Notas iniciais
Oiiiii, ca estamos nós com o mais novissimo capitulo, até que não demorou assim tanto :)
Genteee, tenho uma novidade (que nao e assim tao novidade), no dia 4 foi o meu aniversario e no 5 o aniversario da Amaya, então que tal oferecerem-nos uma recomendação de presente?
Boa leitura

Para quem não conseguiu ver, esta é a roupa da Bella no último capítulo:

Treino: http://www.polyvore.com/ip/set?id=83270769

No capítulo anterior …

Estava a treinar com Edward o feitiço de levitação enquanto ele tentava se esquivar do mesmo quando um estrondo parecido com um trovão se fez ouvir fazendo todos os presentes na clareira parar.

- Alguém encomendou uma tempestade de relâmpagos para esta noite? – ouvi a voz de Fred dizer.

Voltou-se a ouvir outro estrondo vindo do céu só que desta vez não desapareceu mantendo-se por cima das nossas cabeças, cada vez mais alto.

Olhei para o céu a fim de descobrir a origem do barulho que me estava quase a deixar surda e foi quando a vi, uma mota voadora … a mota de Sirius.

P. O. V. Bella

A escuridão não permitia ver quem era o ocupante da mota, apenas que era alguém bem grande e que trazia a mota um bocado descontrolada, o que dava a entender que não era nenhum condutor experiente, ou simplesmente a mota era demasiado pequena para a pessoa.

Comecei a pensar nas hipóteses enquanto toda a gente olhava embasbacada para a mota e se afastava para que a mesma pudesse aterrar sem atingir ninguém. Seria? Não, não podia ser, apesar de a magia ser umas das coisas mais fortes do mundo ainda não era possível trazer alguém do mundo dos mortos, pelo menos não alguém que morreu já a alguns meses. Por mais que deseje, era impossível o condutor da mota ser Sirius. A parte dele não havia mais nenhum feiticeiro que conhecesse que soubesse andar de mota ou melhor que soubesse o que era uma mota.

Quando a mota finalmente aterrou nos permitindo ter uma visão do condutor foi a minha vez de ficar com os olhos arregalados ao perceber quem era.

- Hagrid. – sussurrei.

- Bella, há tanto tempo que não te via, continuas igual a quando saíste de Hogwarts. – disse vindo-me abraçar, correspondi ao abraço com igual intensidade.

Hagrid desde o inicio sempre foi um grande amigo para mim, ajudou-me sempre que precisei, nunca me julgou mesmo quando a maioria dos outros o fazia, e mais importante, foi ele que me salvou dos meus tios, indo-me buscar e levando-me com ele para Hogwarts, foi ele que me introduziu ao mundo da magia e me auxiliou quando me sentia perdida.

-Hagrid como é que vieste cá ter? Não foste seguido ou atacado? – perguntou Mr Weasley.

- Não mas também não seria preciso seguirem-me para saber onde estão, já todo o mundo mágico sabe que é aqui que a Bella está.

- Lá isso é verdade e não abona muito a nosso favor mas também não a podemos mudar assim de repente para algum outro lugar, neste momento ela está mais segura aqui, à vista de todos. – Kingsley pronunciou.

- Tens razão mas ao mesmo tempo, continuo com a sensação de que ela está demasiado exposta, mesmo com todos os treinamento que fazemos, viram como é fácil os Devoradores da Morte de Aquele que nos sabemos chegar aqui e causar alguns estragos. – Mr Weasley disse com pesar.

- Ok, ok vamos lá deixar-nos de conversas sérias, o que interessa é que não fui seguido e também ninguém me tentou atacar e que trago notícias de Hogwarts.

- Noticias? Por favor diz-me que são boas. – pedi-lhe.

- Isso depende do ponto de vista, mas primeiro, podes fechar a boca rapaz? Ainda te entra alguma mosca para dentro. – Hagrid falou olhando para Emmett que tinha mesmo a boca aberta enquanto olhava para a mota e para Hagrid, na verdade, agora que reparava bem todos os Cullen, tal como os Quileute olhavam para a mota e para Hagrid com os olhos arregalados, como se estivessem a ver algo fora do normal.

- M-mas a mota voava e tu és gigante! – Emmett exclamou.

- Por essa conversa é fácil de perceber que és um Muggle nato, é claro que a mota voava, querias que ela apenas andasse pelas estradas? Assim não me serviria para grande coisa. E se fosses um feiticeiro perceberias facilmente que eu sou apenas meio gigante, se fosse mesmo um gigante teria o dobro se não o triplo da minha altura. – falou divertindo-se ao ver a expressão incrédula de Emmett.

- Oh meu Deus, motas voadoras, gigantes, feiticeiros, vassouras voadoras, não me digam que afinal os unicórnios também existem. – disse sem querer acreditar.

Nesse momento todos os feiticeiros presentes começaram a rir da cara deles e acho que dos outros também, era a primeira vez que via um lobo gigante, literalmente, de boca aberta.

- Claro que existem Emmett, inclusivamente em Hogwarts habitavam alguns na Floresta Proibida, eu cheguei a vê-los algumas vezes, e antes que perguntes também existem outras criaturas que se pensam ser apenas seres mitológicos dos quais apenas se ouve falar em contos de fadas, tais como os centauros ou os dragões. – expliquei-lhe.

- Dragões? Já viste algum? Ou já voaste em algum? – perguntou-me entusiasmado.

- Nem tudo é como se conta nos contos de fadas Emmett, sim já vi alguns, já tive até de enfrentar um – disse recordando-me do torneio dos três feiticeiros e vi Edward estremecer ao imaginar-me a lutar a enfrentar um dragão -, mas os dragões são criaturas muito perigosas, é praticamente impossível domesticar algum a ponto de ele nos deixar monta-lo.

- Muito bem, se já acabaram a aula acerca de seres mitológicos que realmente existem, será que se importam que o Hagrid nos conte as notícias de Hogwarts? – Kingsley pediu começando a ficar irritado com a demora das novidades.

Todos nós concordamos com a cabeça e ele fez um gesto com a mão, dizendo a Hagrid que tinha a palavra, podendo começar.

- Ok, não sei se alguns de vocês já sabem mas todos os alunos do sexto e do sétimo ano pertencentes à Slytherin, estão a abandonar a escola, como sabem esse sempre foi o grupo com mais ligações e apoiantes Daquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado, por isso correm rumores que ele anda a recrutar os mais velhos para se juntarem aos Devoradores da Morte, todos aqueles que recusam ou acabam mortos ou acabam por aceitar ou se verem chantageados por Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado que os ameaça afirmando que ou se juntam ao seu lado ou as famílias e amigos da pessoa em questão serão mortos, já chegou mesmo a matar algumas pessoas como demonstrações de que o pode fazer sem nenhum remorso ou hesitação.

À medida que Hagrid ia falando, eu ia ficando cada vez mais chocada, sabia que Voldemort era capaz de ações horríveis mas mesmo assim não conseguia parar de me sentir chocada com a tamanha crueldade com que ele agia, não conseguia imaginar o que levaria uma pessoa a cometer atos tão cruéis apenas para que a sua vontade prevalecesse à dos outros, fazendo com que famílias se dividissem, milhares de excelentes feiticeiros e inocentes fossem mortos, apenas para quê? Dominar o mundo, escravizar os outros de modo a que todos o temessem, a que na sua cabeça se ache um ser superior? Como é que uma pessoa consegue ser feliz no meio de tanta maldade? De tanta injustiça? De tanta infelicidade? Eu realmente não consigo compreender (N/B: já somos duas então xD).

- Hagrid e desde quando isso pode ser considerando uma boa noticia dependendo do ponto de vista? – Lupin perguntou irritado.

- Vocês não me deixaram terminar. – defendeu-se Hagrid – Acontece que enquanto os Slytherin se unem, existem outras três casas que também se estão a unir cada vez mais, o Exército de Dumbledore foi restaurado e cada vez fica mais forte e mais determinado em vencer Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado, Bella e tenho que te dizer que continuas a ser uma inspiração para eles, sempre que se juntam para treinar é em ti que depositam as suas esperanças e muitas vezes os ouvi que gritar que estavam unidos pela paz e por ti.

Fiquei sem palavras durante uns momentos … como assim eles viam-me como uma inspiração? Eu vim-me embora e deixei-os lá, à mercê daquele ser sem escrúpulos, mas mesmo assim eles continuam a confiar em mim? Como é que isso seria possível.

- Isso até era de se esperar, afinal a Bella desde que derrotou Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado sendo apenas um bebé tornou-se como um símbolo de esperança nesta guerra e desde ai já o defrontou algumas vezes e até agora é a única que o enfrentou e saiu viva do confronto. – Mr Weasley ponderou.

- E não nos podemos esquecer que aqui o nosso bebé prodígio também é a única pessoa que alguma vez existiu, que foi atingida pela Maldição da Morte e mesmo assim sobreviveu, tem uma cicatriz que o pode provar e tudo. – Fred disse pondo as mãos nos meus ombros.

- Sim, isso também é verdade. – Mr Weasley concordou com o filho.

Vi os Cullen e os Cullen a olhar espantados para mim, pelos vistos agora o seu alvo de admiração sou eu, eles já sabiam da minha história mas posta neste termos soava como se eu fosse alguma heroína quando na verdade era apenas uma rapariga muito sortuda.

- E o Snape? – Kingsley perguntou fazendo o meu sangue ferver com a menção daquele nome.

- Continua em frente da direção da escola, tornando a vida de todos um inferno. Toda a gente sabe que os novos professores que ele lá colocou são Devorados da Morte e quem não sabia rapidamente descobriu quando eles começaram a aplicar as punições severas e recorrentes à tortura e à humilhação, especialmente aos alunos que são Muggles. – Hagrid respondeu com raiva contida na voz.

- Já nem na escola os nossos filhos estão a salvo, não só as punições são severas como também os métodos de aprendizagem, lá eles obrigam os alunos mais velhos a exercer as maldições proibidas nos mais novos e a executar feitiços que muitos adultos nem sequer conseguem controlar, como o Fogo Maldito. – Mrs Weasley disse desgostosa.

Enquanto Mrs Weasley falava Hagrid foi até à mota, tirando de lá algo. Apenas quando se virou para mim é que percebi o que era.

- Achei que talvez sentisses saudades dela. – disse entregando-me a gaiola com Hedwig lá dentro

- Hedwig. – sussurrei.

Peguei na gaiola e ao ver de novo a minha coruja que já há algum tempo julgar perdida ou talvez até morta, embora não o quisesse admitir, senti uma nova energia apoderar-se do meu corpo e da minha alma, uma nova determinação que me tornava mais forte e eu sentia-o. Abri a porta da gaiola e imediatamente Hedwig voou para fora dela, vindo posar no meu ombro e dando-me um leve beliscão na orelha, como se me estivesse a expressar as saudades que sentira no tempo que estivemos separadas, acariciei-lhe o pelo em resposta.

- Como já disse muita gente deposita as suas esperanças em Bella e espera o dia da batalha final em que Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado será derrotado e é isso que os motiva a continuar e a suportar todos os castigos e humilhações pelas quais têm passado. – Hagrid disse mais uma vez.

- Então não os podemos desiludir – falei erguendo os olhos para todos os que estavam presentes -, todos os feiticeiros estão a contar connosco, comigo, e no fundo já todos sabíamos que era esse o meu Destino, afinal tenho uma profecia a cumprir. Agora mais do que nunca tenho um motivo para voltar a me erguer, o reinado de terror de Voldemort já dura há demasiado tempo e tal como a profecia diz um de nós terá que morrer nas mãos do outro porque enquanto um de nós estiver vivo o outro não pode sobreviver e eu garanto-vos que não tenho intenções de morrer pelas mãos de Voldemort, muito pelo contrário, ele vai pagar por todo o mal que causou a tanta gente. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim e é isso que eu irei fazer, tratar de dar um fim à história de Voldemort. – disse determinada.

No final todos começaram a bater palmas e até a assobiar, demonstrando que concordavam comigo.

- Bem, então acho que não há altura melhor para contar que a Ordem de Fénix descobriu uma maneira de enfraquecer Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado. – Lupin disse.

- E esperaste até agora para dizer isso? – George perguntou com falsa indignação.

- Ainda não tínhamos certezas George, as pistas que Dumbledore deixou às vezes podem tornar-se um bocado confusas. – esclareceu Mr Weasley.

- E que maneira tão brilhante é essa? Será que podemos saber? – foi a vez de Ron perguntar.

- Nós descobrimos que Voldemort há alguns anos atrás criou sete Horcruxes, se os descobrimos e eliminarmos ele ficará mais fraco e consequentemente mais fácil de vencer. – Lupin disse e nesse momento percebi que me tinha metido num belo sarilho, não era suposto eles terem conhecimento da existência dos Horcruxes.

- Mais nomes esquisitos não por favor. Alguém pode explicar o que raio é um Horcruxe? – Rosalie pediu.

- Eu concordo com ela, o que é isso que nunca ouvi falar? – Ginny perguntou também confusa como o restante das pessoas.

- São objetos mágicos nos quais foi inserida a alma de um bruxo e, consequentemente, impede a morte de seu dono, visto que um pedaço da sua alma ainda está preso à Terra. Caso o objeto seja destruído, o fragmento de alma também é destruído. – expliquei atraindo todos os olhares para mim.

- E pode-se saber como é que descobriste isso Isabella? – perguntou Lupin.

Sim, eu estava metida num belo sarilho …

P. O. V. Terceira pessoa

Bem longe daquela clareira, numa mansão sinistra os últimos detalhes de um plano são discutidos entre um feiticeiro e uma vampira que juntas descobriram ter o mesmo objetivo … acabar com Isabella Potter.

- Está tudo pronto?

- Sim senhor, apenas falta dar a ordem.

O feiticeiro sorriu, o fim daquela que era o seu último empecilho à concretização dos seus objetivos estava próximo, muito próximo …

Notas finais
N/Amaya: Oii Gente.

Estão gostando do grupo? Ainda não faz parte dele? Sua criaturinha linda venha fazer, adicione-me

( https://www.facebook.com/julia.lourenco.758)

O capitulo está divo não é? Eu sei que está *Convencida? Jamais*então comentem.

Bjs

Amaya

N/Bia: Gostaram? Amaram? Odiaram? Querem mais?
Bem qual quer que seja a resposta, comentem e recomendem à mesma que nos agradecemos :)
Haha e quanto aos Horcruxes são um pequeno misterio que sera revelado no proximo capitulo.
Bjs ♥