Nagashi, Senshi, Tsubaki, Gingamaru, Daniel, Sherry, Lucy, Reiko, Sayuri, Sugaku, Alaska e Andrômeda. O garoto empático, por sua vez, ainda está carregando Amaya consigo. Todos eles encaram os quatro que estão caídos ao chão sem se movimentar.

– Eles morreram? – indaga Tsubaki, tentando entender todo o ocorrido.

– Não. – nega Andrômeda, com certeza do que pronuncia, chamando para si o olhar de todos. – Eles não são facilmente derrubados.

Dark, ainda ao chão, começa a gargalhar, surpreendendo a todos, com exceção da beldade celestial aqui presente. Desse modo, todos os quatro se levantam do chão.

– Como podem ter sobrevivido a tudo aquilo?! – indaga Gingamaru, boquiaberto.

– Dark-sama e eu não podemos morrer... – afirma Grade. – Pois já estamos mortos.

A surpresa dos jovens aqui presentes se eleva mais ainda. Porém, a ex-Soldada da Gênese não cessa as palavras:

– Raphael foi capaz de alterar a própria realidade e impedir sua morte. Já Fênix, pelo visto, conseguiu se regenerar sem nenhum problema. Talvez eu deva dizer para não nos subestimar...

Lucy, por sua vez, direciona sua face para o “ruivo do mal”. Ele faz o mesmo. Quando seus olhares se cruzam, a garota sente uma forte pontada em seu coração e recua com dois passos para trás. O clamor do seu corpo é para que fuja o mais depressa possível, mas ainda assim ela continua aqui.

– Ao lado de todos, não tenho o que temer... – imagina a garota, engolindo seco.

– Encontrei a informação que precisávamos na mente de Dark! – exclama Sugaku, chamando a atenção geral.

Desde que os inimigos se materializaram aqui, a telepata vem tentando encontrar, na mente de algum deles, o paradeiro da tal bomba. E, agora, por fim, conseguira tal feito. Desse modo, completa sua declamação:

– A bomba está no centro da cidade. Pelo visto, escolheram uma região distante daqui para que não tivéssemos a chance de estragar seus planos. E não é somente isso! – exclama mais alto. – Ela explodirá em menos de dez minutos!

– Dez minutos?! – Gingamaru, pasmo, como todos os seus aliados.

O atordoante sentimento – misto de temor, surpresa e insegurança –, que agora surge, envolve os humanos avançados de Kyodai. Apesar disso, Gingamaru tenta manter a calma, pois sabe que, sem ela, não poderão ultrapassar mais esse obstáculo. E, quando pensa um pouco mais sobre a situação, finalmente entende por qual razão sua mãe se separou dos demais e qual a intenção dela no momento. A confusão de sensações dentro de si acaba se elevando ainda mais por tal motivo. Por outro lado, algo a mais brota em seu coração: o orgulho pela atitude honrosa de Yukino Arima.

– Envie essa informação para a minha mãe, por favor, Sugaku-sensei. – pede ele, olhando rapidamente para a professora.

Levando suas mãos para os respectivos lados de sua cabeça, Sugaku corresponde:

– Enviarei agora mesmo!

– Do que ela está falando? – questiona Fênix, voltando sua atenção para Grade, tentando entender o emprego da palavra “bomba” nos dizeres da matemática. E pensa: – Eles estão querendo dar um fim a esta cidade com uma bomba?

– Cale-se. – exige a umbracinética, sem sequer olhar para ele, mantendo seu foco de olhar, por algum motivo, em Gingamaru. – Apenas siga, sem pestanejar, com aquilo que é da sua raia. Lembre-se de nossa aliança...

Fênix, um pouco irritado, decide ficar quieto. Por enquanto, obedecer é o melhor para alcançar seus objetivos. No fundo, sabe que não é capaz de encarar, sozinho, os humanos avançados de Kyodai. Contudo, ao lado de Dark, Grade e Raphael, a situação muda de figura. Ao menos por ora, pretende manter tal aliança de pé.

Por outro lado, Sugaku abaixa seus braços, pois a informação que adquiriu já foi enviada para Yukino. Ela suspira, um pouco insegura, imaginando se a ex-mulher do falecido Raiabaru será capaz de fazer o que está tentando fazer. Na sequência, Sherry declara:

– Minhas projeções astrais já estão se espalhando por toda a Konton para tentar evacuar os moradores. Por isso, não se preocupem, dará tudo certo.

– Estão mesmo achando que tanto esforço trará algum resultado no fim das contas? – indaga Dark, sorrindo em tom de deboche. – Façam-me o favor... O destino de todos já está traçado.

– Errado. – discorda o filho da ausente Yukino. – Se tem algo que aprendi com o pessoal é que podemos mudar tudo, até mesmo o que chamam de destino, bastando somente ter força de vontade. Nós somos amigos que lutamos por um futuro melhor. Ficaremos de pé contra vocês até o último instante. – e pensa: – Além disso, eu confio na minha mãe...

– Belas palavras. – o senador, ainda com sua expressão sarcástica, opta por rebater o comentário do mais jovem. – Entretanto, nem tudo o que é dito por nossa boca se torna realidade. Não há mais esperanças para nenhum de vocês.

Direcionando sua mão direita para Nagashi Swords, com agilidade, Dark cria uma densa esfera de energia escura em torno da loira. Sem ter tempo de reagir, ela desaparece sem deixar vestígios.

– Nagashi! – Senshi clama pela amada, voltando sua expressão irada para o senador. – O que fez com ela?

– Acalme-se. – sugere o sujeito. – Ela é poderosa demais para ser retirada de cena tão facilmente. Apenas a mudei de campo para que não me atrapalhe mais do que o esperado.

Sombras envolvem Dark e Fênix. Com isso, olhando para o ruivo, o líder do quarteto determina:

– Venha comigo. Meu plano ainda precisa de alguns toques para ser devidamente realizado.

Em poucos instantes, a dupla desaparece, deixando aqui somente Raphael e Grade. Encarando-os, Gingamaru questiona:

– Aonde eles foram? E para onde levaram a Nagashi?

– Não precisam saber disso, já que morrerão aqui. – declara ela, sorrindo. – Todos vocês já não possuem mais a chance de viver. Porém, eu tenho uma proposta para você, Gingamaru Pride. Ou melhor, Gingamaru Arima...

– Proposta? – indaga ele.

Senshi, enquanto isso, fecha seus olhos, tentando sentir a presença de Nagashi em algum lugar. Contudo, mesmo com bastante concentração, não consegue encontrá-la. Instantes depois, o jovem reabre suas pálpebras, direcionando sua face à Grade Lark.

– Gostaria de se juntar a nós depois de sua morte? – oferece ela, surpreendendo Gingamaru. – Ou, caso colabore desde já, pode se tornar um umbracinético sem nem mesmo passar pela experiência da morte, mas simplesmente aceitando o poder das trevas em seu coração.

– Do que está falando, sua lunática? – indaga Sherry.

– Não interfira no que não é da sua conta. – articula Raphael, lançando à loira um olhar frio e ameaçador.

– Quem você pensa que é? – Daniel, se colocando à frente de sua amada, encarando o sujeito.

– Sem discussões, Raphael. – ordena Grade, firme, olhando de relance para o aliado.

– Perdão. – pede o tal, com um tom bem mais ameno de voz.

Gingamaru, direcionando sua face para Senshi, percebe o quanto ele está preocupado com Nagashi. Por essa razão, o filho de Yukino, firme, fala para o amigo:

– Senshi, pode ir procurar ela, nós cuidamos deles.

– Tem certeza? – questiona o empático, arqueando sua sobrancelha direita.

– Sim. – confirma, passando a, então, olhar para Tsubaki, Reiko e Andrômeda, respectivamente. – Vocês poderiam ir junto dele também?

– Claro. – determina a garota das plantas, sorrindo gentilmente.

As outras duas nada falam, mas também confirmam com movimentos positivos de suas cabeças. Na sequência, Alaska Snow, interferindo, comenta:

– Eu também irei. – e todos olham para ela. – Nagashi-san me ajudou quando precisei, talvez eu deva retribuir por isso.

– Certo. – aceita Gingamaru, sorrindo, sendo que sequer sabe quem é Alaska, mas ignora esse fato no momento, ciente de que há coisas mais importantes para serem cuidadas.

Tsubaki, Reiko, Andrômeda e Alaska se aproximam um pouco mais de Senshi enquanto Daniel, Sherry, Lucy, Sayuri e Sugaku se aproximam de Gingamaru. Os dois garotos, no caso, se entreolham. Sorrindo, dizem juntos:

– Confiem em nós!

E o grupo de Senshi, dando meia volta, começa a correr na direção por qual, há pouco, o empático e aquelas que o acompanhava surgiram. Gingamaru os observa por alguns momentos, mas logo retorna sua atenção para Grade Lark: o sorriso do jovem desfalece.

– Eu sei que ele vai encontrar a Nagashi. – pensa o estudante, firme. – De alguma maneira, sinto que precisamos daquela “bela fera” para dar um fim em tudo isso.

– Como eu ia dizendo, Arima Gingamaru-kun... – Grade retoma seus dizeres, sorrindo. – Gostaria de ser uma aliada sua. Afinal de contas, sei de você muito mais do que qualquer um dos seus amiguinhos.

– Como é que é? – questiona ele, um pouco surpreso. – Quanta ingenuidade. Acha que irei cair na sua armadilha?

– Suponho que você deve conhecer a lenda da mestra das águas, relacionada com sua mãe Yukino Arima. – articula a aliada de Dark, surpreendendo ainda mais os demais presentes, com exceção de Raphael.

– Como ela sabe sobre isso? – imagina o amado de Sayuri.

Há pouco tempo, Yukino contara em detalhes para Yuki e Gingamaru toda a experiência negativa que ela teve desde que foi presa na cúpula de água em Kyodai até quando retornou para o colégio em busca de seus filhos. Inclusive, a atual diretora da instituição revelou também o que ficou sabendo sobre a tal profecia citada, agorinha, por Grade Lark. É por isso que o garoto sabe do que a inimiga está falando e, inevitavelmente, se surpreendeu quando ouviu o que ouviu da boca da mesma.

– É uma lenda que não está ligada somente à ela, mas a você também. – conta Grade, notando a perplexidade, cada vez maior, na expressão facial do aluno de Kyodai. – Afinal de contas, Arima Gingamaru-kun, você tem exatamente as mesmas habilidades que Yukino, só não teve oportunidade de desenvolvê-las como ela.

– Aonde quer chegar? – indaga o garoto, encarando-a com certa irritabilidade.

– A profecia, no fim das contas, pode ser sobre você e não sobre ela. – define, ficando um pouco mais séria, na tentativa de causar um impacto maior com seus dizeres.

Gingamaru não saberia descrever o que está sentindo no momento. Dentro de si, o que reina agora é uma nebulosa de sentimentos tão densa que até mesmo Senshi Yujo, caso estivesse presente, poderia ter dificuldades para compreendê-lo. São tantas informações repentinas, tanta revelações chocantes, tantos fatos preocupantes: em outras palavras, diversas razões para sua instabilidade emocional. Entretanto, mesmo nessas circunstâncias, Gingamaru insiste em manter sua fé.

– Dentre todos os relacionados com esta escola, de longe, você foi quem mais sofreu. Quanta dor seu coração teve que aceitar? E para quê? – Grade se pronuncia. – Somente para alimentar os objetivos egoístas que cresciam ao seu redor. Você nunca teve, e ainda hoje não tem, a oportunidade de aproveitar seu próprio brilho. Porém, do nosso lado, terá tal chance, Arima Gingamaru-kun. Acredito que você é capaz de superar o grande poder de sua mãe e se tornar o mestre das águas descrito pela profecia. Somente alguém que conheceu o mais profundo sofrimento e que tem a verdadeira força pode guiar o mundo. Em outras palavras, é direito seu tomar o mundo para si.

– Não fale asneiras! – exclama Sayuri, irritada, recebendo o olhar de Grade. – Gin-kun pode ter passado o que for, mas ele jamais nos abandonaria por qual motivo fosse! É por isso que ele é forte e não pelas habilidades especiais que carrega!

– Estou oferecendo a ele um caminho alternativo, no qual explorará o próprio poder de modo que, permanecendo no caminho em que está agora, não conseguirá. Sei que você, Gingamaru-kun, também é um Flamming.

Gingamaru se espanta mais ainda. E a mulher não para por aí:

– Caso alimente suas habilidades com a dor que experimentou por tantos anos, assim como Yukino fez, será um humano avançado insuperável. Ninguém neste mundo, nem mesmo sua própria mãe, será capaz de encará-lo de igual para igual. Entenda o que estou te falando: é você o escolhido para trazer à humanidade a ascensão de uma nova era.

O contato visual entre Gingamaru e Grade permanece, mesmo com o silêncio de ambos e de todos os demais. Notando que conseguiu desfraldar a convicção dele, a umbracinética cria turbilhões de escuridão em torno de Sayuri Kishimoto. A flautista, por sua vez, sente um grande medo tomar conta de si.

– Sayuri! – ele clama, tentando se aproximar dela.

– Isso! – grita Grade, sorrindo malignamente. – Se aproxime dessa garota e a farei em pedaços! Vendo a morte dela bem perante seus olhos, com toda a certeza, seus poderes se elevarão ao extremo! Assim, entenderá qual é seu verdadeiro caminho, Gingamaru-kun!

– Não ouses machucá-la. – impera o garoto, redirecionando sua face para Grade, mantendo um olhar extremamente agressivo.

Grade gargalha, satisfeita com a fúria que nascera em Gingamaru. Após alguns segundos, se estabiliza e diz:

– Irei matá-la. Quero ver o que fará nesse caso...

Os turbilhões escuros começam a se movimentar em alta velocidade, mostrando para Sayuri o perigo que ela está correndo. Porém, quando Grade movimenta sua palma direita a fim de, de fato, tirar a vida da artista, uma mista rajada de água e gelo contra-ataca os turbilhões, dissipando-os.

– Vai se arrepender... – garante Gingamaru.

Algo o envolve: é uma espécie de aura azul-marinho, inesperada. Todos voltam suas atenções para o garoto em questão. Com a face baixa, ele a ergue. E Grade se surpreende com as íris do estudante: estão na mesma cor que a aura que nasceu ao redor dele.

– Na verdade, você cometeu um grande equívoco. – garante Gingamaru, voltando a encará-la nos olhos. – Não é o ódio, o rancor ou qualquer outro sentimento negativo que dá a verdadeira força para alguém. É o amor, o sentimento supremo!

Grade leva sua perna direita para trás. Na sequência, se coloca em guarda, preparada para qualquer investida dele. Compreende que suas atitudes e palavras acabaram causando, no garoto, o efeito inverso da sua intenção: ao invés de quebrantar a vontade de permanecer ao lado dos amigos e lutar por eles, ela somente conseguiu aumentar mais ainda a certeza e valentia de Gingamaru.

– É por subestimar a essência da minha força que vai se arrepender! – declama o jovem.

Repentinamente, Gingamaru salta de onde está. Em seus pés, surge uma grande onda de água. E tal onda de água se expande de tal forma que, em instantes, se torna colossal, atacando tanto Grade quanto Raphael e ocupando todo o corredor daquele ponto em diante.

– Gingamaru! – exclama Sayuri, impressionada.

– Eu vou lutar! – declama o garoto, fazendo seu corpo se misturar a água no momento em que salta dentro da onda. – Agora é a minha deixa!

– O poder dele é mesmo bem similar... Não! Idêntico ao daquela maldita mulher! – pensa Grade, sendo levada pelas águas, imersa em tais. – Isso me enfurece!

De modo inesperado, uma maré violenta se ergue onde a mulher está, jogando-a com brutalidade para o teto. Grade grita de dor quando sua cabeça se choca nele – e um feixe de sangue escorre de sua testa.

– Não me subestime! – grita ela, recuperando o controle do próprio corpo, voltando-se para as águas e direcionando suas duas palmas abertas para baixo.

Inúmeros turbilhões de escuridão são forjados pelas mãos de Grade e vão até as águas, causando fortes impactos. Porém, um feixe do líquido sai de um ponto diferente e avança contra a mulher – que ainda está no ar – com exímia agilidade.

– O quê?! – imagina a Lark, surpresa.

O feixe de água, em milésimos, se converte em uma grande estaca de gelo. Tal estaca ataca a mulher, golpeando-a na barriga, fazendo-a gritar de dor por perfurá-la por alguns centímetros.

– Não me subestime você! – declama a voz do garoto, sendo que o corpo do mesmo se materializa na grande quantidade circular de água que está presente pelo corredor.

O corpo de Grade é lançado para longe e cai entre as águas outra vez. Gingamaru, colocando-se de pé na sua “criação”, se prepara para atacá-la de novo. Contudo, vindo por trás dele, Raphael se prepara para acertá-lo com um soco do seu punho esquerdo – sendo que vai contra o estudante em uma velocidade assustadora.

– Tome cuidado! – exclama Sayuri, afastada dali, tal como os demais aliados de seu namorado.

O punho de Raphael acerta a nuca de Gingamaru, mas a cabeça do garoto se transforma em água. Essa quantia de água, então, se lança contra o abdome de quem lhe atacara. Raphael vai sendo jogado para a mesma direção que foi Grade com equivalente velocidade, mas no processo, a rajada de água que o empurra se solidifica e se torna gelo.

– Nesse lugar fechado, estamos em tremenda desvantagem... – pensa Grade, mergulhando, mas mantendo seu olhar para o ponto onde está seu alvo. – Preciso pensar em algo o mais rápido possível!

Um sorriso nasce no rosto da mulher. Redirecionando seu olhar em direção à Sayuri e os outros, ela imagina:

– Já que não posso atacá-lo de frente, atingirei primeiro o seu ponto fraco para afetá-lo indiretamente. – e sorri mais ainda, com um olhar sádico, se aproximando do novo alvo: Sayuri. – Quando ele for domado pelos seus sentimentos negativos, irei fazer com o maldito o mesmo que fiz com Nagashi Swords. E me divertirei muito lançando-o na escuridão!

Quando perto da flautista o suficiente, Grade salta bem alto, saindo de dentro da água. Contudo, seu sorriso morre no instante em que dá de cara com Gingamaru, parado em certo ponto, entre ela e Sayuri.

– Não pode se esconder de mim na minha água. – revela ele, sério. – Refugiar-se nela é ainda pior que me encarar de frente.

Utilizando suas mãos, Gingamaru concentra toda a sua água contra Grade. Manipulando todo o líquido, o garoto a cerca com um grande redemoinho. Tudo o que ela consegue fazer é gritar devido o sofrimento que seu corpo sente sendo vítima de tal investida. Raphael, agora, caído de bruços no chão – bem distante de sua aliada – somente observa a cena perplexo.

– Enquanto está presa aí, Grade-chan, sugiro que pense e escolha uma das quatro alternativas que irei te oferecer. Sinta-se honrada por ter a oportunidade de escolher como será o seu fim... – articula o estudante de Kyodai, mantendo o controle e movimento violento de toda a água em torno da adversária. Permanece sério. – Água, vapor, gelo ou neve?