Isabella Potter
33 Horcruxes
Notas iniciais
Ai você me diz:
"Ai Ju/Amaya o capitulo demorou". A Bia teve problemas com o computador dela. E ela não e a unica, Lyssah está na mesma.
Agora sem mais delongas vamos ao capitulo, porque e bem raro quando eu coloco as notas inicias então eu fico falando... falando...
No capítulo anterior …
- Está tudo pronto?
- Sim senhor, apenas falta dar a ordem.
O feiticeiro sorriu, o fim daquela que era o seu último empecilho à concretização dos seus objetivos estava próximo, muito próximo …
P. O. V. Bella
- E pode-se saber como é que descobriste isso Isabella? – perguntou Lupin.
Sim, eu estava metida num belo sarilho …
- Bem … é que … sabem … — atrapalhei-me toda na tentativa de encontrar uma explicação plausível o suficiente para que acreditassem em mim, o que estava a ser bem difícil com todos os pares de olhos feiticeiros, vampiros e lupinos postos em mim.
- Xii vem lá bomba, as cores até já a abandonaram com medo do que está para vir. – George comentou.
- Vê lá se não desmaias antes de nos dizeres a história tão bonita que tens para nos contar Bellita. – Fred falou.
- Calem as matracas que o assunto é sério rapazes. – Mrs Weasley ralhou com eles e pela expressão na sua cara notava-se que também ela estava curiosa sobre o assunto das Horcruxes.
- Bella, por favor fala de uma vez, como é que descobriste o que são Horcruxes? – Kingsley perguntou-me.
Respirei fundo e encarei a todos os rostos presentes, um por um até que parei no de Edward, como é que ele iria reagir quando soubesse o que fiz e o perigo em que me envolvi? Decerto que bem não seria.
- Pessoal – fui desperta dos meus pensamentos pela voz de Tonks que veio-me abraçar de lado, já que era a única maneira que a sua barriga, já um bocado proeminente, deixava -, vocês estão a assusta-la, não admira que ela não fale, pelo menos não enquanto a continuarem a olhar e a tratar dessa maneira, como se fosse uma criminosa.
Olhei agradecida para ela, os olhares que eles me mandavam, eram de facto, assustadores.
Lupin respirou fundo e veio para o meu lado pegando-me na mão.
- Bella – começou por dizer olhando-me nos olhos -, tu sabes que nenhum de nós te vai fazer mal, que podes confiar em todos os que estão aqui e que nos podes contar qualquer coisa, onde é que descobriste o que são os Horcruxes?
Fiquei dividida entre contar ou não, por uns instantes, um lado de mim dizia para não contar porque eles me julgariam pelo que fiz e talvez até ficassem decepcionados, mas por outro lado eu queria contar, eu precisava de contar, tirar este peso tão grande de cima dos meus ombros e da minha consciência.
Meditei no assunto por mais uns momentos, apesar de parecer uma decisão muito fácil entre contar ou não na verdade a decisão era bem difícil, isto porque, o que quer que decidisse iria acarretar consequências, sendo que algumas delas eu não tinha a certeza se estava pronta para as enfrentar.
Com a decisão já tomada, dei um passo atrás libertando-me dos braços de Tonks e da mão de Lupin.
- De-desculpem mas eu não posso. – disse começando a sentir as lágrimas a acumularem-se nos meus olhos.
Virei-lhes a costas e sai dali a correr, a meio da corrida Apareci para o único sitio onde me sentia segura.
P. O. V. Edward
Eu estava confuso, muito confuso na verdade, a minha mente estava como um novelo de lã naquele momento, cheio de fios que representavam os pensamentos, não só meus como de todos os que ali estavam presentes, mas que naquele momento era impossível de desembaraçar e o facto de conseguir pensar em múltiplas coisas ao mesmo tempo não estava a ajudar em nada.
Mas uma pergunta se sobrepunha a todas as outras: porque é que essas tais Horcruxes afetavam tanto a Bella?
- Caraças, ela foi-se embora, agora como é que fazemos, ela parece saber algo importante sobre as Horcruxes. – Kingsley disse visivelmente chateado.
- Também da maneira como a olhavam, coitadinha, é normal que tenha ficado com medo. – Mrs Weasley defendeu-a mas nos seus pensamentos eu podia ver que ela também não tinha percebido porque é que a Bella tinha saído daquela maneira.
- Molly por favor, notava-se perfeitamente que a Bella estava a esconder alguma coisa de nós e que não nos quer contar o que é. O que quer que seja que ela esconde pode ser importante na luta contra Aquele cujo nome não deve ser pronunciado e não é só isso, o que ela nos esta a esconder pode também ser perigoso para a sua segurança. – Mr Weasley chamou-lhe à atenção.
Instalou-se então uma discussão entre os feiticeiros mais velhos, uns defendiam que se devia ir à procura dela mesmo sabendo que localiza-la iria ser extremamente difícil já que ela podia estar em qualquer parte, por outro lado, a minoria defendia que, embora estivessem preocupados com a Bella, devíamos prosseguir com o treino e deixa-la em paz, quando se sentisse à vontade ela voltaria e contaria tudo sem que fosse preciso pressiona-la.
Já os feiticeiros mais novos, ou seja, os irmãos Weasley e Hermione estavam reunidos em volta de Hagrid, um meio-gigante. Isso era mais uma surpresa, como se não bastasse descobrir que bruxos e feiticeiros também existiam, agora viemos a descobrir que os gigantes, unicórnios, ciclopes e todos esses seres que se julgavam ser apenas mitológicos existiam. Era apenas minha impressão ou todas as personagens dos contos de fadas resolveram saltar dos livros para a vida real?
E no meio desta confusão estavam os Quileute e a minha familia, sendo que agora todos tínhamos algo em comum: a confusão que sentíamos. Ouvi todas as perguntas que eu me interrogava expostas por todos eles, todos nós tínhamos deixado de perceber seja o que fosse da conversa desde que começaram a falar em Horcruxes. Apenas sabíamos que mais uma vez a Bella tinha um segredo que não estava a partilhar com o resto de nós e que o peso desse segredo a obrigara a ir embora.
Lentamente fui andando até à floresta, com a confusão instalada e um bocado de sorte podia ser que a minha saída passasse despercebida. Claro que a sorte não queria nada comigo.
- Edward, onde vais? – ouvi a voz de Rosalie perguntar-me atraindo vários pares de olhos para mim. Será que ela não podia ter ficado calada ou fazer a pergunta por pensamento?
- Espairecer, todos estes pensamentos e confusão mental está a dar-me dor de cabeça. – respondi-lhe e a todos que me fixavam.
Pareceram acreditar na minha resposta porque retomaram as discussões e conversas que tinham interrompido, mas claro que a minha familia não deixaria passar assim tão fácil.
“Vais atrás da Bella?” — perguntaram-me mentalmente, era engraçado como nestes momentos as suas mentes estavam conectadas levando-os a pensaram exatamente da mesma maneira.
Acenei com a cabeça de modo a que só eles percebessem.
“Eu vou contigo.” – Alice disse mas imediatamente teve uma visão em que eu lhe dizia para não vir, que neste momento ela precisava de mim e quanto menos gente melhor.
Alice ficou um bocado chateada mas percebeu o porquê de não poder vir e, apesar de não o admitir, que eu tinha razão.
Como já não tinha como fazer uma saída imperceptivel, comecei a correr em direção ao lugar onde eu tinha certeza que a Bella estaria, conhecia-a muito bem para saber que era para lá que ela gostava de ir quando queria estar sozinha e pensar.
Com isso em mente, corri mais depressa tentando alcançar rapidamente a nossa clareira.
P. O. V. Bella
O que fazer?
Tinha certeza que sair de lá daquela maneira não tinha sido a melhor solução, apenas tinha causado mais desconfianças, mas naquele momento eu não pensava em nada, apenas queria sair de lá e ficar um bocado sozinha, para poder organizar os meus pensamentos e pensar no que seria melhor naquele momento.
Foi por isso que decidi Aparecer na minha clareira e de Edward, sabia que ali não me encontrariam e podia ter a tão pretendida paz.
- Eu sabia que tu só podias estar aqui. – ouvi a voz aveludada de Edward falar assustando-me visto que não o tinha visto chegar.
- Edward? Como sabias? – perguntei olhando para ele que agora sentava-se à minha frente.
- Meu amor, eu conheço-te, sabia que irias querer estar sozinha e sem contar com a Alice nós somos os únicos que sabemos onde fica esta clareira. – disse sorrindo.
Sorri em resposta e baixei a cabeça encarando as flores à nossa volta, até que senti um dedo gelado levantar-me o queixo, ainda tentei impedi-lo mas claro que a sua força era bem maior que a minha e no final tive mesmo que encara-lo.
- O que é que se passa Bella? – perguntou utilizando todo o poder dos seus olhos dourados em mim fazendo-me ficar perdida naquela imensidão dourada durante uns minutos.
- Isso não é justo e tu sabes. – acusei-o.
- O que é que não é justo? – perguntou sem saber mesmo do que estava a falar.
- O que estás a fazer, sabes que sempre que me olhas dessa maneira é impossível esconder-te alguma coisa, mesmo que o queira muito. – admiti olhando-o seriamente.
Edward deu o meu sorriso torto assim que percebeu do que é que falava.
- Isso é muito bom saber – disse aproximando-se de mim e começando a beijar-me o pescoço, o que me fez ficar sem ar -, porque é mesmo isso que eu quero, que não me escondas nada.
- Edward. – supliquei num gemido.
- Sim?
- Não me faças isso, depois da noite de ontem acho que já não aguento essas torturas sem querer algo mais. – admiti corando até à raiz do cabelo.
Edward rio no meu pescoço e continuou a traçar uma linha de beijos que ia desde a minha orelha até ao meu ombro, até que me fez deitar na relva ficando por cima de mim.
- Queres mesmo que pare? – perguntou com a voz rouca.
- Sim. – respondi num fio de voz.
- Tens a certeza? – voltou a perguntar, descendo cada vez mais os beijos.
- Não. – admiti.
Desci as mãos até à sua camisa a fim de abri-la mas Edward afastou-se, olhei-o confusa o que o fez rir e voltar a baixar-se para me dar um último beijo na boca e voltar a afastar-se de seguida.
- Sabes que é covardia deixar-me assim e depois simplesmente afastares-te. – reclamei e ele sorriu.
- Acredita em mim quando te digo que não é fácil afastar-me. – retrucou. – Mas tu sabes muito bem porque é que o faço.
- Não, não sei. E se é assim tão difícil afastares-te volta aqui. – pedi. Podia parecer uma criança a fazer birra mas não era justo ele deixar-me daquela maneira.
- Também não é justo tu há umas semanas teres dito que já não havia nenhum segredo entre nós e agora descubro que afinal ainda há um segredo que escondes, que guardas só para ti. – então era disso que ele se estava a referir.
- Edward … — sussurrei sentando-me de frente para ele.
- Bella, por favor não vamos voltar a essa etapa outra vez, pensava que já a tínhamos ultrapassado, que depois de saber que és uma bruxa já confiavas em mim para me contares todos os segredos que ainda guardavas, especialmente depois de teres prometido que entre nós já não havia mais nenhuma reserva. – Edward falou e nos seus olhos vi uma centelha de dor.
- Meu amor – comecei pondo as mãos em cada lado do seu rosto -, eu garanto-te que não é uma questão de confiança porque não ninguém em quem confie mais do que em ti.
- Se é assim porque é ainda te escondes de mim. – sussurrou fechando os olhos.
- Porque tenho medo. – admiti.
De imediato Edward abriu os olhos fixando os meus profundamente.
- Medo? De quê?
- Edward, eu tenho a certeza que quando contar muitas pessoas vão ficar zangadas comigo, talvez até furiosas e com a raiva delas posso eu lidar, mas há uma pessoa cuja ira eu não consigo aguentar, a tua. Edward, eu não vou aguentar se tu ficares zangado comigo, eu não sei como vais reagir mas estou com medo que voltes a afastar-te de mim. – confessei-lhe todo o medo que sentia desde que as pontas do segredo que carregava comigo se começaram a soltar.
- Meu amor, neste momento não me importa nada do que digas me vai fazer afastar de ti, não depois de tudo o que já passamos, dói demasiado ficar longe de ti, por qualquer período de tempo que seja. Simplesmente já não consigo afastar-me de ti, podiam-me pedir que me afastasse da minha familia, que iria doer mas seria possível mas não me podem pedir que me afaste de ti, porque isso é uma tarefa impossível, destruidora. – Edward disse com tanta emoção na voz que a única coisa que me restou fazer foi atirar-me para os seus braços e beija-lo, num beijo repleto de paixão, amor, carinho, mas também luxúria.
- Eu amo-te. – disse simplesmente, mas simples palavras podem não ser assim tão simples, dependendo da sua força. E estas poucas palavrinhas eram o suficiente para expressar milhares de outras.
Sem nenhuma outra reação possível, atirei-me nos seus braços e beijei-o, um beijo profundo em que refletia todo o meu amor imenso por ele.
Ficámos mais um bocado na clareira envolvidos na nossa bolha, mas infelizmente a realidade não espera e o tempo não para, uma hora ou outra teríamos de voltar e eu teria que enfrentar o meu medo e as suas reações perante a revelação que estava prestes a fazer. Sim, finalmente tinha tomado a minha decisão final, que havia sido contar para todos o que se tinha passado e o porquê de saber tanto sobre as Horcruxes.
Suspirei.
- Está na hora de voltar não é? – Edward perguntou.
- Sim, tem de ser. Está na hora de revelar tudo e libertar-me deste peso de uma vez por todas.
Com um sorriso Edward levantou-se e estendeu-me a mão, ajudando-me a levantar.
- Então vamos lá, pronta para mais uma corrida? – nesse momento tive uma ideia, Edward adorava velocidade e, que eu conhecesse, não havia velocidade maior do que aquela que estava prestes a lhe mostrar.
- E se hoje fossemos de uma maneira diferente, afinal, eu já conheço a tua maneira de te deslocares mas tu ainda não conheces a minha. – propus com um sorriso.
Edward olhou-me um bocado receoso.
- E que maneira é essa? – perguntou.
- Apenas segura a minha mão e não a largues até que eu to diga. – ordenei-lhe ainda com um sorriso, tenho que admitir que estava ansiosa para ver a sua reação.
Dito e feito, Edward segurou a minha mão com força mas sem me magoar e fechei os olhos, concentrando-me na clareira onde tinha a certeza que ainda estavam todos e Aparecemos.
Senti a já familiar sensação de ser sugada e que os meus olhos estavam prestes a entrar no cérebro, mas continuava a sentir a mão de Edward o que era um bom sinal.
Em menos de dez segundos senti os meus pés assentes novamente na terra e abri os olhos constatando que tínhamos chegado à clareira, olhei para Edward e vi os seus olhos arregalados.
- Uau, isto foi uma experiência … diferente. – exclamou impressionado. – Mas por favor não me peças para repetir. – pediu fazendo-me rir, agora ele já sabia o que eu tinha sentido na primeira vez que correu na sua velocidade vampiresca comigo às costas.
- Então amor, pensava que gostavas de velocidade. – brinquei com ele que parecia estar ligeiramente mais pálido que o costume.
- E gosto, mas prefiro sentir-me inteiro e com os pés no chão. – disse e ri ainda mais.
- Bella, que bom que voltaste querida. – ouvi a voz de Mrs Weasley que vinha a correr ter comigo e Edward, seguida de Lupin e Kingsley e de todos os outros um bocado mais atrás.
- Como é que sabias onde é que ela estava. – Kingsley perguntou.
- Porque é que não nos disseste? – Lupin perguntou um bocado irritado.
- Eu conheço bem a Bella, sei que quando está com problemas ou quer sozinha gosta de ir para um lugar que muito sinceramente não tenho a mínima intenção de lhe revelar onde é que fica, só nós dois é que sabemos a sua localização e queremos que assim se mantenha. – Edward explicou com uma voz educada mas um bocado chateado, talvez fosse dos pensamentos que estava a ouvir.
- Ok, ok, passando à frente. – interrompi-os. – Eu estive a falar com o Edward e … -respirei fundo – se ainda quiserem ouvir, eu vou-vos explicar o porquê de saber tanto sobre Horcruxes. – e agora só faltava rezar para que eles dissessem que já não queriam saber mas claro que eles tinham de ser do contra e não fazer nada do que eu queria.
- Eu não sei como é que a convenceste Edward, mas obrigado, esta informação pode ser muito importante para nós. – Mr Weasley agradeceu-lhe.
- Eu até sou capaz de imaginar como é que terá sido, mas estou admiro, eu sei que ele é um vampiro com super-velocidade e isso tudo mas é mesmo assim tão rápido? – Fred comentou com uma sobrancelha arqueada, o que me fez corar. Nós não tínhamos feito nada disso, mas também não ficamos por simples beijos.
- E cá está a nossa resposta, mais exatamente nas bochechas da Bellita. – George gozou, fazendo-me corar ainda mais, só que de raiva.
- Mas vocês os dois são capazes de estar calados, não é nada disso do que estão a pensar. – gritei.
- Maninho, bem dizem que a pressa é inimiga da perfeição, porque no estado de nervos que a Bella está, dever ter feito algo errado. – e como se já não bastasse os gémeos, agora Emmett tinha de se juntar a eles também.
- Emmett! – Esme ralhou com ele.
- Fred! George! – ao mesmo tempo que Mrs Weasley ralhava com os gémeos.
- Vamos lá parar com as brincadeiras, Bella tu disseste que nos ias contar, então por favor começa. – Kingsley pediu-me.
- Muito bem, como vocês sabem, antes de morrer Dumbledore pediu-me para caso algo lhe acontecesse, fugisse para aqui, para junto de Charlie que iria ser o meu novo protetor mas, antes disso ele tinha-me feito outro pedido completamente diferente e desse pedido ninguém sabia, nem mesmo a professora Mcgonagall.
- E esse pedido tinha a ver com as Horcruxes? – Mr Weasley perguntou-me.
- Sim. Como o Ron, a Hermione e a Ginny sabem, eu tinha aulas particulares com ele em que ele me mostrava memórias de algumas pessoas no pensatório. Essas memórias contaram-me a história de Voldemort, a história da sua mãe e alguns factos da sua vida no orfanato e em Hogwarts, foi através dessas memórias que fiquei a saber das Horcruxes, em algumas delas Voldemort procurava saber cada vez mais sobre o que eram e como se faziam.
- Então se eu percebi bem, tu ficaste a saber das Horcruxes através de Dumbledore, certo? – acenei com a cabeça. – Mas isso não tem nada de mal, não estou a perceber o porquê de não nos quereres contar. – Tonks falou confusa e pude perceber que a maioria estava como ela.
A maioria, não todos.
- Oh meu Deus! – Hermione exclamou, tapando a boca com as mãos. – As Horcruxes … o pedido de Dumbledore, por favor Bella diz-me que não é o que estou a pensar. – inteligente como é, Hermione percebeu tudo antes de todos os outros.
- Lamento Hermione mas o pedido de Dumbledore foi que encontrasse as Horcruxes e as destruísse, ele explicou-me como é que se fazia, o que era preciso e os perigos que cada um dos Horcruxes poderia representar. – expliquei de cabeça baixa.
- Mas tu não o fizeste pois não, quer dizer depois de teres saído de Hogwarts estiveste sempre comigo, não tinhas como o fazer. – Charlie falou receoso.
Respirei fundo antes de responder.
- Na verdade, naqueles seis meses em que eu e o Edward estivemos separados, eu estava quase a dar em doida, não aguentava mais estar aqui, onde havia tantas lembranças, então lembrei-me do pedido de Dumbledore, sabia que com ele voltaria a sentir-me útil em alguma coisa e cumpriria o que lhe tinha prometido. Sabia que nunca me deixarias partir numa missão como esta e que também não te poderia contar, então arranjei um plano, todas as noites era a mesma coisa, não conseguia dormir e sempre que adormecia tinha pesadelos então esperava que adormecesses e depois Aparecia, Dumbledore tinha-me dado uma lista de possíveis locais onde as Horcruxes podiam estar (N/B: temos de facilitar um bocadinho o trabalho da Bella, né?)(N/J: *entrometendo* Acho que agora que Edward está de volta ela não teria tanto tempo... hehehe se é que vocês me entendem) e num desses locais, no fundo de um lago, encontrei a espada de Griffindor, um dos únicos objetos que conseguia quebrar as Horcruxes, depois disso foi só procura-los. Sabia que eram seis e eu e Dumbledore já tínhamos encontrado dois, já só faltavam quatro, consegui encontrar dois e destrui-los mas os dois últimos foi impossível chegar perto deles, visto que um deles é muito provável que esteja em Hogwarts e é praticamente impossível que lá entre sem que alguém me reconheça e o outro porque é Nagini, chegar até ela significaria estar com Voldemort já que os dois andam sempre juntos.
Terminei a minha explicação e encarei o chão durante mais uns minutos esperando os sermões que sabia que me dariam, mas nada aconteceu. Tomei coragem e olhei para cima, todos eles olhavam-me com olhos chocados e arregalados, ainda sem conseguir proferir uma palavra coerente que fosse perante o que lhes tinha acabado de contar.
Notas finais
Em segundo, alguém dai adivinha como é que esta gente vai reagir?
Desculpem a demora do capitulo, mas compreendam que eu estou de ferias de verão e com o calor que está quero é aproveitar antes que a escola comece.
Só mais uma curiosidade, no proximo capitulo vai haver uma nova surpresa haha.
Bjs
N/Ju: Por nada Bia e então gostaram do capitulo? E da minha intromissão? Hehehe e a vida.
Particularmente eu achei que o capitulo ficou phodastico e vocês?
Sei que sim. Hehehehe
Por isso comentem e deixem as pequenas autoras felizes!!
Beijos
♥
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