Kami No Game
3 The Dark Tribe
Notas iniciais
Kami No Game — Script
Nivel.1
Capitulo 3- The Dark Tribe
(Sala misteriosa)
(Olhando para Kuro através de um ecrã)
Mestre- E agora Kuro, que vais fazer?
(Vila Tribal)
Kuro- Espera! Que vais fazer connosco?
Entretanto aparece um homem mais baixo que o chefe, era o conselheiro, e exclamou:
Conselheiro- Já decidiu o que irá fazer com os novos prisioneiros, senhor?
Chefe Indígena- Não, ainda não, tens algo em mente Tadao?
Tadao- O homem poderia ser útil para trabalho forçado, já as mulheres serviriam para "diversão" dos guardas.
Chefe Indígena- Não seria má ideia, Tadao, mas acho que tais funções seriam honrosas demais para prisioneiros que para além de desativarem uma das nossas armadilhas contra os "Hikari",
insultaram a minha presença, tenho outra ideia em mente....
Tadao- E o que seria, senhor?
Chefe Indígena- Aquela mulher de cabelos longos (apontado para Su) acho que serviria perfeitamente para minha esposa, apresenta uma beleza sem igual, casaremos antes do pôr do Sol, os restantes pelos problemas que causaram podem morrer para nossa diversão,
levem-nos para a arena!
Tadao- Decisões sábias, meu senhor! Que assim seja!
A música que parara anteriormente começara de novo desta vez seguida de aplausos, o conselheiro ordenou aos guardas usando a língua nativa, que levassem os prisioneiros para a arena. Várias mulheres foram em direção de Su
levando-a á força para uma das tendas nas proximidades... Os três foram atirados para o meio de uma pequena arena monolítica, contruída por pedras quadrangulares colossais, toda a tribo estava sentada no lugar dos espetadores e o Chefe da tribo juntamente com o seu
conselheiro estavam numa pequena cúpula perto dos cidadãos da sua tribo...O chefe levantou a mão e um silêncio encheu a arena...E então disse:
Chefe Indígena- Hoje teremos um espetáculo especial, estes forasteiros invadiram o território da nossa tribo, perturbaram as nossas defesas contra a temível tribo Hikari, e insultaram a minha pessoa! Considero-os como espiões da tribo inimiga e como tal são agora
destinados á morte pela mão de um dos nossos guerreiros mais fortes, Kong!
A multidão começou a aplaudir, e então uma das portas de madeira que dava acesso á arena abriu-se e do outro lado estava Kong, um gorila enorme, musculado e com aspeto ameaçador...
Chefe Indígena- Como gesto de misericórdia entrego a espada que os prisioneiros traziam consigo para que consigam mais uns segundos de resistência contra Kong! Que comesse o espetáculo!
Um dos guardas atirou a espada de Kuro para o meio da arena, tanto Kuro como Kong fitavam a espada, e então Kuro desatou a correr em direção na sua direção e Kong foi atrás dele, Kuro conseguiu alcançá-la e quando se virava na direção por onde Kong vinha, este, já estava perto dele e com apenas um punho socou Kuro que com sucesso bloqueou o golpe com a espada, mas foi projetado uns metros devido á esplêndida força do animal, caindo ferido no chão.
Nisto Kong vira a sua atenção agora para Fi e corre em direção a ela, enquanto isto Sha atira uma pequena pedra que se encontrava no chão á cabeça de Kong tentando ganhar tempo para Fi se afastar, enfurecido este vira a sua atenção para Sha, vendo a besta a correr para ela, Sha começa a caminhar para trás e antes de ser atingida pela investida esquiva-se e Kong choca contra a parede de pedra da arena que estava atrás dela, ficou atordoado, mas logo se recompôs e investiu de novo sobre Sha esta sem saber o que fazer prepara-se para a colisão que é interrompida, quando Fi se põe á frente para protegê-la, retribuindo o favor, Fi vai ao chão inconsciente. Nisto o chefe da tribo começa e ficar impaciente e ordena:
Chefe Indígena- Kong para com brincadeiras e mata-os!
Kong ouvindo a ordem de seu mestre foca-se em Sha de novo, a prisioneira restante, esta olhou para Fi que estava deitada no chão imóvel, perguntando-se se era ali que iria morrer, a besta começa a andar em direção de Sha lentamente e esta assustada tropeça numa pedra, ela tinha desistido completamente de resistir então permaneceu deitada no chão a olhar o céu, quando Kong chegou perto dela ergueu os braços, e Sha limitou-se a fechar os olhos á espera do fim... A dor do impacto estava a demorar a chegar como se Kong tivesse também desistido de continuar com aquele ato cruel, até que o som de espanto da multidão se ouviu por toda a arena.
Ao abrir os olhos Sha vê Kuro que estava em pé por cima dela, ele sangrava da cabeça devido á pancada que sofrera no inicio, e bloqueava o ataque de Kong com muita dificuldade...
(Voz fraca)
Sha- Kuro...porquê? Porquê não desistes?
Kuro- Eu não sei o que pretendes, mas eu não quero morrer aqui... e também não vou deixar que vocês morram!
(Kuro têm outro Flashback)
(Cansado)
Pequeno Rapaz- Pai... não consigo... és muito mais forte do que eu!
Homem- Deixa-me ensinar-te algo rapaz, não importa o quão forte o inimigo é, não importa a desvantagem que tens em relação a ele, pois ás vezes tens algo que ele não tem... algo que te dá força para vencer!
Pequeno Rapaz- E o que é pai?
Homem- Ás vezes tens algo importante para proteger... e isso proporciona-te a força que precisas em momentos difíceis, pode até dar-te mais força do que 20 treinos extra!
(Pensado para si)
Kuro- Sim... tenho algo a proteger então.... seja como for.… não posso perder!
Do nada Kuro ganhou uma força quase sobre-humana e ganha o duelo de forças contra Kong, consegue empurra-lo para longe de Sha, e logo este partiu em investida para Kuro, mas quando deu por isso Kuro já tinha desferido um ataque na cara de Kong que lhe acertara em cheio no olho cegando-o. Em raiva a besta começa furiosamente a baloiçar os braços tentando atingir Kuro mas este esquiva-se seguidamente de tudo, e Kong quase em desespero aplica toda a força que lhe resta
no último golpe, mas Kuro desvia facilmente pensando para si: "Lento demais". Com extrema precisão, num único golpe, Kuro decepa o antebraço de Kong deixando-o em sofrimento. Toda a tribo mal conseguia acreditar no que via, especialmente agora que
Kong, demonstrando um pouco de inteligência, rebaixava-se em frente de Kuro, admitindo a sua derrota.
O chefe indígena ficou furioso, vendo o seu campeão derrotado e ordenou que levassem os prisioneiros para o que ele chamava de "Matadouro", e assim foi um batalhão entrou na arena e investiu sobre Kuro que já mal se conseguia aguentar em pé...
E levaram-nos para o tal "Matadouro".
(Mudança de cena)
Sha- Kuro... Kuro... estás bem?!
Ao acordar Kuro deu por si dentro de um pequeno compartimento com Sha e Fi que estava selado com uma grade de feita de pedra com um aspeto bastante resistente, pareciam estar numa gruta escura onde era possível ouvir o eco de gritos e falas vindos do outro lado da caverna.
(Ainda atordoado)
Kuro- O-Onde estamos?
Fi- Não tenho a certeza, eles trouxeram-nos para aqui depois de teres derrotado o gorila, chamaram-lhe de "matadouro".
Kuro- Temos de sair daqui...
Sha- Como?
Kuro- (Apontando para a porta da cela) as extremidades parecem fracas talvez se as forçarem a porta irá ceder...
Fi- Ok, eu vou tentar!
Fi correu contra a porta e para seu espanto, conseguiu derrubá-la fazendo um enorme barulho que ecoou pelas paredes da gruta fazendo os gritos que se ouviam pela caverna parar. Ao escaparem da cela a porta que dava para a saída da gruta, abriu-se e eles esconderam-se por detrás de uma das pedras que tinham por perto.
(Mudança de cena)
Hyousuke- Eles conseguiram escapar assim tão facilmente?
Mestre- Sim, conseguiram.
Hyousuke- Desculpe intrometer-me, mas foi o mestre que enfraqueceu a cela?
Mestre- Sim é verdade, eles ainda não conseguem fazer nada de especial, e se quero manter este jogo vou precisar auxilia-los um pouco no inicio…
Hyousuke- Entendo…
(Mudança de cena)
(Matadouro)
Da porta saiu um homem armado que atirou um outro homem fraco para dentro da caverna.
Escravo- Esperem não me deixem aqui por favor!
Guarda- Já não fazes falta, estás fraco demais és inútil para nós.
Escravo- Eu dou o meu melhor na escavação, eu prometo, mas por favor não me deixem aqui com eles!
Guarda- Haha, não te preocupes, eles matam-te depressa…
Então o guarda fecha a porta da caverna, tranca-a e vai embora, e de repente ouviram os gritos que ecoavam pela caverna de novo, mas desta vez estavam mais perto, e mais perto, e mais perto. Até que apareceram três homens pálidos e magros, seminus que guinchavam e grunhiam, estes correram na direção do pobre escravo e derrubaram-no,
um dos homens bizarros agarrou numa pedra média e começou a bater na cabeça do homem com ela, repetidamente. Por detrás das rochas Fi, Kuro e Sha conseguiam ouvir os gritos do homem a ser espancado e devorado pelos canibais furiosos, e Sha tapava a boca para não gritar de pânico. Até que de repente ficou tudo silencioso... Kuro ao olhar de novo para onde estariam os canibais apenas viu o cadáver do escravo cheio de mordidelas e com a cabeça esmagada, de repente um dos canibais apareceu por detrás de Sha e saltou para cima dela tentando mordê-la. Os outros dois foram contra Kuro e Fi, Fi com apenas um murro levou um dos homens ao chão já Kuro com mais dificuldades conseguiu empurrar um deles que caiu e bateu com a cabeça no chão ficando também inconsciente
Fi foi em socorro de Sha que estava no chão em luta com o último dos canibais, tirou-o de cima de Sha e Kuro com uma pedra acerta em cheio na nuca do canibal levando-o inanimado ao chão.
Kuro- Estão todos bem?
Fi- Sim...
(Em pânico)
Sha- Vamos sair daqui!
Kuro- Não dá eles trancaram a porta temos de procurar por outra forma de escaparmos!
Fi- Tens razão, eu sugiro explorarmos o resto da caverna e...
Sha- Estás louca? E se somos atacados de novo?
Kuro- Isso é um risco que temos de correr, não te esqueças que ainda temos de salvar a Su!
Fi- Ele tem razão
(Insegura)
Sha- Ok...
Seguindo os corredores da caverna, deparam-se com pequenas celas nas paredes cada um com uma pessoa lá dentro, uns imóveis como se estivessem mortos, outros corriam em direção á porta da cela gritando descontroladamente, outros pediam por comida e água mas não havia nada que eles pudessem fazer para ajudar... Passando por uma cela em particular
um homem ainda lúcido com uma longa barba, e pintado de forma semelhante aos cidadãos da tribo, chama a atenção deles...
Prisioneiro- Jovens... Por favor cheguem aqui...
Desconfiados aproximaram-se...
(Com voz enfraquecida)
Prisioneiro- Não sei como conseguiram sair da vossa cela, mas se conseguirem escapar daqui tenho um favor para vos pedir...
Kuro- E o senhor quem, é?
(Com um sorriso em esforço)
Prisioneiro- Desculpem, que maneiras são as minhas? Eu sou um espião da tribo Hikari...
Fi- Hikari?
Kuro- Que têm, Fi?
Fi- O chefe deles mencionou esse nome...
Prisioneiro- Vocês estiveram perto de Masahiru?
Kuro- Quem?
Prisioneiro- Masahiru... o Chefe da tribo Kurai (Negra)...
Kuro- Tribo Kurai???
Prisioneiro- Sim. E Masahiru, é o ancião da tribo Kurai... antigamente ele fazia parte da nossa tribo, mas misteriosamente revoltou-se contra o nosso ancião, e roubou o maior artefacto da nossa tribo... Um cetro mágico que detêm a capacidade de criar ilusões e invadir os sonhos das pessoas...
Com ele Masahiru reuniu antigos membros da nossa tribo e de outros clãs controlando as suas mentes e fundou a tribo Kurai... Eu fui destacado para me infiltrar na tribo dele e descobrir o que anda a planear...
Fi- E descobriu algo?
Prisioneiro- Sim algumas coisas, até antes de ser descoberto, torturado e exilado aqui em baixo, consegui intercetar uma conversa entre Masahiru e o seu conselheiro Tadao, eles falavam numa escavação a Sudoeste desta vila, onde pretendem encontrar um santuário antigo que venerava um Shinigami* demoníaco, eles acreditam que usando o cetro como oferenda conseguirão
despertar esse "Deus da morte" e que este os recompensaria com o seu auxilio na guerra ... Não sei o que pretendem com isso, mas o mais provável é erradicar a nossa tribo e outros clãs com a ajuda do demónio, e consequentemente conquistar toda a ilha...
(Silêncio)
Prisioneiro- Por isso, eu peço-vos dirijam-se até ao norte, procurem pela minha tribo... Se for preciso digam que me encontraram, eu sou Daiki, o filho do ancião da minha tribo... Antes de me prenderem nesta pequena cela, estava á solta na caverna escondido dos canibais e fui capaz de escavar um buraco para fugir desta caverna, mas encontraram me antes de conseguir
escapar, se tiverem sorte ainda não foi coberto, está no fim deste corredor...(Com um sorriso) Boa sorte e obrigado.
Kuro- Aguente, nós vamos tirá-lo daí!
Prisioneiro- Não vale a pena jovem, um homem que mal consegue se mexer como eu, apenas serviria de estorvo. Queres fazer algo por mim, conta ao meu pai tudo isto e ajuda a proteger a minha tribo.
Kuro- Mas...
Fi- Ouviste o homem, vamos!
(Mudança de cena)
Entretanto na superfície, já escurecia, e Su fora obrigada a casar-se com Masahiru, após terminar a cerimónia foi obrigada a ir para a tenda do chefe da tribo...
(Confusa)
Su- O que queres de mim?
Masahiru- Hehe, porque achas que preciso de uma esposa, Su?
Su- Porque te sentes sozinho?
Masahiru- Não... Como podes observar estou velho e preciso de um descendente, mas como não encontrei ainda uma mulher que merecesse a honra de carregar um filho meu, ainda não me tinha casado, mas quando te vi decidi logo que serias tu...
Su- Espera, eu não quero nada disso!
Masahiru- Receio que não possas fazer nada contra isso, aconselho-te a não resistires.
Masahiru empurra Su, contra a parede e tenta força-la a despir-se, já esta tenta fazer o que pode para afastar o velho tarado, mas sem sucesso. De repente ouve-se um barulho semelhante a uma corda a esticar e uma seta é disparada contra o traseiro do velho que caí para o chão em dor e Su foge para perto do seu salvador que por acaso era Sha. Esta tinha conseguido escapar da caverna
juntamente com Fi e Kuro através do buraco escavado por Daiki, que por sorte ainda não tinha sido tapado.
Su- Obrigada Sha, chegaste mesmo a tempo!
Sha- Anda vamos embora! Depressa!
Ao sairem da tenda de Masahiru, tentaram esgueirar-se por detrás das tendas dos habitantes, nisto já estavam homens a auxiliar o seu chefe, ferido, no seu precioso rabo.
Até que um dos guardas avistou os prisioneiros em fuga, e logo se deu uma perseguição pela floresta fora. Estava de noite, mas a luminosidade vinda "luar", fornecia uma fonte de luz ridiculamente intensa que permitia uma visibilidade quase "diurna" sobre o horizonte.
Sha disparava setas (com um velho arco que encontrara após ter escapado da caverna) quase como aleatoriamente contra os perseguidores tentando atrasá-los, mas estes não aparentavam sinal de cansaço. Chegaram perto de um rio e Su escorregou na água e um dos perseguidores logo caiu sobre ela tentado estrangulá-la, ao ver isto Kuro tenta ir ao auxílio de Su mas é surpreendido por um outro homem
que estás prestes a atingir Kuro com uma moca de pedra, mas Sha com um tiro certeiro, mata o homem com uma seta na cabeça... Su consegue alcançar uma pequena navalha também feita de pedra, que estava na cintura do nativo e com ela, já em desespero, começou a esfaquear o homem até o matar, atirando o seu corpo inanimado para o chão. Logo Fi agarrou-a pela mão e continuaram a correr.
Após vários minutos de fugirem, Kuro, Fi, Su e Sha depararam-se com a cadeia montanhosa que circulava toda a ilha, e imediatamente foram cercados por cerca de dez homens da tribo. O maior deles, aquele que Kuro teria atacado antes de serem capturados, aparecera e exclamou...
Capitão- Kuro, não é esse o teu nome? Finalmente, nos encontramos de novo, não estava á espera que escapasses, muito menos que derrotasses o Kong na arena, mas na verdade eu também já o derrotei. Para que saibas eu sou o capitão dos guerreiros da minha tribo, e, agora finalmente podemos ter uma luta a sério...
ATÉ À MORTE!
FIM
Próximo capitulo: The Hikari Tribe
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