Notas iniciais
Voltamoooos, eita deixa-me cá tirar as teias de aranha que isto está cheio delas -.-' Peço mil e uma desculpas pela demora, foi mesmo demasiado tempo. Mas lembram-se que tinha dito que estava a tentar entrar na Universidade? Consegui e onde eu queria!!! =D Porém ocupou-me mais tempo do que pensava, foi apenas o primeiro semestre mas já deu para perceber que é bem corrido lá. Desculpem mesmo pela demora, o próximo capitulo virá bem rápido, até porque já está todo planeado. Este capítulo é dedicado a Thalia Luna que fez uma recomendação linda, muito obrigada u.u ah e à Johanna que se preocupou tanto pela demora que chegou ao ponto de me mandar uma mp a perguntar se estava tudo bem e também me deu o pontapé necessário para escrever este capitulo. Sem mais demoras, Boa Leitura

No último capitulo...
Dumbledore tinha encontrado a pedra da ressurreição, tal como reconheceu o meu manto e soube o que eram. Já me tinha entregado um dos talismãs, podia muito bem, também ter encontrado uma forma de me transmitir o segundo talismã de forma escondida.
A pedra da ressurreição estava dentro da Snitch.

(AVISO: Gente, este capitulo vai ser escrito todo em pov narrador, porque eu descobri que gosto mais de escrever assim e também gosto mais de como fica, mas no depois de ler escrevam nos comentários se gostam mais por narrador ou pelas personagens)

P. O. V. Narrador
– Esta situação não me agrada.
Bella ouviu a voz de veludo de Edward falar, despertando-a dos seus pensamentos. Estavam num quarto de hote em Port Angels, numa tentativa de se afastarem do mundo exterior e terem uma noite só para eles. Assim que chegaram ao quarto não tinham perdido tempo e agora encontravam-se os dois deitados, sem roupa, na cama, com Bella deitada sobre o peito de Edward.
Ergueu o tronco, apoiando-se nos cotovels, para olhar para ele.
– Tem de haver alguma maneira de poder ir contigo amanhã.
Bella suspirou, sabia perfeitamentedo que ele estava a falar. Finalmente tinham feito um plano que confiavam poder resultar e, de maneira a não adiar mais o inevitável, ficara acordado que no dia seguinte, Bella e mais um pequeno grupo seguiria para Hogwarts, à procura do Horcruxe. O único problema era que esse grupo não incluia Edward.
– Já falamos sobre isso. Amor, tens de entender que já vai ser dificil encontrar o Horcruxe conhecendo o castelo, levar alguém que não conheça o castelo apenas vai dificultar o processo, não só teriamos de andar à procura, como teriamos de garantr que tu ou outra pessoa não se perdia lá dentro.
–Eu sei disso Bella, mas não podes esperar que eu aceite ficar aqui, sem fazer nada, quando tu estás longe e a correr perigo, sem que eu te possa ajudar. – foi a vez do vampiro suspirar. Só a ideia de ficar separado de Bella por algumas horas causava-lhe dor e, mesmo sabendo a importância da missão, desejava poder levar Bella para algum lugar escondido e voltar quando todos os problemas estivessem resolvidos e a sua bruxinha estivesse em segurança, sabia que tal era impossivel.
– Eu vou ficar bem e vou estar de volta aos teus braços num instante. – ggarantiu-lhe, tentando transmitir mais segurança do que aquela que sentia. A verdade é que ela estava com medo de qe algo corresse mal e ficasse separada de Edward, também a ela lhe doia estar separada dele.
– E o que é que esperas que faça? – pergunou desesperado, apesar de, desde o inicio, saber que Bella nunca desisitiria daquela missão mas que também não havia forma de ele ir com ela.
– Ama-me. – respondeu, olhand no fundo dos seus olhos. – Faz-me esquecer de todos os problemas, durante o restoda noite.
Assim fizeram, amaram-se lenta e apaixonadamente, os dois tentando decorar o corpo do outro e obter a certeza de que, não obstante o que acontecesse, ficariam juntos. O dia já começava a raiar, quando Bella finalmente adormeceu nos braços de Edward enquanto ele a embalava, cantando a sua canção.
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Assim que se entrava na casa dos Cullen podia-se sentir a atmosfera de tensão, quase palpavel, naquela tarde. Eram feitos os últimos preparativos e revistos todos os promenores do plano, nada poderia faltar ou se quer falhar.
Bella e Edward sentiram ambiente pesado assim que entraram, todavia havia sempre alguém pronto para o suavizar.
– Finalmente, os pombinhos resolveram sair do ninho!
– Já tinhamos até pensado em madar alguém ir buscar-vos , claro que teria de ser uma pessoa maior de idade para caso estivessem a fazer cenas proibidas a menores, sabem como é, não queremos traumatizar ninguém.
Ou seja, um par de gémeos, que aproveitavam cada situação para brincar, por mais séria que fosse.
– Deixem-nos em paz, já tens tudo pronto Bella? – Lupin perguntou, levando-a a querer agradedecer-lhes, começava a sentir a cara quente por estar a corar.
– Sim, deixem-nos em paz antes que a Bella se torne num tomate com pernas. – Emmett disse, fazendo os gémeos gargalhar.
Ignorando o último comentário, Bella respondeu à pergunta de Lupin, aquele trio não precisava de mais corda para piadas.
– Já, antes de virmos para cá passamos por minha causa para ir buscar tudo.
Na verdade não era grande coisa que tinha de levar, apenas uma pequena mala com o Mapa do Maroto, a Snitch que Dumbledore lhe deixara em testamento e o manto da invisibilidade que o pai lhe deixara. Aproveitara também para vestir uma roupa mais adequada e confortável para a missão. Optara por um top preto, uma calças cinzentas um bocado largas que lhe permitiam movimentar as pernas, calçara umas botas pretas e, lembrando-se do frio que fazia em Hogwarts, trouxera um casaco preto de cabedal, para completar o look (http://www.polyvore.com/isabella_potter_chapter_36/set?id=134930818) colocou uma pulseira com tachas e atou o cabelo num rabo de cavalo.
– Muito bem, então vamos aproveitar que já estamos todos para rever o plano antes de irem, não pode haver nenhuma falha.
Seguiram para a sala de jantar dos Cullen onde, como Lupin dissera, se encontrava toda a gente envolvido na missão, quer os que nela iam, quer os que ficavam mas tinham ajudado a delinea-la. Também a familia Cullen se encontrava lá, mas ao contrario da maioria, falavam sobre a batalha com os recém-nascidos que, segundo Alice, estava próxima. Deixando um beijo na testa de Bella, Edward saiu de perto dela para se juntar à familia e ajudá-lo no plano. Bella olhou mais uma vez em volta da sala, para todas as pessoas presentes, sabia que, por muito que o tentassem evitar, a batalha final estava próxima e não conseguiu evitar pensar se alguma daquelas pessoas que ali estavam descontraidamente a rever o que já fora revisto centenas de vezes antes e a fazer algumas brincadeiras ocasionais, não voltaria a ter outra oportunidade de traçar um plano, de cumprir uma missão, de ver o novo dia, de ... viver.
Olhou para os Cullen, a família que a adotou e que já considerava como sua, eles tinham a sua própria batalha, mas mesmo assim escolheram ajudá-la a enfrentar o seu inimigo, a proteger um mundo da qual não faziam parte, quanto tempo é que seria preciso para lhes agradecer adequadamente, seja qual fosse, nunca seria o suficiente. Notou que Rosalie não estava ao pé deles a discutir os planos, em vez disso encontrava-se na varanda com o olhar perdido na imensidão verde.
Bella não soube o que a motivou, mas quando deu por si, estava a andar em direção de Rosalie. Abriu a porta de vidro e voltou a fechá-la atrás de si.
– Se vens fazer alguma despedida lamechas, então podes voltar para atrás, ambas sabemos que é desnessário, não somos assim tão amigas. – a loira falou com certa amargura.
– Eu sei, mas também nunca percebi o porquê disso, porque é que me odeias tanto sem nem me conheceres.
Bruscamente, Rosalie virou-se para Bella que se encostara ao peitoral, virada de costas para a paisagem, encarando Rosalie.
– Eu não te odeio. Não percebes? Eu tenho inveja de ti. Tu tens tudo o que eu mais queria, és humana, podes ter filhos, vê-los crescer e envelhecer e mesmo assim estás a desperdiçar isso sem nem pensar duas vezes. – revelou num desabafo.
– Não, não percebo, porque tu podias ter a vida perfeita se quisesses. Rosalie tu também tens tudo o que sempre quis, e não, não estou a falar da imortalidade – acrescentou quando a viu revirar os olhos –, mas sim da tua família. Os meus pais morreram antes de ter oportunidade sequer de formar memórias com eles, os meus tios sempre me desprezaram, tratavam-me como sua escrava e nunca demonstaram qualquer tipo de afecto por mim, para eles eu era um empecilho da qual não se conseguiam livrar e que apenas lá estava para arruinar a harmonia familiar. – disse com desdém – Eu nunca soube o que era ter uma familia de verdade, alguém que nos amasse, que nos protejesse, que fosse o nosso porto seguro para o qual podessemos correr quando estavamos assustados ou precisassemos de ajuda. Eu conheço bem a solidão e o sentimento de estarmos sozinhos, sem ninguém a quem recorrer, durante grande parte da minha vida tive de me desenvencilhar sozinha. Não consegues imaginar quantas vezes eu desejei ter alguém que me abraçasse e dissesse que tudo iria correr bem quando tudo o que mais queria era chorar. Claro que tive um sabor disso quando conheci os Weasley, eles acolheram como se fosse parte da familia, mas foi-me retirado abruptamente quando tive de vir para Forks e nem me pude despedir ou dizer para onde vinha. Nesse momento é que percebi que não havia nenhuma garantia de que o amor familiar que eles me transmitiam pudesse durar, de repente voltei-me a ver sozinha, obrigada a viver com um homem que não conhecia de lado nenhum e que, ao inicio, não tinha maneira de me transmitir aquilo que eu precisava. Mas depois conheci o Edward e vocês que me acolheram, que me incluiram na vossa familia mesmo sabendo que não o tinham de fazer, foi como se finalmente tivesse encontrado o meu lugar. Eu sei que tu vês a imortalidade como uma maldição mas eu vejo-a não apenas como uma forma de ficar com o homem que amo, mas também como uma garantia de que nunca mais vou voltar a ficar sozinha. Tu tens tudo isso, mas mesmo assim preferes desperdiça-lo sendo amarga e ficar a pensar em algo que não podes mudar.
Rosalie nada disse assim que Bella terminou de falar, apenas refletiu. Conhecia a história dela mas nunca imaginara que a morena se sentia assim nem pensara neste ponto de vista. Apesar de lhe ser dificil de admitir, sabia que Bella tinha razão, ela tinha tudo para ser feliz mas mesmo assim preferia focar-se nos pontos negativos.
Deixando Rosalie com os seus pensamentos, Bella voltou para dentro de casa, tinha de ir rever os planos com os outros, porém assim que entrou sentiu uns braços frios em sua volta, era Esme que também soluçava, ouvira as palavras da menina e o seu coração morto despedaçara-se com tamanho sofrimento.
– Nós agora somos a tua família e isso já ninguém pode mudar. – falou como uma mãe que pretende acalmar a sua filha mostrando-lhe que não há mais nada a temer.
As suas palavras fizeram Bella retribuir o abraço o mais forte que podia e enterrar a cara no seu pescoço, estreitando os olhos para não chorar, tinha certeza que a solidão nunca mais faria parte da sua vida. Carlisle pousou a mão no seu cabelo afagando-a, tal como um pai e á sua volta estava o resto da familia, sorrindo emocionados com a cena que se desenrolava.
Soltaram-se poucos minutos depois, Edward estendeu-lhe a mão e puxou-a para os seus braços, erguendo-lhe o queixo com os dedos.
– Eu nunca mais te vou deixar sozinha. – afirmo e beijou-a com toda a intensidade e amor que sentia.
Claro que havia sempre um par de gémeos que não podia perder uma oportunidade de brincar com a situação.
– O quê? A noite não vos chegou? –George começou.
– Pelo menos vão para um quarto. Há menores na sala. – e Fred concluiu tampando os olhos a Ginny que se tentava libertar.
– Até parecem que vocês não são iguais quando estão com as namoradas ... ah não espera, vocês não têm namoradas, ups. – Bella respondeu-lhes fazendo a sala rir.
O resto do dia foi passado entre revisões do plano, ver se estava tudo pronto e verificar se não havia nenhuma falha que levasse ao desmoronamento. Bella aproveitou para dormir um bocado também visto que durante a noite não dormira muito, adormecera no sofá porém quando acordou estava na cama de Edward coberta por uma manta.
A noite foi dando lugar ao dia até que chegou a hora da partida, já passava da meia-noite, o que significava que no castelo iriam estar todos nos quartos, as probabilidades de encontrarem alguém eram reduzidas.
Bella encontrava-se uma vez mais nos braços de Edward, já abraçara todos os membros da família Cullen, até Rosalie lhe dera um abraço rápido, mas este estava a ser o mais dificil.
– Vejo-te daqui a umas horas. – afirmou assim que se largaram, apenas as mãos ficaram unidas.
– Vou contar todos os segundos até lá. Amo-te.
– Também te amo.
Com um último beijo foi-se juntar aos outros. Um dos objetivos era não darem nas vistas, por isso o grupo que ia era apenas constituído por cinco pessoas, Kingsley, três das Aurors que participaram a missão de salvar anterior, sendo elas Joana, Júlia e Mariana (N/Bia: peço desculpa as outras mas todas já iria ser muita gente então selecionei as que fazem sempre comentários enormes e recomendaram a fic, tanto por recomendação mesmo como também nos comentários) e por fim Bella. Após uma grande discussão ficou decidido que Lupin não iria, se antes os lobisomens não eram vistos com bons olhos então agora menos, se alguém o visse no castelo o escandâlo seria ainda maior, mas também porque o seu filho com Tonks nascera à três semanas, o seu lugar agora era ao pé dele.
– Trouxeste o manto Bella? – Kingsley perguntou.
– Está aqui. – respondeu, tirando-o da mala.
– Óptimo, coloca-o já para não corrermos riscos de te verem ao pé do castelo.
– Só uma pergunta antes de irem, como é que um manto vai esconder a Bella? – Alice realmente estava confusa, tal como o resto da familia, nenhum deles conseguia perceber como é que Bella não daria nas vistas se estivesse coberta com um manto, até no mundo mágico deveriam achar estranho se vissem um manto a andar sozinho.
– Ora Alice, já deverias saber que na magia nem tudo é o que parece. – Bella respondeu e cobriu-se com o manto, deixando apenas a cabeça à vista. De imediato o seu corpo tornou-se invisivel tal como o manto e a boca dos Cullen escancarou-se.
– Eu vou começar a acreditar que tudo é possivel. – ouviu-se Emmett resmungar.
– Muito bem, agora que já fizemos uma demonstração do manto, acaba-te de cobrir e vamos embora, quero despachar isto. – Bella piscou uma última vez para Edward antes de cobrir a cabeça e deu as mão a Joana e Mariana, como fora combinado de forma a que ninguém ficasse para atrás ou se afastasse. – Em 3, 2, 1, agora! – todos Apareceram para o local combinado, em frente do portão de Hogwarts. – Estão cá todas? Bella estas ai?
– Sim. – apenas estava um bocado mal-disposta, se Aparecer já era mau, com o manto era ainda pior, parecia que o mesmo iria sufocá-la e tinha de ter cuidado para nenhuma parte do seu corpo aparecesse.
– Então vamos começar. – um lince prateado saiu da sua varinha e correu até ao castelo, percorrendo os corredores vazios até chegar ao seu destino, não foi preciso dizer nenhuma palavra, o receptor da mensagem já sabia o seu significado. Levantou-se da cadeirando, ajeitando as vestes, saiu do gabinete com cuidado para não ser vista, a última coisa que precisaria agora eram perguntas do que estava ali a fazer a uma hora tão tardia e olhares desconfiados, apressando-se a ir para o portão em seguida.
Várias minutos decorreram, até que começaram a ver uma figura a aproximar-se, primeiro um borrão ao longe, depois o seu contorno, até que finalmente a viram com clareza. Iluminada apenas pela luz que saia da sua varinha, a professora McGonagall aproximava-se rapidamente.
– Boa noite Minerva, felizmente chegaste. – Kingsley cumprimentou-a.
– Sim, se outra pessoa interceptasse o patronus antes a missão teria dado para o torto antes mesmo de começar. – Mariana comentou.
– Não vamos já começar a pensar nas hipóteses negativas, entrem depressa, quanto menos tempo ficarmos cá fora melhor, podem nos ver muito facilmente aqui. – McGonagall comandou enquanto abria o portão, voltando a tranca-lo assim que todos entraram.
Começaram a percorrer silenciosamente o caminho até Hogwarts, todos sabiam o plano, não seria preciso perder tempo a revê-lo.
– Sabes o que podem andar à procura Potter? – perguntou num sussurro a Bella que se pôs do seu lado e respondeu no mesmo tom.
– Dumbledore disse-me para procurar algo que estivesse relacionado com os fundadores de Hogwarts, pode ser uma taça de Hufflepuff ou algo de Ravenclaw mas não me especificou o quê. A professora faz alguma ideia do que possa ser?
– Apenas me recordo do diadema de Ravenclaw, mas está perdido à séculos, é impossivel que esteja no castelo.
O resto do caminho foi feito em silêncio, assim que chegaram ao átrio dividiram-se em pares para poderem cobrir mais área em menos tempo. Bella ficou com uma das Aurores, Joana, e foram para a parte do castelo que lhes fora destacada. Tanto as duas como todos os outros pares começaram a revistar todas as salas, armários, tendo o máximo cuidado ao entrar nos gabinetes de professores, à procura de algo que não tinham certeza do que era. As horas iam passando e cada vez mais o raiar de um novo dia se aproximava e tudo o que sentiam era frustação, até ao momento não tinham encontrado nenhum objeto que pudesse ser considerado um Horcruxe.
– Este castelo é enorme, nunca mais vamos conseguir acabar de o revistar sem que fique de dia e os alunos acordem, temos sorte de ainda não nos termos cruzado com ninguém até agora. – Joana desabafou, cansada de andar às voltas sem nenhum resultado. – Anda, vamos até à torre de astronomia, pode ser que tenhamos alguma sorte lá.
Estavam a passar pelo corredor do sétimo andar quando Bella se lembrou que havia outro sitio onde ainda não tinham procurado, um lugar que tinha certeza que a grande maioria dos alunos, e até dos professores, não tinha conhecimento.
– Há outro sitio onde ainda não procuramos, vamos-nos separar só por meia hora, tu vais até à torre de astronomia e eu vou lá e depois encontramo-nos aqui. – propôs. Sabia que nunca a deixariam andar sozinha no castelo, mas também ela já estava farta de ali estar, queria voltar para casa, para Edward, o mais rápido possivel.
– Bella, não te posso deixar sozinha assim, seria demasiado arriscado.
– Confia em mim, é só meia hora e ninguém me vai ver se estiver com o manto. Tu mesma disseste que este castelo é enorme e vai demorar imenso tempo para o revistar, se nos dividirmos e fores à torre enquanto eu vou à sala será muito mais rápido. – implorou.
Joana pensou por uns momentos, sabia que não devia deixar Bella sozinha mas também sabia que ela tinha razão quando disse que seria mais rápido e era só meia hora. Por fim deixou-se levar pelos argumentos.
– Ok, mas se em meia hora não estiveres aqui eu mesma faço um favor aos devoradores da morte. – ameaçou temerosa do que pudesse acontecer.
– Sim senhora. – sorriu.
Seguiram as duas em direção opostas, rumo ao seu destino. Agora que pensava nas palavras de Joana, era estranho que ainda não se tivessem cruzado com ninguém mas, pelo que Ginny lhe contara, os alunos tinham medo dos novos professores e dos castigos que aplicavam então não se iriam aventurar fora da cama, já os professores sabiam as reações que causavam e não se iriam dar ao trabalho de se levantarem para patrulhar corredores vazios, não tão vazios naquela noite.
Poucos minutos depois chegou ao seu destino, em frente da tapeçaria onde Barnabé tenta ensinar ballet a trolls, onde sabia que ficava a sala das necessidades. Tinha noção que meia hora passava muito rapidamente e a sala que tinha de revistar era enorme, então apressou-se a dar três voltas ao corredor sempre com o mesmo pensamento em mente: “Preciso de uma sala onde possa guardar objetos”. Até que parou onde deveria ter aparecido uma porta, porém tudo o que via continuava a ser a parede de pedra. Reveu tudo o que tinha feito, não tinha cometido nenhum erro, a porta deveria estar ali. Talvez fosse por estar com o manto, tal como as pessoas, a sala podia não ter dado pela sua presença.
Até ao momento não tinham encontrado ninguém, seria muito azar se aparecesse alguém logo agora. Tirar o manto seria muito arriscado mas também não podia perder a oportunidade e ir até à torre admitir o seu fracasso ao não conseguir entrar na sala. Olhou para os lados várias vezes e escutou atentamente o minino dos sons, nada se ouvia, o silêncio era absoluto. Respirou fundo e tirou o manto de uma vez, voltando a pô-lo na mala.
Tinha recomeçado a percorrer o corredor quando o som de uma voz, de uma palavra interrompeu o silêncio, foi nesse momento que percebeu ...

Notas finais
notas finais: olá pessoal que saudadeeeees, é otimo estar de volta combum capitulo lacrador feito esse, ameeei ttudoooo. EstVa morrendo de saudades da SweetBia escrevendo e tenho certeza que vocês também por isso comente!m e recomendem. Beijos, Amaya.❤ N/Bia: Eu sei que não tenho o direito de vos pedir nada, mas por favor não sejam fantasmas e comentem o capitulo, os vossos comentarios são o meu combustivel =) Digam-me se gostaram do novo estilo de escrita, se gostam ou acham que não fica bem. Beijinhos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.