Kami No Game

2 First Day Of Survival


Notas iniciais
Se encontrarem algum erro ortográfico ou de sintaxe avisem, obrigado.

Kami No Game- Script

Nivel.1

Capitulo 2- First days of Survival

Sha- Mas como?

Fi- Impressionante...

(Espantado)

Kuro- Eu pensava que o próximo nível seria outra sala com puzzles ou armadilhas, mas... isto é outra coisa...

Depois de abrirem a porta que se encontrava no fim do corredor, contemplaram uma enorme floresta tropical rodeada por uma extensa cadeia de montanhas, tão ingremes que parecia ser impossível escalá-las. Atrás deles estava essa mesma cadeia de montanhas que se estendia por todo o horizonte e a porta por onde teriam saído tinha misteriosamente, desaparecido...

Su(Insegura)- Kuro que fazermos agora?

Kuro- Eu não tenho a certeza, não estava á espera que o primeiro nível se passasse num sítio assim...

Sha- Mas isso é bom, certo? Quer dizer, se alguém nos raptou e nos largou perto de uma floresta quer dizer que ao menos estamos livres dessa pessoa, não é?

Fi- Não...

Kuro e Sha- ???

Fi- Não faria sentido ele dar-nos acesso a um lugar onde não poderia controlar os seus "jogadores", ao menos que tivesse total controlo dessa mesma área.

Sha- Não achas que é um pouco impossível ele ter capacidade de nos controlar dentro de uma floresta assim tão grande?

Fi- Não...

Sha- Haha enlouqueces-te, não?

Fi- ... Sha olha para o céu...

Kuro- Tenham calma!

Sha- Porque haveria de olhar para o céu, eu sei que a situação é difícil para qualquer um, mas achava que irias aguentar mais tempo sem enlouqueceres.

Fi- OLHA PARA O CÉU!

Nesse momento Sha olhou para o céu, talvez para apenas fazer o favor a Fi, mas olhando atentamente Sha percebeu o motivo, pois havia algo errado nele...

Sha- Espera...mas... onde está o Sol?

Kuro- O quê? Não existe Sol aqui?

Su- Desapareceu...

Fi- Ainda não tinham reparado? Se não existe Sol, de onde vem toda esta luz?

Su- Estou confusa...

Fi- E o céu nem parece real, quer dizer, até que parece plano, não nos proporciona qualquer noção de altitude! É como se estivéssemos dentro de um cenário artificial.

Kuro- Então se é verdade que isto tudo é artificial, quer dizer que é possível que o nosso raptor nos esteja a observar através de câmaras ou algo assim.

Fi- Receio que sim...

Sha- Mas fazer um senário artificial tão grande assim, parece surreal, acho que não deveríamos tomar decisões precipitadas!

Kuro- Tens razão, mas é um facto que mesmo que essa hipótese não faça muito sentido é a única que temos agora.

Sha- ...

Su- Então que fazemos?

Kuro- Só nos resta procurar por abrigo e comida por agora, não sabemos se existe alguma civilização por aqui, procuraremos depois.

Fi- Porque não agora?

Kuro- Como não temos Sol não podemos deduzir que horas são, e se isto realmente é apenas um senário é provável que o raptor consiga controlar o dia e a noite aqui, mesmo que isso não seja verdade, acho que é arriscado demais procurarmos já por sinais de civilização visto que não sabemos quando poderá escurecer. É perigoso demais.

Su- Eu concordo com o Kuro!

Sha- Também

Fi- Sigh... Que seja

Começaram a descer em direção à floresta, à procura de um abrigo para o caso de anoitecer, mas era difícil moverem-se no meio da floresta pois esta era bastante densa, cheia de arbustos e árvores por todo o lado.

Ao tentarem penetrar pela vegetação, Su interrompe.

Su- Kuro, está ali algo escrito naquela árvore.

Kuro- Hum?

Estava uma velha árvore que se distinguia de todas as outras, devido á sua cor bastante clara em relação aos troncos das outras árvores. Nelas estava escrita uma mensagem com caracteres irreconhecíveis. Tinha sido escrita de forma grotesca. Era como se o autor estivesse em grande sofrimento, pois os caracteres eram alongados e com enormes curvas, e os cortes na árvore tinham uma profundidade considerável. Além do mais, aparentava ser uma mensagem escrita por algo que nem sequer era humano.

Kuro- Que quererá dizer?

Fi- Não faço ideia, mas parece ameaçador. Como um aviso ou algo do género...

Kuro- Sim talvez seja melhor darmos a volta, não tarda deverá escurecer.

Fi- Como sabes?

Kuro- Reparei que ficou ligeiramente mais escuro desde que chegámos. Talvez esteja a anoitecer.

Su- Sim, também reparei.

Sha- Então que tal procurarmos abrigo perto da base daquela montanha?

Kuro- Sim, é boa ideia

Após cerca de uma hora de procura, depararam-se com uma pequena "cova" no meio das rochas, e escolheram-na como abrigo. Durante o tempo em que estiveram a procura, escureceu significativamente. Reuniram-se no seu esconderijo, sentados sob rocha dura, iluminados apenas por uma luz semelhante à do luar, mesmo que sem lua no céu.

Permaneciam imutáveis. Todos estavam bastantes pensativos, nenhum dizia o quer que fosse. Até que...

Kuro- Vocês não se lembram de nada mesmo, não é?

Sha e Fi- ...

(Olhando tristemente para Kuro)

Su- Não...

Kuro continuou:

Kuro- Eu não lembro também, nem da minha identidade nem do que eu era antes, se era estudante ou teria desistido dos estudos por serem chatos, se tinham amigos ou não. Como eram os meus pais...nada.

Sha, Fi e Su-...

Kuro- Mas eles não nos apagaram a memória totalmente...

Fi(violentamente)- E como sabes isso espertalhão? Tu és normal se quer? Quer dizer, desde o início levaste tudo tão normalmente até parece que sabes de algo que não sabemos!

Kuro- Estás a querer dizer que eu estou envolvido no vosso rapto? Não, eu não sei de nada!

Fi- E porque não? Pela forma que tens reagido às coisas, ou já estás habituado a situações assim ou então és cúmplice daquela voz. Raios! Até parece que estás a levar tudo na brincadeira!

Kuro- Eu a levar tudo na brincadeira?! Tu e a Sha tem estado às turras desde o início e sou eu que levo isto na brincadeira?!

Fi- Mas isso é diferente! Tu... tu estas sempre com esse olhar confiante nem parece que tens noção da situação! Tu és culpado de algo e eu sei disso!

Su(Levantando-se)- Parem com isso! O Kuro não é culpado de nada! Devias estar-lhe agradecida. Ele salvou-te a vida!

(...)

Fi- Ele não tinha outra alternativa...por agora. Não vou fazer nada demais, mas vou estar de olho em ti! Fazes algo de suspeito e eu ponho um fim na tua vida! (Disse deitando-se no chão)

Kuro- Como queiras, vou dormir, até amanhã.

Fi- Ei! Não penses qu...

(Interrompe)

Sha- Deixa-o Fi já chega! Ele é uma vítima aqui como qualquer uma de nós!

Fi- ...

Nisto todos se calaram novamente. No meio daquele lugar inóspito cada um vira-se para seu lado e tenta dormir.

(Num corredor de um edifício que aparentava ser uma escola)

Voz Masculina- Ei...como te correu o teste?

Kuro- Hum quem és? Onde estou?

Voz Masculina- Como assim meu? Deixa-te de brincadeiras diz lá como correu?

Kuro- Mas eu ainda agora estava...

Voz Masculina- Do que estás a falar? Não me digas que o teste correu assim tão mal que até ficaste louco? Haha

Kuro- Terá sido um sonho... É que eu não estava aqui eu tinha sido raptado e.. estava numa…

Voz Masculina (Com voz séria) — Floresta? Com raparigas não era? O que pensas que estás a fazer lá? Achas que a tua presença lhes traz um sentimento de segurança?

Kuro- Espera... do que estás a f...

Voz Masculina- Achas que vais conseguir protege-las? Achas que vais sobreviver? Achas que vais conseguir a confiança delas? Eu acho que no fim elas vão morrer por tua causa!

Kuro- Pára!!! Porque estás a dizer essas coisas? O que está a acontecer???

Nesse momento as paredes e o chão do corredor começam a ceder, o rapaz que falara com Kuro desparecera, e Kuro caíra para um buraco escuro apenas ouvindo gritos que não conseguia identificar.

Até que acorda ainda durante a noite, e repara que apenas tinha sido um sonho. Olhou em volta e reparou na ausência de Su.

Kuro- Onde estará ela?

Kuro procurava por Su, no meio das rochas que constituíam o sopé da montanha apenas se guiando pela pouca visibilidade proporcionada pela luz proveniente da "lua desaparecida".

Até que encontrou Su sentada em cima de uma das rochas olhando o céu azul-escuro.

(Aproxima-se)

Kuro- Nem existem estrelas no céu...

Su(Assustada)- AHHHHHHHHHH um monstro!

Kuro- Não sou só eu, o Kuro, tem calma!

Su- Oh Kuro... desculpa não estava á espera que aparecesses.

Kuro- Posso me sentar aqui também?

Su- Claro...

Kuro- Porque estás aqui? Não consegues dormir?

Su- Não, ainda não tinha conseguido pregar olho então decidi vir aqui, e tu?

Kuro- Eu ainda consegui dormir um pouco mas nada demais.

Su- Pois...

(Após uns momentos de silencio)

Su- Kuro...

Kuro- Hm? Que foi?

Su- Estava a pensar... no que a Fi disse... porque pareces sempre tão confiante? Não tens medo? Eu vejo que a Sha e a Fi estão inseguras por dentro...mas tentam esconder, já eu mal consigo não fingir...

Mas tu...

Kuro- Eu também tenho medo e também estou inseguro. Mas se o mostrar, se nem eu tiver cabeça para puder tomar decisões, para colaborar, quem terá?

Su- A Fi e a Sha também tem dado o seu melhor ao tomar decisões mas...

Kuro- Cada vez parecem mais instáveis...

Su- Especialmente a Fi, não é?

Kuro- Sim, eu não a censuro por ter perdido o controlo há bocado. Mesmo que não faça sentido eu estar metido nisto tudo... Mas qualquer um vacilaria numa situação destas...

Su- Sim...talvez sim.

Kuro olha para um objecto que Su tinha aos pés.

Kuro- Espera, trouxeste a espada contigo este tempo todo?

Su-Sim achei que poderia ser útil no futuro, tem algum mal?

Kuro- Não, não pelo contrário foi uma boa ideia!

Su(Corada)- O-Obrigada...

Kuro- Eu acho que também que existe a possibilidade da nossa personalidade estar a ser controlada...

Su- Como assim?

Kuro- Todos nós no início levámos a coisas um pouco na "brincadeira", quando decidimos os nomes por exemplo, porque decidimos isso naquela situação?

Quando estávamos dentro da sala eu não sentia tanto medo assim e quando estava a passar pelo corredor é como se o ambiente tivesse subitamente mudado. Tenho-me sentido um pouco "bipolar" desde então. Numas alturas sinto confiança, outras vezes um medo que mal consigo explicar, como se a minha persepção estivesse a mudar constantemente...

Su- Eu também me sinto estranha às vezes. Umas vezes mais insegura, outras vezes parece que não estou num jogo de sobrevivência.

Kuro- Então concordas comigo?

Su- Não posso dizer que essa teoria não seja estranha, mas, desde que chegámos aqui nada fez sentido... Resta-me apenas acreditar naquilo que observo e sinto...

(Mais uns momentos de silêncio)

Su- Kuro, antes de seres interrompido pela Fi, quando estavas a falar de não te lembrares sobre o teu estado no passado, e que a nossa memória não tinha sido totalmente apagada, o que pretendias dizer com isso?

Kuro- Ela interrompeu-me antes que pudesse explicar, já reparas-te que nós fomos capazes de identificar objectos e o ambiente á nossa volta? Como se apenas a parte da memória da nossa vida passada tivesse sido apagada, mas não a memória de quando por exemplo, aprendemos o que é o Sol, uma arvore ou uma montanha. O quer dizer com isto é que as informações guardadas no nosso cerebro relacionadas com objectos e elementos da natureza não foram apagados. Apenas as nossas informações pessoais foram.

Su- Entendo... mas o que têm?

Kuro- Não achas que, devido a apenas podermos controlar uma pequena percentagem do nosso cerebro, seja possivel relacionarmos inconscientemente esses objectos ou elementos com algo do nosso passado, como um "dejá-vu".

Su- Sim acho que sim...parece até fazer sentido, mas porque pensas isso?

Kuro- Eu vou contar-te algo, quando peguei nessa espada (apontando para a espada no colo de Su) pela primeira vez dentro da sala das armadilhas, eu lembrei-me de algo estranho. Tive a sensação que pegar numa espada foi algo que já tinha feito na minha vida passada. E como vos salvei, foi apenas por instinto... acredita em mim.

Su- Não te preocupes, eu acredito...

Kuro- Obrigado.

(Su sorri)

Kuro- Bem acho que devemos voltar se alguma delas acorda, ainda ficam preocupadas para nada.

Su- Sim acho que é melhor.

Voltaram ambos ao abrigo, e tentaram descansar um pouco, pensando no que iria acontecer no dia seguinte.

(Já de manhã)

Fi- Ei! Idiota acorda.

(Acorda)

Kuro- Hm? Já de manhã?

Fi- Sim já, levanta-te preguiçoso.

Kuro- Que queres?

Fi- A Sha e a Su foram á procura de água doce, e nós vamos procurar frutos. Por isso levanta-te rapidamente!

Kuro- Ehm??? Porque tenho de ir contigo? Porque não pude ir com a Sha ou com a Su?

Fi- Pensas que sou burra, é? Querias ir com uma delas para a puderes fazer alguma refém ou escapar mais facilmente. Sabes que o teu disfarce não vai durar muito mais tempo! Se fores comigo já não consegues fazer-me de refém, sou bem mais forte que tu, e não tens aquela espada para tentares escapar.

Kuro- Mas eu já disse que não tenho nada a ver com isto!

Fi- Só irei acreditar quando o provares, até lá não passas de um suspeito para mim.

Kuro- Como queiras...

Ao entrarem na floresta, Kuro e Fi seguem á procura de comida, após algum tempo finalmente encontram uma pequena árvore extremamente semelhante a uma bananeira. Mas esta encontrava-se no topo de um ingreme monte com cerca de 5 metros de altura, feito de uma rocha mole que mais aparentava ser lama seca.

Kuro- Ali! Parecem bananas! O problema é que é muito ingreme e parece ser dificil de subir...

Fi- Não interessa vá sobe.

Kuro- ...

Fi- Não consegues?

Kuro- Sem a espada não consigo trepar!

Fi- Pfff homens nunca conseguem fazer nada de jeito. Saí da frente.

Fi com o auxílio da espada ferrugenta começou a trepar o monte, espetando espada nele servindo de suporte para conseguir subir. Mesmo estando constantemente a escorregar, Fi consegue chegar ao topo o que deixa Kuro bastante impressionado. Afinal Fi não só aparentava ser forte devido á sua estatura física e uma altura impressionante de 1,78 metros. Ao chegar ao topo Fi olhou para Kuro lá para baixo, e exclamou:

Fi- Ei idiota! Ainda estás ai!? Vou atirar os alguns cachos ai para baixo, se queres provar algo esta é a tua oportunidade!

Kuro- Sim! Acredita em mim!

A árvore tinha vários cachos com bananas ainda um pouco verdes. Fi conseguiu arrancar um da árvore e atirou a Kuro, ao voltar-se de novo para a árvore...

Fi- O QUÊ? Como é possivel?

Kuro- O que foi? O que aconteceu?

Fi- As outras bananas desapareceram?

Kuro- O quê mas como?

Fi- Eu não sei, simplesmente desapareceram...

Nesse preciso momento ouviu-se um grito ecoar pela floresta vindo de um local muito perto dos dois.

Kuro- Ouviste aquilo Fi? Parece ter vindo de dentro da floresta, acho que era da Su, desce daí e vamos ver!

Fi- Mas como? Queres que salte é?

Kuro- Porque não pensaste nisso antes de subir? Salta, eu apanho-te confia em mim!

Fi- Se me deixares cair no chão estás morto!

Fi saltou, e Kuro conseguiu apanhá-la mas em dificuldade. Pousou-a no chão e ambos correram em direção á floresta em salvação do que parecia alguém em apuros. Chegaram numa zona por entre a floresta, onde havia um espaço aberto, sem arbustos ou árvores, apenas relva. No centro estava um pequeno buraco. Aproximando-se dele Kuro reparou que lá em baixo estavam Sha e Su.

Kuro- O que aconteceu? Como foram aí parar?

Sha- Vão embora é uma emboscada!

Nesse instante Kuro e Fi foram cercados por homens pálidos que tinham consigo machados e mocas feitas de pedra, estavam tatuados com pinturas cinzentas por todo o corpo e falavam uma língua desconhecida.

Kuro- Fi dá me a espada...

Fi- Estás louco, eles são muitos não vais conseguir fazer nada!

Kuro- Também pensava isso quando estávamos presos às armadilhas e no fim consegui salvar-vos... Enquanto subias o monte eu podia ter tentado fugir caso tivesse algo a ver com tudo isto, mas não o fiz. Então confia em mim!

Fi- Ok...

Fi entrega a espada a Kuro, e este tenta concentrar-se, e parte em investida contra o maior dos homens que tinha consigo um martelo de pedra enorme. Kuro consegue esquivar o primeiro ataque, prepara-se para desferir um golpe mortal, mas antes que pudesse atingi-lo levou uma pancada na cabeça que o deixa inconsciente no chão instantaneamente...

Quando acordou estava amarrado a uma pedra juntamente com Fi,Sha e Su , e à sua volta estavam dezenas de pessoas vestidas e pintadas de forma semelhante aos homens que os emboscaram. Pareciam estar no centro de uma Vila, que pertencia ao que pareciam ser nativos.

Fi- És mesmo burro! Ainda pioraste a situação!

Kuro- Pelo menos tentei ok!

Sha- Podem calar-se um pouco?! Talvez não seja altura para discussões? Não se deviam estar a preocupar com o que estes índios vão fazer connosco?

Havia uma música de fundo que parou de repente ao sinal de um velho vestido com assessórios dourados, aparentando ser o chefe daquele grupo de nativos. Este começou a proferir frases na sua língua.

(Interrompe)

Kuro- Óh velho caquético, que tal dizeres algo de jeito?

(Olhando seriamente para Kuro)

Chefe Indígena- Jovem, eu falo a tua língua...

Kuro- Ahhh desculpe sua sábia alteza!!! (Pensando para si) Fudeu....

Chefe Indígena- Acho que para alguém como um escravo como tu, cujo o destino entre a vida e a morte irá ser decidido neste preciso momento, não deveria comportar-se desse jeito.

(Mundança de cena)

(Sala misteriosa)

Figura Escura- Mestre se me permite, esse tal Kuro, ainda não entendi porque é o seu jogador favorito?

Mestre- Irás ver em breve, Hyousuke...

Hyousuke- Com certeza, mestre

(Olhando para Kuro através de um ecrã)

Mestre- E agora Kuro, que vais fazer?

FIM

Próximo Capitulo: The Dark Tribe