as correntes ao redor de sua alma, que lhe privam da liberdade.
A palma da garota empurra a porta. Ela não estava fechada, apenas encostada. A loira, com seus abundantes cabelos quase dourados de tão belos e brilhantes, entra. Seus olhos se surpreendem ao encontrarem o reflexo de si mesma. Aliás, vários reflexos.
– Uma sala de espelhos? – conclui mentalmente. – Mas por que há uma sala de espelhos aqui em Kyodai?
– Essa sala foi feita para você. – ecoa a voz, desta vez não na mente dela, mas na sala em si.
A porta se fecha, impulsionada por uma força maior. O som da melodia persiste, assim como a presença de outro alguém se torna cada vez mais evidente. Apesar disso, por mais que suas pupilas procurem, tudo o que a remanescente da família Swords encontra são perfeitos espelhos.
– Especialmente... Para você. – acrescenta a voz.
Nagashi tem a sensação de que a voz, apesar de tenebrosa e firme, não lhe é estranha, assim como a melodia que pode escutar. Algo lhe faz ter quase certeza de que, de algum lugar, conhece ambos.
– Está apreciando a minha música, Nagashi Swords?
Ela não responde. Permanece séria e inabalável, sem permitir-se ser atingida pelo medo ou ser abalada pela maliciosa presença. Notando isso, o sujeito escondido em algum ponto atrás dos espelhos adiciona:
– Espero que sim, já que é esta a sinfonia da sua morte...
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Senshi Yujo a procura pelas dependências da escola. Nagashi, a garota que tanto ama. Suas ligações com a loira estão tão fortes que, de alguma forma, ele pode sentir que a neta de Madallena Swords está precisando do seu apoio. Seria algo proveniente do seu dom? Empatia, segundo Sayuri...
– Por quem você está procurando? – questiona Daisuke, ao surgir bem diante dos olhos do garoto, no instante em que ele dobra o corredor.
– Nagashi. Você a viu? – articula, ao cessar seus passos.
– Eu acho que a vi mais cedo no jardim, lá fora... Está acontecendo alguma coisa?
– Não, eu acho que não. Obrigado pela ajuda. – agradece, sorridente.
– Sempre à disposição. – diz, tomando então uma direção diferente da do maior.
Cada um vai para o seu canto. Assim como Senshi, Daisuke procura alguém: Yuong. Precisa vê-lo. A saudade, mesmo incoerente devido as poucas horas de mínima distância, assim dita. Quando pensa melhor, se dá conta que poderia ter perguntado ao seu colega de classe sobre o paradeiro do amado, mas já é tarde demais. Senshi sumira no horizonte.
– Saruma-kun, está tudo bem com você? – questiona alguém, que ele já sabe quem é apenas pelo timbre de voz.
Ao parar, o estudante vira seu rosto para ela. A garota que se aproxima, sorrindo, prossegue:
– Você está com uma cara tão estranha...
– Impressão sua. – corresponde, com a mesma gentileza e carinho que a grande amiga.
Por um momento, a ideia de perguntar para ela sobre o paradeiro de Yuong passa por sua mente. Entretanto, ela se transforma em algo diferente. De uma vez por todas, o colega de classe da integrante do clube dos gatos toma a decisão de falar toda a verdade.
– Tsubaki-chan, preciso falar uma coisa importante com você...
– O que é? Vai dizer que Blue-chan fez necessidades na minha cama outra vez? – cogita a possibilidade, visivelmente assustada com essa probabilidade. – Preciso pedir a Seiya-kun para ensiná-la a controlar suas necessidades fisiológicas. Dá trabalho limpar todo o marronzinho que ela faz...
– Não, não é isso...
– Então não é marronzinho? – conclui, boquiaberta. – É o amarelinho? Se bem que a outra coisinha que ela faz não é tão amarela assim... Que cor é mesmo? – se pergunta, pensativa.
– Acho que você está passando tempo demais com o Jayden-kun. Está ficando mais tagarela que ele... – opina, sério e certo do que diz.
– Tagarela é a pessoa que fala demais, não é?
– Sim, é sim. E você está falando demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais... – enfatiza.
A garota ri.
– Me desculpe, deixarei você dizer o que precisa, Saruma-kun...
– Eu que tenho que te pedir perdão. – revela, sendo direto. – Eu não ando sendo um bom amigo.
– Por quê? Você sempre esteve ao meu lado, por qual razão eu desconfiaria da sua amizade?
– Eu fiz uma coisa muito errada. Não queria fazer... Aliás, eu queria um pouco... Quero dizer, nem tão pouco assim... É que... – tenta se expressar, com evidente dificuldade.
– Está um pouco complicado contar, né? – indaga, com doçura.
– Está... – admite. – Mas eu preciso te falar, não suporto mais esconder isso de você...
As macias mãos da garota acolhem as dele. O rosto que, há pouco ele abaixara, se reergue. Olhos nos olhos.
– Eu já sei. Não precisa se machucar por nada disso.
– Como? – ele, surpreso e sem entender. – Você já sabe?
– Sim, eu sei. E, na verdade, sempre soube que você também gostava dele.
O mundo de Daisuke desaba, como uma casa de palha vítima de um assolador vendaval. Sua amiga sempre soube de tudo? Mas como?
– Não fica se sentindo assim, por favor. – pede ela.
Tsubaki, de fato, sempre soube que o amigo amava a mesma pessoa que ela. Chegou a descobrir que eles estavam juntos graças à atitude de Juli, que destilara seu veneno, tentando atingir a garota com aquele recado indireto. Entretanto, o efeito não foi como o esperado.
– Tsubaki-chan, então...
– Saruma-kun, nunca foi mistério algum o seu sentimento. Eu sou sua melhor amiga, não sou? Achou que conseguiria esconder isso de mim simplesmente com palavras de crítica a ele?
– Eu, na verdade, achei sim.
– Nunca pedi para esquecer-se da sua própria felicidade em prol da minha. Você não pode me colocar em primeiro lugar sempre...
– Se não fosse você, ter felicidade seria impossível. Depois daquele acidente, minha vida jamais seria a mesma.
– Eu te apoiei por me importar com você, não por querer um escudeiro cego e leal. Tudo o que eu quero é a sua amizade, não seus sacrifícios...
Ele finalmente sorri.
– Você não existe, sabia?
– Eu não estou aqui bem na sua frente? – indaga, ainda mais amável.
As mãos de Daisuke apertam, com leveza, as da amiga. De fato, ela está aqui, com ele, como sempre desde aquele acidente, desde que se conheceram...
– Obrigado por sempre ser assim.
– Já te falei que não tem nada pelo que agradecer. Somos amigos.
– Tá, tudo bem, não vou agradecer. Vou é pedir perdão.
– Também não, Saruma-kun. – nega com o movimento discordante de seu rosto. – Tudo o que preciso é do seu companheirismo, da sua amizade e nada mais. Enquanto você estiver ao meu lado, não precisarei de nenhuma outra coisa.
Apesar da veracidade e sinceridade nas palavras da garota, Daisuke sabe que ela também ama Yuong, tanto quanto ele. Não é, aliás, não deve ter sido nada fácil saber que jamais o teria. E pior: saber que o melhor amigo gostava da mesma pessoa. É quando se dá conta da verdade estampada diante de seus olhos: Tsubaki jamais foi fraca.
Com uma aparência frágil, com sua doçura infinita e com sua gentileza inestimável, muitos analisam a garota como uma pessoa fraca e dependente. Até mesmo Daisuke sempre a viu como alguém que necessita de ser protegida e defendida. Porém, agora percebe que estava errado por todo esse tempo. Compreende que sua amiga é forte, mais do que jamais pudesse imaginar. Entende que o que ela quer não é um guardião incansável, mas um amigo de coração.
– Está certo. – afirma ele, alegre, ladeando-a pela direita. – Então vamos andar por ai.
– Está tarde. Você não está querendo me levar para ver o céu a essa hora, né?
– Não. – nega, fechando seus olhos, mas mantendo o sorriso. – Tudo o que quero é passar um tempinho com minha amiga, aquela que apesar de tudo, nunca me abandonou...
Juntos, os dois avançam pelo corredor. Não como protetor e protegida, ou como pecador e misericordiosa. Apenas e somente, como bons e inseparáveis amigos.
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– Está muito estranho... Não encontro ela em lugar nenhum... – conclui Senshi, no corredor no qual se encontra a sala dos professores.
O garoto cessa seus passos e coloca suas mãos sobre sua cintura. Analisando todos os pontos que seus olhos são capazes de observar, ele suspira fundo, mas sem desistir.
– Senshi... – a voz de alguém o chama.
O garoto olha para trás. É Yuong Tsukyomi, seu amigo, quem lhe chamou.
– E ae Yuong-kun. – o cumprimenta, sorrindo. – Estou há um tempão procurando a Nagashi, mas eu...
Ele para de falar. Nos olhos do terceiranista, encontra algo diferente, algo que lhe cala sem que possa resistir. De imediato, nota que uma força estranha está transbordando do mais alto, que se aproxima com um sorriso de lado.
– Quem precisa da Nagashi? – ironiza o mais velho, pairando a poucos centímetros dele.
– O que Sugaku-sensei fez com você? – pergunta, sentindo resquícios de algo proveniente de Sugaku, nos olhos do mais velho.
– Deixa aquela loira pra lá. Ela não tem importância nenhuma agora. – argumenta, em referência à Nagashi outra vez, ignorando por completo a pergunta do amigo.
– Eu prometo que vou te ajudar, seja lá o que a sensei fez contigo. Mas tem que ser depois! – clama, enquanto Yuong, bem próximo, lhe observa dos pés à cabeça, com seu cotidiano sorriso de lado. – Sinto que ela está precisando de mim.
Senshi dá as costas para ele, mas antes que possa avançar, o mais velho o empurra com força contra a parede, colando seus corpos.
– Você não quer ir atrás dela... – sussurra na orelha direita do menor.
A habilidade de Yuong Tsukyomi, em resumo, é fazer com que qualquer pessoa caia aos seus pés. Enquanto sua persuasão pela voz e pelo olhar convence sua vítima a fazer o que ele pede, a sedução ativada como um mecanismo em seu corpo aflora todos os instintos internos do outro, transformando o alvo em um animal voraz por prazer e satisfação. Em conjunto com sua aparência nada ruim, pelo contrário... O terceiranista se torna uma pessoa quase impossível de dispensar. Seu erro ao confrontar Sugaku foi o fato de desconhecer as capacidades telepáticas da mulher, que foram suficientes para lançar o feitiço contra o feiticeiro e tomar o controle completo sobre o adolescente.
Por outro lado, o dom de Senshi é de ligar-se às pessoas com suas emoções, lendo seus sentimentos. Empático como nenhum outro, o menor de idade consegue se lançar ao que o outro sente e entendê-lo com perfeição. Além disso, sua resistência física e mental é bem acima da média, o que pode explicar como até o presente momento suportou as habilidades de Yuong.
– Sim, eu quero. – afirma Senshi, resistindo bravamente, empurrando-o para longe. – Quero e vou ir atrás dela!
Apesar da resistência do estudante do segundo ano, o que Sugaku causou em Yuong foi forte demais para que o próprio tenha uma resistência comparável. Nesse ritmo, não desistirá de “capturar” Senshi tão cedo...
Ávido, e com uma força considerável, o terceiranista pega ambos os pulsos do menor. Com alguns passos para trás, o “garoto empático” acaba tropeçando, e os dois vão parar no chão. Segurando-o com firmeza, Yuong o pressiona com seu próprio corpo.
– Você é meu! – exclama, com possessividade. – E vou te provar isso agora... – afirma, chupando o lado esquerdo do pescoço de sua vítima.
Senshi se debate, mas não tem coragem de machucar seu amigo para se defender. Por mais que Yuong esteja lhe “atacando”, ele não tem culpa, está sendo controlado. Ou talvez esteja sendo vítima da sua própria habilidade, refletida de alguma maneira. Ciente disso, o garoto tenta fazer algo:
– Yuong-kun, me escuta! Você precisa resistir! Você não me ama, você ama o Dai...
Sem dar importância para o que ele fala, o mais popular do terceiro ano de Kyodai aumenta a pressão, interrompendo-o com um beijo nada casto. Senshi, debatendo-se ainda mais, não consegue fazer muito contra isso. Até que, aos poucos, se sente sendo vencido pela mesma força que vencera Yuong e que agora o tem como refém: a habilidade do amado de Tsubaki e de Daisuke está ganhando na situação.
– Vou ter você hoje, Senshi... – sussurra, com seus lábios colados aos dele, e olhos fechados. – Vamos nos divertir tanto que conseguiremos ver até faíscas!
A mão direita do mais velho solta o punho esquerdo de seu alvo, e se direciona à barriga dele, ainda protegida pela camisa clara. O aluno do segundo ano já não se debate, nem resiste mais. Sua determinação foi árdua, mas por fim acabou derrubada, como sempre acontece com todos que Yuong confronta. É claro, com raríssimas exceções. Exceções que sempre envolvem fatores mais do que especiais...
– Yuong... – Senshi ainda tem resquícios de sua força de vontade, quase morta. – Você está sendo controlado e eu também. Não podemos...
A mão do companheiro de quarto de Jayden e Daisuke ataca o mamilo esquerdo de sua vítima, deixando-a sem ar. É o poder de sedução de Yuong Tsukyomi, agindo implacavelmente, transpondo todas as barreiras.
– Excelente... – pensa Sugaku, observando-os em uma das pontas dos corredores, enquanto massageia seus seios, com ambas as mãos sobre as roupas. – Preciso arranjar cadeiras de rodas para esses dois, porque hoje não teremos apenas faíscas, teremos legítimas explosões!
Yuong dá a Senshi um segundo beijo, enquanto continua com os ousados toques no peito do garoto. O clima parece esquentar, quando o violento som de vários espelhos se quebrando rompe o controle sobre os dois, fazendo com que ambos abram seus olhos e se levantem do chão.
– O que foi isso? – o terceiranista, impressionado com o som.
– É a Nagashi! – conclui o outro, correndo para o local de onde veio o alto barulho, ladeado pelo amigo.
– Maldita! Essa garota no meu caminho outra vez... – pensa Sugaku, nervosa e frustrada, se afastando.
A dupla acessa outro corredor. Contudo, os dois adolescentes interrompem o seu andar, ao, perplexos, enxergarem a loira tão procurada, vindo em sua direção.
– Aí, ela apareceu. A Nagashi.
– Essa não é a Nagashi. – afirma Senshi, sério.
A garota, sorrindo e envolta por um ar tranquilo e sereno, continua andando até eles. Nota a presença dos dois, mas não se importa com isso.
– Eu disse para ele não se aproximar mais dela, mas o tolo não me escutou... – vai dizendo, enquanto avança em seu caminho.
Yuong não espera por ela. Curioso, ele corre contra ela, passa pela loira e segue até a porta da sala que, durante todos esses anos em Kyodai, jamais conheceu. Abismado fica ao parar diante da mesma e se deparar com incontáveis cacos de vidro, banhados por sangue, além do corpo inerte de um homem, ao lado da sua cabeça, que fora violentamente arrancada.
Chegando ao lado direito de Senshi, Arashi para e fala:
– Foi um terrível erro daquele homem levar Nagashi para perto de tantos espelhos... Entretanto, creio que não terá mais chances de se arrepender...
De repente, a expressão facial dela se transforma. Já não é mais Arashi quem está no controle.
– Nagashi, Senshi, Yuong... – a voz feminina chama os três.
O trio olha para a frente. Lucy, quem os chamou, está ao lado esquerdo de Jayden.
– Samasha convocou todos nós para o jardim. Pelo que parece, ela precisa falar sobre algumas coisas importantes conosco.
– Daisuke-kun, Tsubaki-chan e os outros já estão todos reunidos. Só faltam vocês três.
– Sobre o que ela quer conversar exatamente? – pergunta Senshi, equilibrado, mesmo ciente de tudo o que acabara de ocorrer.
– Pelo pouco que ela adiantou, é sobre um sonho.
– Um sonho?
– Sim, Senshi. – confirma Lucy. – Alguém a induziu a ter sonhos sobre o futuro e ela aprendeu sobre algumas coisas importantes que acontecerão caso não nos esforcemos para deter.
– Então vamos depressa! – pede Jayden.
Yuong, se aproximando do restante, respira fundo. Com um rápido olhar, vê Sugaku na outra ponta do corredor. É quando tem a certeza de que ela fará os “ajustes” necessários em relação à sala dos espelhos destruídos.
– O que estamos esperando? – questiona ele, com suas mãos nos bolsos.
Nagashi suspira, fechando os olhos, mas reabrindo-os logo depois. Tomando a dianteira no grupo, ela declama:
– Absolutamente nada.
Senshi, Lucy, Jayden e Yuong a seguem, ladeando-a. Samasha, Tsubaki, Daisuke, Saito, Sophia, Kaoru, Sayuri, Gingamaru e Jimmy aguardam o quinteto. Todos esses jovens estudantes de Kyodai, em busca de reflexão.
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1ª Temporada: REFLEXÃO – FIM
Notas finais
FICHA PARA MEMBRO DA GÊNESE OU CARMESIM:
Nome: (japonês ou inglês):
Idade: 19 aos 40
Organização: (Gênese ou Carmesim)
Aparência: (descrição, altura e peso):
Personalidade:
História:
Par romântico: Homo ( ) Hétero ( ) Não ( )
Detalhes adicionais (opcional):
ESTUDANTE DE KYODAI
Nome: (japonês ou inglês):
Idade: 14 aos 18
Aparência: (descrição, altura e peso):
Personalidade:
História:
Par romântico: Homo ( ) Hétero ( ) Não ( )
Detalhes adicionais (opcional):
Por enquanto, sem limite de vagas. Mas sei q não serão mts não.
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