Killers Lovers
12 Ally
Notas iniciais
27-28 de novembro de 2014
Las Vegas-Estados Unidos & Londres-Inglaterra.
—Certo am...Rússia?
Elena parou de calibrar a arma olhando para Damon com sarcasmo e ignorância franzindo suas sobrancelhas e fechando a cara mais uma vez.
—Eu tenho cara de quem tá afim de tolerar a máfia Rússia?-falou jogando o outro revólver no chão do carro.
—Irã?
—Terroristas Damon, isso é sério? É algum tipo de brincadeira certo? Você realmente tá pedindo pra morrermos-falou furiosa-Nos vamos para Londres e fim de papo.
—Não gosto do seu irmão.
—Bem aí é problema seu-falou mexendo no celular depois de terminar de calibrar a última arma.
—Você é tão ignorante-falou revirando os olhos.
—E você é tão burro e irritante-cantarolou discando número de seu irmão mais velho.
Damon e Elena continuavam na estrada americana a destino de algum lugar específico apenas com a intensão de fugir dos psicopatas aos quais tentaram matá-los.
—Elijah? Eu e Damon estamos indo para Londres-falou Elena-Hoje mesmo...uns probleminhas com o governo americano...certo...estou grávida-Damon ergueu as mãos sussurrando um palavrão baixinho-Sim sim...é, por isso também...aham...chegamos aí em algumas horas...tchau-Elena desligou a chamada e então jogou o celular para fora da janela.
Damon a olhou com os olhos arregalados sem entender seu ato, pegou o telefone do marido que estava no porta luvas e fez o mesmo com o celular dele se espatifando no chão da mesma forma que o dela.
—Mas que droga Elena! O que diabos você pensa que está fazendo?
Elena olhou para ele como se ele fosse burro, mas uma vez, estava começando a ter realmente certeza de que ele era burro.
—O que você acha?-fala fechando a janela e então colocando a mão sobre a testa-Eu trabalho para a CIA, sabe se lá tem alguém contra a gente ou sabe do meu telefone, e você dono de sei lá o que, se é que o que você me contou é verdade...
—É verdade, eu sou dono das Salvatore's, mas quem toma conta é a Caroline-explicou Damon mas Elena não quis saber e continuo.
—Tanto faz! O ponto é: você também conhece um monte de gente, um monte de gente te conhece, esses celulares não são de confiança!
Damon já tinha entendido, já estava ficando irritado pelo modo como Elena falava e explicava a ele como se ele fosse uma criança ingênua.
—Tá bem Elena, já entendi-falou Damon bravo.
—Pois parece que não!-falou frustada, não tinha certeza se realmente estava bem mais impaciente do que o normal ou se era culpa dos hormônios da gravidez.
Depois de seu grito ninguém falou mais nada, Damon apenas dirigiu enquanto Elena tentava pensar nas possíveis pessoas que poderiam estar atrás deles, mas a lista era tão grande que a confundia.
Chegou a pensar em Caroline, mas Elena sabia que mesmo sua cunhada a odiando mais do que tudo naquela vida, aquela loira não perderia tempo tentando matar a mulher que o irmão amava, se bem que naquele exato momento Elena tivesse certeza de que Damon não a amava, assim como ela...ou pelo menos acreditar que acreditava naquilo.
Pensou em ligar para Martin, mas não confiava nele, então decidiu apenas fugir, afinal não era como se ela tivesse cometido algum crime mesmo, afinal só matará por autodefesa e aliás a polícia a livrará mesmo, certo que ela se meteria em confusão, mas se ela tinha uma boa chance de fugir, então o faria.
~ ~
Damon observava Elena dormir com a cabeça escorada em seu ombro, ela babava em sua camisa em um sono profundo, ele aproveitava aquilo, desfrutava cada pequeno segundo em que seus ronco baixinho soava e a baba escorria.
Elena brigará com ele durante longas 5 horas durante o vôo é só depois de muito falar havia finalmente parado e adormecido em seu peito, Damon não reclamara apenas a abraçará de volta e a beijará deus cabelos aquele momento incrível é maravilhoso em que a tinha de volta a seus braços, tentará ao máximo ficar acordado para poder desfrutar da benção que tivera de poder vê-la daquele modo tão sereno e finalmente desarmada, a amava tanto que chegava até a doer.
Iria até o inferno com ela e por ela, sempre, sempre faria o que fosse preciso para te-lá, para vê-la feliz ou apenas vê-la mesmo não sendo
sua.
Continuo alisando seus cabelos castanhos e a observando, porém começou a fazer uma lista mentalmente de tudo que teria que fazer quando chegasse lá, não pudera levar nenhuma arma pela alfândega o que o deixará frustrado, principalmente pelo fato de que não poder matar ninguém, sua mão coçava enquanto tinha que encarar aqueles policial com a forcada cara de empresário e esposo bonzinho, não que ele não fosse bonzinho, mas aquilo era uma tortura.
Compraria armas, o dobro do que tinha no apartamento que ele é Elena tinham passaram para passar as férias de inverno, não porque não há haviam armas e sim porque queria se vingar da estúpida polícia federal que por causa dela não o deixaram levar sua armas favoritas, mesmo que eles não soubessem disso, pensando bem, será que Elena o faria dormir no quarto de hóspedes? Não, de maneira nenhum que iria aceitar dormir num quarto diferente do dela, isso já estava fora de questão.
—Sr.Salvatore você pode por favor acordar sua esposa, estamos quase pousando-perguntou a aeromoça com gentileza me oferencendo um sorriso no final do pedido.
—Claro, vou fazer num segundo-respondi tentando ser gentil também, mas sinceramente só queria bater naquela aeromoça por mandar acorda-la quando ela finalmente se acalmará em seus braços-Linda-alisou seus cabelos-Tá na hora de acordar, estamos quase pousando.
Elena sorriu de lado abrindo os olhos devagar, mas então um flecha passou por sua cabeça o fazendo relembrar do exato motivo ao qual levará ela a estar nesse avião o que a levará a abrir os olhos no mesmo instante e o sorriso desaparecer.
—O que pensa que está fazendo seu louco lunático?-falou se erguendo e ajeitando seus cabelos rapidamente.
Elena agia feito uma louca e a única coisa que Damon conseguia pensar era que ela conseguia acordar com os cabelos já prontos e arrumados e de anjo calmo e dorminhoco passou para a lunática louca.
—Bom dia pra você também querida-falou abrindo o bolinho que o avião o havia oferecido e o mesmo guardado-Quer um?
Elena encarou o bolinho sentindo a barriga roncar de fome e o desejo de comer algo doce cheio de chocolate veio a sua boca.
—Maldita gravidez-falou pegando o bolinho e mordendo e então revirando os olhos ao ver como aquilo era bom.
Damon riu de Elena e a mesma bateu nele sem nem mesmo parar de comer o bolinho e quando terminou Damon apenas deixou o bolinho que ele guardou para si ser dela, ficaria com fome se isso significasse que ela pudesse agir feito uma mulher grávida é normal.
—Você vai continuar a não confiar em mim-falou colocando uma mexa atrás da orelha dela depois que ela terminará de comer.
—Não confio em ninguém Damon, muito mais agora que descobri que estou casada com um mentiroso há cinco anos-murmurou puxando a mão dele para longe dela.
—Olha quem fala a mulher que fez a mesma coisa comigo-Elena revirou os olhos-Olha não me importa para quem você trabalha, eu sei que você nunca faria mal a mim, e queria que você soubesse que eu nunca faria nada contra você também.
Elena sabia, Elena tinha certeza disso, mas não podia confiar nele simplesmente não podia não depois de todas as mentiras e todas as coisas aos quais teve que passar naquela vida que foi tão má com ela, mas por enquanto, Damon Salvatore era a única pessoa que ela poderia confiar.
—Não confio em você, mas por enquanto, aliados-Damon sorriu indo em direção aos seus lábios-Só que sem contato físico!-falou pondo o dedo nos lábios dele-Vamos descobrir que merda está acontecendo para sermos caçados, mataremos esse pessoal e depois nunca mais iremos ver um ao outro.
—Nunca mais?-Damon falou com um sorriso malicioso-Quero só ver você não querer ficar comigo no final disso tudo.
Ela riu irônica.
—Reconquistar você de novo, o desafio está aceito!
Elena revirou os olhos...de novo.
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Elena e Damon desceram do avião e pegaram suas respectivas malas e enquanto andavam pelo aeroporto o moreno começou a fingir que não havia ido a Londres 30 vezes e decorado cada parte do aeroporto e ficou desviando do lugar para onde deveria realmente ir se fazendo de perdido, o que gerou Elena pegar em sua mão e puxa-lo para o caminho certo: agora ele estava feliz.
—Elena!-Elijah que falava no telefone o desligou e guardou no bolço no momento que viu a meia irmã cruzando o aeroporto com o marido com sorrisão grande que logo foi substituído por uma carranca quando o viu.
—Elijah!-Elena soltou a mão de Damon e correu para o irmão mais velho o abraçando de modo forte e cheio de saudade.
Elijah nada mais era o filho do pai da Elena em seu primeiro casamento, os dois cresceram juntos até o momento em que fora sequestrada e logo depois da volta do sequestro descobriu sobre as matanças da irmã. Elijah era um homem de negócios, negócios sujos e pesados que levavam a morte de inúmeras pessoas é certa vez seu parceiro contratará Elena que logo descobrira sobre o irmão e o mesmo dela, o rapaz não a descriminou nem fez perguntas apenas continuou a amá-la e a respeitar seu modo de vida da mesma maneira, e ela o amava mais do que poderia expressar com simples palavras.
—É tão bom vê-la! Esta tão bonita!-falou alisando o rosto da irmã e a dando um beijo na testa, Elena sorriu doce-Vou ser tio, quem diria?-riu e Elena forjou um sorriso animado e nada convincente-Damon!-falou sério ao ver o cunhado pondo Elena de lado.
—Elijah-falou sério sem abrir mão da carranca.
Os dois se encararam por um certo tempo, se odiavam, se odiavam muito, motivo? Nenhum, apenas se odiavam, Damon achava Elijah um idiota engomadinho charlatão e Elijah achava Damon um idiota burro e enrolão.
—Então vamos?-perguntou olhando pra Elena.
—Antes precisamos de armas, explosivos, facas, etc...
—Tá tudo no carro-falou Elijah virando Elena em direção à porta do elevador passando a mão pela cintura dela.
—Nossa mais que irmão eficiente-riu ela caminhando com ele para fora do aeroporto enquanto isso Damon os seguia carregando todas as malas...sozinho.
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