Notas iniciais
Olá, me chamo Gabriela e sou oficialmente, completamente, unicamente a autora dessa fanfic. Lembrem-se, plágio é crime. E não, não é egocentrismo da minha parte achar que alguém plagiaria minha história, apenas hipoteticamente... Vai que.. Bom, espero do fundo de meu coração que gostem dessa história, ou ao menos desse capítulo. Vejo vocês lá em baixo? xoxo

A televisão chiava, o que me deixava imensamente irritada. Nada naquela casa funcionava direito. O chuveiro gotejava em parte gelado, em parte quente. A pia não fechava completamente e pra completar, a TV. Maldita TV. Era pra eu ligar e me prender me algum reality show maldito que sugasse toda a minha atenção para que eu me esquecesse de meus problemas. Mas a tv...ah, essa maldita TV. Fez logo o contrário.

Olhei para o relógio, dariam sete da noite, hora de ir para o colégio.

Quando eu era uma criança, sempre diziam para mim que o último ano do ensino médio era o mais fácil, que era apenas um resumo do primeiro se segundo ano do ensino médio. Tudo bem... nisso eu concordo. Mas ninguém sequer citou a crise dos 18 anos. Aquela crise... Sabe? Não? Oh, que bendito sortudo. Bom... Deixa cá eu te explicar...

Você levanta da cama se sentindo um completo inútil. Tenho dezoito anos e a coisa mais útil que eu fiz até agora na minha vida foi parar de morar com os meus pais, e sério, ainda dependo deles para pagar algumas contas. Tudo bem, isso é quando você acorda... Daí o resto do dia você fica simplesmente procrastinando pensando em como seria revigorante fazer algo útil, mas acredite...você não levanta o rabo do sofá. Enfim, essa é a crise dos 18 anos. Você está cheio de responsabilidades, cheio de receios, decepções, nostalgias, pressão da família/amigos/sociedade.

Cheguei para o terceiro dia de aula do ano. Era a minha primeira aula de francês. A única coisa que eu sabia falar em francês era ''merci''. Sentei-me na última fileira rezando para que a professora não percebesse que alguma garota com crise dos dezoito anos completamente irritada com a sua TV e cheirando a álcool tivesse entrado.

Fiquei feliz por isso ter quase acontecido...Se não fosse pelo meu pequeno escorregão na frente de toda a sala, ela realmente não teria me notado. Todos estavam me olhando então me apressei para me levantar e sentar logo em uma carteira bem longe de todos os habitantes do planeta que denominamos terra.

– Você deve ser a aluna Marjorie, estou correta? — perguntou a professora sutilmente abaixando seus óculos com 2.5 de grau.

– Eu mesma.

Como diabos ela sabia quem era eu? Ah, droga. Esqueci da infeliz foto 3x4 na lista de alunos.

– Seu nome é francês. Tem um lindo significado. — disse ela continuando a escrever algo em seu caderno e eu apenas voltei a prestar atenção na dificuldade que eu tinha em abrir o zíper de minha mochila.

– Meu nome é francês também. — Uma voz surgiu do além fazendo-me levar um leve susto e olhar para o lado. Um rapaz que provavelmente também estava na crise dos dezoito sorriu de lado. — Prazer, Revoir. — disse estendendo a mão direita e eu o cumprimentei gentilmente.

Notas finais
Bom, deu pra perceber o quanto Marjorie é atrapalhada e meio maluquinha. Enfim, espero do fundo do meu coração que tenham gostado e comentem bastante pra eu saber que to agradando vocês. ah, se não for incomodo, não sejam tão rudes se forem criticar. Criticas construtivas são boas, mas destruir pobres corações não é nada simpático.Até o próximo capítulo, assim espero. xoxo