Notas iniciais
Heeeey pessoas, sim você não está tendo uma alucinação estamos aqui o/ A Bia está viajando, e pediu para que eu postasse o capitulo. Primeiramente ela disse para eu pedir desculpas a vocês, ela esteve se preparando para entrar na faculdade (SIIIIMMM nossa autora favorita vai entrar na faculdade o/) sei que vocês vão entender, nossa autora está dando um grande passo na vida pessoal dela. Heeey pessoal, o nosso, vou fazer uma chantagem como fizemos no ano passado. Dia 4 é aniversario da Bia, e no dia 5 é o meu por isso comentem e recomendem

No capítulo anterior …
Naquele raio de sol permiti-me ver uma esperança de que terminaríamos com a guerra brevemente, que Voldemort seria derrotado, o mundo voltaria a ter paz e os tempos sombrios que hoje se viviam desvaneceriam. Em silêncio fiz uma última promessa a Dobby que lutaria com todas as minhas forças, até há morte se fosse preciso, para derrotar Voldemort.
Por um mundo melhor … por Dobby.

P. O. V. Vitória
Percorri lentamente os corredores escuros daquela mansão arrepiante, tentando adiar o momento.
Não me arrependia de me ter aliado a Voldemort, os seus planos para destruir Isabella eram muito bons e tenho certeza que juntos conseguiremos melhores resultados, porém não posso deixar de admitir que tal como admirava o império que ele estava a criar e todo o seu poder, também sentia algum medo dele. Nunca senti pena ou se quer algum remorso por matar humanos e um ou outro vampiro quando era necessário, mas era diferente dela que parecia sentir prazer em matar e torturar quem quer que lhe aparecesse à frente, aliados ou inimigos, por isso mais valia obedecer-lhe e não o irritar, ainda me lembro muito bem de quando ele me torturou pela primeira vez (e até agora única).
Flashback on
– Estou para aqui a pensar se será desta que me vais esclarecer como é que o rapaz conseguiu fugir.
A sua voz calma apenas me dava mais arrepios, fazendo-me desejar que estivesse aos gritos comigo.
– E-eu não sei. Ninguém viu intrusos na mansão, ele não pode ter tido ajuda. – gaguejei ao tentar explicar-me.
– Então ele simplesmente saiu das masmorras, sem ninguém dar por isso, escapou da mansão, mais uma vez sem ninguém o notar, e foi da Inglaterra para a América a nado. – inquiriu enquanto fazia a varinha rodas nas suas mãos.
– O Edward é um vampiro experiente, sabe lutar e o dom de ler mentes também lhe é muito favorável. Ele pode ter arranjado algum plano para conseguir passar por nós. – sim, ele tinha conseguido fugir e quem ficou em maus lençóis fui eu.
Voldemort levantou os olhos para mim, olhando-me fixamente e fazendo-me arrepiar perante o seu olhar.
– Eu estou tão cansado da vossa incompetência. Foi por causa dela que o nosso maior trunfo contra a Isabella fugiu, não há outra explicação. Claro que alguém vai ter de pagar e como tu estás mais perto, não vejo necessidade de me movimentar … Crucio!
Assim que Voldemort apontou a varinha para mim, foi como se tivesse voltado no tempo. A lembrança da minha transformação tornou-se vivida perante as dores que senti, tão semelhantes às da recordação. Antes de o conseguir impedir, um grito escapou-me da garganta, o que só fez Voldemort gargalhar.
Flashback off
Cheguei às grandes portas de madeira do salão e parei por uns instantes antes de as empurrar.
Voldemort encontrava-se sentado numa poltrona em frente da lareira onde, mesmo sendo verão, as chamas crepitavam.
– Ainda bem que chegaste minha querida. Senta-te. – ordenou e eu prontamente obedeci, sentando-me na cadeira a sua frente. – Estive a pensar e concebi o plano ideal para derrotar de uma vez o incómodo da Isabella e vou precisar de ti para o executar.
À medida que me ia revelando o plano, ficava mais entusiasmada. Desta vez nada iria falhar, o plano era perfeito e a Isabella cairia na armadilha para nunca mais escapar, pelo menos não com vida.

P. O. V. Bella
– Edward para, eu estou a falar a sério! – ralhei com ele e tentei afastar as suas mãos.
– Hum … e se eu não parar? – perguntou sorrindo maliciosamente.
– Eu serei obrigada a lançar-te um feitiço. – respondi erguendo uma sobrancelha.
– Gostaria de ver isso, a tua varinha está em cima da mesa-de-cabeceira e não há nenhuma possibilidade de eu te deixar chegar a ela. – argumentou prendendo-me as mãos com as suas. – Então acho que corro nenhum perigo se continuar. – falou piscando-me o olho.
– Não, não, por favor! – foi só o que consegui dizer antes de começar a rir descontroladamente devido às cocegas que ele me estava a fazer.
– Retira o que disseste. – ordenou continuando com a sessão de tortura.
– Nunca! Eu … continuo a … defender … que sou melhor … que tu! – disse entre risos e respirações.
– Meu amor, nós temos o dia inteiro e eu não me canso. Tu vais acabar por retirar o que disseste. – ameaçou.
Já estávamos naquela discussão a alguns minutos quando eu, na brincadeira, disse que era melhor que ele porque substituía a sua velocidade pela Aparecer e que até era mais rápido, sabia feitiços com resultados muito melhores do que uma luta corporal e conseguia fazer isto tudo sem brilhar como uma bola de espelhos ao sol. Claro que o Edward revidou o que disse, tentando fazer-me retira-lo, e quando viu que não conseguiu começou a fazer-me cocegas.
Passaram-se quatro dias desde a morte de Dobby e não me esquecera da promessa que lhe fiz. Nos últimos dias eu e a Ordem temos procurado uma forma de entrar em Hogwarts e procurar o Horcruxe sem ser notada, o que até agora se está a revelar impossível. Nestes últimos dias, no pouco tempo que passava com o Edward ou estava a dormir ou a fazer planos e não me podia dedicar muito a ele, por isso, hoje, decidimos terminar o planeamento mais cedo e passar um tempo juntos em casa dele.
– Crianças, lamento interromper mas a Hermione está aqui e quer falar contigo Bella. – estava quase a desistir e admitir o que Edward queria quando fui salva por Esme.
Edward largou-me permitindo-me sentar corretamente na cama. Tirei o cabelo da cara e olhei para Esme que nos olhava divertida, parada na porta do quarto.
– Obrigada Esme, eu vou ver o que ela quer falar comigo. – falei levantando-me antes que Edward me voltasse a apanhar e não me deixasse sair do quarto.
Estava a chegar à porta quando sinto os seus braços rodearem-me a cintura.
– Não penses que te livras assim tão facilmente do nosso assunto, eu vou fazer com que admitas a bem ou a mal. – sussurrou no meu ouvido mordendo-me levemente a orelha.
Corei por saber que Esme, que seguia à nossa frente, tinha ouvido Edward e também os meus rápidos batimentos cardíacos em resposta.
Chegamos à sala e avistei Hermione sentada num dos sofás, a mexer nervosamente as mãos e constantemente a abrir e fechar um livro pousado nas suas pernas.
– Olá Hermione. – cumprimentei-a, indo para o seu lado.
– Bella, ainda bem que chegas-te. Desculpa vir interromper mas logo que descobri, percebi que tinha de vir falar contigo de imediato. Oh meu Deus, eu fui tão lenta, já tenho o livro à tanto tempo e só agora é que o vi …
Interrompi Hermione antes que ela desmaiasse por falta de ar.
– Calma, conta-me direito o que se está a passar, porque até agora ainda não percebi direito. – pedi-lhe, sentando-me ao seu lado. Edward fez menção de sair mas segurei-lhe a mão num pedido mudo que ficasse. Nós não tínhamos segredos desde que contara sobre as Horcruxes e eu queria continuar assim.
– Ok. – respirou fundo antes de continuar. – Como já sabes, Dumbledore deixou-me este livro em testamento. – sim, já a algumas semanas que eles me tinham contado sobre o testamento de Dumbledore e o que ele deixara a Ron, Hermione e a mim. No momento fiquei surpresa, sabia que ele se dava melhor comigo do que com todos os outros alunos e secretamente pensava que ele gostava de mim, mas nunca esperei que me deixasse algo em testamento. Fiquei confusa ao ver a Snitch e muito curiosa quando a encostei aos lábios (tal como a apanhei no primeiro jogo de Quidditch) e ela me revelou que se abriria no fim, deixando-me confusa com o que seriao fim. – Eu não percebi o motivo de me dar um livro de contos infantis escrito em runas, desde que o recebi já o li e reli várias vezes, nenhum dos contos me parecia ter alguma mensagem escondida. Estive quase a desistir quando decidi tentar uma última vez mas desta vez não prestar tanta atenção aos contos mas sim aos símbolos que os acompanham. Foi ai que vi isto – abriu o livro e mostrou-me uma página com algo escrito em runas e no topo da página, um desenho de um triângulo dividido ao meio e com um círculo dentro -, como podes ver está desenhado à mão, ao contrário dos outros que são impressos, o que me leva a crer que foi Dumbledore quem o desenhou, para nos dar uma pista.
Olhei com mais atenção para o símbolo, se fora Dumbledore quem o desenhara é porque realmente era importante. Nunca vira o desenho antes e nem conseguia perceber o que estava escrito no resto da página para ver se havia alguma conexão, algo importante.
– O que é que está aqui escrito? – perguntei a Hermione.
– Oh é apenas um conto sobre três irmãos que tentaram enganar a morte mas apenas um deles consegue e os outros dois são rapidamente pegos, não vi lá nada de importante. – Hermione respondeu.
Ficamos uns minutos em silêncio até que ouvi uma voz atrás de mim.
– Eu conheço esse símbolo, já o vi num dos livros do meu pai. – olhei em direção a Carlisle que olhava interessado para o livro. – Tenho-o no escritório, se quiserem ver.
Sorri, sentindo-me mais animada por termos uma nova pista e um novo caminho por onde seguir.
– Sim, gostaríamos, por favor.
Em menos de um minuto Carlisle foi até ao escritório, pegou no livro e voltou para a sala, sentando-se no sofá à nossa frente. O livro tinha um ar de já muito velho, com uma capa em couro, desbotada pelo tempo e folhas amarelecidas.
– Como sabes Bella, o meu pai acreditava em seres sobrenaturais e fazia de tudo para os apanhar. Quando eu era pequeno, costumava ler-me alguns contos sobre bruxas, vampiros e outros seres, creio que ele queria que eu soubesse o máximo possível para um dia seguir as suas pisadas e tornar-me um caçador de seres sobrenaturais também. – disse com um pequeno sorriso, enquanto abria o livro na página que continha o símbolo e a história e mo entregava.
Peguei-lhe com cuidado devido ao seu espeto frágil e por não o querer estragar. Assim que olhei para a página voltei a esmorecer. Estava escrito em inglês, porém era um inglês arcaico e diferente daquele que falo. Suspirei, pensando que só com semanas de muita pesquisa é que conseguiria decifrar o que ali estava escrito.
– Se quiseres eu posso traduzir-to para um inglês que percebas. – Carlisle ofereceu, provavelmente vendo a minha careta ao olhar para aqui.
– Sim, se não, não saio daqui nem amanhã. Muito obrigada. – agradeci-lhe voltando a passar-lhe o livro.
Carlisle deu uma pequena risada antes de começar a ler.
"Era uma vez três irmãos que viajavam numa estrada deserta e tortuosa ao anoitecer. Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para passar a pé e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, prodigiosos na magia, simplesmente agitaram as suas varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Iam a meio da ponte quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuçado. Era a Morte. E a Morte disse-lhes que estava zangada por ter sido enganada, porque o normal era os viajantes morrerem afogados no rio. Mas a Morte era astuta. Fingiu alegrar os três irmãos pela sua magia, e disse que cada um ganharia um prémio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.
Então, o irmão mais velho, que era um homem corajoso, pediu uma varinha mais poderosa de todas as que existissem: uma varinha que vencesse sempre todos os duelos, uma varinha digna de um feiticeiro que derrotara a Morte! Então, a Morte atravessou a ponte, dirigiu-se a um velho sabugueiro na margem do rio, esculpiu uma varinha de um galho da árvore e entregou-a ao irmão mais velho.
Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.
Depois, a Morte perguntou ao terceiro e mais novo dos irmãos, o que queria. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensível dos irmãos, e não confiava na Morte. Pediu, então, algo que o permitisse sair daquele lugar sem ser seguido pela Morte. E a Morte, de má vontade, entregou-lhe o seu próprio Manto da Invisibilidade.
Depois a Morte afastou-se para um lado e deixou os três irmãos continuarem o seu caminho e foi o que eles fizeram, ao pensarem, com espanto, a aventura que tinham vivido e ao admirar os presentes da Morte.
Num determinado momento, os irmãos separaram-se, seguindo cada um o seu destino. O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, procurou outro feiticeiro com quem tinha uma enorme rivalidade. Armado com a Varinha de Sabugueiro como arma, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Ao deixar o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, gabou-se, em alto e bom som, a poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível. Na mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho enquanto dormia na sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, com cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho. Assim a Morte levou o irmão mais velho. Entretanto, o segundo irmão viajou para a sua casa, onde vivia sozinho. Aí, ficou com a pedra que tinha o poder de ressuscitar os mortos e girou-a três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga em que tivera esperança de desposar, antes da sua morte precoce, surgiu instantaneamente diante dele. Contudo, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse regressado ao mundo dos mortais, o seu lugar não era ali, e ela sofria. Por fim, o segundo irmão, enlouquecido pela saudade, suicidou-se para poder verdadeiramente unir-se a ela. E assim a Morte levou o segundo irmão.
Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada é que o irmão mais novo tirou, finalmente, o Manto da Invisibilidade e deu-o ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom prazer, e como amigos, partiram desta vida."
Aqui mostra também o que representa o símbolo, são os três talismãs integrados num só. – Carlisle finalizou, mostrando-nos o desenho.
– Esse é o mesmo conto que está no meu livro. Como podes ver não há nada nele que nos possa ajudar, é apenas uma história sem qualquer fundo de realidade. – Hermione suspirou.
– Eu não acho. – afirmei atraindo as atenções para mim. – Este conto tem um fundo de realidade, os três talismãs existem.
– Bella, por favor, é apenas um conto, é impossível que os talismãs da morte existam. – Hermione contrapôs, olhando para mim como se me achasse maluca.
– Hermione pensa bem, até há uma prova que conhecesses muito bem.
– Ai sim? Qual é.
– O manto da invisibilidade, mais precisamente o meu manto da invisibilidade.
– Não me vais dizer que achas que é o mesmo do conto? – perguntou olhando para mim cética.
– Quem é que nos diz que não é. Tu também já ouviste o Charlie a contar-nos que todos os mantos da invisibilidade costumam estragar-se, romper-se, perder o encanto com o tempo, mas o meu não. Ele pertenceu ao meu pai e tanto quanto sei ao meu avô também e continua a funcionar perfeitamente, quando o ponho torno-me completamente invisível, sem nenhuma falha. Tu sabes disso, também já andaste com ele, era assim que nos escapulíamos do dormitório e andávamos pelo castelo sem sermos vistas. – argumentei e notei pelo canto do olho que os Cullen (que entretanto se reuniram na sala ao ouvir que havia um novo progresso), arregalaram os olhos assim que falei do manto.
– Bella, o teu manto é realmente bom mas não quer dizer que seja o da história. – falou exasperada.
– Também não quer dizer que não seja. O Dumbledore deixou-nos este símbolo nesse conto por alguma razão. Ele também devia acreditar, também devia pensar que o meu manto é um dos talismãs, se calhar até encontrou algum dos outros, se não todos.
Nesse momento foi como se algo se tivesse ligado na minha mente, comecei a juntar as peças de um puzzle que até agora estivera incompleto e sempre parecera muito complicado. A pedra da ressurreição … para uma pessoa voltar à vida é preciso que esteja morta primeiro, a morte que muitas vezes é descrita como o fim. Sim, só podia ser. Dumbledore não deixava nada ao acaso. Ele sabia que eu e Hermione iriamos voltar a estar juntas antes da guerra, mesmo que me tivesse mandado para longe, tal como sabia que iriamos trocar informações e ela me mostraria o símbolo e o conto dos talismãs da morte. Simultaneamente tinha-me deixado a primeira Snitch que apanhei, um objeto aparentemente inútil mas que Dumbledore soube usar na perfeição. As Snitch possuem uma memória carnal que lhes permite identificar a primeira pessoa que as agarrou e no seu interior podiam guardar um pequeno objeto, uma pedra.
“Eu abro-me no fim”
O fim, a morte, a pedra da ressurreição.
Sim, só podia ser isso, algo tão simples que sem as peças e os conhecimentos certos se torna tão complicado.
Dumbledore tinha encontrado a pedra da ressurreição, tal como reconheceu o meu manto e soube o que eram. Já me tinha entregado um dos talismãs, podia muito bem, também ter encontrado uma forma de me transmitir o segundo talismã de forma escondida.
A pedra da ressurreição estava dentro da Snitch.

Notas finais
Heeeeey guuuuuyyyyys and are Cimorelli *não pera '-'* Gostaram do capítulo?! Espero que sim o/ Todos nós gostamos muito dessa fanfic, gente, ela é o nosso xodó. Palmas para a BabyBia, cara esse capítulo está incrível o/ Parceria nova entre eu e a BabyBia (já devem ter reparado que não consigo escrever sem ela huehue) http://fanfiction.com.br/historia/513640/What_I_am/ nessa fanfic Bella é uma loba Quileute #Beward Não se esqueçam do aniversário das autoras, comentem e recomendem