Killers Lovers

10 Hands to myself


Notas iniciais
Obrigada a linda que recomendou!!!!! Desculpa a demora meninas tava esperando uma pessoa comentar mas quando percebi que ela não recomendaria decidi que era hora de escrever. Curtam!!!

26 de Novembro de 2014

Las Vegas-Estados Unidos.

—E mais uma vitória da Srta. Gilbert-o homem anunciou alto sorrindo deslumbrado com mais uma vitória da incrível e sexy mulher que colara a bunda naquele banco e não saíra de lá durante eternas três horas.

Elena jogou seus cabelos castanhos frisados e sorriu mostrando seus dentes brancos que realçavam seu vestido e batom vermelho, sua cor favorita, a cor de todos os pecados que cometera. Os lábios vermelhos que mais uma vez recorria ao álcool que aquele copo de Martine abrigava.

Estava num cassino afastado o bastante da cidade. Ele era conhecido por aqueles que trapaceavam, roubavam e até procurados, nem uma vitima santa iria para lá, todos tinham sua fixa criminal, ou apenas estavam lá por pura ganancia. O local era conhecido apenas entre aqueles que seguiam o mesmo rumo, para quem olhava o ambiente do lado de fora via apenas um casa lascada e abandonada, aqueles que frequentavam, atrás da porta velha de madeira e a enorme cortina de veludo um local muito mais rico do que qualquer outro hotel cinco estrelas.

—Srta. Gilbert? Usando o sobrenome de solteira Elena? Que feio.

A voz sensual de Damon Salvatore chegou aos seus ouvidos a fazendo estremecer. Elena pôs seu Martine delicadamente sobre a mesa de jogos e virou o rosto encarando seu marido em um smoking dando um de seus sorrisos de lado.

Damon recorreu seu olhar para as luvas pretas a procura de seu anel de casamento:

—Onde está?-perguntou irritado.

—Não interessa, o que interessa e o que você está fazendo aqui e como me achou?-a morena disse tão irritada quanto ele, ou pelo menos tentando parecer irritada e até convencer a sí mesma de que estava realmente furiosa por ele estar naquele cassino junto a ela.

Mas a verdade era que Elena nunca sentirá tanta falta dele em toda sua vida. Ficar uma hora longe dele já era sufocante, mas passar mais de um dia, era a morte para ela. Ficar sem seu toque deixava seu corpo sem vida. Seus lábios permaneciam secos assim como sua boca, e uma sede que nenhuma quantidade de água satisfaria.

Ela só o queria, o queria por inteiro.

—Você é minha esposa, porque se surpreende tanto por eu ter vindo atrás de você?-disse ele sentando no banco vago ao seu lado e assim pondo sua mão em cima da de Elena que olhou para mesma entreabrindo a boca sentindo uma pequena chama acender seu corpo. Seus olhares se encontraram, e então ela lembrou que se pretendia passar o resto da vida sem ele deveria se acostumar a ficar sem ele.

—Pelo fato de você saber muito bem que eu ainda quero matar você-sorriu debochada, arrancando a mão de baixo da dele.

—Oh meu amor, jamais permitiria isso acontecer-debochou ele a imitando.

—E quem disse que é uma questão de permitir ou não?-ergueu as sobrancelhas tomando outro gole-Então vai ficar apenas parado ai ou vai jogar?

—Eu jogo, mas tem uma condição: se eu ganhar, você vai sair daqui comigo.

Elena virou-se para a mesa recolhendo as cartas que a deram, cruzando as pernas para o outro lado.

—Está bem, mas saiba que se eu ganhar você vai responder a todas as minhas perguntas sem esconder nem um detalhe sequer-disse ela entregando as cartas do rapaz.

—Que o jogo comece.

Não vou dizer que sei sobre jogos de cassino pois seria uma enorme mentira, apenas o que poderia dizer a vocês caros leitores era que Elena e Damon Salvatore tiraram qualquer profissional ou milionário que joga junto a eles, restando apenas os dois, o que era obvio já que:

O sequestrador de Elena era dono de um cassino no interior da Bulgária e a pequena criança era usada como garçonete e muitas vezes até como estripe, quando ofereciam uma boa grana, e ela havia aprendido muito mais do que qualquer campeão mundial. Ela havia assistido a todos os tipos de derrotas e vitórias, e aprenderá exatamente como derrubar cada um deles.

Já Damon desde de pequeno jogava com seu tio, e depois de se tornar aquele pequeno gênio costumava roubar o barulho do pai e assim apostar com todos os garotos que zombavam dele, sempre apostando e perdendo na primeira rodada e apostando o dobro numa revanche garantida. Além disso era seu passa tempo favorito depois de matar, claro, antes de conhecer Elena.

E a vitória foi do senhor Salvatore naquela noite, fazendo que Elena mordesse ao lábio após a perda da aposta.

—Parabéns Sr.Salvatore-disse Elena mais uma vez com a voz cheia de deboche.

—Podemos ir agora Sra.Salvatore?-Damon perguntou estendendo a mão para a morena que revirou os olhos antes de aceita-la.

Antes que suas mãos se tocassem o Sr & Sra. Salvatore ouviram o barulho alto de um tiro, assim como todos os demais que se jogaram no chão assim que o barulho agonizante começou a soar, anunciando a morte de cada vítima.

Damon se jogou contra Elena, assim caindo de baixo da mesa e também de sua mulher. Após alguns segundos de susto do impacto os olhares de Damon e Elena se encontraram assim como sua respiração compartilhada com as bocas próximas uma da outra.

—Você armou isso tudo para mim-resmungou Elena louca de vontade de beija-lo, simplesmente incapaz de desviar os olhos daquela boca.

—Quem está em cima de você, hein Elena? Te protegendo-sorriu sarcástico fazendo assim a morena bater em seu peito e então rolar para fora de baixo dele, ficando sentada e tirando a arma do tornozelo. Ela se inclinou olhando para debaixo da mesa assim encontrando cinquenta e quatro homens pretos iguais aos rapazes que matará no armazém.

—Eu não preciso da sua proteção!

Ela olhou para Damon que tinha uma minúscula arma na mão, o rapaz a apontou para Elena que quando puxada o gatilho Damon receberá um chute agiu com o salto alto da morena.

—Porra! Qual o seu problema?-Elena olhou para a arma caída ao lado da sua coxa, uma arma diferente, larga e grande.

—Você estava com uma arma apontada pra mim!-resmungou Elena.

—Era só para ela ficar em seu tamanho normal! E o que diabos têm em seu salto para ter tanta força?

—Platina-disse Elena pegando a arma caída no chão e assim se inclinando mais um vez para debaixo da mesa e apontando a arma para os homens, atirando em cada um deles, fazendo assim boa parte deles começarem a cair no chão, mortos.

Logo o cano de Elena foi vista por um dos homens de preto que logo começaram a atirar em sua direção. Simplesmente assim, cada um deles, apontou as suas armas para debaixo da mesa em que Damon e Elena estavam.

Damon pegou a arma que Elena não usava e sua mão a puxando para longe deles começando uma corrida pelo cassino enquanto atiravam em qualquer um deles que ousasse sequer respirar.

Se posicionando atrás de duas colunas cilíndricas que funcionavam como uma abertura larga separando o casal, mas assim se dividindo, com Elena responsável por aqueles que aparecessem na direita e Damon pelos que estavam na esquerda.

Dividiam-se em voltar para trás da coluna e matar dois de uma vez. Elena já estava cansada de fazer movimentos vai e vem tão repetitivos, só o que ela queria era que eles morressem de umas vez.

—Pare-Damon não perguntou, apenas voltou da trás da coluna, e mais uma vez Elena tirou uma granada amarrada em sua coxa. Elena ativou a granada-1...2...3.

Jogou a granada assim matando boa parte deles.

Elena e Damon se olharam trocando rápidos olhares de alívio e soltando o folego que haviam segurado.

—Comemoraram cedo-os braços de Elena foram curvados para trás assim como Damon. Elena conseguia ver a arma encostada na cabeça de Damon e apenas sentir o cano frio da que estava em sua cabeça-Então nosso chefinho disse que vocês dois estavam causando muitos problemas, então Elena, ele disse que você é a favorita dele e se a gente estourar os miolos do Salvatore você num instante fala-Elena num minuto estava relutante tentando se soltar, no outro estava parada e rígida, sabendo muito bem de quem ele estava falando.

—Ou talvez, você ainda seja mais importante, certo?

Damon golpeou o rapaz ao qual o segurava assim o jogando no chão e quebrando seu pescoço logo em seguida. Elena, logo chutou o pênis do homem ao qual a segurava com seu salto de platina, fazendo assim com que ele caísse no chão porem não sem antes mirar sua arma para o corpo de Elena, ela até que chutaria sua arma e não perderia tempo com aquelas ceninhas ridículas em que ficavam boa parte do filme conversando e apontando as armas, mas Damon já havia atirado assim como Elena já havia caído.

Damon se jogou no chão a pegando quando seu corpo caiu em seus braços. A bala havia pegado acima de seu peito, o sangue começou a descer de forma bruta e radical, assim encharcando as mãos de Damon e o vestido vermelho dela.

Mas ele não deixou que o pânico tomasse conta de si, não deixou que a ideia dela morrer ali e agora em seus braços chegasse em sua mente, com cuidado ele a pôs no colo correndo em direção ao seu carro a colocando no banco de trás dele, fechando a porta e acelerando assim que entrou no mesmo.

Damon chegou ao hospital carregando Elena em seus braços e assim colocando-a na maca que trouxeram.

Daquele momento em diante, Elena entrou em cirurgia, e a cada minuto e hora passada era, mas um período de tempo que definia se ela viveria ou morreria. Damon agora poderia entrar em pânico e durante as quase seis horas passada ele havia trocado de posição, trocado de cadeira, batido o pé em inúmeros jeitos diferentes, havia andando para todos os lados, até que finalmente decidiu fumar e avisar a Caroline do ocorrido.

Avisou a enfermeira de onde estava indo a saiu acedendo seu cigarro no clima frio de Las Vegas. O sol da nascia, e a cidade já começava a se acordar. Damon tirou o cigarro da boca e então Carol o atendeu.

—Damon o que você quer a essa hora?-era Klaus e aquele sotaque britânico que Damon tanto odiava e tinha tanto abuso.

—Mikaelson apenas passe para minha irmã

Klaus bufou e o que pareceu ser o barulho do abajur acendendo passou a ser a voz da irmã:

—Que é?-Caroline perguntou mal humorada.

—Elena levou um tiro e eu quero que você descubra quem foram os responsáveis pelo tiroteio, ela parecia saber quem eram as pessoas quando o homem a ameaçou.

—Meu Deus Damon ela está bem?-assim que Car disse aquelas palavras à médica saiu do hospital chamando por Damon.

—Vou receber notícias dela agora Car, por favor, apenas faça o que eu pedi.

Damon desligou o telefone e jogou o cigarro no chão, pisando em cima do mesmo e assim correndo em direção da medica que caminhou para dentro do hospital.

—Controlaram sua hemorragia e ela está estável, tivemos algumas complicações por conta da saúde do bebê mas está tudo certo, ambos estão bem.

Damon congelou ao ouvir aquelas palavras como se a terra tivesse acabado de parar de rodar.

—Bebê?-ele arregalou os olhos não tendo certeza do que havia realmente acabado de ouvir-Desculpe acho que ouvi errado, você disse que Elena está grávida?

—O senhor não sabia? Elena está grávida de quatro semanas.