Notas iniciais
Então, depois de milênios, novo capítulo. Preciso completar a história. É importante para mim. Passando aqui só para essa postagem...

No laboratório secreto de Edward Strauss, sala onde está, em cárcere, Anthony...

– Bom, acho que é hora de partir. – fala Dark, cruzando seus braços enquanto encara o garoto que criara o artefato explosivo que destruirá, segundo os planos do senador, Konton.

Com alguns passos, Grade se aproxima da mesa e toma o artefato para si. Encarando Anthony, também, fala:

– Você deveria se sentir muito feliz! A sua contribuição mudará os rumos de todo o mundo!

O garoto, com uma expressão abalada, nada diz. Desse modo, a mulher apenas o observa por mais alguns instantes. Dando meia volta, anda em direção a Dark e se coloca ao lado dele.

– Com isso, meu queridinho filho e todos os amiguinhos dele virarão pó, sem deixarem nem rastros.

Mais uma vez, Grade dá meia volta. Na sequência, sombras envolvem os dois e eles deixam este local. Anthony, por sua vez, com lágrimas escorrendo dos seus olhos, fala:

– Pessoal, eu não mereço perdão...

Em seguida, Dark e sua assistente principal ressurgem do lado de fora da sala, reencontrando-se com Fênix e Raphael – quem nota o estranho artefato em mãos de Grade Lark. O ruivo, por sua vez, de braços cruzados e uma perna apoiada na parede, suspira e reclama:

– Demoraram muito. O que estavam fazendo ali dentro?

– Acertando os últimos preparativos do nosso grande espetáculo. – corresponde Dark, sorridente, olhando diretamente para o “caçador de talentos”. – Agora que está tudo como se deve, podemos ir para Konton.

– Então vamos, Dark-sama. – sugere Grade.

– Dark? – pensa Fênix, curioso com a maneira pela qual a mulher chama o senador.

Com isso, turbilhões negros cercam o quarteto. Em poucos instantes, uma maciça esfera negra é formada e, quando desaparece, não deixa nem vestígios dos quatro. Destino: a cidade de Konton...

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Gingamaru, Daniel, Sherry, Yukino, Sayuri e Sugaku: todos eles, agora, reunidos em um mesmo local. Ao redor da Fontaine, os demais – sendo que a professora Megumi está desacordada, sustentada pelo filho da diretora – contam com a eficácia das habilidades da loira.

– Creio que o que deve ser feito pelo bem de todos é algo que somente você pode fazer, Yukino. – garante Sherry, com os olhos em coloração escarlate, voltando-se para a mãe de Gingamaru.

Há pouco, Fontaine contara o que descobriu para este grupo. Segundo as informações adquiridas por ela, a bomba, verdadeira meta de Dark e Grade, está vindo – de algum modo – para esta cidade. Com a detonação da mesma, Konton será arrasada e Kyodai desaparecerá, levando consigo os humanos avançados que nela estão. Com isso, os únicos que representam alguma ameaça para os planos dos dois sairão do caminho e os deixarão livres para realizarem seus sujos objetivos.

– O que está querendo dizer? – indaga a diretora.

– Eu entendi. – fala Daniel, voltando-se para Yukino. – Você, Yukino-sama, tem o que é preciso para proteger a todos. O seu poder, na verdade, é para proteger e não destruir.

A mulher fica em silêncio por alguns instantes e, então, entende o que eles estão dizendo. Sorrindo, ela se volta para Gingamaru. Fechando seus olhos, diz a ele:

– Gingamaru...

Ele nada fala, apenas lança seu olhar confuso para a mãe. É então que ela completa:

– Viva!

Sherry, fechando seus olhos, recita:

– Todos os agentes do governo que invadiram Kyodai foram derrubados.

– Certo! – exclama Daniel, sorrindo. – Sendo assim, o próximo passo deve ser tomado por você, Yukino-sama.

– Eu entendo. – fala ela, dando meia volta. – Protegerei este colégio, protegerei todos vocês!

Com isso, a mulher, transformando suas duas pernas em torrentes de água, começa a se movimentar desse modo, deslanchando velozmente em meio aquático. Gingamaru, confuso, olha para Daniel. E questiona:

– O que ela vai fazer?

– No pouco tempo de convivência que tive com a sua mãe, compreendi como funcionam as habilidades dela e também as suas, Gingamaru. – explica o filho de Edward Strauss, chamando para si a atenção de todos. – Porém, entre vocês dois, ela está em um nível bem superior. É por isso que somente ela pode cuidar dessa tarefa.

– Ele fala de forma tão madura... – pensa Sayuri, olhando para Daniel. – Talvez, as experiências negativas que ele vem vivendo desde cedo o fizeram amadurecer mais rápido do que as outras pessoas da sua idade... Mesmo com tudo de ruim que viveu, Daniel-kun jamais se revoltou ou se envolveu por ódio. Isso é realmente admirável...

– Mas para onde minha mãe está indo? – questiona Gingamaru, notando que Yukino já sumira do seu campo de visão.

– Para a área das piscinas, é onde há uma grande quantidade de água. – afirma Daniel, firme, confiante no seu raciocínio.

– Como ele sacou isso tão depressa? – se pergunta Sherry, mentalmente.

– Ela terá que utilizar todas as suas forças para nos salvar. É a única maneira de impedir o fim de Kyodai e das nossas vidas. – explica o Strauss, seguro de si.

Os olhos de Gingamaru se arregalam. Realmente não esperava ouvir uma coisa dessas. Por isso, seu coração se acelera e ele sente um atordoante impulso de ir atrás da sua mãe. Porém, quando tenta correr, Daniel se coloca na sua frente.

– Foi decisão dela. – afirma o mais velho. – Além disso, alguém precisa fazê-lo e somente ela é capaz.

– Acalme-se, Gin-kun. – pede Sayuri, se aproximando mais do amado e tocando a mão direita dele com a sua esquerda, chamando para si o olhar do mesmo. – Precisamos confiar nela assim como ela confia em nós.

Sherry dá meia volta. Suspirando, pede, direcionando seu dedo indicador direito para o que está à sua frente:

– Vamos para lá. Encontraremos, neste caminho, mais alguns dos nossos amigos.

– Então vamos. – concorda Daniel, sendo o primeiro que começa a correr. – Temos que nos reunir o mais depressa possível. Juntos, somos mais fortes, não é mesmo?

Sugaku, sustentada por Gingamaru, reabre seus olhos, acordando finalmente. E, antes que alguém diga algo, ela declara:

– Eu estou bem, obrigada.

Com isso, a mulher se desfaz do apoio do mais jovem e reassume uma postura que combina bem consigo: a de independência. Então, olhando para Daniel, que já está se afastando, sugere:

– Temos que ir, correto?

– Sim. – concordam, juntos, Sayuri, Gingamaru e Sherry, que também começam a correr.

Por fim, Sugaku começa a movimentar-se também, na mesma direção, obviamente. Porém, mantendo seus olhos fixos no afastar de Daniel, ela pensa:

– Esse garoto... Será que ele está mesmo preparado para tudo isso? Afinal, nosso grande inimigo é seu próprio pai! Seu coração, a cada obstáculo imposto por aquele senador, deve se ensanguentar mais e mais! As circunstâncias para ele são desumanas demais...

Enquanto isso, Daniel prossegue à frente do grupo. Em poucos instantes, Sherry consegue alcançá-lo, se colocando ao lado direito dele. Os dois se entreolham e sorriem, mas o momento dura pouco. Afinal de contas, um vórtex negro surge no caminho dos humanos avançados, interrompendo-os.

– O que é isso?! – pensa o Strauss, perplexo, cessando bruscamente o seu avanço.

Entre os turbilhões de escuridão, surgem quatro pessoas. A visão desse quarteto, inclusive, deixa Daniel boquiaberto. Os demais, juntando-se aqui, também ficam bem impactados. Os que surgem aqui são Edward Strauss, Grade Lark, Fênix e Raphael Dawson.

– Não pode ser! – imagina Daniel. – Isso não pode ser!

Dark, direcionando seus olhos para o Strauss mais jovem, sorri. As sombras desaparecem, deixando aqui o quarteto inimigo. E, encarando o filho, o senador comenta:

– Ora, ora, o que vemos por aqui...

– Dark! – exclama Sugaku, irritada com a presença dele.

O homem direciona seu olhar para a matemática. E sorri ainda mais, ao confrontá-la com suas palavras:

– Vagabunda Megumi, como vai?

A mulher, em fúria, cerra seu punho direito. Gostaria de acertar um bom soco no rosto deste homem, mas por algum motivo, pensando em Daniel, não o faz. Sherry, Gingamaru e Sayuri, por outro lado, apenas prestam atenção em Fênix.

– Como você pode estar aqui diante dos nossos olhos, Fênix? – questiona Sayuri.

– Eu sou imortal. – afirma o ruivo, cruzando seus braços e sorrindo. – Mas, claro, tive uma boa ajuda desses camaradas aqui...

– Mostre sua cara, maldito. – exige Daniel, olhando diretamente para Edward Strauss. – Você não é o verdadeiro Edward Strauss.

– Sério que pensa isso, filhinho? – debocha.

– Não adianta tentar brincar com a minha mente. – conta o jovem, firme e sem medo, encarando Dark. – Eu nunca tive mesmo uma legítima relação de pai e filho com este homem. Na verdade, a minha utilidade para ele era ser um brinquedinho sexual enquanto, para todos, posava de bom político com a alma caridosa capaz de adotar crianças e jovens sofredores. Porém, se eu pudesse ter escolhido, ficaria nas ruas. Sofreria bem menos.

Sherry, Gingamaru, Sugaku e Sayuri ficam perplexos com o que ouvem da boca de Daniel. Jamais esperavam escutar algo do tipo. Ainda assim, Daniel continua:

– Eu era apenas um fantoche, mas quando decidi que nunca mais iria ser usado por ninguém, passei a entrar em constante atrito com ele. Em outras palavras, sempre o detestei. A única coisa boa que me aconteceu indo para a casa Strauss foi conhecer a Sherry.

A loira fica ainda mais espantada com tais dizeres – é quando, inclusive, os olhos da jovem voltam à coloração natural. O Strauss volta sua face, um pouco angustiada, para a Fontaine. E diz, abaixando seu olhar:

– Me desculpe se nunca falei sobre isso, mas... Sempre pensei que teria nojo de mim, Sherry, que isso a faria se afastar de mim. E, em hipótese alguma, te queria longe de mim. Mesmo não sendo a pessoa ao seu lado, queria estar perto de você. – volta sua face para frente, incapaz de encarar a loira. – Eu tinha medo de tentar ser mais do que seu amigo por achar que alguém como você merecia algo bem melhor do que eu.

– Não seja tolo! – exclama a loira, surpreendendo-o. – Eu te amo de verdade! Se o seu coração ainda está ferido, juntos, vamos superar isso!

Daniel não consegue evitar e acaba sorrindo. A sensação que arde agora em seu peito é maravilhosa. Sempre imaginou que seria rejeitado por ela quando a loira descobrisse sobre tudo isso. E, agora, vendo que estava errado, sente-se extremamente feliz.

– Sinto muito, mas não estamos dispostos a sermos espectadores de teatrinho romântico. – fala Dark, quebrando o clima, chamando para si a atenção do casal. – Quanto a tudo que disse, Daniel, bem, posso dizer que não sou mesmo o Edward Strauss que você conheceu. Por outro lado, sou muito pior do que ele sequer poderia tentar ser.

Daniel demonstra uma expressão de irritabilidade. Ainda assim, permanece em silêncio, encarando o sujeito. Bem sorridente, Dark prossegue:

– Enfim... Vamos acabar com vocês aqui e agora.

Com sua mão direita, o inimigo lança turbilhões de escuridão contra o grupo. Contudo, colocando-se perante todos, Daniel movimenta suas palmas abertas, formando uma barreira de ar que bloqueia tais turbilhões. Fênix fica impressionado, pensando:

– Que habilidade maravilhosa... Ela será minha!

– Vou matar cada um dos seus amigos, Daniel Strauss. Talvez seja melhor fazer de você a última vítima, para que possa apreciar com seus próprios olhos a morte de todos eles. – comenta Dark, se entregando à gargalhadas.

– Cala a boca. – exige o jovem Strauss.

– E sua loirinha querida será a primeira a ter as tripas arrancadas. – completa.

Inesperadamente, os olhos de Daniel mudam de cor. Suas íris, antes escuras, adquirem uma coloração clara e unicamente vívida: um magnifico verde-esmeralda, como nenhum outro. Grade, Fênix e Raphael se surpreendem com isso, mas antes que sejam capazes de fazer algo, Daniel faz um rápido movimento com suas mãos, levando sua perna esquerda para trás e a direita para frente.

– Como eu havia suspeitado! – pensa Sugaku. – Ele também é um Flamming!

O ar em torno do quarteto inimigo começa a circular. Em poucos instantes, um grande redemoinho é formado pela habilidade de Daniel, o que ataca Grade, Fênix e Raphael com extrema violência. Dark, por sua vez, se mantem fixo ao chão através de poderosas sombras ao redor de si mesmo.

– Ninguém toca em um fio de cabelo sequer da minha Sherry! – grita o jovem, enfurecido, saltando contra Dark.

Enquanto Grade e os outros dois urram de dor, vítimas do violento turbilhão de vento, pouco atrás do senador, Daniel literalmente voa contra o tal. E, com isso, os dois começam a trocar socos e chutes.

– Daniel... – imagina Sherry, espantada.

– É a primeira vez que o vejo utilizando suas habilidades. – pensa Gingamaru. – E que maestria!

Com seu punho direito, Daniel acerta o rosto de Dark, jogando-o contra o seu redemoinho. Controlando o vórtice de vento com as suas mãos, o Strauss aumenta ainda mais a potência.

– Para trás! – pede, olhando para Sherry, Gingamaru, Sugaku e Sayuri.

O redemoinho fica ainda maior e começa a destruir parte do local, rachando as paredes, o chão e o teto e absorvendo para o seu interior alguns fragmentos – alguns bem grandes – dos mesmos.

– Que poder destrutivo! – pensa Sugaku, se protegendo com seus braços, sentindo ao seu redor a força dos ventos.

Para a surpresa da matemática, uma barreira de vento é criada ao redor dela e dos outros, protegendo-os do redemoinho de Daniel. Com isso, sorrindo, ele diz:

– Força total...

Uma grande cratera é aberta no teto, pois os ventos puxam o concreto do mesmo para si. Buracos são feitos nas paredes, já que o mesmo ocorre com elas. Sugando tudo isso para si, o redemoinho fica ainda mais violento e, de repente, é tingido de vermelho: o sangue dos quatro que estão no interior do tal.

– Daniel pode estar mesmo dando tudo de si, mas será que é o suficiente para acabar com esses quatro de uma só vez? – se pergunta Sherry, mentalmente. – Além disso, ele está correndo muito perigo enfrentando-os sozinho desse jeito...

– Isso tudo pelo que ele sente por você, hein? – indaga Gingamaru, sorrindo, chamando para si a atenção de Sherry, colocando-se então ao lado esquerdo dela.

– Como é? – ela, um pouco corada, protegida pela barreira de Daniel assim como os demais enquanto ele manipula seu redemoinho que está atacando Dark, Fênix, Raphael e Grade do lado de fora.

– Os Flammings ficam mais fortes de acordo com os sentimentos deles, não é verdade? – pergunta o filho de Yukino, ficando um pouco mais sério. – O amor que ele nutre por você é que está dando toda essa força para ele agora. Ele realmente te ama.

– Daniel... – pensa a bela, levando sua face de volta à direção do seu amado Strauss. – Obrigada...

– Eu ainda quero ter a chance de poder estar ao seu lado, mais do que um simples amigo, Sherry. – pensa Daniel, ainda controlando o seu poderoso redemoinho. – É por isso que vou dar tudo o que tenho para acabar com esses caras. Eu não posso permitir que eles arassem as nossas esperanças, nem as dos nossos amigos. Todos temos o direito de lutar pela felicidade. Sendo assim, farei o que for preciso para termos o melhor futuro para todos nós!

O poderoso redemoinho vai perdendo força até, então, lançar Dark, Fênix, Grade e Raphael – ensanguentados e arrebentados – para metros e metros de distância do jovem Strauss. O quarteto cai de bruços ao chão, sujando o local com sangue.

– Eles morreram?! – imagina Sayuri, impressionadíssima.

Do outro lado deste corredor, surgem Nagashi – com Ai em seus braços –, Senshi – carregando a desacordada Amaya –, Tsubaki, Lucy, Reiko, Andrômeda, Alaska e duas projeções astrais de Sherry: quais voam em direção à loira e retornam para ela.

Com isso, Sherry dá meia volta:

– Vocês chegaram finalmente.

Os recém-chegados se misturam à Fontaine, Gingamaru, Sugaku e Sayuri. Todos observam as costas de Daniel, quem agora analisa os corpos dos quatro sujeitos arrasados ali no chão, em boa distância.

– Grade, Dark... Até Fênix está aqui?! – Nagashi, pasma. – E Daniel enfrentou os quatro sozinho?

– Sim. – confirma Gingamaru, alternando seu olhar entre a garota indomável e o garoto empático. – Ele se mostrou bem mais forte do que esperávamos, pra dizer a verdade.

Sem olhar para trás, nem receber os recém-chegados por aqui, Daniel permanece observando os quatro caídos ao chão. E, preocupado, pensa:

– Será que... Acabou?

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Longe dali, na área das piscinas...

Há pouco, Yukino Arima chegara aqui. No momento, andando normalmente, ela se direciona à maior das piscinas. Porém, está evitando a pressa: afinal, Juli Arima está assentada na borda, de costas para si.

– O que está fazendo aqui? – questiona a mulher, surpreendendo sua neta.

– Nada... – corresponde a garota, voltando seu olhar para a mais velha.

Sem dizer nenhuma outra palavra, a mãe de Yuki e Gingamaru entra na piscina, sendo o centro da atenção da estudante presente. De costas para ela, Yukino diz:

– O colégio está sendo invadido por agentes do governo. O objetivo é capturar os humanos avançados, mas você está em segurança nesse quesito, já que não é uma.

Juli fica espantada, mas nada fala sobre. Com isso, a mulher se volta para ela ao parar de caminhar no centro da piscina.

– Porém, uma ameaça ainda maior está para cair sobre Kyodai. É por isso que eu tenho que agir.

A estudante se levanta de onde está, se afastando com três passos para trás. Sorrindo para ela, Yukino ergue suas palmas ao céu. E declara:

– Eu amo você, minha querida. E não se esqueça de dizer para aqueles dois... – e pausa, elevando ainda mais seu sorrir. – Que os amo também!