Jomal
29 Capítulo 43
Um mês e meio depois...
Um mês e meio porque tudo estava muito bom, tudo estava muito bem, e ninguém queria terminar a lua de mel. Mas chegou a hora. Em resumo do ultimo mês, não houve um novo ataque, mas houve muito sexo em compensação. Ninguém viu ninguém durante esse tempo.
Finn: Quer que eu mande trazer seu café aqui hoje? – Perguntou, fechando o colete.
Rachel: Não. – Disse, se esticando pra se levantar. Digamos que se sentar não era a mais fácil das missões. Ela estava de camisola, de linho branco, longa e sem mangas. – Quero descer hoje. – Ele assentiu.
Finn: Carinho. – Disse, se aproximando – Não é porque nossa lua de mel acabou que as coisas precisam mudar tanto. Eu sempre vou estar pra você na hora em que você precisar, não importa o que. – Disse, acariciando o rosto dela em seguida.
Rachel: É... Mas não há como deter a guerra, há? – Perguntou, quieta. Ele suspirou, se afastando, voltando aos botões do colete. Finn ainda tinha os cabelos úmidos, do banho.
Finn: Não. É como tentar tapar o sol com uma toalha. Vai acabar logo, eu prometo. – Ela assentiu, se amparando no lastre da cama – Há mais algo que você queira, algo que eu possa fazer?
Rachel: Eu quero paz, Finn. – Ele abaixou a cabeça, olhando os botões que fechava – Eu quero paz pra todos nós. Pra Suri. Pra você, pra mim. – Ela hesitou um instante – E para a criança que está crescendo em meu ventre.
Finn estancou no lugar. Ela esperou pela reação dele, mas ele não conseguiu apresentar uma. Apenas ergueu o olhar, os olhos de um verde estagnado, encarando-a. Ah, meu Deus.
Finn: Grávida? – Rachel assentiu – Oh. – Ele meio que recuou, respirando fundo. Rachel esperou, ansiosa. Então um sorriso nasceu no rosto dele. O sorriso mais lindo que ela já havia presenciado. – Oh, meu Deus. – Ele quase correu até ela, abraçando-a. Rachel sorriu, beijando-lhe a orelha, e ele a retirou do chão – Meu Deus, obrigado. – Murmurou, apertando-a em seu abraço.
Rachel: Por um instante eu pensei que você não fosse gostar. – Disse, a voz rouca de emoção, agarrada a ele.
Finn: Não gostar? – Perguntou, meio atônito. Finn ofegava como se tivesse feito uma corrida a pouco, o sorriso bobo sempre no rosto. Ele a colocou no chão, apanhando seu rosto nas mãos – Você não podia ter me feito mais feliz. Não podia. – Disse, cobrindo o rosto dela de beijos. Rachel sorriu – Obrigado. – Murmurou, antes de beijá-la.
A noticia correu como vento. Primeiro pelo castelo, então antes do meio dia todo o reino já festejava.
Santana: Grávida. – Analisou, como se a ideia não lhe passasse pela cabeça. Rachel segurava em uma cômoda, os braços abertos, enquanto uma criada laçava seu corpete. – Como pode ter certeza?
Rachel: Eu não sei como. Eu só sei que não estou mais sozinha. É complicado explicar. – Disse, olhando-as pelo espelho – Porque você me parece chocada, Sant?
Santana: Nada. Só estou surpresa. Não tinha pensado nisso antes. – Disse, dando de ombros.
Rachel: Nunca lhe passou pela cabeça de que Sam um dia vai precisar de um herdeiro? Um sucessor? – Santana sorriu.
Santana: Você parece partir da estranha idéia de que eu vou deixá-lo morrer. – Disse, divertida, se levantando. Rachel riu. – De qualquer forma, meus parabéns novamente.
Rachel: Onde estão as outras? – Perguntou, dando falta de Kristen e Quinn.
Santana: Eu acredito que começando a planejar um enxoval. – Rachel franziu o cenho – Kristen ficou tão alvoroçada que parecia um esquilo. Não parava de mexer no cabelo, e saltitar. Na verdade foi engraçado. – Observou, pensativa.
Finn: Ei, não aperte tanto isso. – Disse, entrando no quarto. Rachel revirou os olhos.
Rachel: Não há nada pra apertar ainda, Finn. – Tranqüilizou.
Finn: Apertando desse jeito ele não vai conseguir respirar. – Rebateu. Rachel e Santana se encararam, pelo reflexo do espelho, ambas rindo em seguida. Finn ergueu as sobrancelhas.
Rachel: Querido, não diga tolices. – A criada terminou de laçar o espartilho, indo apanhar o vestido. Santana ainda ria.
Santana: Finn, com todo respeito, meus parabéns e tudo mais, mas volte para sala. Já vamos descer. – Disse, empurrando Finn pra fora. Este encarou Rachel, que assentiu. Santana fechou a porta – Quem vê pensa que é pai de primeira viagem.
Rachel: Eu acredito que Dulce não deixou Finn viver a gravidez dela. – Disse, passando as pernas pra dentro do vestido – Sempre o reprimindo, afastando, como se a gestação fosse uma doença, uma vergonha. – A criada subiu o vestido por ela, que o passou pelos braços.
Santana: Porque diz isso? Você a conheceu? – Rachel ergueu as sobrancelhas, olhando o chão, enquanto a criada puxava os cordões do vestido.
Rachel: Não. Intuição. – Mentiu – De qualquer forma, dessa vez ele vai acompanhar todos os passos. Ele merece isso.
Criada: Pronto, senhora. – Disse, pondo as sapatilhas de Rachel em frente aos seus pés. Rachel assentiu, liberando-a.
Rachel: Finn já sofreu muito. Mais do que justo, mais do que necessário. – Disse, apanhando a escova na penteadeira, se pondo a escovar os cachos.
Santana: Imagino. Tudo com Dulce, e depois Suri sem poder andar... Perdoe, mas até mesmo quando pensou que teria que matá-la. – Rachel assentiu.
Rachel: Não posso dizer como sei, Sant, mas Dulce foi uma mulher desprezível. Tanto mulher quanto esposa. Finn não merecia. – Disse, e Santana assentiu – Acredite, não é despeito. Então Jesse. Argh. – Disse, largando a escova. Pensar no sofrimento de Finn não era agradável – As vezes tenho vontade de matá-lo eu mesma. – Disse, quieta.
Santana: Acredite, eu teria o feito há meses... Se Sam não fosse torcer meu pescoço caso eu o desobedeça de novo. – Disse, com uma careta, Rachel riu – Mas se um dia eu me bater com ele... Por acidente, em um lugar que não seja um festa... Bom, você terá pelo que me agradecer. – Disse, dando de ombros. Rachel sorriu.
Então vieram vozes do outro lado da porta, cada vez mais altas. Pareciam brigar, ou pelo menos conversar, discutir algo. Rachel e Santana olharam a porta.
Kristen: Se fizermos um enxoval todo azul e for uma menina você vai encontrar um problema em mim, Quinn. – Disse, a voz surpreendentemente ameaçadora. Santana ergueu as sobrancelhas, divertida. – Porque azul?
Quinn: Porque eu quero. – Disse, absoluta.
Kristen: E se for uma menina?!
Quinn: Então jogamos tudo fora. – Disse, simples.
Kristen: E o bebê fica sem roupa. – Disse, debochada.
Quinn: Fazemos dois Kristen, pronto. – Kristen pareceu pensar.
Kristen: Três. – Houve uma pausa – Um rosa, um azul, e um misto. Com branco, amarelo, e outras cores.
Santana: Vamos, antes que elas resolvam fazer um quarto enxoval. – Rachel assentiu, e as duas saíram para a comemoração, rebocando Kristen e Quinn no corredor. No final Rachel se envolveria no enxoval. Santana ajudaria mais nos modelos que nas cores, mas ajudaria. E enquanto continuasse assim, tudo ficaria bem.
As horas se passaram, os dias se converteram semanas, e as semanas em meses. Finn quis lançar uma ofensiva no dia em que soube que Rachel estava grávida, acabar logo com isso... Mas Damon o informou que durante a gestação da rainha, todo o reino deve se apaziguar. Ou seja, não podiam atacar ainda. Apenas planejar. O bebê de Rachel teria mais roupas que qualquer outro bebê jamais fosse ter. Três enxovais caprichados, luxuosos, finos. Finn acompanhava cada pedaço da gravidez dela, fascinado, encantado. A barriga de Rachel crescia em uma velocidade impressionante. Dulce nunca permitiu que ele visse a barriga dela descoberta, mas Rachel deixava, e ele gostava. Estava feliz, tão feliz quanto nunca pensara ser.
Finn: Se vê enorme. – Disse, deitado. Ela estava recostada em travesseiros (Observação: Finn lotou a cama de travesseiros. Pra a cabeça a dela, os pés, as costas, enfim.), e ele deitado com a cabeça na barriga dela – E mal tem cinco meses. – Disse, acariciando-a – Oi, amor.
Rachel: Ele não te ouve. – Disse, acariciando a cabeça dele.
Finn: É claro que ele ouve, não diga tolices. – Ela riu de leve – Você me ouve, não me ouve, grandão? – Mimou, acariciando a barriga dela.
Rachel: Grandão. – Observou, sorrindo – Eu nunca vi ninguém com uma barriga tão grande, tão rápido. Minha mãe diz que é porque ele é saudável. – Disse, satisfeita.
Finn: Então é melhor assim. – Disse, virando o rosto pra beijar a barriga dela – Eu preciso ir. – Disse, desgostoso – Quer que eu mande trazer seu café aqui?
Rachel: Quero. – Disse, manhosa – Meus pés doem. – Ela fez bico, e ele beijou o bico dela.
Finn: Mandarei trazerem uma compressa. Está tudo bem? – Ela assentiu, sorrindo – Me sinto mal de deixá-la só.
Rachel: Só? Que bobagem sua. – Disse, com uma careta de deboche – Não te contaram? Eu estou montando um enxoval pra dez bebês. – Finn riu. – Assim que saíres este quarto estará um pandemônio, creia. – Finn sorriu, beijando-a levemente em seguida, repetidas vezes.
Finn se levantou, indo pro banho. Rachel ficou, abraçada ao filho. Estava tão feliz que nem podia calcular! Seu bebê era saudável, seu marido a amava... A vida fora doce com ela. Ela relaxou, ouvindo a água caindo no chuveiro, então se levantou, tirando a camisola (com dificuldade). Finn não viu quando ela entrou no Box. Estava de olhos fechados, a água caindo em seu rosto, descendo livremente por seu peito. Então ela o abraçou por trás, dando-lhe um beijinho no ombro.
Finn: Ei. – Disse, sorrindo, se virando pra ela – Vai acordá-lo com a água fria. – Repreendeu.
Rachel: Continuará dormindo, não seja turrão. – Disse, abraçando-o. A barriga entre os dois era um lindo empecilho, mas ele a acolheu, beijando-lhe a testa. – O que vai fazer hoje?
Finn: Aguentar Puck. – Brincou. Ela riu, beijando-lhe o queixo. Na verdade Puck descobrira dezenas de piadas sobre abstinência sexual, mas ele não diria isso a ela.
Rachel: Hum... – Disse, manhosa, se estreitando como podia – Sinto tanta falta. – Disse, dando-lhe um beijinho na maxilar.
Finn: Deus sabe que eu também. – Murmurou, beijando o ombro dela. Os dois não tinham mais relações até então. Nos dois primeiros meses tudo continuou normal. No terceiro começou a dificultar, até que no quarto ela estava grande o suficiente pra que os dois desistissem. Agora, no quinto, o bebê era grande e os seios dela doíam, pesados do leite que se acumulava. – Nunca pensei que seria capaz de dividir uma cama com você sem tocá-la. – Comentou, divertido.
Rachel: E eu nunca pensei que concordaria com um absurdo desses. – Respondeu, fazendo-o sorrir.
Finn: Quatro meses. Cinco. – Lamentou o acréscimo. Ela riu. Ele desceu a mão, alcançando a barriga dela, tocando-a ternamente – Não vejo a hora de tê-lo em meus braços. – Disse, fazendo uma pocinha de água com a mão e deixando-a cair na barriga dele – O que será, menino ou menina? – Perguntou, intrigado — Suri me pergunta se eu já sei todo santo dia. Não quer comprar bonecas de presente se for um menino. – Comentou e Rachel sorriu. Ele se abaixou, beijando a barriga dela carinhosamente.
Ele fazia isso sempre que ela se trocava: Acariciava o bebê, as vezes conversava, e lhe dava um beijinho. Ele encheu a barriga dela de beijinhos carinhosos. No começo ela sorriu, mas depois a respiração dele quente em sua pele... Ela apertou os ombros dele, respirando fundo. Finn olhou, confuso. Ela sempre deixou ele beijar o bebê.
Rachel: Eu vou deixar você tomar banho. – Disse, acariciando-lhe o rosto. Finn franziu o cenho, vendo ela se afastar, os cabelos molhados grudados nas costas, andando com cuidado pra não escorregar.
Finn: Ei. – Ele a puxou de volta delicadamente, com firmeza mais cuidando pra ela não se esbarrar em nada – O que foi? Se sente mal? – Porque ele sempre achava que ela estava se sentindo mal?
Rachel: Não. – Tranquilizou – Eu só sinto sua falta. Não podemos. – Lembrou, tristonha, e ele entendeu. O corpo dela não estava muito normal com a gravidez: Uma hora ela estava feliz, e então irritada, ou histérica, ou com fome, ou com sono demais... E as vezes isso.
Finn: Shhh. – Disse, passando-a pro outro lado, de modo que a água só caía nas costas dele – Incomoda, verdade? – Ela assentiu.
Ele colou a testa na dela, raspando o nariz dos dois, e ela prendeu a respiração quando sentiu uma das mãos dele delicadamente em seu seio. Ele sabia que qualquer toque, qualquer apertão, por mínimo que fosse, causaria dor nela. Ele não faria.
Rachel: Finn... – Tentou, sabendo quantas vezes eles tentaram e falharam, antes de desistir, mas ele fez “Shhh” de novo. Isso quase a irritou. Ele passou o dedão em volta do seio dela, sentindo-o mais pesado que o normal, acariciando-o carinhosamente. O mamilo logo se enrijeceu na mão dele, que sorriu, desfazendo-o sutilmente com os dedos. Rachel esperava, encostada na parede, quieta. Aquilo nunca parecera tão bom antes.
Ele baixou o rosto, dando beijos chupados pelo colo dela, se detendo ao chegar aos seios. Ali ele foi mais carinhoso, tocando-os com os lábios entre abertos, só por tocar. Rachel suspirou, languida com o carinho. Ele subiu o rosto novamente, tomando-lhe a boca em um beijo apaixonado. Ela apanhou o rosto dele entre as mãos, usando do que tinha, beijando-o sedentamente, mas perdeu o passo quando a mão dele encontrou sua intimidade. Ele não deixou o beijo se perder, e tampouco a caricia que se iniciou. A mão dele brincava com a intimidade dela, percorrendo-a, forçando-a e retrocedendo. O rosto de Rachel logo corou, ela adentrando as mãos no cabelo dele, apanhando-os pela raiz. Ele se desfez do beijo pouco tempo depois, sem dizer nada, beijando-lhe a maçã do rosto, onde o sangue se concentrara, e foi com frustração que ela pensou que a brincadeira havia acabado.
Após beijar-lhe o rosto ele se agachou, se ajoelhando, e antes que ela pudesse contestar, ele lhe alcançou a intimidade com a boca, logo após lhe dar um beijinho na barriga e um na coxa. Rachel arfou, surpresa, mas ele não lhe deu tempo (tempo nunca ajudava em nada). Apanhou uma das pernas dela, mordendo-lhe a coxa sutilmente, e a fez colocar o pé em seu ombro, lhe dando acesso. A boca dele buscou a intimidade dela famintamente, e Rachel franziu o cenho, o primeiro gemido se perdendo de seus lábios. Os outros se seguiram naturalmente, até que a respiração dela se suspendeu um por um instante, o cenho franzido, e seu gemido final, o mais intenso entre os outros, veio. Ele sentiu o corpo dela se amolecer logo depois que ela se veio, e pôs seu pé de volta no chão com cuidado, mantendo a esposa de pé.
Rachel: E você? – Lamentou, vendo ele acariciar o bebê. Finn sorriu.
Finn: Eu vou ficar bem. – Disse, dando um selinho no bico dela.
Rachel: Você é impossível. – Disse, abraçando-o pelo ombro. Ele sorriu, acolhendo-a.
Finn: Você precisa sair da água fria. – Advertiu.
Rachel: E você precisa parar de me tratar como se eu fosse de quebrar. – Rebateu, fazendo-o rir.
Finn: Vamos, não seja teimosa. – Disse, se soltando dela. A cara que Rachel fez o fez gargalhar, e ela o estapeou.
Os dois tomaram banho juntos, conversando. Ele ensaboou as costas dela, sentindo os ombros dela tensos, massageando-os (Rachel sentia dores nas costas. Era sua primeira vez, e o bebê era grande, pesado). Depois ela ensaboou as costas dele, dando-lhe vários beijinhos, e os dois saíram do chuveiro juntos. Ele a ajudou a se vestir e a voltar pra cama, acolchoando-a, e ela observou, satisfeita, ele se vestir. Com um ultimo beijo nela (e outro no bebê), ele se foi. Ela fechou os olhos, relaxando, mas 5 minutos depois...
Kristen: Estamos pensando se há necessidade de fazer vestidos azuis pro bebê. – Anunciou, entrando no quarto.
Santana: Eu não aguento mais isso. – Disse, indo até os pés da cama de Rachel e se jogando de cara na cama. Os cabelos ricochetearam frente, mostrando a pele acinzentada dela, revelada pelo decote das costas do vestido negro.
Quinn: Achamos que não, pois seria bem estranho uma menina usando azul, assim como um menino rosa, mas queremos sua opinião. – Completou. Kristen assentiu.
Rachel: Vocês ficaram loucas?! É só um bebê, não precisa de um mundo de roupas! – Disse, exasperada.
Santana: Eu acho que eu disse isso. Uma vez. – Disse, a voz abafada – Duas. Durante os últimos cinco meses. – Completou.
Kristen: Não é “só um bebê”. É o príncipe herdeiro. – Assinalou.
Rachel: Suri é a princesa. Façam um enxoval pra ela. – Disse, sorridente. Pensando bem, seria crueldade com a menina.
Quinn: Ela já tem um enxoval. – Disse, franzindo o cenho – Se bem que podemos aproveitar o impulso. – Pensou. Santana ergueu o rosto da cama, uma careta incrédula ali, e seu olhar se encontrou com o de Rachel, que não podia estar mais exasperada.
Rachel: Eu não mereço isso. – Disse, se afundando na cama. Mas no final das contas era assim todos os dias. Até a paz tem seus lados controversos.
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