Kyodai - The Awakening Of Chaos (Interativa)
70 60 - Smashing butterflies
– Como assim? – Nagashi cruza seus braços, arqueando sua sobrancelha esquerda. – Não está querendo dizer que a pessoa que te mandou para cá é...
– Sim, isso mesmo que deve estar pensando. – confirma Reiko. – É o filho de vocês dois: Shin.
Não apenas Nagashi Swords e Senshi Yujo ficam espantados, como também os demais presentes: Tsubaki Seijitsu, Daisuke Saruma, Lucy Rouvier, Daniel Strauss, Sherry Fontaine, Sayuri Kishimoto, Kaoru Tohara, Anthony Christhurt, Kenny McGiven, Luka Trancy Gold e Amaya Ome. Afinal... Não era de se esperar o contrário.
– S-Shin!? – repete ela, impactada. – Nosso filho!?
– Sim. – confirma Reiko, fitando-a. – A mensagem que ele pediu para que eu passasse para vocês é sobre o que os une.
– Será que isso é mesmo possível? – pensa Luka, observando o dorso de Reiko. – Será que ela é mesmo uma viajante do tempo?
– Nagashi... – olha para ela. – Senshi... – olha para ele. – Muita coisa ainda surgirá no caminho de vocês tentando destruir o laço que compartilham. Contudo, não podem permitir que nada nem ninguém estrague o sentimento de vocês. Acima de tudo, saibam que um futuro brilhante é construído apenas com força de vontade e determinação. Por mais que tudo pareça desesperador, não percam a fé na luz da vitória.
O casal, assim como todos os demais, observa a garota desconhecida com atenção. É quando a loira questiona:
– Pra quê falar tudo isso para nós?
– Não enfrente as suas duplicatas. – pede Reiko. – Caso elas te ataquem ou fira alguém inocente, destrua-as. Porém, originalmente, o objetivo delas é promover uma positiva mudança em todo o mundo. E acredite: isso será bom no futuro. Portanto, o ideal é permitir que elas prossigam com o que estão fazendo. E...
– Decepcionante, Reiko... – recita alguém.
A figura de uma mulher com vestes idênticas às de Reiko vem se aproximando. Todos olham para ela e é assim que Kaoru, espantado, fala:
– Essa mulher é a...
– Yukino Arima. – fala Reiko, ao se virar para ela completamente. – Uma viajante do futuro... Como eu.
A Yukino do futuro, colocando as mãos em sua cintura, para bem próxima de todos. Séria, a enfrenta com seu olhar glacial e sua expressão imponente.
– Sabe o que está causando na linha do espaço-tempo com tantas alterações desnecessárias? – questiona.
– Essa é a mãe do diretor? – Sherry se espanta, em pensamento. – Isso não pode ser verdade... Ela deveria ter uma certa idade nessa época, imagina em 2027!? Ainda assim, a aparência que tem é de uma mulher jovem...
– Quantas vezes citei para você o efeito-borboleta e as consequências que o mesmo pode provocar? – insiste a Yukino do futuro.
– Efeito-borboleta? – Tsubaki, sem entender.
– Eu já li sobre isso. – afirma Daisuke, alguém que jamais esquece nada do que aprende, lê ou escreve. – Quando uma mera borboleta bate suas asas para voar, ela pode alterar as coisas de tal forma que um tufão será formado do outro lado do planeta. Em resumo, é essa a teoria.
– Ainda não entendi. – afirma Daniel, curioso, vendo que Tsubaki movimenta sua cabeça positivamente: em concordância consigo.
– Explicarei. – diz a versão futura da mãe do diretor de Kyodai. – Suponhamos que que eu volte no tempo e impeça seus familiares de morrerem, Nagashi. Teoricamente, isso seria um ato bom, correto?
– Sim. – concorda a garota.
– Esse ato bom seria o mesmo que permitir que uma borboleta bata suas asas algumas vezes mais do que ela deveria bater. Ou ainda pior: esmagá-la. – ela sugere. – Como consequência do meu “bom ato”, você não sofreria tudo o que sofreu e viveria feliz. Como extra, a influência de Arashi praticamente seria apagada da sua vida. Até aí tudo bem, correto?
– Correto. – diz Nagashi.
– Incorreto. – nega a mais velha. – Com o decorrer do tempo, não nutriria a solidão que chamou a atenção de Senshi e nem teria o que foi necessário para superar tudo. Afinal, como superar a dor que não existe? Desse modo, você jamais teria evoluído tanto, jamais teria incentivado os seus amigos a evoluírem também e muito provavelmente não descobriria seu amor por Senshi e vice-versa. No fim das contas, vocês morreriam naquele momento em que Minos Tsuyoshi veio matá-los. Como consequência, ninguém deteria as ambições da Gênese, o dragão Ryu e Fênix. Conclusão: seria o fim do mundo.
Todos os seus ouvintes, com exceção de Reiko, ficam perplexos. Ainda assim, Yukino continua:
– Percebem que o ato, inicialmente, bom causou uma catástrofe irreversível nessa história? Isso é o efeito-borboleta.
Com isso, Yukino vira sua face para a espadachim do futuro. Firme, articula para ela:
– Tem noção das consequências catastróficas que sua decisão de matar uma das duplicatas de Nagashi e induzir todos eles ao fazer o “certo” – enfatiza “certo” com certa ironia – pode causar?
– Pensei que não existiria problema algum em fazer o que fiz.
– Pensou errado. – deixa claro, fitando-a levemente irritada. – Manipular o espaço-tempo é bem diferente de sonhar com o futuro ou ter visões sobre o mesmo. É algo bem mais sério e muito mais perigoso!
– Eu já sei. – diz Reiko. – Perdoe-me, Yukino-sama.
– “Jamais deixe que sua gentileza ultrapasse o seu lado racional”. Não foi isso o que seu pai lhe ensinou? – e, então, vira sua face para Nagashi, Senshi e Tsubaki. – Espero que todos vocês também aprendam essa lição. Há coisas que, por mais trágicas que sejam, precisam acontecer para manter natural o fluxo da realidade. Somos meros humanos, não somos como Deus. Portanto não temos o controle perfeito das consequências das nossas atitudes.
– Voltaremos agora para o quartel-general em 2027? – pergunta Reiko, observando-a com serenidade e calma.
– Sim. – responde a mulher, ao voltar o olhar para a mais jovem.
Yukino, Reiko e Shin – quem mandara ambas para cá – fazem parte de uma nova organização que é fundada pela soberana das águas em 2020: Millennium. O grupo visa algo parecido com o que visava a Gênese e, nos dias deste atual ano, visam a Carmesim: manter as coisas em perfeita ordem. Contudo, a forma como o grupo Millennium age é diferente, sendo mais crítica e menos emotiva, o que não quer dizer mais injusta e sanguinária.
– Vamos depressa antes que causemos mais estragos. – ordena a líder da Millennium. – Minha viagem foi programada de forma mais eficiente que a sua. Posso voltar quando quiser. Levarei você comigo.
Reiko se coloca ao lado esquerdo de Yukino. Dirigindo sua face para os outros, pede:
– Afastem-se, por gentileza.
Nagashi, Senshi, Tsubaki e os demais tomam alguns passos para trás. Um intenso brilho começa a envolver a dupla do futuro e, com meros instantes, a luz cessa e as duas viajantes do tempo desaparecem.
– Impressionante. – pensa Anthony, depois de tudo.
– Espera aí... – Sayuri se manifesta, olhando para todos os lados. – Tem gente faltando aqui!
Além da flautista em questão, somente se apresentam aqui Daisuke Saruma, Anthony Christhurt, Kenny McGiven, Luka Trancy Gold e Amaya Ome.
– Nagashi, Senshi, Tsubaki, Daniel, Sherry, Lucy, Kaoru... – recita Luka, fazendo o mesmo que Sayuri. – Todos sumiram!
Os olhos de Kenny arregalam. Mais que depressa, ele se manifesta:
– Isso significa que...
– Eles também foram com a Reiko e a Yukino!! – Anthony o interrompe, completando o comentário do mesmo.
– Toque sua flauta, Sayuri-kun! – sugere Daisuke ao se voltar por completo para ela. – Talvez possamos nos guiar através dela.
– C-certo! – confirma a artista, retirando da sua cintura o seu instrumento musical.
A garota fecha seus olhos e começa a tocar uma doce melodia. Uma sinfonia que acerta cada pessoa aqui presente como se fosse a doce apresentação musical de um anjo. Por alguns segundos, Sayuri continua tocando. Contudo, quando chega a quase um minuto dessa maneira, para bruscamente, interrompendo sua música e reabrindo seus olhos.
– Viu algo? – Amaya lhe pergunta.
Daisuke percebe algo de diferente no olhar de Sayuri: algo proveniente da mistura de espanto e felicidade. E, mais que depressa, ela se vira para Kenny. Lágrimas de emoção começam a brotar dos olhos da artista. Emocionada, pede para o teletransportador:
– Kenny-san, eu te suplico. Realize, por favor, o que irei te pedir!
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Enquanto isso, na cidade de Yakaratatsu...
Yukino Arima dos tempos atuais, Sanford Mendez e Marin Schneider.
– Água, vapor, gelo ou neve? – a futura fundadora da Millenium repete. – Qual a sua escolha?
– Não pode ser! – pensa ele, temeroso. – Mesmo com o máximo das minhas descargas, eu não fui capaz de derrotá-la!
– Por favor, ele nada tem a ver com a sua vingança. – fala Marin, se colocando entre os dois. – Deixe-o ir.
A soberana das águas dirige seu olhar gelado para a transmorfa. Desse modo, reajusta sua postura, colocando suas mãos em sua cintura.
– Conte-me logo tudo o que quero ouvir. Primeiro fale sobre a razão de terem me prendido naquela cúpula de água. – exige, passando a ignorar Sanford.
Marin fica mais aliviada. Suspirando, se acalma e começa a falar:
– Você é uma Flamming. Sugaku sempre desconfiou que você tinha um potencial a mais do que os demais humanos avançados e começou a fazer uma série de pesquisas com suas células: em segredo. Raiabaru, quando descobriu, tentou se inteirar com o assunto. E foi assim que os dois, mergulhados em estudo, chegaram à uma raiz preocupante: duas profecias.
– Duas profecias? – Yukino tenta entender.
– Isso mesmo. Uma das profecias é a relacionada com alguns dos atuais estudantes de Kyodai e o homem que se autodenominou como Fênix. A outra, obviamente, ligaram a você. – a ex-Soldada da Gênese explica.
– Por quê?
– Simples. – afirma, fitando-a. – A profecia da mestra das águas diz que, um dia, uma entidade se levantaria entre os humanos e se mostraria diferente de todas as outras pessoas. E que, assim como foi no passado o lendário monstro Leviathan, seria a governadora do mundo dos oceanos. Essa entidade teria tanto poder que os homens comuns e até mesmo aqueles com poderes especiais tremeriam diante da sua presença. Alguém com tamanho poder seria capaz de dar fim ao mundo.
Sanford, por sua vez, permanece escutando tudo e processando cada palavra que escuta. De fato, não imaginaria que Yukino Arima, por mais perigosa que já tenha sido dita ser, fosse assim tão incrível. Ainda assim, não sente o desejo de interferir na situação aqui proposta. Prefere se manter como espectador por ora.
– Raiabaru passou a te analisar dia após dia e reparou o quanto sua perícia com as habilidades que tem ia aumentando consideravelmente. Também notara que quando se encontrava em momentos de adrenalina ou em situações que levassem seus sentimentos ao extremo, seus poderes se manifestavam de forma ainda mais intensa. – Marin continua. – Ele e Sugaku reuniram as peças e compreenderam que você era mesmo a pessoa da profecia.
– Por isso me prenderam daquela maneira? – questiona Yukino.
– Nem mesmo você compreende a extensão dos seus poderes. – a transmorfa alerta. – Você é a água e a água é você. Isso significa que você não pode ser ferida como as outras pessoas, nem adoecer ou envelhecer como elas, pois seu corpo e seu organismo estão sempre se renovando. Em outras palavras, sua existência não pode ser apagada. Enquanto existir água nesse mundo, você existirá.
Yukino, apesar de tudo isso, permanece serena e tranquila. E Marin prossegue:
– Você carrega nas mãos o maior poder que já foi visto nas mãos dos humanos: soberania multi-aquática. Esse foi o termo criado por Raiabaru que engloba todas as capacidades ligadas à água que ele identificou em você. Porém, ele começou a temer tal potencial. Pensou que um dia, alguém tão forte se frustraria com o mundo e decidiria lavá-lo literalmente. Com medo desse dia, se reuniu conosco e tomou a decisão: prendê-la para todo o sempre em uma cúpula que pudesse reter os seus poderes. E foi assim que ele te sedou durante a noite com uma substância criada por Sugaku e Syrius: uma droga que letargia o corpo e os poderes especiais de um humano avançado. Desde então, você foi mantida misturada àquela substância e presa naquela cúpula.
– Compreendo. – afirma Yukino. – Então foi por isso.
– Sabe... Eu, no início, era contra aquela ideia: assim como Tsuyo, Kimiko e Saisey. Porém, vendo tudo o que está fazendo agora, penso que talvez tenhamos tomado a medida certa. Um ser humano não deve ter tanto poder como você tem ou passa a se achar superior aos demais e acima do bem e do mal. – Marin argumenta. – Não me importo mais se vai me matar ou não, mas garanto que seus planos de vingança apenas confirmam a ideia de Raiabaru de que, no fundo, você tem um caráter distorcido.
Yukino abaixa seus olhos. Por alguns segundos, as palavras do bilhete de Anthony vêm à sua mente.
– Talvez eu esteja mesmo estragando a chance de nova vida que adquiri. – pensa a soberana das águas. – Talvez seja um erro continuar no caminho em que estou...
De repente, ela levanta seu olhar, mandando-o de volta para Marin.
– Meus filhos... Fale sobre meus filhos.
– Sei que Yuki assumiu a direção de Kyodai desde a morte do pai, o que foi causado por você, correto? – sugere a metamorfa. – A filha que ele teve no casamento com Hana hoje deve ter 16, 17 anos de idade... Acredite: aquele garoto tão introspectivo do passado se tornou um belo e bem-sucedido homem.
– E Gingamaru? – pergunta, sentindo uma sensação calorosa preencher seu peito. – Como ele...
– Morto. – afirma Marin, para o espanto dela. – Gingamaru está morto.
– Como é!? – a soberana das águas fica perplexa.
– Isso mesmo que você ouviu. Como ele era bem pequeno naquela época tão turbulenta, não se lembrava de muita coisa. Contudo, na família, ele descobriu segredos perigosos demais. E, mesmo bem jovem, era muito inteligente e sagaz. Raiabaru pediu que Sugaku apagasse a mente dele e tirasse do mesmo todas as memórias que ele possuía. – explica. – E assim ela fez. Ainda criança, Gingamaru foi levado a um orfanato: sem passado, sem memórias, sem nada. E hoje já não está mais entre os vivos. Até mesmo de Yuki foram apagadas todas e quaisquer conexões com Gingamaru.
– Sou patética! – declama Yukino, fechando seus olhos.
Seus olhos começam a derramar lágrimas. Tanto Sanford quanto Marin ficam espantados vendo isso: não esperavam uma manifestação tão “humana” de sentimentos logo dela.
– Como pude abandoná-los!? Como pude me esquecer deles daquela maneira!? Como eu pude deixar o meu filho morrer!!!???
Yukino cai de joelhos ao chão. Reabre seus olhos, mas não para de chorar. A dor que está ardendo em seu coração, agora, é forte demais para ser ignorada. Pelo menos, não mais poderá ser ignorada. Nunca mais...
– Eu não sei se tenho uma missão importante nesse mundo. – ela fala para si mesma, de cabeça baixa. – Porém, se nem mesmo pude amar e proteger meus filhos com as habilidades que possuo, então ser tão poderosa não vale de nada! Seria melhor ser uma pessoa comum como qualquer outra e poder ter o direito de viver ao lado deles do que ser o que agora sou: um monstro que esqueceu sua humanidade.
– É impressionante. – pensa Sanford, vendo a dor da mulher. – Até mesmo uma pessoa como ela sofre. Não... Diante do que ela passou e do que está passando, os momentos dolorosos da minha vida não são nada. A julguei por ser alguém que corre em busca de vingança contra aqueles que lhe fizeram mal, mas quem sou eu para lhe atirar pedras? Sou ainda pior, já que colaborei com o sofrimento de tantas pessoas inocentes em prol de um ideal mais do que distorcido!
– Gingamaru!! – grita Yukino, se abraçando, em uma crise de choro incontrolável. – Gingamaruuuuuuuu!!
– Yukino... – pensa Marin, comovida, observando a citada sem saber o que deve fazer.
A transmorfa ativa sua habilidade especial, assumindo sua verdadeira aparência. Por alguma razão, estava se sentindo indigna diante dessa situação utilizando um rosto que sequer é seu. E Sanford percebe quando sua companheira volta à sua aparência original.
– Eu... – recita Yukino. – Eu...
– Você pode ser feliz... – recita a voz de alguém.
Yukino se espanta. Quando se dá conta, uma garota acabara de aparecer do nada, abraçando-a: Sayuri Kishimoto.
– Kenny McGiven!? – Marin se espanta ao olhar para sua direita e dar de cara com o teletransportador materializado.
– Olá Marin Schneider. – fala ele, sorrindo para ela.
– Esses dois se teletransportaram para cá. – pensa Sanford, analisando o que acontecera agora.
– Você pode ser muito feliz, Yukino-san. – insiste Sayuri, chorando como ela, mantendo o abraço.
– Quem é você? – pergunta a soberana das águas, sem o interesse de se desvencilhar da garota que, apesar de tudo, desconhece.
A flautista, que até agora estava de olhos fechados, os reabre. Desfazendo o abraço, se mantem com os joelhos pra frente, assentada em suas pernas, diante da Arima.
– Gin-kun não está morto. – afirma Sayuri, extremamente emocionada. – Pois ele é como você.
Yukino fica espantada.
– Como eu? – pergunta ela.
– Sim. – afirma a garota. – O poder dele é a soberania multi-aquática. Eu pude ter essa certeza através das minhas habilidades especiais. Porém, ele não tem uma razão para viver e por isso, quando foi atacado, seu corpo não ativou as capacidades ocultas que têm. Por outro lado, depois que ele quase morreu, se transformou em água involuntariamente, mas não consegue mais voltar à sua forma original devido ao fato de que se sente vazio.
– Meu filho está mesmo vivo!? – Yukino questiona, ainda mais emocionada do que antes.
– Sim! E você pode dar para ele a razão de voltar a viver! Você pode salvar o Gin-kun, Yukino-san! – declara Sayuri, que continua chorando de emoção. – Então eu suplico: salve-o!
A mulher a puxa para um abraço, apertando-a com certa suavidade. Pela primeira vez depois que foi liberta, sente esta sensação tão boa: felicidade. Dessa forma, ela somente diz:
– Obrigada...
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