James Hysper: Namorado Perfeito.
3 Cap. 3 - Coisas estranhas.
Notas iniciais
Então gente. Mais um cap. para vocês. Fiz com muito amor. Espero que gostem.
Após a desavença do aparecimento da “cueca” em minha casa – como se já não houve-se motivos demais – meu irmão quase não me deixava em paz. A cada semana tentava me colocar em algum encontro as escuras com pessoas tão mais estranhas do que eu. O que poderia ser quase que impossível. Eram sempre a mesma ficha: — Amantes de livros, louco por trabalho, um pouco que viciados em séries, fanáticos por coisas estranhas, e quase sempre maiores de 40 anos. Não que eu me importa-se com isso, mas o apetite sexual se mostra-vá bem ativo, já que em todas – por assim dizer – já queriam ir logo para as partes próximas.
Famosos encontros a escura. Surpreendentes a casa instante e momento. Fazendo a cada um deles que eu saia correndo. Mas quase nunca faço, sempre os levo aos lugares mais caros para comer do bom e melhor sem colocar a mão no bolso. Porém estava me cansando rapidamente desses jogos.– Não. – digo, cruzando os dedos, ainda sentada sobre minha cadeira da sala.– Nunca vai encontrar alguém setada ai! – o mesmo segurava em suas mãos um belo vestido, esticando para mim. Logan tentava desesperadamente que eu sai-se novamente em seus encontros a escurava. Mas estava a jurando de que este era diferente dos outros demais. – Já disse que não. Engordei 2 kg só essa semana! – respondo-o. – E além do mais, como poderia me garantir de que esse séria realmente o homem que poderia estar destinado a mim? – questiono-o.– Fácil. Eu o vi. – ainda esticando o vestido em meu rosto, pensando por alguns segundos, e acabo aceitando pelo fato de que não sabia o que iria comer, e muito menos não tinha dinheiro para tal ato. Então após quase que duas horas em discussão, estico minha mão pegando o vestido, em seguida levantando e indo em direção ao banheiro. Após ter me vestido, abro a comporta que dava acesso aos meus pertences mais íntimos, e logo dando de cara com produtos masculinos.– Como isso veio parar aqui? – sussurro, pegando o barbeador. – O que? – logo, pegando tudo aquilo que não era meu, e jogando no lixo. Para dizer a verdade, desde que comecei com os encontros, roupas, e todo o tipo de coisas relacionadas ao sexo oposto viviam aparecendo em casa. Outro dia, encontrei até mesmo algumas caixas de sapatos sociais e tênis de corrida, e todos sendo em si masculinos. Não cheguei a joga-los fora, por aparentarem ser caros. Mas logo depois os venderiam. Estava precisando de alguns trocados. Paro de prestar atenção no nada a partir do momento de Logan abre a porta, e começa a conversar comigo sem ao menos perceber.– Ótimos, agora só precisa se maquiar bem e fingir que alguém direita. Não seja tão puta, isso não atraí tanto os homens como pensa. – o encarando, ainda com a famosa “cara de cu”, demonstro com meu dedo do meio, a forma que meus sentimentos estavam em relação ao que me dissera. – Pegue esse dedo e enfie aonde ninguém tem entrado nessas semanas. – ele sorri, assim fechando a porta, e na minha opinião indo embora, pelo fato de ter ouvido o som de um carro a ranca. Mas rapidamente voltei a me arrumar, e logo após estar pronta, saio de casa com a barriga a roncar, rezando que se não desse certo, pelo menos a comida fosse apreciável. Logo ao chegar, vejo um homem alto, de cabelos castanhos, de roupa social e sapatos clássicos em pé na porta do restaurante. Era o único lá. E sem perceber estava tirando os óculos lentamente – em minha cabeça – apenas a observa-lo, sendo assim, logo ao descer do carro, quase que correndo para encontra-lo. – Oi. – ele sorri. – Você é Julia? – encarava.– Sou... – quase que sussurro. – E você é Robert, certo? – sorrio de volta. – Exatamente. E isso, é tão estranho para mim quanto para você. – ele ri, e eu também. – Mas devo dizer que seu irmão estava certo em relação ao quanto você é linda. Por alguns segundos, não consegui raciocinar direito, com a palavra “linda”, esperaria por puta, vadia, vagabunda, se veste igual uma caipira. Mas essa foi uma novidade. E logo o mesmo confirma que dissera essas palavras exatas, e sem demora, ambos nós conduzimos para dentro do restaurante, logo sentando em uma das mesas.– Conheceu meu irmão? – Estudamos juntos jornalismo. – ele faz seu pedido, e eu também.– Engraçado, ele nunca falou de você. Sem querer ofender. – Mas ele sempre falou muito de você. – ainda sorrindo. Tivemos um ótimo jantar. Não era desagradável como a maioria das pessoas que trabalhavam com meu irmão. Era até um pouco engraçado. E no final da noite, dizia querer me ver novamente. Após trocarmos nossos números, diria que poderia dessa vez agradecer meu irmão, para contar com os outros desastres. Assim como o jantar, a noite foi ótima, dormi igual a um anjo, apesar de após ter chegado em casa e estranhado o fato de que a cama estava totalmente desarrumada, já que antes de sair, estava totalmente organizada. Mas nem ao menos liguei para isso, apenas me deixei levar pelo sono. Acordo com um cheiro maravilhoso de bacon e ovos. Um perfeito café da manhã assim me daria toda disposição para acordar. Assim o fiz, indo primeiro ao banheiro e trocando de roupa. Se Logan me visse da maneira que estava, era capaz de tirar uma foto e me chantagear. Então coloquei uma calça jeans, junto de uma blusa larga, calçando um chinelo, e logo prendendo meu cabelo. Dessa forma, desci as escadas com uma fome enorme que poderia ter causado uma abertura em meu estômago.
– Que delicia! – digo, na sala. – Não sabia que cozinhava. – dei uma risada. – A ultima vez que tentou no natal comemos peru queimado. – ainda rio, vou em direção a cozinha.– Do que está falando Julie? – antes mesmo de dizer algo, me pus a gritar.
Notas finais
Então meu povo e minha pova?
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