Notas iniciais
Dizem que gatos pretos trazem azar... Será mesmo? Oi gente kkkk, como estão? Espero que gostem desse capítulo. Dessa vez o título não é referente a nenhuma música específica, apesar de haver uma banda de rock com esse nome com umas musicas bem legaizinhas kkkk Ainda não é nesse capítulo que Damon aparece, desculpa para as apressadinhas kkkkkk, mas juro que no próximo ele aparece sem falta... E será um pouco... Interessante. Vcs vão ver. Agora vão ler esse capítulo. Vão kkkk

– Bom dia, Srtª. Gilbert — o motorista falou quando me apresentei a ele. — Eu sou Matt Donovan, o motorista da família Salvatore. Quer que eu leve suas bagagens?

Analisei-o e fiquei surpresa ao constatar que ele não era muito mais velho que eu, devia ter uns 22 anos, no máximo, e era bonito, no melhor estilo “loiro de olhos azuis”.

– Não precisa — falei. — Posso carregar minhas próprias malas, mas obrigada — sorri para ele, — e pode me chamar de Elena.

Matt Donovan retribuiu meu sorriso.

– Ok, Elena — disse. — Vamos, vou te levar até a limusine.

Quase estanquei quando ele disse “limusine”. Ok, eu sabia que os Salvatore’s eram ricos, mas na minha cabeça eu não conseguia imaginar uma família que andasse por ai com motorista, limusine e todos esses mimos.

Parecia coisa de filme.

Porém, ao chegar à frente do aeroporto eu vi: A maior limusine que eu já havia visto na minha vida... Bem, eu nunca havia visto uma pessoalmente, mas mesmo assim.

Matt me ajudou a colocar minhas malas no porta-malas e em seguida foi até as portas de trás do imenso carro e abriu uma.

– Posso ir na frente? — perguntei, ignorando a porta que ele mantinha aberta para mim.

Matt arqueou uma sobrancelha, mas fechou a porta, em seguida caminhando até a porta do passageiro, porém eu já havia o ultrapassado e aberto a porta eu mesma.

O motorista ficou parado um momento, talvez ele não estivesse acostumado com pessoas que faziam as coisas sozinhas. Como abrir a própria porta do carro.

Porém eu não me sentia confortável fazendo as outras pessoas de empregada, por mais que aquele fosse o trabalho dele.

Sentei no banco do passageiro e me ajeitei no confortável banco de couro. Matt rodeou o carro e se sentou no banco do motorista, dando partida no carro e nos tirando dali.

– Me conte sobre ela — pedi.

Ele não precisou perguntar sobre quem eu estava falando.

– A Srª. Salvatore é uma mulher muito influente — disse. — Tem bastante dinheiro e é muito reconhecida, além de...

– Não foi isso que perguntei — cortei. — Quero saber como ela é, não quem ela é. Quero saber coisas que eu ainda não sei.

Matt fez uma curva com o carro, conseguindo sair da onda de carros que saíam do aeroporto, e ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse pensando.

– Ela é forte — conseguiu dizer. — Consegue sustentar uma família e progredir em um negócio, sozinha. Também tem bom coração, e cria seus filhos da melhor forma que pode. Você vai gostar de viver lá.

Suspirei, duvidando de suas palavras as não querendo dizer isso em voz alta.

– E os filhos? — perguntei.

Matt riu.

– Interrogatório?

– E os filhos? — insisti, o ignorando.

Eu já havia feito aquelas perguntas para Ric, porém ele não tinha muita coisa para me dizer, já que ele nunca havia conhecido nenhum deles pessoalmente e só havia visto Jenna Salvatore poucas vezes.

– Claire é um doce — disse. — Tem sete anos e é a menina mais meiga que você vai conhecer na vida.

Sorri para ele, mesmo ele na podendo ver, já que restava atenção na estrada.

Eu adorava crianças.

– Caroline já é mais complicada — continuou. — Ela tem 16. É um pouco mimada e só pensa em roupa, festas, etc. Ela é tão animada que podem usar a energia dela para iluminar uma cidade inteira.

Eu ri de sua analogia. Já imaginando os problemas que eu teria com Caroline, afinal, eu odiava pessoas mimadas e patricinhas em geral, que achavam que roupa era a melhor coisa do mundo.

– Stefan é o mais gentil — Matt disse. — Tem 16 anos também, e é gêmeo de Caroline, apesar de serem muito diferentes fisicamente e mentalmente, ele não se importa de parar a vida dele para te ajudar. Muito diferente do mais velho, Damon, que tem 18 anos, e é um pouco egoísta e pretensioso. Um narcisista, na verdade.

Fiz uma careta, imaginando o quanto aquele tal de Damon deveria ser ruim, para Matt dizer aquilo dele.

Abri a boca para dizer alguma coisa, porém vi um ponto preto caminhando a pouco menos de dois metros a frente do carro.

Era um filhotinho de gato.

– Para! — berrei.

Matt freou a limusine bruscamente, fazendo com que os carros atrás de nós buzinassem por causa do quase acidente que eu “quase” causei.

– O que foi? — Matt perguntou preocupado, olhando pelo retrovisor para checar se algum outro carro havia batido no nosso.

Não respondi, destravando a porta e saindo do carro, indo em direção ao filhote que quase havia virado pasta embaixo da roda da nossa limusine.

Peguei o gatinho preto com cuidado em meus braços, analisando seu estado. Era o gato mais lindo que eu já tinha visto, seu pelo preto tinha alguns poucos pelos cinzentos e seus olhos eram prateados.

Desde pequena, eu tinha um tipo estranho de fascinação por animais, sempre que eu via um animal machucado na rua, eu o levava para casa, para poder cuidar dele, então ficava com o bichinho até encontrar uma família para ele.

Meu pai era veterinário, por isso acho que eu amava tanto animais.

Depois de tanto pegar bichos na rua, ele acabou cedendo e me ensinando como detectar doenças visíveis neles, para que não trouxesse doenças para dentro de casa também.

Chequei o gatinho em meu braço e sorri amplamente ao não detectar nenhum sinal de doença visível, apesar de sua patinha da frente estar obviamente machucada.

Voltei para dentro da limusine com o gatinho miando em meus braços enquanto os carros buzinavam atrás de nós.

Matt me encarou cético.

– Você quase matou a gente por causa de um gato? — perguntou irritado, voltando a dar partida no carro.

– Não seja exagerado — reclamei. — A gente não ia morrer. O gato sim.

– Grande coisa — comentou.

Eu não o conhecia direito, mas naquele momento, fiquei seriamente tentada a estapear o rosto dele.

– Não fale assim — falei, começando a me irritar. — Tem algum veterinário aqui perto?

O motorista ficou parado alguns segundos, como se não me entendesse.

– Veterinário? — repetiu.

– Não — retruquei. — O Buda. Sim! Um veterinário, o gatinho está com a perna machucada.

Ele me olhou brevemente.

– Desculpe, mas tenho ordens de levá-la direto para a mansão Salvatore — disse.

Dei de ombros.

– E eu com isso? — perguntei — Donovan, se não me levar até o veterinário mais próximo agora, juro que farei da sua vida um inferno.

Ele suspirou, fazendo uma curva fechada com a limusine e cedendo.

Notas finais
Esse capítulo foi mais pra mostrar um pouco da personalidade da Elena e pra introduzir o meu querido gatinho preto q eu amo de paixão e q vai ser personagem regular na fic. Sim. Eu amo gatos. Não reclame kkk Espero que tenham gostado, apesar desse capítulo ter sido fraco. E aos comentários q eu ainda n respondi, aguardem, ok? responderei todos... E MUITO OBRIGADA VCS SÃO TÃO PERFEITAS Um capítulo e um prólogo e eu já passei dos 20 cometários, tem como amar mais vcs? Não, não tem xoxoxo Nana