Just Remember - Hiatus -
19 A verdade para Charlie
Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo de JR para vocês. Não é um capítulo fácil de ler... Mas esperamos que gostem!
Boa leitura! ;)
Juh e Mah
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Agradecimentos: Gostariamos de agradecer a recomendação liiiinda que a Paty Winter fez para JR. Nos deixou muito felizes e motivadas! ;)
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Música: Stronger (What Doesnt Kill You) Kelly Clarkson.
http://www.youtube.com/watch?v=Xn676-fLq7I
‘’O que não te mata, fortalece,
Te faz sentir melhor
Não significa que estou só, quando estou sozinha
O que não te mata, te torna uma lutadora
Deixa os passos mais leves.’’
Stronger (What Doesn’t Kill You) – Kelly Clarkson
PDV Bella
– Errr... pai, precisamos conversar com o senhor... Contar algumas coisas.
Charlie olhou sério para mim e depois para Edward. E só então notou que eu segurava uma pasta preta, cuja em sua etiqueta estava escrito “Dossiê Phill Dwyer”.
– O que é isso?! – Disse ele apontando para a pasta. Todo traço de felicidade desaparecera de seu rosto...
Era como se nesse exato segundo alguém tivesse apertado o botão slow motion. Se eu estivesse na cena de um filme, esse era o momento que a câmera se afastaria vagarosamente de mim, me deixando fora de foco e tudo ao meu redor perderia o som. Eu via Charlie questionando o que significava aquela pasta preta em minha mão, mas simplesmente não conseguia responder. Fiquei catatônica. Estava com medo... E acima de tudo, com vergonha.
- O que ela tem? – ouvi como um sussurro meu pai perguntar.
- Bella? Você precisa ser forte meu amor, mais forte do que já foi até agora. Está indo muito bem... – a mão de Edward apertou a minha com força.
Eu tinha certeza de uma coisa... Para o mesmo lugar para onde fugiram os traços de felicidade da face de Charlie, a minha coragem foi junto. Só o que havia sobrado ali era vergonha. Uma vergonha mil vezes maior do que a que senti, quando contei toda a nojenta tragédia da minha vida para Edward. Afinal, a verdade agora seria revelada para Charlie. Meu Charlie! Meu pai!
Oh Meu Deus! Era meu pai ali...
Sempre tive uma ligação muito emocional com Charlie. Não éramos somente pai e filha. Éramos grandes amigos. Pelo menos até aquele dia... Aquele maldito dia em que eu decidi me trancar em meu mundo e não abrí-lo para mais ninguém. Quando decidi viver a mercê do medo, da insegurança e da vergonha. Mas hoje, vendo outra perspectiva daquela mesma situação, tantos anos depois, me senti uma completa criança. Ah! Eu agi como uma criança assustada! Uma idéia latente se formava em minha mente. Eu deveria ter contato ao Charlie naquela época. No dia seguinte. Ou até mesmo no instante após Phill me deixar sozinha no quarto, e eu desejar com todas as minhas forças morrer. Deveria ter ligado para o meu pai, clamando por socorro. Mas não, eu não fiz isso...
Agora, tantos anos depois, como Charlie reagiria a aquela história? A tudo aquilo? Tudo implicava muita coisa suja. O estupro praticado por Phill, a minha omissão da verdade... A gravidez... O acidente com seu melhor amigo Billy e o real motivo de sua paraplegia... O aborto... A omissão agora vinda de seu amigo de infância. Ainda tinham as recentes ameaças vindas através de uma ligação. Eram coisas demais para assimilar. Eu não tinha a menor noção de qual seria sua reação. Não sabia dizer se ele ficaria com raiva de mim, por não ter confiado nele o bastante. Poderia ele considerar o meu silêncio como uma quebra de confiança? Uma traição? Ele atribuiria algo tão complexo assim à decisão de uma criança? Ou justamente pelo fato de eu ser uma criança naquela época, eu seria “absolvida”? Meu pai era um homem criado a moda antiga. Tradicional demais. E era um policial. Eu não tinha a mínima ideia para onde essa combinação levaria a reação dele...
As duas figuras continuavam a se movimentar muito lentamente ao meu lado. Charlie franzia o cenho e me abanava com um jornal. Edward continuava a apertar a minha mão. Percebi que agora a pasta preta não estava mais comigo. Passei os olhos rapidamente pela sala à procura dela, até que a encontrei em cima da mesa de centro, ao lado da caixa de pizza. Fiquei um pouco mais tranquila. Aquela era a maior prova de que era tudo verdade o que eu iria confessar. Forcei minha mente a trabalhar e reagir. “Anda Bella! Coragem!”, pensei. “O que não te mata, te fortalece! Vá em frente. Conte tudo. Essa é a hora”. Afinal, eu não poderia fugir agora. Simplesmente fingir que nada aconteceu, que eu e Edward estávamos brincando e pedir para meu pai voltar a assistir seu jogo na TV, comendo sua pizza tranquilamente. Minhas primeiras palavras saíram excessivamente arrastadas...
- Pai, eu preciso conversar com você...
- Por Deus, Bella! O que você tem? Está me deixando preocupado!
- Errr... Mas antes acho que eu preciso de um copo de água com açúcar – pedi recostando a cabeça no sofá e apertando os dedos nas têmporas. A vergonha habitava cada pedacinho do meu corpo. Do meu ser. Ensaiei mentalmente algumas maneiras de começar a contar meu segredo para Charlie. É... Aquilo seria mais difícil do que eu pensava.
- Ok, eu vou buscar – Um Charlie ansioso praticamente voou para a cozinha. Imaginei que ele tivesse tropeçado nas cadeiras da copa, devido a alguns palavrões que ele proferiu em voz alta. Aliás, bem alta. Meu pai estava muito preocupado, isso era evidente.
A mão de Edward agora fazia uma leve pressão em meu joelho.
- Edward, eu não vou conseguir! – choraminguei ainda de olhos fechados.
- Bella abre os olhos! – senti suas mãos segurarem os dois lados do meu rosto.
Abri meus olhos para encontrar os de Edward e ao mesmo tempo percebi que minhas primeiras lágrimas começavam a se formar... O choro cortante tomando forma dentro de meu peito. Eu não disse uma palavra sequer.
- Bella, estou aqui com você. Vai dar tudo certo – ele proferia cada palavra lentamente. Como se aquilo pudesse me ajudar a internalizar a informação.
- E se não der? E se Charlie... – os dedos pálidos do meu namorado fecharam meus lábios.
- Shiii! Na pior das hipóteses, se tudo isso aqui acabar mal, eu ainda estarei aqui com você amor!
- Promete?! – estava muito mais que insegura. A primeira lágrima escorria em minha face.
- Eu prometo – Edward encostou os lábios no meu e selou sua promessa, abraçando-me em seguida – Para sempre!
Charlie demorou um pouco mais que o necessário para voltar à sala, mas quando retornou, parecia um pouco mais controlado. Entregou-me o copo de água com açúcar, desligou a TV e puxou a mesa de centro um pouco mais para perto do sofá onde eu estava. Sentou-se. Colocou a pasta do dossiê de Phill em seu colo. Respirou fundo duas vezes. Olhou em meus olhos...
- Bella, quando você passou por aquela porta, segurando a mão de Edward e me dizendo que precisávamos conversar, imaginei que eu seria avô dentro de alguns meses. Até que notei seu desespero e vi o que estava escrito na etiqueta da pasta que você segurava no colo – meu pai fez uma longa pausa em seu discurso. Ele sabia que se Phill estava no meio, havia algo errado – Eu não tenho ideia do que vai sair dessa pasta. Não tenho ideia do que vai me contar. Mas seja lá o que for, não vou ficar bravo com você, minha pequena.
- Promete?! – dupliquei a pergunta que havia feito instantes atrás para Edward. Eu parecia precisar dessas “promessas”, para continuar...
- Prometo – Confessou com a boca e afirmou com a cabeça.
Houve um breve silêncio de ambas as partes. Eu apenas olhava diretamente nos olhos castanhos de meu pai. Meus olhos. Um lampejo de reconhecimento pareceu passar nos olhos dele.
- O que Phill fez? – sua voz saiu grave e sofrida. Será que Charlie agora já desconfiava de algo?
- O Phill... Ele... Quando eu tinha... – eu não sabia por onde começar. Minha respiração estava acelerada demais, sinal de que não conseguiria conter as lágrimas por muito tempo.
- Vamos pequena... O que aconteceu, hein?! – ele estava suplicando pela resposta.
Meus olhos procuraram a imensidão verde dos de Edward. Ele assentiu. Era hora de meu pai saber tudo. E apesar de instantes atrás ter mentalmente ensaiado como contaria aquilo para Charlie... Simplesmente falei sem rodeio...
- O Phill... Ele me estuprou quando eu tinha quatorze anos.
A verdade é dolorida demais. Às vezes até injusta. Mas não se pode negar que ela é libertadora. No momento em que confessei em voz alta o início de tudo, me senti um pouco mais leve. Um pouco mais livre. E expressei o que estava sentindo naquele momento através de um choro intenso. Alto demais. Dolorido demais, porém libertador. Um choro de cura...
Senti os braços de meu pai envolvendo minha cintura. E a única reação de Charlie naquele momento foi se entregar ao choro comigo.
Depois de alguns minutos, virei-me suplicante na direção de Edward, precisando de sua ajuda naquele momento tão difícil para mim. Havia muito mais coisas para contar a Charlie. Eu não conseguiria sozinha, jamais...
- Edward... – sussurrei.
- Bella... Por que não se senta junto com o seu pai e eu cuido do resto? – ele sorriu levemente, me deixando um pouco mais calma.
Aninhei-me rapidamente ao lado de Charlie, que em questão de segundos me puxou para seu colo, onde eu escondi minha cabeça em seu pescoço, numa típica posição que eu assumia quando era pequena, quando estava com medo. Charlie tinha muitas fotos antigas, onde eu sempre estava do mesmo jeito, aninhada a ele... Meu pai.
- Depois de um almoço na casa dos meus pais, Bella achou melhor me contar tudo o que já havia passado, para que pudéssemos ter um relacionamento baseado na sinceridade... Compreensão e verdade. – começou Edward. Charlie passava as mãos freneticamente em minhas costas, dando pequenos tapinhas em alguns momentos, como se pedisse calma silenciosamente – Desde os onze anos, Phill se tornou um pouco ‘amoroso’ demais com Bella... Pegando-a com mais força, fazendo-a dormir, olhando para ela de forma diferente. As coisas começaram a se complicar para Bella quando ela tinha doze anos, e ele beijou-a... Na boca, pela primeira vez, e depois de conversar com as amigas, ela evidentemente percebeu que aquele comportamento não era o correto de um padrasto...
- Aquele bastardo filho da mãe... – falou Charlie entre lágrimas.
- Você deve ter percebido que nos anos seguintes, Bella não quis mais ir passar suas férias com a mãe e com Phill. E era esse o motivo. Ela havia decidido que se afastaria de algum jeito, porque percebeu que era errado. Tanto, que no ano que Bella tinha treze anos, ela fez Renée vir passar as férias aqui em Forks, porque sabia que Phill não viria junto. Nessa época, Billy e Jacob começaram a frequentar mais a casa de vocês, e Bella e Jake já estavam apaixonados. – gostei de ver Edward se referir a Jacob como ‘’Jake’’... Me fez sentir ainda mais segura, como se ali, dois grandes amigos e protetores meus estivessem juntos para me ajudar – Mas no ano seguinte, quando Bella tinha quatorze anos, foi inviável Renée vir, porque o pai dela estava doente no hospital. Mas Bella foi preparada daqui... Levou spray de pimenta, e enquanto a mãe estivesse fora, ela ficaria em seu quarto, sempre trancada, e isso com certeza daria certo...
- Minha filha... – Charlie falou um pouco alterado, mas ainda assim, as lágrimas eram inquietantes em seu rosto. Em nosso rosto.
- A princípio, Bella deu sorte... – continuou Edward – a irmã de Phill estava no aeroporto com ele, e logo depois, todos foram para o hospital ver o pai de Renée. Nessa visita ao hospital, o avô da Bella já estava muito debilitado, e fez com que ela prometesse cuidar da mãe. Ela prometeu, e logo depois foram para casa... Bella comentou comigo que naquele dia Renée estava fria e distante, mas ela relevou, afinal, o pai dela estava em estado terminal no hospital. Mas foi também naquele mesmo momento que ela viu que o quarto em que ficaria estava com a fechadura quebrada...
- Santo Deus! – Charlie parecia cada vez mais nervoso.
- Phill chamou Bella para jantar... E Renée já não estava mais em casa, já tinha voltado para o hospital, sem conseguir ficar longe do pai. Bella recusou o jantar daquele dia, e subiu correndo para o quarto... Mas Phill, obviamente, foi atrás dela.
- Eu vou matar sua mãe Bella... – murmurou Charlie.
- Calma pai... – pedi chorando ainda mais. A parte mais suja da minha vida estava prestes a ser revelada para o meu pai. Edward continuou a falar.
- Depois disso, Phill pegou-a a força, beijou Bella com uma agressividade exagerada... – meu namorado falou mais baixo, fitando a pasta a nossa frente – Bella tentou novamente proteger a si mesma daquele pesadelo, usando o spray de pimenta, mas aquilo só enfureceu Phill ainda mais. Ela foi amordaçada, amarrada na cama, tocada de forma violenta e íntima, foi obrigada a sentir aquela boca nojenta em seu corpo, e por fim, ele tomou-a, completamente despudorado.
- Eu vou matar aquele desgraçado filho da puta! – Charlie gritou enfurecido. Provavelmente as peças daquele quebra-cabeça que era minha vida, já estavam se encaixando e começando a fazer algum sentido para ele...
- Calma Charlie, por favor... Você já está assim, mas não sabe de tudo. – Edward estava visivelmente abalado. Todos estávamos.
- Tem mais?!
- Pior que tem. Escute, ele ainda torturou Bella... De muitas formas, e quanto mais ela gritava, mais ele fazia. Vê-la sofrer era o combustível dele. Depois disso ele saiu do quarto, deixando ela lá, completamente exposta, machucada...
- E nenhum vizinho ouviu essa loucura? – Charlie estava mais do que alterado.
- Pai, se acalma... Seu coração. – pedi. Ele se levantou, deixando-me sentada sozinha no sofá.
- Bella... Eu acabo de saber que minha única filha foi violentada pelo próprio padrasto! Como quer calma?
- Charlie, Bella está nervosa. Sente-se e tente se acalmar. – ele obedeceu Edward, e me puxou para junto de si novamente, trêmulo.
- Os vizinhos não puderam ouvir, Charlie... – Edward falou – Ele fez o serviço completo, de certa forma. Ligou um som alto, para que ninguém ouvisse nada.
- Santo Deus... Renée sabe disso?
- Não. Ele obrigou Bella a ficar quieta... Disse que seria o ‘’segredinho’’ deles, e depois disso, naquela mesma noite, o pai de Renée morreu, e Bella se viu de braços atados, sem ter o que fazer. Tinha prometido ao avô que cuidaria da mãe, e não poderia deixá-la ainda mais triste... Depois de tudo isso ela voltou para Forks e entrou numa depressão.
- É, eu... Eu lembro disso. Ela só falava comigo e com Jake. – Charlie sussurrou.
- Pois bem... – Edward respirou fundo – E depois de algum tempo de todo esse episódio horroroso, Bella começou a sentir os sintomas típicos que se sente em uma gravidez.
Charlie não falou nada naquele momento, mas seu rosto adquiriu tons mais claros gradativamente, deixando-o branco feito papel.
- Bella acabou fazendo um teste de gravidez, e comprovou que os sintomas realmente se tratavam da espera de um bebê. Ela se desesperou, só queria falar com Jacob, que não atendeu suas ligações e não estava em casa. Billy insistiu e Bella acabou se abrindo com ele, contando tudo... E quando ele fez menção em contar tudo para você...
- Onde está esse bebê agora? – perguntou Charlie me encarando. Senti uma fraqueza enorme nas pernas. Se não estivesse sentada, eu cairia, com toda certeza.
- Errr... Bella saiu correndo da casa dos Black em La Push, queria se matar. Estava com medo. Um caminhão passava na estrada e ela se jogou na frente, mas Billy a alcançou primeiro. Foi nesse dia que ela teve um aborto espontâneo, e Billy...
-... Ficou paraplégico. – completou meu pai.
Um silêncio pesado se instaurou na pequena sala da minha casa. Eu encarava Edward, que me olhava com a dor estampada em seus olhos. Charlie havia se levantado novamente e andava em círculos, puxando os cabelos.
- Por que não me contou Bella?
- Pai... – sussurrei. Edward foi até mim e segurou minhas mãos, que estavam geladas – Imagine minha situação... Quatorze anos, violentada e grávida do próprio padrasto... A vergonha me consumiu, e consome até hoje. Nesse momento, está muito difícil lidar com tudo isso.
- Esse... Phill. – Charlie praticamente rosnou – É um monstro! Eu vou matar aquele imbecil!
- Ainda tem esse dossiê com muito mais podres dele, Charlie. – Edward falou sério, abrindo a pasta e entregando para meu pai alguns papéis – Ele deixou um rapaz cego, já violentou outras moças antes de estar com Renée.
- E como ele ainda está impune?
- Ninguém sabe de nada disso... – Edward suspirou – Depois do que Bella me contou, contratei um detetive particular, que cuidou de criar o dossiê para mim. Quero que você veja tudo com calma, e já que trabalha para a justiça nos dê uma luz em relação ao que fazer. E bom... A mais recente dele Charlie, foi uma ligação bem ameaçadora que ele fez há alguns dias. Queria saber se ela se lembrava de tudo o que ele fez, agora que Bella recobrou totalmente a memória. Ele é um louco. Phill precisa ser punido.
- Vou matar esse filho da puta! – gritou, esmurrando uma das paredes da sala. – Olha o que ele fez com a minha filha... Com a minha menina...
Charlie foi até a minha direção e eu não precisei que ele falasse o que queria. Levantei-me assim que ele se aproximou, e o abracei, tão forte como nunca.
- Bella, jamais me esconda às coisas de novo... Jamais! E me perdoa por ter sido tão descuidado. Ausente de certa maneira, afinal eu não percebi que tudo isso havia acontecido com você, minha pequena. – pediu chorando de novo. A raiva sendo tomada pela emoção, e em seguida, o ódio em seus olhos – Mas eu vou vingar você Bella... Vou vingar o que aquele cretino te fez.
Notas finais
Oieee meninas!!! Tudo bem?!
Aiiii que dessa vez a Mah e a Juh me fizeram sofrer, como se eu estivesse ali, bem do lado da Bella... lágrimas nos olhos aqui! Foi extremamente doloroso para ela ter que contar e reviver todo o sofrimento com o Charlie, mas foi necessário! Acho que só assim ela vai conseguir seguir confiante nessa nova vida que iniciou ao lado do Edward, assim como poderá evitar que outras garotas sofram o mesmo pesadelo que ela viveu! Lutar contra o Phill, reagir, é uma atitude digna e corajosa, por isso fiquei orgulhosa dela... e também do Edward, que está o tempo todo ao lado dela, apoiando-a incondicionalmente! Estou certa de que esse é só começo da batalha da Bella, afinal, acho que mais difícil do que dizer para o Charlie toda a verdade, será dizer para a Renée... e ainda de quebra ter que bater de frente com o Phill! Ansiosa por mais? Sempre e sempre ;) Agora vamos lá comentar e recomendar, que a estória está a cada capítulo mais emocionante, certo?!
Beijos e até o próximo post!!!
Dani ;)
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Notas Mah:
Olá meninas, como estão?
Uau, tivemos um capítulo tenso não?
Desde o princípio eu fiquei imaginando o quão constrangedor seria para Bella o momento de revelar para o pai o que aconteceu com ela na adolescência... Mas, vamos ver que rumos as coisas tomarão agora não é?
Agradeço de coração por cada review maravilhoso que vocês mandam... Eu leio todos, e peço sinceras desculpas por não poder responder cada um deles. Agradeço muuuuuuito pelo carinho e atenção de vocês pela fic!
Obrigada pelas recomendações também, são um combustível para quem escreve!
Nos vemos em breve...
Beijos,
Máh.
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Notas Juh:
Olá meninas, bom dia! Espero que estejam todas bem! ;)
Presentão para vocês nessa sexta-feira 13, hein?! hahaha
O que acharam do capítulo? Não tenho como dizer o quanto foi difícil ler e de certa forma reviver tudo o que aconteceu com Bella na adolescência. Mas, o processo de libertação dela já está na metade. Afinal, ela já contou a Edward. Charlie. E agora só falta Renée e a polícia. Coragem meninas! Tudo vai acabar bem! E prometemos capítulos futuros com muito romance! Não nos abandonem. ;)
Gostaria de agradecer cada review e recomendação que JR teve até aqui. Leio e vibro com cada um deles. Isso é o que nos motiva a continuar escrevendo. Afinal, é tudo para vocês!
E sejam muuuito bem vindas às novas leitoras!
Fiquem com Deus e até o próximo post.
Bjsss,
Juh Cantalice.
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