Just One More Night
7 Capítulo 7
Notas iniciais
– Robin — chamou Marian — Robin?!
– Sim?! — pergunta ele, finalmente olhando-a
– Eu tenho que ir, vou buscar o Roland — diz ela, se levantando
– Não quer ir comigo? A gente podia ir depois no...
– Não, obrigado. Manda um beijo pro Roland, tchau — diz ele, deixando Marian em pé na frente do banco, enquanto ele se aproxima da misteriosa mulher.
Ela era ainda mais bonita, e gostosa, de perto. Como ele ainda não tinha visto ela ali? A cidade era tão pequena. Ele vai se aproximando cada vez mais, se encantando por ela, olhando para seu corpo, para seu cabelo. Ele só parou quando percebeu que havia trombado nela
– Me desculpe, eu não... — diz Robin, envergonhado
– Não foi nada — diz ela, com um sotaque lindo
– Você é nova aqui, não é?
– Sim, acabei de me mudar e ainda estou me encontrando na cidade — diz ela, e ri ao terminar de falar
– Se você quiser, eu posso te mostrar a cidade — diz Robin, sorrindo
– Eu adoraria...? — diz ela, indicando que não sabia o nome dele
– Robin, meu nome é Robin, e você seria a...?
– Zelena, prazer
– O prazer é todo meu — diz ele, sorrindo.
Eles saem pelas ruas de Storybrooke conversando e rindo, enquanto Marian observava tudo, com raiva e indignação.
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Depois de alguns dias, Regina já estava em casa, e Robin havia se aproximado ainda mais de Zelena.
Ele estava feliz com a nova amiga, mas mesmo assim precisava ver Regina, mesmo depois de tudo que havia acontecido.
Ele andava rápido pela rua principal, em direção à casa de Regina, quando sentiu uma mão segurando seu braço, ao olhar para trás, seus olhos se encontraram com os de Zelena
– Oi Robin
– Olá Zelena
– Posso saber para onde vai tão apressado? — pergunta ela, num tom de brincadeira
– Estou indo ver a Regina
– Regina?! A prefeita?
– Sim, essa mesma
– Mas a prefeitura é para o outro lado
– Eu estou indo na casa dela — diz ele, rindo
– Ah, sim, agora entendi — diz ela sorrindo
– Se você quiser pode vir comigo, e depois nós podemos ir tomar um sorvete, talvez — diz ele, envergonhado
– Eu adoraria Robin — diz ela, com um lindo sorriso no rosto.
Eles vão em direção à casa de Regina, conversando e rindo. Ao chegar na porta, Robin para e fica olhando para a mesma
– Robin? Oque foi? — pergunta Zelena
– Nada, não foi nada — diz ele, sorrindo falsamente.
Ele bate na porta, e Tink abre logo em seguida
– Robin — diz a fada, sorrindo
– Oi Tink — diz ele, sorrindo para a loirinha. Eles entram na mansão e Zelena entra logo atrás
– Ah, me desculpa, eu esqueci de apresentar, Zelena, Tink, Tink, Zelena — diz ele, apresentando-as
– Prazer — diz Tink, esticando a mão para Zelena, que aperta a mão da fada — Você veio falar com a Regina, certo?
– Sim. Eu queria saber se ela está bem
– Fora os enjôos e outras coisas da gravidez, sim — diz ela, sorrindo
– Posso vê-la? — pergunta Robin, um pouco desconfortável
– Claro, vou lá chamá-la — diz Tink, subindo as escadas
– Ela está grávida? — pergunta Zelena
– Sim
– É seu? — pergunta ela, triste
– Não — diz ele, seco.
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– Regina? — pergunta Tink, abrindo a porta devagar
– Sim?!
– O Robin quer te ver
– Ele está aqui? — pergunta ela, um pouco ansiosa e nervosa
– Sim... E não está sozinho — diz a loira
– Como assim?!
– Tem uma mulher com ele. Uma tal de Zelena, eu não sei porque mais tenho certeza que conheço ela de algum lugar
– Zelena?! É bonita? — pergunta Regina, com ciúmes
– Sinto lhe dizer que sim
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Depois de alguns minutos, eles ouvem passos na escada, e se viram. Regina descia as escadas calma e divinamente. Ela usava um short preto, um tanto curto e uma blusa caída no ombro, branca. Os cabelos estavam um pouco bagunçados, e ela estava sem maquiagem. Robin ficou hipnotizado com aquela visão, tão simples, mas tão linda.
Enquanto Robin tinha corações nos olhos, Zelena tinha ódio. Robin estava bobo por uma mulher que havia terminado com ele e que agora estava grávida de outro.
Regina percebe os olhares de ódio lançados a ela por Zelena, e se sentia ótima por isso.
– Eu vim aqui saber como você estava
– Estou ótima, obrigada
Eles param de falar e começaram a trocar olhares, olhares que foram percebidos tanto por Zelena que por Tink
– Desculpa senhora prefeita, eu não me apresentei — diz ela, interrompendo os olhares — prazer, Zelena — diz ela, estendendo-lhe a mão
– Regina — diz ela, apertando a mão da ruiva
– Soube que está grávida, parabéns — diz Zelena, sorrindo
– Obrigada — diz Regina, percebendo o desconforto de Robin sobre o assunto.
Novamente o silêncio se alastra, deixando todos um pouco desconfortáveis.
– Eu estou morta de fome, aceitam algo para comer? — pergunta Regina
– Não, obrigada. Robin e eu vamos a sorveteria daqui a pouco — diz Zelena
– Ah, sim, bom sorvete para vocês — diz Regina, sorrindo falsamente.
Zelena e Robin se dirigem à porta, e quando estão quase saindo, Robin se vira
– Regina — chama Robin, e ela se vira e olha para ele, assim como as outras duas mulheres — Se precisar de qualquer coisa, você tem o meu número
– Claro... Obrigada Robin — diz ela, sorridente
– Ah e mais uma coisa — diz ele, e ela olha para ele — Se tiver algum desejo, pode pedir — diz ele, rindo
– Pode deixar — diz ela, também rindo. Deixando Zelena com ciúmes.
Eles saem da casa de Regina, e vão em direção a sorveteria. Pedem os sorvetes e se sentam numa mesa que dava visão para a rua principal.
– Quem é o pai? — pergunta Zelena
– Hã?! — pergunta Robin, sem entender
– O pai da criança que a Regina está esperando
– Ah sim... Jefferson é o pai — diz ele, numa mistura de tristeza e raiva
– Ei, não fique triste — diz ela, colocando a mão nas costas dele
– Se fosse para vocês ficarem juntos, vocês estariam! Sinto lhe dizer mas ela está feliz com ele, até esta gravida! Você deve seguir em frente
– Marian disse a mesma coisa... E eu pensando que ela só disse isso para eu ficar com ela — diz ele, rindo
– Marian? Sua ex-mulher?
–Sim
– Por mais que eu também ache que ela disse isso para você ficar com ela... — diz Zelena, rindo — Tenho que concordar com isso
– Obrigada — diz ele, e Zelena o abraça de surpresa.
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