Intimidade

11 Who is Damon Salvatore?


Notas iniciais
Heyy , bom vou começar reclamando pra variar "óóóó" 34 comentarios de 604 e visualizações posso chorar já né? enfim acho que ja aceitei que a fic é um fracasso hahahahah a nao ser pelas lindas e amadas meninas que comentam e que eu amo demais enfim foda-se isso e vamos a leitura... ahh pelo nome vcs devem estar achando que finalmente a historia do Damon vai ser revelada , mas hahahahha não. bjs amo vcs ta?

“A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”.

Era difícil decidir o que estava sentindo... Era difícil descrever com as palavras certas o que estava tomando conta dela.

Quando Elena saiu daquele banheiro, estava tão brava quanto satisfeita, o que a deixava ainda mais brava, era como a terceira lei de Newton, Toda ação causa uma reação, só que no caso dela, era um ciclo contínuo... As ações eram as mesmas e resultavam sempre nas mesmas reações.

Independente da filosofia que ela aplicasse, a realidade era uma só.

Damon Salvatore continuava em sua vida e exercendo um poder assustador.

Ela caminhava apressadamente pelos corredores do tribunal. O dia tinha sido tenso. Àquela altura do campeonato, quase todos já tinham deixado o local, mas ela tinha se escondido numa sala privativa.

Não queria encontrar Damon, não queria encontrar ninguém.

O Julgamento mal tinha se despedido do primeiro dia e Damon estava afundado até o pescoço em acusações e protestos.

Uma dúzia de testemunhas apareceu com as mais diversas histórias sobre o “Homem do ano”.

Elena não conseguia estar satisfeita. Deveria. Com certeza. Ganhar aquele caso seria como subir degraus de ouro em sua carreira, mas ela não conseguia evitar sentir-se incomodada.

“você não sabe o que eu sei, nem você, nem ninguém conhecem Damon de verdade”.

A voz de Ric ecoou em sua cabeça.

Quem era Damon Salvatore de verdade então?

Ela não tinha certeza absoluta se queria descobrir.

Na verdade, naquele instante, ela só queria ir para casa. Estava faminta. Por mais nervosa que estivesse o episódio com Damon no banheiro, lhe abriu o apetite monstruosamente.

– Lena...

Ela ouviu a voz de Matt e seu coração quase saltou.

“Afaste o Donovan, se quiser que ele fique inteiro”.

Ela não queria ter medo das ameaças de Damon, mas não conseguia duvidar daquelas palavras.

– Matt...

– Vamos almoçar juntos?

– Ah... Não Matt... Já são cinco da tarde e eu quero...


– Por favor Elena... Nós nem tomamos o café da manhã juntos. Estou com saudade de você. Poxa, nem parece que somos mais amigos, você nem conversa mais comigo.

– Eu... Eu...

Não havia o que dizer, ela estava distante.

– Por favor Lena... Que mal há?

Ela suspirou. De fato, que mal havia?

...

Não havia mais como ser igual a antes.

Elena não conseguia ficar mais à vontade, nem ser espontânea na presença de Matthew.

Ela sequer conseguia apreciar a companhia dele
Era o mesmo Matt de sempre. Que em outro tempo, divertia, prendia sua atenção.

Matthew não havia mudado. Mas Damon havia aparecido. Havia apagado qualquer pequena chama que houvesse entre eles.

Matthew falou o que pareceram horas, tudo parecia interminável.

“Espero você hoje a noite, na minha suíte. Não me faça ir buscá-la, por que eu vou Gilbert”.

Ele ia.

Ela sabia.

– Elena?

– Oi?

Ela saiu do transe.

– Está ouvindo?

– Estou. Estou... continue.

– Há quanto tempo não fazemos isso?

– Tem um bom tempo Matt.

– sabe… Uma das coisas que eu mais gostava quando namorávamos, eram as manhãs em que você acordava comigo e tomávamos café da manhã juntos.

Elena não soube o que responder e permaneceu calada, apenas olhando-o.

– Desejam mais alguma coisa senhores? – O Garçom que havia aproximado-se da mesa perguntou e Matthew respondeu com um gesto, como se houvesse um pedido pronto, depois que o homem saiu e ele voltou a encará-la.

– Cafés da manha ao seu lado são momentos importantes para mim, e embora este aqui, não tenha começado exatamente como os outros costumavam começar, ainda é especial.


– Matt…

– Lena, apenas me escuta, por favor.

O garçom havia novamente reaproximado-se e colocado uma pequena bandeja coberta em cima da mesa, bandeja essa de onde Matt tirou uma caixa.

– Há algum tempo atrás quando terminamos, você disse que precisávamos de novos caminhos e que se o nosso destino se cruzasse de novo e nós ainda sentíssemos o que sentíamos antes, ficaríamos juntos… Pois bem, eu me sinto como antes, sinto que é mais forte. Preciso de você Elena, mesmo que não sinta o mesmo, preciso de você. Casa comigo?

– Matt...

Ela soltou o garfo, fazendo um barulho alto – O que?

– Eu sei... eu sei... de repente não é? Mas... Eu... Eu pensei muito Elena, eu acho que nós... daríamos certo... eu...

– Matt...

– Olha, você não precisa responder agora...

– Não. Matt... Eu... Matt ouça...

– Elena pensa pelo menos. Por favor... Você me deve isso. Por tudo o que a gente passou, não trate como se isso fosse qualquer coisa. Me dê pelo menos o benefício de pensar na proposta.

– Oh meu Deus.

– Eu sei que foi de repente, eu sei que... Por favor... Só pensa.
Elena passou a mão rápido no rosto.

– Eu vou ok? Eu...

O telefone a interrompeu.

Era Damon.

Ela tremeu ao aceitar a chamada.

– Elena Gilbert?

– Muito sexy... Muito sexy mesmo o jeito como você atende o telefone Elena.

– Algum problema?

Ela tentou parecer despreocupada.

– Ah não realmente, estou ligando para saber o que vai ser?

– Como assim?

– Você vem ou eu vou te buscar...

– Não posso.

Ela deu um meio sorriso quando Matt a olhou interrogativamente.

– Então eu vou te buscar. Pode esperar ai mesmo no restaurante, eu chego em dez minutos.

– NÃO!

Ela literalmente se sobressaltou.

Matthew franziu o cenho.

– Problemas?

– Diga a ele Elena...

Damon Sussurrou no telefone e ela tossiu.

– Não Matt... Só um segundo – voltou-se para o telefone – Estou indo, ok?

– Boa garota.

– Vou fatiar você.

– Com as unhas? Por que se for com elas eu vou até gostar.

– Estou indo. Tchau — Ela desligou o telefone com violência – Preciso ir Matt.

– O que houve?

– Ah... é... Luna... Precisa de ajuda, com Nev.

– Mas Elena...

– É importante... Matt. Eu sinto muito... Tenho mesmo que ir. Eu vou pensar, tá? E a gente fala sobre isso, tá bem?

– Ok.

Ela disse já saindo do restaurante apressada, deixando Matthew desolado para trás.

...

Mal chegou na rua e viu Damon, do outro lado, encostado no carro...Olhando-a como um predador.

– Eu disse que estava indo.

Ela sibilou entre dentes quando chegou perto o bastante.

– Eu sei.

– O que faz aqui?

– Vem comigo Elena.

– estou cansada de joguinhos.

– Sem mais jogos.

– posso confiar em você?

– Entra no carro Elena.

– Eu posso?

– Apenas entre no carro Elena.

– Responde, Caralho!

– Seu amigo está saindo do restaurante. Deseja que ele nos veja? Por que por mim, tudo bem...

– Desgraçado!



Ela praguejou e cedeu. Entrou no carro e subiu o vidro da janela.

Damon entrou em seguida e sem uma palavra, ligou o motor.

– Quero ir para casa. – ela disse irritada.

– Nós vamos.

– Para MINHA casa.

– relaxe Elena..

– Por que você... Tem que ser tão... Idiota? Arrogante, Prepotente, Imbecil, Estúpido, controlador e irritante?

– Por que se eu não fosse assim, você não me amaria.

Ele dirigiu como se ela não estivesse ali. Um silencio constrangedor se seguiu por quase 20 minutos. Elena parecia totalmente absorta... Mas só até perceber que estava mesmo chegando na casa de Damon.

– Eu disse que queria ir para casa Damon Salvatore.

– Estamos em casa.

– Chega! Absolutamente chega, pare o carro. Você não vai ficar controlando minha vida como se tivesse o direito de fazer isso.

– Deixe de ser histérica.

– Histérica é... Me deixe sair deste carro Damon.

– Me deixa ir!

– Não vai adiantar tentar fugir de mim Elena. Eu já estou impregnado em você. Como um veneno.

– Não me importo com o quanto você esteja grudado em mim, eu posso tirar você da minha cabeça.

– Por quê?

– Por que o que?

– Por que você deseja que eu saia da sua cabeça? Vamos lá Elena, admita, você nunca se sentiu assim. Não estou sendo arrogante, nem prepotente, estou sendo realista. Eu fodi com a sua cabeça, não tem mais volta.

– Meu Deus... Você beira o ridículo da falta de modéstia.

– Já disse que não estou sendo arrogante. Estou sendo realista, eu sei que é assim, por que eu também estou sentindo isso.

– Você... Eu não posso... Ah meu Deus, você não entende que eu posso perder tudo?

– Tudo o que?

– Minha carreira Damon, tudo o que eu batalhei pra construir... Tudo. Você é um criminoso...

Ele baixou os olhos. Foi a primeira vez que Elena o viu vulnerável.

– Viu? Você é um estelionatário e um...

– Nunca roubei um centavo de ninguém, o dinheiro sempre foi meu...

– Você está sendo acusado de...

– Nunca violentei, nem assediei ninguém. Nunca dormi com crianças, nunca roubei e nem arruinei ninguém...

– Então por que está sendo acusado?

– Por que seu namoradinho não tem nada melhor para fazer.

– E as provas...

– Eles não tem provas Elena, seu namorado não vai vencer essa.

– Você não desmentiu quando eu te chamei de criminoso.

– O crime está nos olhos de quem vê, vocês... Nós... Julgamos de acordo com o nosso caráter, o que pode ser crime pra você, pode ser legitima defesa para outras pessoas.

– Leg-gítima defesa? — Ele apenas desviou os olhos – defesa do que?

– Não quero falar sobre isso.

– Mas vai. Ric vive me dizendo que eu não te conheço, e sim ele tem razão, eu não sei nada sobre você. E não vou continuar transando com um cara de quem eu não sei nada.

– Elena...

– Ou me diz... Ou me deixa ir.

O peito dele ardeu. Apesar de toda a crosta criada em torno de si mesmo, ainda doía.


– Eu...


– Se você não consegue sequer falar da sua vida comigo, o que eu to fazendo aqui afinal? Papel de boneca inflável?

– Que é isso Elena... Você não parece uma boneca inflável, é mais quente e mais gostosa e grita muito pra ser uma.

Ele tentou, mas ela não caiu.

– Não desvie do assunto.

– O que você quer saber?

– Sua infância, me fale dela.

– Não há muito o que dizer, ela foi... vazia.

– Seja mais específico.

– Eu não quero Elena... Que saco!

– Então me deixe ir!

– Eu também não quero que vá! Eu adoraria deixa-la ir e me sentir ótimo com isso, mas eu não consigo... Cresci sozinho… Nunca precisei de ninguém e isso foi bom… Foi bom pra mim por que eu aprendi a ser forte… Aprendi que devemos ferrar com a vida antes que ela ferre conosco. Não ter laços significa ser forte… Resistente, e eu aprendi a ser resistente a tudo… Mas hoje…Hoje eu me sinto fraco… Hoje, eu preciso de você…

– Então por que não fala comigo?

– Por que... Eu... Por que precisamos falar? Por que não podemos simplesmente deixar estas coisas de lado e ir lá pra dentro, transar até secar?

– Por que não quero dividir a cama com um homem que só tem o pau pra me oferecer.

– Tá me chamando de prostituto?

– Idiota.

Ela não conseguiu não rir.

– Eu divido com você, mais do que já dividi com qualquer outra... É isso... Tem que ser assim, por hora, não posso dar mais que isso, nem vou deixar você em paz.

– Isso não é justo.

– Por que você não tenta, só... relaxar e curtir?

– Por que... Eu não sei...

– Olha pra mim. Eu preciso de você... Isso não conta?

Ela suspirou.

– Fique quieto Salvatore.

– Por que?

– Por que quero te dar um beijo que não fique marcas ou voem fios de cabelo, pra variar.

Notas finais
Não me matem por ainda nao contar o passado do amado , mas quem sabe logo logo eu conto .. Só digo uma coisa , vcs vao ficar chocadas e com dó. Fim. O que acharam do pedido de casamento ? kkkkkkkk será que a Lena aceita ? COMENTEM AMADAS, FAVORITEM SIMPÁTICAS E RECOMENDEM nao sei n, tenho mais adjetivos enfim Vejo vcs no proximo BJSS