Keep Fighting
7 Being attacked by cows
Notas iniciais
Quando você usa uma mascara vinte e quatro horas por dia é meio que estranho deixa-la cair por meros segundos...
****************-******************
Pera ai, para tudo! O que foi isso? Nunca pensei de o maluco do Sasuke não me deixar fazer o trabalho com o Sai, eu achava que ele era doido, mas, agora? Eu tenho certeza.
Fizemos o trabalho inteiro só trocando poucas ideias já que dividimos o trabalho em dois para não termos que falarmos muito um com o outro, o clima tenso era sentido entre nós e isso estava me enchendo o saco. Onde diabos ele queria chegar com isso? Logo que terminamos arredei o pé da sala deixando um Sasuke com cara de bunda para trás.
Fui à cantina comprar a minha linda Coca Cola, o pátio estava tipo um deserto apenas faltava aquelas palhinhas que passam em filmes de faroeste, sabe? Minha vontade era muito grande de pular o muro e sair daquele lugar chato, as aulas estavam quase no fim e eu estava com vontade de fazer algo novo. Fui andando pela escola que era enorme e tipo o único lugar que eu não queria ir era meu lugar favorito, ai vocês perguntam avá? Onde diabos ela quer ficar ai eu digo: Não sei. Porque se tem algo que eu acho que vai acontecer é eu encontrar com o branquelo do Sai e ele perguntar o que foi aquilo na sala e nem eu sei como poderia responder?
Eu estava tendo um conflito interno que parecia mais uma guerra e nisso acabei parada que nem uma mosca morta no pátio imagina a cena?
– Hey rosinha. -Olhei para a ruiva que me encarava ao lado de duas magricelas. Apontei para mim como se pergunta: É comigo mesmo? E ai ela me olhou incrédula como fala-se tem mais alguma E.T de cabelos rosas por aqui? Como elas perceberam que eu era lerda de mais e já estava presa novamente em meus pensamentos e nunca mais sairia de lá, elas se aproximaram pacificamente, SQN.
– Você pinta esse cabelo? Parece chiclete não é meninas? Este negocio de pintar os cabelos para chamar atenção esta fora de moda, querida. – Ai as vacas que estavam com ela começaram a rir se assim posso chamar, mas tudo bem vou ignorar.
– Bem, não é isso que vim fazer aqui, é o seguinte coisa feia, não sei qual é o seu relacionamento com o Sasuke-kun, mas eu quero ver você longe dele se não eu vou ter que te ensinar uma liçãozinha. Não queira que eu tenha que fazer isso.
– Hahahahahah. – Do nada eu tive uma crise de risos e foi pior do que em um enterro em que eu fui, mas é estória para outro dia.
– Eu e o Sasuke? Nem fodendo filha, não vou com a cara dele e nem fui com a sua junto com essas vacas de unhas coloridas e irei ficar esperando sentada pela minha pequena liçãozinha, tá? Mas saiba que eu não tenho medo de patricinhas que dão socos com medo de quebrar as unhas, agora se me dão licença a minha coca esta esquentando por sua culpa. Até outra hora vaquinhas.
É cada uma que o Sasuke emo me apronta ate longe ele me traz asar é complicado.
****************-******************
Já não tinha mais aulas naquela escola chata e a minha coca já havia chegado ao fim, e como sempre eu não ia esperar pela boa vontade do emo chato que estava com a minha querida irmãzinha e o seu grupinho jogando conversa fora na mesa dos populares, ninguém merece.
Fui saindo de fininho tentando evitar encontrar o Sai que desapareceu da minha vista desde a sala de aula.
– Hey saky, você não vai fugir de mim. – Escutei ele falando bem ao pé do meu ouvido o que me fez assustar e ao mesmo tempo sentir um arrepio.
– E desde quando eu estou fugindo de você? – Olhei com cara de velha rabugenta.
– Esquece. – Falou olhando para o céu.
– Saky, quer dar um passeio comigo?
– Desde quando eu te dei a ousadia de me chamar de saky?
– Eu te chamei para um passeio e a única coisa que você prestou atenção foi à forma que eu chamei o seu nome?
– Sim.
– Você é estranha.
–Me fala uma coisa que eu já não saiba. — Sorri com escarnio e continuei meu caminho.
Ai o idiota pegou-me pelo pulso e saio me arrastando, eu acho que esta virando modinha me segurar assim. Entramos no estacionamento da escola, passamos por vários carros e em das vagas estava uma moto preta com vermelho, bem eu não entendo de moto tão pouco de carros, mas essa dai e das caras, eu não encontro nem uma pessoa normal nesse colégio.
– Sobe. – Falou me dando um capacete.
– Me diz quais são as chances de você me deixar ir embora sem uma luta corporal?
– Nem uma, mas se você quiser tentar a luta corporal...
– Me passa o capacete. – Ai sim o idiota sorrio mais uma vez. Na realidade eu estava indo com ele porque estar com ele não é de todo mal, quanto estar na mansão.
Subi na moto e senti-lo acelerar o que foi com tanta rapidez que fez com que eu me segurasse no corpo dele, o que não foi tão ruim... O cheiro que estava impregnado no seu corpo era bom. Apenas encostei minha cabeça nas costas quentes que ele possuía e fechei meus olhos...
****************-******************
Realmente a tarde estava sendo legal ao lado do Sai, mas aquela sensação de que vai acabar logo estava sempre por perto, é isso que da viver em uma mentira, eu sou uma mentira!
Agora estávamos sentados em um banco de praça tomando um sorvete, a praça era incrível com diversos tipos de flores algumas crianças corriam loucas por lá já que era fim de tarde e muitas saiam do colégio...
–Tem algo tocando, estar ouvindo? – Sai perguntou-me.
– Estou... Acho que é o meu maldito telefone.
– Não vai atender?
– Deve ser o emo do Sasuke deixa tocar.- Maldita à hora em que liguei esse treco.
– Hum, pode me emprestar o seu telefone por um minuto?
– Posso.
Sai pegou o telefone e olho no visor enquanto o emo chato ligava insistentemente.
– A Saky esta segura não precisa se preocupar okay? Tchauzinho.- E por fim desligou na cara dele. Eu daria tudo para ver a cara do emo! A se eu não daria.
E a sim o resto da tarde foi se passando... Já era sete e meia da tarde e eu deveria ir embora... Tenho muitas atividades de casa para fazer.
– Bom eu tenho que ir.
– É eu acho que já esta tarde. Bem eu te levo.
– Você acha que já esta tarde? Eu tenho certeza.
– Esquisita.
– Falou alguma coisa branquelo?
– Nada não E-S-T-R-A-N-H-A.
– Morra Sai, morra.
****************-******************
Vinte minutos depois Sai parou a moto de frente a mansão, vi o emo maluco abrindo a porta e atravessar o portão da mesma ao meu encontro.
– Pensei que tinha morrido.
– Pois é né? Se tivesse acontecido não acho que seria da sua conta.
– Hum...- E por fim virou-se para encarra o Sai, coitado não merecia ver aquela carranca.
– Acho que já deu por hoje né?
– Nós também né Saky?- O sorrisinho escroto de canto fez o emo serrar os punhos.
– Saky? Desde quando ele te chama assim, Sakura?
– Não é da sua conta.
– Sai acho melhor você ir eu tenho que entrar.
–Até amanhã S.A.K.Y.
– Até branquelo descarado.
****************-******************
Entrei em “casa” logo depois do emo na TPM. Vi-o indo para a cozinha, senti o cheiro de comida invadindo o minhas narinas, definitivamente era comida mexicana, desviei minha atenção e volteia para as escadas comecei a subir e percebi que a casa estava muito calada, não me chamarão para o jantar entediante ou perguntarão onde eu estava.
– Ei emo, cadê o povo que reside nesta casa?
– Emo é sua Vó. E nesta casa não tem ninguém a não ser nós dois maluca.
– Hum...
– Tão tchau, E.M.O.
Joguei-me na cama. Tão macia, olhei no relógio na cabeceira nem era tão tarde. Joguei meu all star e corri para o banheiro, decidi tomar um banho de banheira. Despi-me e entrei na banheira, relaxei com aquela água quente e o cheiro dos sais de banho, como isso é bom!
Acordei com batidas na porta, eu não acredito que dormi na banheira, a água já estava fria levantei-me e sai do banheiro sem nada porque eu havia esquecido a toalha.
– NÃO!
Fale com o autor