Just Love You
9 iKnow forget
Notas iniciais
NÃO SE ESQUEÇA DE LER AS NOTAS ACIMA KCT!
Mais uma semana se passa, uma semana fria e chuvosa. Sam se concentrava em escrever em seu diário enquanto estava trancada no seu quarto. Sua mãe havia saido bem cedo — O que era estranho considerando o fato de que estamos falando de Pam Puckett — então ela tinha a casa calma e silênciosa toda pra ela. Em casos contrário ao dia de hoje, Sam sempre iria para casa de Carly ou saia sem destino — muitas vezes a procura de comida. No caso do dia em questão, e digamos, na última semana, Sam estava passando seu tempo em casa. Seja dormindo ou simplesmente escrevendo. Tomou esse ábito, talvez vicio, desde quando começou suas consultas no terapeuta. Ela sempre estava anotando algo, o que deixava Carly e seus amigos curiosos. Ela dizia que não era nada demais e desconversou por várias vezes que foi questionada o que tanto escrevia em seu diário. Carly sabia que por ser um diário, ela não devia se intrometer e fazer perguntas que talvez Sam não queria responder. Mas como todos sabem, inclusive Sam, Carly era curiosa e não suportava o fato de seus amigos lhe esconderem algo. Além do mais, Sam quase sempre, eu diria sempre, não se concentrava em nada. Nas aulas, o costume da loira era dormi ou mandar mensagens de texto. Por muitas vezes, Carly checava seu celular esperando algo de Sam, mas quando se voltava para amiga, encontrava ela concentrada mais uma vez em seu precioso diário. Somando os fatos que ocorreram naquela semana, Carly se encontrava em extrema curiosidade sobre o que Sam tanto escrevia.
Outra coisa que chamava a atenção, era que ela sempre estava cantarolando alguma coisa em tom baixo quase não se ouvia. As vezes achavam que ela estava falando sozinha. Mas mesmo assim, questionada sobre o assunto, ela se desviava. Talvez estava quardando um segredo? Não seria algo estranho para Sam Puckett, porém não era isso de fato. Ela sempre fugia de algo que poderia gerar perguntas ou estranhamento. Lembrava de quando quis comprar um vestido rosa que dizia ela ter amado e sua amiga ter estranhado e feito milhões de perguntas como: "Quem é o garoto?" "O que está aprontando dessa vez Puckett?" "É você mesmo ou a Melanie?". Sam não é o tipo de garota patricinha, mas ela é uma garota. Podia fazer loucuras que garotas não costumavam fazer, mas ela é uma garota!
A verdade é que poucos realmente conheciam Sam. E ninguém sabia o que ela tanto escrevia, além dela mesma claro e seu terapeuta. O tal havia dito a Sam que ela deveria focar em algo mais construtivo. A procurar de algo para se destrair, Sam tinha vários caminhos como organizar o seu webshow com Carly e Freddie. Porém certa pessoa mencionada na frase anterior, ela tentava absurdamente de todas as maneiras esquecer. Portanto, resolveu procurar uma distração mais solitária. Escrevendo em seu diário, muitas vezes desabafava, reclamava de algo bobo que ocorrera ou simplesmente compunha uma música. Pois é quem diria que Samantha Puckett faria isso? O que poucos sabiam era que Sam sempre teve um dom para isso. Seu pai era um cantor country que fugiu quando ela e sua irmã tinham apenas 3 anos de vida. Pam sempre disse que nunca mais iria gostar de nenhum cantor country que ela conhecesse no Texas.
Com toda certeza Sam adquiriu um pouco desse talento musical. Ela nunca falou nada disso pra ninguém. Nenhum de seus amigos sabiam o que ocorreu com seu pai. Sam era definitivamente um cofre cheio de segredos...
E nesse momento, ela se encontrava em sua cama tentando achar a melhor palavra pra terminar uma música. Era incrivel a forma que ela se concentrava naquilo. Se alguém á visse naquele estante, com certeza não á reconheceria.
Uma, duas, três... mais de dez linhas escritas e Sam estava satisfeita com seu belo trabalho. Agora ela lia e relia cada frase e tentava imaginar o melhor som pra sua nova canção. Resolveu então buscar ajuda de alguém em especial que com certeza á ajudaria com aquilo.
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