Jibe Gajima! 2
19 Capítulo 19| Bad.
Notas iniciais
-JiYong você está bêbado de novo?-Marina perguntava rindo.
-Eu só bebi um pouquinho.-Ele gritava ao celular.-E seu namorado como está?
-Ah,está ótimo,mas você está com quem ai?
-Eu?Liguei pra umas dançarinas vadias e elas vieram pra cá dançar pra mim e tudo mais,só que enjoei depois de um tempo.
-Você enjoando de mulher?Viro viado?
-É que elas não são o que eu quero...Posso te contar um segredo.
-Conte.
-Eu amo uma menina,ela é a pessoa mais linda do mundo,mas ela não me ama mais...-O estado deplorável do rapaz o fez esquecer com quem conversava.-Choro por ela todas as noites e maknae disse que quando consigo dormir eu grito o nome dela tanto que ele tem vontade de me matar.O nome dela é Marina,conhece?
-Conheço sim,mas ela não me parece tão boa assim.-Disse a garota segurando as lágrimas que tinha em seus olhos.-Ela me parece muito ruim na verdade.
-Ela é ruim as vezes,mas é isso que a torna especial,não tem medo de fazer e dizer o que quer...Amo tanto ela,mas e você,ama alguém?
-Sim eu amo...Mas magoei essa pessoa.
-Quem é?Eu conheço?
-Não,mas amanhã vai conhecer...-Ela ouviu um barulho de portas se abrindo e correu para a cozinha,jogando o celular no sofá.-Junsu?
-Olá meu amor,o que fez de bom hoje?- Junsu foi para a cozinha e deu um beijo em sua amada.-Te liguei pra avisar que estava vindo pra cá mas deu ocupado,estava conversando com alguém?
-Sim,Isabella. Ela sente muito minha falta,posso visitá-la?-Ela aumentou o volume de sua voz percebendo que o rapaz havia se retirado do comodo.
-Não acho uma boa ideia,sabe que não gosto dessa garota,sempre que vocês conversam sua cabeça muda e você começa a chorar.-O garoto pegou o celular e viu a última chamada recebida,assim que viu ser o número de JiYong ele tacou o celular no chão,fazendo um barulho chamativo que fez a garota correr para a sala. Assim que chegou ao comodo o rapaz deu um tapa em seu rosto,fazendo-a cair no chão,depois a puxou pelo cabelo e olhou em seus olhos furioso.-Não gosto quando você mente para mim,o que ele está fazendo te ligando?Não conversamos sobre isso?
-Somos só amigos Junsu,ele precisa de mim,está triste e fraco.-Com essas palavras a garota levou outro tapa e dessa vez foi forçada a continuar no chão graças a um chute que Junsu deu em sua costela.O rapaz se agachou e pegou o rosto da jovem,fazendo-a olhar para ele com lágrimas nos olhos graças a dor e o medo de a mesma sentia naquele momento.-Não era minha intenção Junsu...Me perdoe.
-Eu disse para você que deveria terminar com ele ou destruiria a carreira daquele verme,mas se você continuar sendo amiga dele ele nunca vai nos deixar em paz,não entende?- Junsu jogou o rosto da garota de volta para o chão.-Você está proibida de falar com ele e com seus amigos,de agora em diante você só terá olhos para mim,entendeu meu amor?
-Mas eles precisam de mim...
-Eu preciso mais e sou o único que te importa lembra?-Junsu virou as costas e foi em direção a seu quarto.-Faça minha comida e leve para nosso quarto.E dê um jeito em seus machucados,não quero uma mulher deficiente.
Ela se levantou do chão e pegou a caixa de primeiros socorros,subiu um pouco a blusa e enfaixou seu abdomen e passou remédio onde sentia dor,depois foi para a cozinha terminar a comida de Junsu com perfeição,pois da última vez que ela errou havia tomado um banho de sopa fervente e suas coxas ainda tinham marcas de queimaduras. Seu rosto também possuía marcas e arranhões,na verdade era difícil achar uma parte do corpo da garota que não estava ferida no último mês de sua vida.
Junsu transformará sua vida em um inferno jamais presenciado antes,a obsessão que ele desenvolverá pela garota era de certa forma facinante,tudo aconteceu em questão meses.O garoto mandava cartas melancólicas e ameaçadoras,rondava o prédio da garota,ligava para seu celular e tudo mais que estivesse ao alcance daquelas fortes e violentas mãos. No começo a garota viu apenas uma paixonite passageira,mas depois percebeu o quanto aquilo era arriscado,pena que era tarde demais.
A garota levou a comida para Junsu e sentou-se na beirada de sua cama,o rapaz usava apenas uma cueca boxer vermelho sangue,o rapaz terminou a refeição e jogou a bandeja no chão,ela já sabia o que aquilo significava então se aproximou devagar até ficar por cima do rapaz,Ela o beijava da forma certa e o tocava do jeito que devia,sabia exatamente o que fazer para agradá-lo a ponto deles conseguirem uma noite de paz,mas aparentemente o rapaz queria algo mais radical,então logo inverteu as posições e amarrou as mãos da jovem na cabeceira da cama,rasgou suas roupas e começou a acariciá-la de forma violenta e usar um canivete suíço para cortá-la e perfurar sua pele. A garota por sua vez apenas gritava,não apenas por dor mas pois sabia que era isso o que seu Junsu queria. Queria vê-la com dor e desesperada,da mesma forma que ela o fez viver por meses. Pelo menos era isso que o rapaz sussurrava em seu ouvido.
A cada segundo mais sangue caía sobre aquela bela coberta antes em cor creme,agora tinha a cor de uma mágoa,de uma obsessão e de um amor que eram como as cicatrizes mais profundas,irreversíveis.
Logo Junsu cansou de sua brincadeira e foi finalmente para o que queria,penetrava na intimidade da garota de forma violenta,como se quisesse parti-la em duas ou algo similar a isso. Os gritos desesperados de socorro de Marina alcançavam os ouvidos de todos os vizinhos, mas por serem em português eles julgavam ser apenas um casal jovem aproveitando um ao outro de forma mais selvagem,e de certa forma era exatamente isso. Marina havia se tornado a presa de Junsu.
Ele a manteve amarrada por toda a noite,até que a garota apagou em estado de choque. Ele deu um beijo em sua testa e a pegou em seus braços,aqueceu a água da banheira na temperatura perfeita e deu um banho em sua amada,a água se tornou um mar vermelho após o banho,a cor do amor,fazendo Junsu mais uma vez culpar o amor por aquilo. O amor que ela sentia por JiYong.
O rapaz fez curativos para a garota e deixou um café da manhã pronto no criado mudo,pousou o corpo da mesma na cama agora com um lençol azul bebê e foi para seu local de trabalho. Mas antes destruiu todos os eletrônicos da casa,afim de criar um mundo apenas seu e de sua presa,um mundo sem abutres tentando arrancar um pedaço do que era finalmente dele.
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