Just4U
15 Chapter Twelve
Notas iniciais
Boa leitura.
PDV SooYoung
Não dava pra ficar encarando o rosto inexpressivo de Taeyeon durante o trabalho ou as lembranças de segundos atrás quando minha amiga Tiffany saiu por aquela rua desolada ao ter visto seu antigo amor. Simplesmente não consigo me manter neutra diante dessas duas, fiquei tão abalada que precisei ir embora e contei com a ajuda de Tae. Ainda tenho a mesma concepção de não querer que fiquem separadas.
Entrei jogando as chaves em qualquer lugar, as vi quicar no braço do sofá e cair em cima das revistas que havia deixado ontem a noite ali perto. Estava presente a lembrança de Tiffany na minha mente e sorri sabendo que pela bagunça ela foi morar com Taeyeon, ou seja, eu tinha contribuição nisso e não iria deixá-las acabar assim. Fiquei impotente durante anos enquanto Taeyeon não estava na cidade e depois que voltou e se recusava a sequer ouvir falar no assunto em todas as inúmeras vezes que tentei conversar.
Com Tiffany foi à mesma coisa, toda vez que me procurava para chorar por não estar aguentando seguir com a faculdade sem pesar em Taeyeon e que eu aconselhava a voltar para ela, a cabeça dura se negava e ia embora magoada. Enlouqueci perdendo a conta de quantas vezes implorei para que ficassem juntas, insistindo com cada uma separadamente sem nem ao menos poder fazê-las se encontrar.
Até entendo que estavam passando por uma fase delicada e recente da separação dolorosa pela qual Tiffany havia as submetido, mas deviam colocar tudo na mesa e não ficar escondendo os fatos embaixo das lágrimas e da ausência que protestavam em manter cada vez maior. Depois de tanto insistir com Fany, ela se afastou de mim também, continuava dizendo que não vinha mais porque estava sem tempo e embora saiba que parcialmente era verdade a maior razão é que eu a fazia lembrar de Taeyeon.
Falávamos por telefone e ela despejava as novidades e acontecimentos em sua vida, a estratégia de demorar a ligar e ter mais coisas pra contar me impedindo de tocar naquele assunto até que era válida, mas apenas adiava o inevitável.
Não sei por que estou me sentindo tão mal de tê-la feito encontrar Tae novamente. Larguei minhas roupas ao lado da pilha de ontem e a bolsa pendurada na maçaneta do quarto como sempre e segui para o banheiro aproveitando demoradamente a água para relaxar e tentar pensar num lado positivo de ter feito Tiffany assistir Tae cantar.
Por um lado, seria mais fácil agora já que ela sabia que a outra estava de volta e tão perto. Também seria bem melhor pra mim tocar no assunto, isso se ela não encontrasse uma nova barreira para se defender, contudo já estou cansada de concordar em deixar passar e, portanto vou persistir dessa vez.
Abri os olhos debaixo d’água vendo passar diante deles a imagem daquela aliança de compromisso no dedo dela. Que ódio disso, ela recomeçou com outra pessoa sem me ouvir ou dar uma segunda chance á TaeTae. Não é justo nem com ela, nem com todos os envolvidos nisso! Ela jamais vai gostar de outro como gostava de Taeyeon, não importa quem seja.
Perdi o foco sentindo raiva por não estar a par do que acontece em seus sentimentos e prometo ir a fundo e descobrir se está realmente apaixonada por outra pessoa ou se ainda há uma mínima chance para minha amiga. Prometo fazer com que Taeyeon volte a sorrir e que o motivo seja Tiffany, esbocei um enorme sorrido pensando em vê-las juntas e fazer as lágrimas tristes de Fany desaparecer de seu rosto.
Fechei a água procurando uma toalha, a que eu usara ontem estava molhada sobre a do dia anterior e tive que sair correndo sem algo para me enrolar até o quarto, no meio do corredor escutei a campanhinha soar e praguejei por não estar devidamente vestida e não ter a mínima ideia do paradeiro do roupão.
– Normalmente ele ficava debaixo da blusa vermelha, mas que droga! Onde esse roupão resolveu se esconder? – gritei nervosa vasculhando as roupas e Tiffany tinha razão quando ainda insistia para que isso fosse arrumado, mas eram poucas as vezes que eu me perdia, como agora. – Quem quer que seja pode esperar! – gritei indo em direção á porta do quarto e vendo minha salvação pendurada nela, agarrei o blusão e o passei pelos braços, a campanhinha ainda tocava e fui ver quem era. – Espero que não demore e... – abri rudemente até encarar o sorriso bobo de Taeyeon.
– Nossa Soo, não sabia que tinha se vestido tão bem só pra me receber. – ela riu me observando e corei ao lembrar que o blusão era bem curto e que não tinha vestido mais nada. – Realmente belas coxas e pernas. – gargalhava como uma ahjumma entrando e fechando a porta. – Quer ajuda para encontrar alguma coisa? – olhou para a sala e colocou as mãos na cintura, enquanto desesperadamente tentei puxar o tecido para cobrir o que era necessário. – Como se eu pudesse achar algo aqui. – revirou os olhos.
– Não faça drama, você está parecendo a Tif... – ia dizer até orgulhosa o nome dela na frente de Tae, mas pelo olhar reprovador lançado na minha direção fechei os lábios chateada. – Não precisa ser assim. – suspirei passando para meu quarto.
– Você sabe que precisa. Nem ao menos consigo imaginar o que você ia dizer, mas se pudesse diria que não aguentaria ouvir. – estava se fazendo de besta e essa negação diante dos claros fatos é irritante.
– Mas que droga! – gritei tanto por minhas roupas que pareciam estar fugindo de mim, não podia abaixar para procurar nada no chão ou me levantar. – Taeyeon, meu amor, você poderia, por favor, procurar debaixo da cama? – pedi sorrindo envergonhada.
– Claro SooYoung, já que seu modelito te impede não é? – gargalhou ajoelhando perto de mim e puxei o pano. – É o roupão que você quer não é? Mas o que... – pausou espirrando. — O que você tem aqui? Um segundo closet? Oh go... – limpou a garganta já que falar inglês á remetia a certa pessoa e ri sabendo que jamais deixaria de haver uma coincidência.
– Realmente difícil de aceitar não é? – provoquei.
– O que? O fato de você ainda continuar com essa bagunça? – disse levantando-se com um short em mãos.
– Se você quer entender assim, que seja. – gargalhei recebendo reprovação e ignorei.
– Isso foi tudo que consegui. – balançou a peça e a peguei pedindo que saísse e agradeci a ajuda.
– Eu vou até a cozinha tentar achar um copo limpo pra beber água, não por estar sendo enxotada, mas porque estou com sede ok?
– Você está sempre arrumando um jeito de distorcer as coisas á seu favor. – comentei me vestindo adequadamente ainda com ódio do roupão e juro que quando o encontrar vou descontar minha raiva transformando-o em retalhos.
– Você não estava se sentindo mal? – perguntou assim que cheguei á cozinha.
– Estava, mas como disse era apenas uma indisposição. Você saiu agora do bar? – examinei as horas e já estava bastante tarde.
– Er... Sim, na verdade... – se embolou e arqueei uma sobrancelha desconfiada. – Fui pra casa e dormi um pouco antes de vir.
– Parece que não dormiu bem. – passei o dedo pelas olheiras bem aparentes em seu rosto a vi rir nervosa.
– Pois é, velhas marcas não somem tão facilmente. – pude sentir que a frase era ambígua e aproveitei a brecha.
– Se tiverem ajuda, quem sabe seriam removidas sem tanto esforço. – ela quase voou em meu pescoço e gargalhei. – Quer saber? Já está tarde e não vou te deixar voltar pra casa, você pode ficar e me preparar um lanche, que tal? – encostei-me à bancada cruzando os braços.
– Lógico e isso é uma ótima opção pra você não é mesmo? – rimos e ela começou a falar sobre coisas aleatórias, porém estou presa na hipótese de que hoje se lembrou de Fany em algum momento, tenho quase certeza. Será que ela a viu no bar? Um sorriso enorme tomou meu rosto e parei de prestar atenção nas bobagens que falava apenas para focar nessa possibilidade.
PDV Taeyeon
A língua e os sentidos de SooYoung estão ficando cada vez mais afiados e não é surpresa nenhuma que ainda tente voltar nesse assunto. Estou tentando distraí-la com qualquer coisa que passe por minha mente e parece estar funcionando já que continua sorrindo feito boba e calada sem os constantes palpites e alfinetadas sobre sua amiga. Terminei a refeição que envolvia o ar com um cheirinho bom e coloquei no prato dela vendo-a devorar tudo em questão de segundos.
– Você já pensou em participar de alguma competição de comida ou coisas do tipo? – sentei apoiando o queixo com as mãos sobre a mesa a observando comer.
– Infelizmente não sou tão boa quanto aquelas pessoas, mas como por prazer e não por fama ou disputa. – os olhos brilhavam encarando a comida e gargalhei.
– Que bom que isso te alegra, dá gosto de preparar algo pra você comer. – provei do sabor e gostei tirando um pouco pra mim.
– Obrigada, diante disso você pode passar por aqui mais vezes. – gargalhei alto sabendo que ela não era nem um pouco aproveitadora. – É sério, eu adoraria.
– Sei bem disso.
A fiz lavar e secar todas as louças sujas, tanto de agora como as anteriores que decoravam a pia e ao fim estávamos deitadas no sofá assistindo qualquer coisa. Sua cabeça em meu colo depois de insistir milhões de vezes por um cafuné.
– Você até que não é má pessoa sabia Taeyeon-ah? – ela ria.
– Vai aproveitando ok? Só não acostume. – dei um tapa no topo de sua cabeça rindo do bico em seus lábios.
Meus olhos já não conseguiam focar no que passava na televisão e ela me chamou pra deitar, segui até sem ver para onde ia e quando senti meu corpo relaxar em um local macio desliguei totalmente a conexão com a realidade começando a sonhar, como há dias não tinha tempo pra fazer.
Esfreguei os olhos procurando o relógio e encarando as horas, assustei por ter dormindo até agora e levantei correndo.
– Porque me deixou dormir tanto? – questionei pulando para colocar os tênis. – E agora o que eu faço? Preciso ir trabalhar.
– Você precisava disso e meu relógio está adiantado 20 minutos.
– Mesmo assim não vai dar tempo.
– Não seja mal agradecida que só te deixei dormir porque precisava. – me desculpei beijando sua bochecha e sai correndo, teria que fazer milagre para chegar em casa, tomar banho, trocar de roupas e ir até o trabalho. Essa jornada dupla estava me matando, se um emprego já é difícil imagina dois.
Estava fazendo mágica com o tempo e ponderei que as coisas não poderiam continuar assim, estou num ciclo vicioso de dormir tarde, acordar cansada e perder o ônibus. Se acontecer mais uma vez vou surtar de verdade. Dessa vez o atraso era maior que nos outros dias e seria preciso poupar o fôlego e correr pra valer, assim fiz sem olhar muito por onde estava indo, calculava pelo relógio do celular quanto tempo demoraria a chegar.
Senti tudo parar e a dor atingir meu rosto, algo arrancar o celular da minha mão direita, só consegui segurar forte a bolsa temendo que sofresse algum dano ao cair no chão pelo aparelho delicado que carregava, mas a dor em meu nariz era tanta que quase gritei, minhas costas reclamaram ao bater no chão duro e áspero, por sorte estava frio e vestia um casaco pesado e grosso que me protegeu de feios ferimentos se ralasse minha pele nesse chão.
Abri os olhos desnorteada, a visão ainda turva pelo movimento brusco e fechei a cara para o desavisado, ou para o objeto de tropeço em meu caminho. Deparei com algo completamente diferente do que pensei e gargalhei alto vendo seu olhar atordoado me seguir. Estendi a mão mesmo querendo matá-la pelo atraso e agora pela dor aguda que esmagava meus ossos, nos abraçamos como podíamos entre gemidos de dor e depois voltamos a rir.
– Kwon Yuri, isso é um ótimo jeito de nos reencontrarmos não acha? – perguntei olhando direito pra ela depois de tanto tempo, abaixei sentindo algumas dores e peguei meus objetos, depois ajudei com os seus. As pessoas em volta ainda estranhavam nossa reação.
– Oh god Taeyeon, você não pode andar assim atropelando ás pessoas. – sua voz tentou ser brava, mas riu puxando-me pelo braço. – Como trombamos te pago um café. – escolhi o melhor local devido a minha experiência em já ter frequentado a maioria dos estabelecimentos á procura de café para me manter acordada durante o trabalho. – Que sorte á minha, estava saindo da construtora para pegar uma bebida e te encontro, ou melhor, caio sobre você.
– Construtora? – perguntei escolhendo nossos cafés.
– Sim, não lembra que comentei ser arquiteta?
– Na verdade, lembro de muito poucos detalhes como esses daquela noite. – brinquei com as sobrancelhas e ela riu entendendo.
– Tínhamos outra coisa melhor para prender a atenção, acho que é por isso também que você esqueceu o meu número não é?
– Oh não, ainda lembro só fiquei estranha de ligar. – confessei vendo o garçom chegar com os pedidos e não parar de nos encarar.
– Nunca é tarde para manter nosso contato certo? — concordei sorrindo pra o rapaz e depois comentei com Yuri que sua beleza chamava muita atenção.
– Ah para Taeyeon, como se ele não estivesse olhando pra você! — riu envergonhada e foquei num detalhe luminoso em seu dedo formando um “Oh!” com os lábios.
– O que é isso? – apontei para a aliança de compromisso e ela a exibiu orgulhosa.
– Estou num relacionamento sério. – corou, mas seu sorriso parecia iluminar o resto do rosto, apenas observei pensando no real sentindo da palavra “relacionamento” e de como isso ainda trazia certo desconforto pra mim.
– Meus parabéns! Mas isso é sério mesmo?
– Sim, já me diverti bastante na vida como deve saber. – gargalhamos. – É hora de sossegar quando se encontra a pessoa certa.
– Wow! Mas já? Estou ficando assustada Yuri. – levei um tapa no braço de leve e rimos.
– Demorou demais na minha opinião.
– E quem é o sortudo ou a sortuda? – diante do que aconteceu entre nós considerei incluir a segunda opção na lista.
– A sortuda sou eu por tê-la encontrado. – focou o olhar na aliança examinando-a. – Nem sei por que demorou tanto. – comentou pegando o celular que vibrava sobre a mesa, nisso aproveitei para verificar minha câmera e temia que algo grave pudesse ter acontecido á ela já que se até meu corpo está dolorido pelo impacto imagina algo tão delicado. – Desculpe, só um minuto. – pediu atendendo á ligação, Yuri sempre estava ocupada e nos dois únicos encontros que tivemos a vi atender ao telefone no meio deles.
Seu inglês era perfeito e aquilo me fez prestar ainda mais atenção á minha câmera para não desmoronar pensando em Tiffany e suas coincidências com minha vida. SooYoung tem razão em dizer que isso não vai desaparecer.
– I miss you too. – ouvi a frase e fiquei intrigada de quem seria, mas tudo mudou assim que vi a peça danificada e murchei diante dela, não tinha condições de encomendar uma nova a tempo.
Sou paga por cada sessão de fotos que faço e isso significava estar sem emprego por longos dias, só de pensar em ficar longe de minha câmera já entrei em desespero.
– O que aconteceu? – Yuri chegou mais perto vendo o objeto em minhas mãos.
– O equipamento é frágil e sensível, mas normalmente está protegida, só que diante do tombo que tomei devo ter caído sobre ela ou a deixado cair diretamente no chão. – meus olhos arderam e se encheram de lágrimas, foi tão difícil comprar essa, imaginar precisar de uma nova não era algo bom. O pior nem é isso e sim o tempo que vou ficar sem ela, engoli os soluços tentando fazer minha voz ficar o mais clara possível. – Está parcialmente danificada, apesar de nada grave externamente, o adaptador ocular é bastante sensível e nem vou mencionar as outras peças implicadas nisso.
– Não fica assim Taeyeon-ah. – chegou por trás colocando as mãos em meus ombros. – Vamos fazer o seguinte? Como fui culpada por termos trombado compro outra pra você ok?
– Que isso Yuri, de maneira alguma. – levantei impedindo que sequer pensasse nisso. – Você não foi responsável, eu é que estava correndo devido ao atraso. – bufei deslizando o olhar para o relógio e percebendo que já nem tinha como ir hoje. – O maior problema nem é o preço e sim o tempo.
– Entendo, mas eu ficarei responsável. – seus dedos puxaram a câmera e a alça da bolsa que estava na cadeira, segurei também.
– Não precisa. – insisti.
– Sou mais persuasiva que você e não desisto fácil, então vai se cansar e no fim acabar cedendo. – disse sorrindo. – Quer poupar o sacrifício e deixar uma amiga fazer algo por você senhorita orgulhosa? – ri também.
– Tudo bem. – soltei o objeto dando um adeus doloroso para meu tesouro nas mãos dela. – Por favor, não me importa o preço, eu pago.
– Não desiste não é? Eu mesma vou conversar com alguns contatos e conseguir isso o mais rápido pra você e será como um presente. – seus braços rodearam-me e retribuí o abraço agradecendo de todos os jeitos possíveis pela ajuda. – Vamos considerar isso como uma amostra de que quero te manter por perto ok? Não costumo fazer isso por qualquer amigo. – piscou. – Agora preciso ir, porque tenho que pegar uma pessoa no aeroporto.
– Hmmmm, vai buscar a amada não é? – gargalhei.
– Pior que não. – disse saindo, não antes que eu pudesse insistir e ganhar por pagar o café ou sairia ofendida.
PDV Yuri
Deixei o equipamento de Taeyeon no banco traseiro com cuidado e era tão bom tê-la encontrando de novo, queria mesmo manter uma ligação. Nossos assuntos fluíram tão bem naquela noite e seria bom ter mais uma amiga.
Cheguei mais rápido do que imaginava no aeroporto, deve ser pela saudade. Estou ansiosa por vê-lo, andei rápido considerando estar de saltos, já sabendo que poderia ter desembarcado e cheguei ao salão vendo milhares de pessoas indo e vindo, nenhum rosto realmente conhecido. Coloquei as mãos na cintura e fui para um local visível.
Poucos minutos depois fui surpreendida por braços fortes ao meu redor e não contive o sorriso já sabendo que ninguém me abraçava como ele. Virei encarando seu constante sorriso e as sobrancelhas que tanto me encantavam, sorri de volta o abraçando. Ele estava com um perfume diferente, mas realmente tão bom quanto o que usava antes, ficamos alguns minutos abraçados e ele bagunçava meus cabelos.
– Você sentiu mesmo minha falta oppa. – cometei podendo olhar melhor a boa forma que ele exibia.
– Eu disse que sim Yuri-yah, como você está linda. – o sorriso dele só aumentava e voltou a me abraçar. – Vim pra ficar se meu tio não insistir em me mandar de volta. – gargalhamos e o ajudei com as malas até meu carro.
– Não vou deixar que te levem embora de novo.
Notas finais
Estou feliz por estarem gostando e comentando a fic, fico bem mais disposta a escrever. Obrigada mesmo.
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