Notas iniciais
Eu realmente estou revoltada com meus leitores que não deixam nem um comentário para mim! Obrigada para uma das minhas leitoras fantasmas que apareceu, e queria que os outro tomassem esse exemplo. Bem voltando ao assunto, eu postei mais cedo não foi? Mereço comentários? Se eu receber comentário posto semana que vem se não eu acabo com a fic okay? bjssss

Tão clichê dizer que acordei com os belos raios de sol no meu rosto e os passarinhos cantando, eu acho que isso é querer de mais não acham? Não consegui dormir bem à noite tenho esse problema desde criança, mas ninguém sabe, abri a porta que dava para varanda do meu quarto e fiquei lá sentada por horas não me importei com o frio que fazia eu apenas estava mais melancólica que o normal nesse dia ou noite interprete como quiser.


O relógio do meu quarto marcava cinco e meia da manhã, fui ao banheiro, tomei um longo banho e dessa vez perdi tempo me arrumando já que não tinha nada para fazer e isso seria o melhor para que minha mente ficasse livre de devaneios desnecessários. Passei meu creme hidratante com cheiro de cerejeira que era o meu favorito, escovei meus longos cabelos róseos e coloquei apenas uma presilha para prender a franja que teimava em cair no meu rosto, passei apenas um pouco de lápis e rímel e coloquei o uniforme, por fim peguei minha bolça e sai trancando meu quaro. Desci vagarosamente as escadas não queria acordar ninguém e fui ate a porta saindo da mansão porque aquilo nunca poderia ser chamado de casa.



Uma coisa que eu realmente fiz noite passada foi prestar atenção no caminho de volta e pegar referências dessa vez eu não devo me perder.


"Keep Fighting"

É tão bom poder andar livremente e despreocupadamente por uma estrada vazia que logo vai ficando movimentada a partir das horas que vão passando, mas isso não importa porque você não conhece ninguém... Ninguém para te jugar, ninguém para te encher o saco com problemas, ser apenas mais uma entre uma multidão de pessoas me deixa confortável.



Era seis e quinze, não demorei tanto para chegar e cheguei viva, a escola já estava aberta tão cedo por isso estranhei, já que as aulas só começam as sete, entrei e fui para o lugar que eu estava passando a considerar meu cantinho, o lugar onde tinha arvores de cerejeiras... Sentei-me e apenas fique observando o nada como sempre até que, hã? Algo começou a vibrar na minha bolça, não acredito o telefone eu havia me esquecido dessa porcaria ai que ódio. Peguei-o e olhei na tela, ele estava chamando com um numero que para mim era desconhecido.



– Alô.



– Onde você esta? Procurei você por toda a casa, mas não te achei.



– Não precisa me procurar, se for só isso vou desligar.



– Você não ousaria.



– Tun tun tun.



Eu não ousaria? Aham sei. E foi ai que o telefone voltou a chamar ate que eu desliguei e taquei-lo dentro da minha mochila, quero ver ele me incomodar novamente.



– Estressada a essa hora da manhã? Isso não faz bem para saúde. — De novo ele estava ao meu lado sentado com um sorriso no rosto, a única coisa sobre ele que eu descobri é que seu nome era Sai e que ele estuda na mesma sala que eu, será que devo falar com ele? Ou ele é apenas maluco em vim falar comigo?



– Hum... Não estou estressada.



– É o que parece.- Ele passou a mão pelos meus cabelos bagunçando ato que me deixou surpresa, era como se fossemos amigos a tanto tempo.



– Vamos, a aula esta começando!- E o tempo passou tão rápido, e eu não sei como um estranho pode me fazer tão bem...



**Keep Fighting**



Já estava na hora do intervalo e como sempre eu fui pegar minha coca na cantina enquanto eu estava na fila senti mãos quentes me puxarem com uma enorme brutalidade o que me fez sentir muito ódio, quem será o imbecil que esta fazendo isso? Voltei os meus olhos para a figura e o que eu vejo? Só poderia ser o emo babão.



– Não tem o que fazer não? Me solta o maluco!



– Eu não disse que não desligasse o telefone na minha cara?



– Eu desliguei só porque você disse.- Dei de ombros e ele soltou meu braço que estava com uma enorme mancha vermelha.



– Não brinca com fogo chiclete.



E nisso passaríamos a vida inteira discutindo se não fosse, um grito que eu ouvi e um Sasuke furioso me dando as costas.



–Não grita assim Dobe, ou você quer morrer?- Ato que o loiro a sua frente ignorou.



– Naruto ao seu dispor mademoiselle.



– Não seja baka Naruto vai espantar a namoradinho do Sasuke.- Uma loira atrás do baka a minha frente ria freneticamente.



Apenas encarei os presentes ali, uma morena com olhos azuis tão claros que pareciam vidro junto com uma morena de cabelos achocolatados fora um garoto de cabelos longos e outros dois um ruivo e outro com cabelos negros presos em um rabo de cavalo com cara de sono. Virei as costa e sai andando como faria em qualquer situação comum onde não conheço ninguém. Atrás de mim só se ouvia os burburinhos do grupo que comentavam sobre mim coisa que não fiz questão de ouvir. Droga perdi meu intervalo e nem bebi minha coca... Que merda! Entrei de volta na sala a primeira aula era a minha preferida, português e a professora era ótima o que facilitava muito, essa aula passou rapidamente.



Fiquei esperando que o próximo professor entrasse coisa que estava demorando de mais para acontecer, senti olhos atrás de mim virei-me rapidamente e encontre aquele par de Ônix me observando, eu não vou negar o Sasuke era muito lindo só que não era para mim.



O professor entrou na sala ele dava aula de literatura e tinha cara de tarado o nome dele era Jiraya e ele parecia ser muito vida loca, já ouvi falarem dele nos corredores dizem que ele é um bom professor e que tem um amor não correspondido pela diretora do colégio, Tsunade.



–Todos rapidamente formem duplas. — Pronto lascou-se eu não tinha ninguém para formar uma dupla já que eu nunca falara com alguém ali, para não deixar passar em branco tinha as tias da cantina e o branquelo chamado Sai.



– Ei você mocinha, não vai procurar um par?



– Quem eu?



– Não, a porta. Você mesma, não estou vendo mais ninguém aqui sozinha.



Ai a classe inteira começou a rir de mim! Que lindo, eu realmente nasci para ser palhaça.



– Professor eu prefiro fazer sozinha se não se incomodar.



– É, mas o problema é que eu me incomodo agora vai procurar um par.



– Mas...



– Sem, mas. Ou eu vou ter que te tirar da sala.



– Idiota, retardado, hentai... — Cochichei baixinho para que aquele cão não escuta-se.



– Falou alguma coisa?- Aff parece que mesmo que eu cochiche ainda falo alto.



– Não, imagina professor. — Nunca vi tanta falsidade na vida.



– Eu faço com você Sakura. – Levantei o olhar e... Era o branquelo do Sai.



Senti pela segunda vez no dia uma mão quente me puxando pelo braço e quando olhei era o Sasuke, com um olhar raivoso para o Sai, coisa que me assuntou.



– Desculpe Sai, mas a Sakura já é minha dupla. E eu fiquei tipo sem reação com cara de “What?”.



Notas finais
Me deixem comentários.