Just One More Night
8 Capítulo 8
Notas iniciais
A cada dia que passava Robin e Zelena ficavam mais próximo, sempre se encontrando, saindo juntos, conversando.
Robin tinha um carinho enorme por Zelena, e ela, algo mais por ele.
Já que o dia estava quente, eles decidiram ir a sorveteria. Andavam conversando e rindo pelo caminho. Chegando no local, eles pegam os sorvetes e se sentam numa mesa perto do balcão e ficam conversando. Eles ouvem o barulho do sino da porta, e por impulso, Robin olha para essa, e é quando ele vê Regina e Tink entrando no local, a moreno usava um vestido beje, colado ao corpo, marcando a quase imperceptível barriga de um mês e meio de gravidez
– Mesmo grávida ela continua usando esses vestidos — diz ele, sorrindo
– Oi? O que você disse? — pergunta Zelena, fingindo não ter escutado
– Não, nada — diz ele.
Regina passa por ele, sorrindo para Robin, que sorri de volta.
Elas se dirigem para o balcão, e Robin sorri ao ouvir Regina falar que estava com desejo de tomar de sorvete de flocos, era o seu preferido.
Ele e Zelena continuam conversando, mas ele sempre se perdia no assunto pois ficava observando Regina.
"Deus, como ela é linda! Como eu amo esse sorriso, e essa gargalhada, meu Deus", pensou ele, se perdendo novamente do assunto, deixando Zelena no vácuo
– Sério que você não vai prestar atenção em mim?! — pergunta ela, irritada
– Me desculpe, eu estava... — diz Robin, tentando formular uma frase
– Olhando para ela... De novo
– Me desculpe Zelena, de verdade
– Okay
– Então, o que você estava falando mesmo?
– Da cidade e de como eu estou amando ela e as pessoas daqui... — ela continua falando, animada, e Robin se perde olhando para Regina de novo. Era impossível não sorrir ao ouvir a gargalhada dela ou ver seus olhos brilharem ao sorrir, tudo nela o encantava.
Regina termina o sorvete antes de Robin e Zelena, e ela e Tink vão saindo do local, quando Regina sente uma grande tontura e se apoia numa das mesas. Robin, que a observava, corre até ela, deixando Zelena sozinha
– Regina?! Tudo bem? O que você tem? O bebê tá bem? Você tá bem? — pergunta ele, atrapalhado e preocupado, segurando o braço da morena.
Todos observavam a cena, alguns, como Zelena, com ciúmes e outros felizes, como Tink
– Vem, se senta aqui, eu vou comprar uma água para você — diz ele, puxando uma cadeira para Regina
– Não precisa Robin, eu já estou melhor e... — Regina é interrompida por Robin
– Eu insisto — diz ele, sorrindo.
Era incrível como um simples sorriso, o dele, a fazia ficar melhor, segura. Ele vai até o balcão e compra uma garrafa d'água
– Aqui, toma — diz ele, dando a garrafa para Regina.
Essa toma a água e depois de alguns minutos ela já estava melhor
– Obrigada Robin — diz ela, se levantando
– Quer que eu te acompanhe até em casa?
– Não precisa, a Tink está comigo e...
– Então Regina, eu precisa ir até o convento, falar com a Blue — diz a fada
– Então eu acho melhor eu te acompanhar — diz Robin, olhando para Regina.
Por mais que ela não achasse uma boa ideia, ela aceitou, já que ela podia se sentir mal novamente, e não teria ninguém para ajudá-la
– Okay, vamos — diz ela, passando por Zelena e saindo da sorveteria
– Zelena, eu vou com a Regina até a casa dela
– Ah sim, claro. Tchau viu?! — diz ela, e Robin sai, sem nem escutar.
_______________________________________________________
Regina e Robin andavam lado a lado, em silêncio, olhando um para o outro discretamente. Robin, não aguentando mais, resolve quebrar o silêncio
– Então — diz ele, fazendo Regina olhar para ele — Como está sendo a gravidez?
– Ótima, fora ter esses enjôos e tonturas — diz ela, rindo
– E o Jefferson? Como vocês estão? — pergunta ele, com um pouco de ciúme
– Ele na casa dele e eu na minha
– Eu pensei que vocês estavam...
– Morando juntos? Não. Acho que nem namorados nós somos mais — diz ela, rindo
– Otimo — diz ele, baixinho, mas ela acaba escutando
– Ótimo? Posso saber por que? — pergunta ela, sorrindo
– Porque — diz ele, parando de andar — eu posso fazer isso! — e a beija.
Era um beijo calmo, apaixonado, mas logo esse beijo foi se tornando mais quente e desesperado. Suas línguas iniciavam uma luta prazerosa, assim como suas mãos no corpo um do outro. Regina passava a mão pelos cabelos de Robin, dando leves puxões, enquanto a outra mão ficava na nuca, aprofundando o beijo. Robin também tinha uma das mãos nos cabelos de Regina, fazendo com o beijo fosse cada vez mais aprofundado e feroz. Sua outra passeava das costas até a bunda da morena, e a trazia cada vez para mais perto de seu corpo.
Regina vai desintensificando o beijo, e se separando de Robin, que acha estranho, pois ele sabia que ela também estava gostando
– O que foi Regina? — pergunta Robin, olhando para a morena, ainda recuperando o fôlego
– Nós... Nós não podemos! — diz ela, se afastando
Fale com o autor