Irremediável
13 Tentativa
_Estela, por que vocês está aqui? Ninguém te quer não._ disse com raiva.
_ham, eu só vim dar uma passadinha pra ver a minha princesa!
EU olhei ela de cara feia.
_Para ver a sua quem?
_Minha prin…
_Ei, ei, não repete isso não. Eu já sei o que você disse!
_Então por que perguntou?
Ai Meu Deus! Ela tava brincando né?
_Você tá brincando né?
_Brincando? De que?
Eu arregalei meus olhos.
_O que aconteceu com você Estela. Voltou burra de seja lá onde você estava?
_ah, não, por que?
_Esquece. Mas, o que você está fazendo aqui?
_tive um dia de folga, mas amanhã eu embarco para o Brasil. Devo ficar mais um mês fora.
É ISSO AÍ!!!!
_Mas que pena_ disse sarcasticamente.
_ah, claro! Eu sei como você lamenta.
_Ainda bem.
Meu pai nesse momento se levantou e saiu pela porta. Eu já nem me lembrava mais que ele estava alí.
Minha já estava começando a ficar estranha. Primeiro eu começo a ver pessoas extraordinária perfeitas. Depois eu vejo um cara que parece querer me “consumir” pelos olhos. Depois eu tenho um sonho, onde tudo o que eu tenho medo aparece:
*Estela
*Que meu pai me esqueça ( eu percebi isso no momento em que a Estela leva meu pai pra longe de mim.
*Aquele cara sinistro que eu vi no trabalho do meu Pai.
*E por último, mas não menos importante, a terrível e tenebrosa porta, que se abrem na minha frente com o intuito de me acertar.
Estava tudo tão estranho, e mais estranho ainda agora que Estela Chegara de viajem, mas que ainda bem já ia voltar a me deixar em paz.
_Então, o que você acha? _ perguntou Estela.
_ Acha sobre o que?_ disse meio confusa.
_ Sobre nós tentarmos viver em paz. Por favor, sem brigas. Se você vive brigando comigo por pensar que eu quero tentar ser sua mãe, pode parando. Eu realmente gosto de você e do seu pai. E também não gosto de viver brigando com você! É realmente chato. Eu não estou tentando tomar o lugar da sua mãe. Então não tem justificativa para o que estamos fazendo. E eu realmente acho que isso, parar de brigar, deixaria se pai mais feliz e…
A voz dela já estava começando a me irritar, então concordei logo. A final, no final de tudo eu ia acabar cedendo mesmo…
_tá, tá, tá! Eu vou tentar! Mas não garanto nada!!!
_aah, isso não importa. O que importa é que você vai tentar, e tenho certeza que vamos conseguir.
_oh, claro.
Ela fez biquinho e logo depois me abraçou. Eu retribui o abraço. E vi que na porta meu pai abria um largo sorriso. E só isso fez com que eu tentasse parar de brigar com a Estela valesse a pena!
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