Intimidade

16 I Feel Elena.


Notas iniciais
Bom meninas não deu p postar no meio da semana , foi uma correria para mim, desculpa... E provavelmente só vou postar o prox (bem esperado, leiam as NF p entender :3) no sabado que vem por que essa é a semana de provas na escola , ou seja me fodi :) enfim ... Boa Leitura ( e me desculpem o capitulo esta fraco , porem é essencial )

Havia três dias que Damon havia deixado o minúsculo apartamento onde Elena estava morando com Colin, e ele ainda não havia dado noticias. No inicio, tudo parecia muito engraçado. Imaginá-lo com ciúmes era cômico por si só, mas já estava perdendo a graça.

Ela estava com saudade. Podia negar para o mundo todo e levar o segredo pro túmulo, mas pra si mesmo nem adiantaria. Estava morrendo de saudade dele.

Não achou que Damon fosse mesmo levar aquilo a sério, mas parecia que ele estava levando, e muito.

Era ridículo, toda aquela historia era ridícula e ainda mais ridículo que um homem adulto e vívido como Damon estivesse levando-a a sério.

Depois de lutar contra si mesmo numa guerra interna infernal, ela decidiu que iria encará-lo.

– Vou lá, e vou dizer a ela que deixe de idiotice... Que palhaçada... – Ela resmungava enquanto escovava os cabelos – onde já se viu? Pura idiotice. Somos adultos ou colegiais?

Ela iria fazê-lo entender que tudo aquilo era uma grande mentira. E iria mostra-lo que não era apenas ela que sentia saudades.

Ela foi até a sede da Salvatore Enterprise. Sabia que provavelmente não seria tão bem recepcionada como da ultima vez, mas só sairia de lá depois que falasse com ele.

Ela foi até melhor recepcionada do que achou que seria, esperou um pouco, verdade que não estava muito acostumada a esperar quando chegava a Salvatore Enterprise, mas não ficou sozinha e nem foi destratada um só minuto.

Estava olhando um projeto numa maquete quando Damon chegou.

– E então ao conectar este cabo eu tenho fácil acesso a todos os dispositivos ao mesmo tempo?

– Sim senhora.

Ela sorriu para o rapaz.

– Muito interessante. Você sabe dizer se…

– Ora, que surpresa. Elena Gilbert, a dama de ferro em pessoa, aqui?

Ela afastou-se do rapaz e do invento que ele lhe mostrava e se dirigiu a Damon.

– Olá Salvatore. Precisamos conversar.

– Precisamos?

Ela estreitou os olhos.

– Com certeza. Vai ser na sua sala, ou vamos dar um showzinho aqui mesmo?

Ele riu, mas não havia humor.

– Show, só pago minha cara. Você já devia saber disso.

– Não comece a entrar em detalhes privados aqui, Salvatore. Eu também sei destilar veneno.

Ele riu de novo.

– Que novidade.

– Não me provoque Damon...

Já havia uma dúzia de funcionários que de repente haviam arrumado o que fazer exatamente naquele corredor. Eles não olhavam diretamente, mas Damon sabia que eles prestavam atenção em cada movimento.

– Entre.

Ele deu espaço para que ela passasse.

– Não tenho muito tempo para bobagens, portanto seja breve.


Ela empinou o queixo e arqueou a sobrancelha.

– Poderíamos começar com você baixando a bola, por que eu não caio no conto do “eu sou machão”.

– Acha que eu estou fingindo?

– Quer que eu minta?

– Você é muito abusada Elena.

– É mesmo? Não me diga e você é um idiota.

– Como é?

– Você é um idiota Damon Giuseppe Salvatore, idiota e irritante. Posso saber por que você não me ligou todos estes dias?

Ele soltou uma gargalhada ácida.

– Não é obvio? Não queria atrapalhar sua lua de mel.

Ela trincou os dentes.

– Viu o que eu disse? Idiota.

– Idiota eu fui achando que você sentia... Que você... Estava curtindo nosso lance.

– Agora você falou como um garotão de 17 anos.

Ele não respondeu, apenas foi até o bar e serviu duas bebidas, em seguida estendeu para ela.

– Você não está mesmo levando esta fofoquinha de colegial a sério está, Damon?

– Você foi morar com o cara! No que quer que eu acredite?

– Você é um comedor e eu não dou chilique por isso.

– Eu? Agora eu estou na berlinda?

– Você sempre esteve meu amor, o negócio é que eu não sou histérica.

– Não – ele foi irônico – Claro que não é.

– EU SOU HISTÉRICA, SALVATORE?

– Não, você é bem normalzinha.

– Não desvie o assunto. Estávamos falando de você e do seu galinheiro particular.

– Não senhora, estávamos falando de você e da sua creche. E eu não tenho culpa.

– Não, né?

– A culpa não é minha de ter nascido gostoso.

– Amém Narciso.

– Elena olha bem pra mim. Eu tenho cara de corno?

– Puta que pariu Damon Giuseppe! Deixe de ser criança! Não tenho nada com Colin!

– Não chame meu nome completo só por que eu acho sexy, não venha com chantagem.

– Você acha qualquer merda de saia, sexy, Salvatore, a prova é aquela loira aguada que você levou na festa.

– Olha o veneno Elena.

– Não fode Damon, sério. Eu não vim aqui para bater boca com você, vim aqui para exigir que pare com essa bobagem.

– Exigir? Exigir? Quem você pensa que é pra me exigir qualquer coisa?

– Sou a mulher que ocupa sua cama, seu bastardo. E se as outras não foram mulheres o suficiente para fazer você dar valor a isso, eu não cometerei o mesmo erro.

Ele ficou calado alguns segundos, sem resposta.

– Eu... Muitas... Muitas mulheres deitaram na minha cama, Elena, isso não quer dizer nada.

Mas a morena empinou mais ainda o queixo.

– Muitas mulheres passaram pela sua cama Damon, muitas delas em grupo, mas desde que eu cheguei isso parou de acontecer e se eu tinha alguma duvida sobre você estar ligado a mim, elas acabaram com esse seu piti de ciúme.

– Eu não estou com ciúmes.

Ele disse entre dentes.

– Ah sim, você está, está morrendo de ciúmes e devia admitir sabia?

– É sexo.

– Um caralho que é.

– Quer falar dos meus sentimentos para mim?

– Já que você mente pra si mesmo...

– Não! Não, você mente pra mim, você mentiu.

– Eu não menti, eu omiti.

– Você devia ter me contado.

– Por quê? Você não está dizendo que é só sexo?

– Não tente me enlouquecer nesse seu joguinho de palavras.

– Não é isso que estou tentando fazer, estou tentando entender o que há entre nós, e não me vem com este papinho de é sexo, não cola.

– Não vou fazer uma declaração de amor a você.

– Já parou pra pensar que esse seu jeito de “foda-se o mundo” seja o motivo pelo qual eu não te contei a verdade?

– Então você quer uma declaração?

– Não seu idiota, eu quero que você aja normalmente, e não como um robô sexual, como se não tivesse coração.

– Robôs não se machucam Elena.

– Não tentei machucar você Damon.

– O que você quer de mim afinal? Quer que eu diga? Faz tanta diferença assim algumas palavras idiotas? Eu achei que estivesse sendo claro que você é um pouco diferente das outras. Os meus atos não contam?

– Não! Eles não contam, não quando você parece ter dez personalidades diferentes e eu não consigo saber quem realmente é.

– EU SINTO! EU SINTO ELENA! Sinto todas essas coisas idiotas por você… E Isto é uma merda se você quer saber.

– Você sente o que?


– Não abuse.

– Por que você não diz?

– Já tá querendo demais Elena.

– Engraçado Salvatore, por quê? Você pode me cobrar me acusar, me rastrear, mas não pode admitir o que sente?

– Não sei explicar por que. Simplesmente não é assim que as coisas são.

– Você é um enigma mesmo, ou isso é só um papel representado para impressionar garotas?

Ele a olhou, com a raiva faiscando.

– O que?

– É que você faz todo esse joguinho de meu passado é só meu, como se um grande absurdo tivesse te acontecido, mas às vezes eu acho que isso é só charme.

– Você não tem ideia da merda que está dizendo. Você não faz ideia da merda que ta fazendo.

– Não. Não é assim que vamos conduzir isso. Estou indo embora, e se você não aparecer até as oito, eu o encontro.

– Elena... Por favor.

– Não Damon. Oito horas. Bom dia.

Notas finais
Eai ?? ADIVINHEEM !!!!! PROXIMO CAPITULO TEM A HISTORIA DO DAMON !!! É PRA GLORIFICA SINHÔ !! Comentem para ter o prox capitulo :) se tiver recomendação, tento com todas as minhas forças postar antes , oq acham? Sou um anjo e n queiram me matar amo vcs e obg por comentarem !