Kuromeido ( 黒メイド) II

15 Um Amor com Gosto de... Curry? By: Nyani


Notas iniciais
Yo minna! O primeiro especial chegou! OHOHO! Este, é um que estou fazendo à muito tempo, e que finalmente tomei coragem de juntar tudo. É uma continuação do capítulo 10, então, se não lembra dele, recomendo que releia, para refrescar as memórias. Boa leitura õ/

Passaram-se poucos dias desde o gelo que dei em Agni. Ainda não sei se conto a verdade sobre eu e Ronald. Quero dizer, me sinto culpada por ter dito aquelas coisas. Eu estava apenas apavorada, se é que essa é a palavra certa. Decido ir até a mansão do Príncipe, mas Agni parece um tanto relutante em ficar no mesmo espaço que eu e Ronald. Depois de muito considerar, ele aceita me ouvir. Digo tudo que precisava falar, e a cada palavra que falo, um milímetro de sorriso se forma em seu rosto. Quando acabo de falar, ele me encara por alguns segundos, tentando entender tudo que acabou de ouvir. Por fim, ele diz:

— Por que você falou aquelas coisas horríveis?

— Eu... Eu não sei – minto – Não sabia como me portar naquele momento, apenas me desculpe. E Ronald não tem nada a ver com isso, ele mal sabia que eu ia falar que éramos namorados. Ele é apenas mais uma vítima, não o culpe.

— Se você se sentia assim, era só me dizer – diz ele se aproximando de mim.

—M...Me desculpe, mesmo. Ronald, poderia nos deixar a sós por um momento?

— Mas Nyani... – Ronald protesta, mas lanço um olhar de ordem para ele, que se encolhe e sai da sala rapidamente.

— Posso? – pergunta Agni com as pontas dos dedos em meus lábios

— É claro – digo me pondo na ponta dos pés e encostando em seus lábios

Ele entrelaça minha cintura e me põe á sua altura, me beijando mais forte

Envolvo seu pescoço com minhas mãos, e retribuo o beijo com a mesma intensidade. Me sinto nas nuvens agora, não imaginava que um macaco indiano como ele pudesse me fazer tão bem. Simples beijos, me transportaram para uma nova realidade, me fizeram conhecer um novo sentimento. É o que os humanos chama de amor, certo? Ele se afasta um pouco de mim, e me fita por um tempo, me deixando profundamente irritada.

— O que foi? – pergunto

— Nada, só estou admirando sua beleza – diz ele acariciando meu rosto – Você beija bem

— Quer provar mais? – digo aproximando nossos rostos novamente e o beijando de maneira mais forte

Nossos beijos ficam mais intensos, mas do que consigo suportar. Entrelaço seu corpo com minhas pernas, e ele se joga em um dos sofás do lugar

Quando caímos no acolchoado, eu estou em cima dele, e suas mãos acariciam minhas coxas expostas, e brinca com minhas mechas de cabelo

— Belas pernas – diz ele dentre os beijos

— Belo tanquinho – digo erguendo sua camiseta

Continuamos a nos beijar, e luto alguns minutos com sua camiseta, que logo consigo retirar por completa

Ouvimos batidas na porta, é o Príncipe. Nos ajeitamos rapidamente, e ajudo Agni a vestir sua camiseta novamente. Quando ele adentra o cômodo, fita nós dois sentados no sofá, e diz com um sorriso:

— Nyani, por que não fica conosco esta noite?

— Príncipe... – murmuro feliz – Seria uma honra. Mas... Não causarei nenhum tipo de importúnio?

— Mas é claro que não – diz ele sorrindente

Ronald se oferece para buscar algumas roupas para minha estadia, e Soma nos oferece um grandioso banquete

— Espero que tenha apreciado o banquete Nyani. – diz Soma depois que comemos.

Volto minhas acomodações e tomo um banho quente. Quando saio do banheiro, Agni esta deitado em minha cama, com apenas uma calca de dormir

— temos assuntos inacabados – diz Agni

— Assuntos inacabados? – digo sentando na cama

— Só não faça muito barulho , não quero acordar Senhor Soma

— E por que faria barulho?

— Se a senhorita dor sensível, terá que aprender a se acostumar com a dor

Antes que possa dizer qualquer coisa, Agni avança em cima de mim me fazendo cair na cama e se posicionando em cima de meu corpo.

Ele desabotoa minha camisola, e a retira com delicadeza, se deliciando com cada centímetro de meu corpo.

— Seus peitos são maiores que sua cabeça – diz ele tocando o tecido de meu sutiã

Com dificuldade, Agni abre o feixe de meu sutiã e fita meus peitos

— E são totalmente apertáveis – diz ele apertando-os

Naquele momento, meu corpo todo se excitou, e meus pelos se eriçam

— É a sua primeira vez, pequena? – pergunta ele

— Se-gre-do — digo

— Se é assim... – ele retira minha calcinha com força, e insere dois dedos dentro de mim.

— Gostaria que você fizesse isso com outra coisa

— Ahn, então você é pervertida

— E você quer deixar uma pervertida como eu à mercê da desgraça?

— Se é o que desejas – ele retira sua cueca, que é a única peça de roupa cobrindo suas partes íntimas, e introduz em mim

Isso dói mais do que o normal, não sei o que é o normal, mas isso doeu muito, talvez pelo fato de ele ser indiano

— Oh, então você não está acostumada com isso – diz ele indo mais fundo

— É só isso? – digo segurando todos os gritos aprisionados em minha garganta

– Você é difícil hein? – murmura ele

Ele vai mais fundo, fazendo todo meu corpo latejar. Será um milagre se meu sangue não tiver jorrado pela roupa de cama. Não consigo esconder a expressão de dor, e ele ri com isso.

— Você não é tão durona assim – diz ele aliviando a pressão. — Mas tudo bem , exagerei desta vez. – ele acaricia meu rosto com calma, enquanto recupero o fôlego

Agni se afasta de mim, e me fita maliciosamente. Ele levanta da cama , recoloca suas roupas e me cobre com os cobertores.

— Durma bem, minha pequena.

— Só isso? Esperava mais – murmuro

— Você ainda não viu nada. Terá mais amanhã. Descanse. – diz ele beijando minha testa e saindo do quarto

No dia seguinte, tomei café com Soma, que estava com seu sorriso matinal. Quando acabamos de comer, ele veio falar comigo:

— Nyani, terei que sair da mansão hoje antes do almoço, mas pedi que Agni ficasse com você, tudo bem?

— S...Sim – digo envergonhada

Poucas horas após a refeição, Soma parte em sua carruagem. Vou para a cozinha pegar um copo d'água e encontro Agni preparando um Curry com aroma maravilhoso

— Olá minha pequena! – diz ele jogando alguns temperos na panela – Hoje, teremos um almoço diferente. Espere no quarto.

Obedeço, e subo para minhas acomodações. Arrumo os lençóis de minha cama, e dobro minhas roupas. Quando está tudo terminado, Agni entra no cômodo com uma bandeja prateada em mãos

— Pronta para uma sensação inesquecível? – diz ele pousando a bandeja no criado mudo — Eu disse que teríamos mais hoje

— O que você espera que façamos? Quer que eu enfie uma colher cheia de Curry no seu orifício anal?

— Sua imbecilidade me surpreende – diz ele revirando os olhos — Mas não é isso.

Ele me deita na cama, e tira meu vestido com rapidez. Em poucos segundos estamos apenas de roupa íntima, com dois pratos de comida ao nosso lado.Ele envolve minha cintura com seus braços fortes e me beija com força, dificultando minha respiração.Agni pega uma colher de Curry e coloca em minha boca. Aprecio aquele alimento dos Deuses, e imagino como deve ser maravilhoso comer isso todos os dias. Quando termino de comer, ele recoloca a colher em seu prato e me olha por um momento

— É a sua vez

Coloco minhas mãos em seu pescoço e o beijo. Mas não um beijo qualquer, minha língua percorre por toda a sua boca, se encontrando com sua língua. Me separo dele e coloco uma colherada em sua boca.

Ficamos fazendo isso até os dois ficarem vazios. Olho indignada para os pratos, esperando que eles se encham novamente.

— Agora chegou a parte boa – diz ele me deitando na cama

— Sem cerimônias desta vez, pode ser? – digo

— Com prazer, My Lady– Ele retira minhas roupas

Ficamos totalmente nus, mas hesitamos por um momento, como se esperássemos Ele se aproxima mais de meu corpo, mas não penetra em mim. Ele passeia por meu corpo, me examinando. Aperta meus seios, passa os dedos em minha parte íntima, contorna minha cintura. Eu faço o mesmo, e examino com cuidado seu corpo, que é escultural.

Sinto ele penetrando três dedos em mim, e os movimentando dentro de mim. Estou excitada, muito excitada. Peço por mais, e meus gemidos estão bem altos. Ele vai mais fundo, criando uma sensação de prazer. Ele retira os dedos e penetra seu membro, mais fundo do que ontem. Jogo meu corpo mais para frente, com a intenção que ele penetre mais fundo, mas acho isso um tanto impossível. Sinto um líquido branco escorrendo, e olho para ele irritada. Mas Agni não parece se importar com isso. Seu ritmo fica mais acelerado, e não acho que não iremos parar isso tão cedo.

— Sabe, quero tentar algo novo — diz ele

Estou excitada demais para dizer qualquer coisa, então simplesmente deixo que ele faça. Ele retira de mim, e cuidadosamente me vira de costas. Sinto-o examinando minhas costas, até minhas nádegas.

— Isso sim pode doer – ele penetra seu membro com dificuldade em meu orifício.

Não é a mesma coisa, é mais dolorido, mas a sensação de prazer é a mesma, talvez até maior. Não evito de gemer, gritar. Ele parece estar se divertindo, pois seu membro se move violentamente dentro de mim. Sinto que meus órgãos sairão para fora. Após alguns minutos desta maneira, Agni se afasta de mim, e me enrola nas cobertas.

— Me desculpe seu doeu, não farei mais. – diz ele beijando minha testa.

— Não tem problema, mas.. Pode ficar comigo até eu dormir? – pergunto me enrolando mais ainda nos cobertores.

Ele se senta ao meu lado, e acaricia meus cabelos de leve. Minhas pálpebras estão pesadas, e logo pego no sono. A dor em meu corpo, antes insuportável, rapidamente se dissipa, e tudo que me concentro antes de adormecer, são nas mãos que percorrem meus cabelos.

Notas finais
Então, gostaram? Fiz exclusivamente para as pervertidas de plantão. E eu sei que muitas aqui são pervertidas, não adianta esconder :3 Enfim, espero que tenham gostado, e até o próximo especial õ/