Insanity

14 Sem Ataduras, Só Erotismo


Notas iniciais
finaaaaaaaaaaaaalmenteeeeee o capitulo desejado meu deus preciso pedir desculpas, primeiramente eu tinha planejado a cena do final (vocês vão saber quando lerem), mais doce, mais calma, daí lembrei que era a fic não é exatamente doce, ela é insana, insanidade então eu tinha que ousar mais, por isso, me desculpem, eu não sou muito boa nessas coisas, ainda estou aprendendo espero que gostem beijossss e boa leitura

Sem Ataduras, Só Erotismo.

O relógio em cima da comoda avisou que já era oito horas em ponto. Senti que podia explodir de ansiedade a qualquer momento. Minhas mãos estavam tremulas e umidas, sentia a palpitação do meu coração seguir minha respiração fora de ordem e falha. Tudo bem, eu estava ficando louca, era óbvio, mas estava ficando louca por causa de um cara? Bem, isso era novo demais para mim.

Tentei caçar algum vestigio de sanidade na minha expressão em frente ao enorme espelho do banheiro de America e tudo que eu podia observar era uma garota se borrando de medo. Eu estava tremendo de medo porque eu gostava dele, era isso, não tinha nada de ridiculo confessar isso. Ah, meu deus, isso é totalmente fora da minha sensatez, mas como Kayle havia ressaltado ontem, insanidade de vez em quando é bom... tentei me convencer disso.

Landom tinha chegado a uns dez minutos quando Sierra atendeu a porta junto com America. Kayle tinha ido para casa para começar a planejar seus novos habitos de garoto hétero... Ou melhor, de garoto que gosta tanto de um quanto de outro para poder conquistar Hearth. Isso era tão ridiculo, tentei dizer isso a ele, mas Paul e Tate não ajudavam em nada, eles estavam o provocando e Kayle não é de ser provocado.

Balancei a cabeça de um lado a outro tentando parar de colocar coisas na minha cabeça, eu tinha muito no que me preocupar, como ganhar coragem e sair desse quarto e ir atrás do Landom. Suspirei e ajeitei meu cabelo novamente. Deixei meu pesado cabelo louro para trás, puxando alguns fios para frente, eu tinha estado o mais natural possivel, recusei todas as dicas “brilhantes” de Kayle sobre colocar um salto, um vestido que marcasse meu corpo numa tentativa sedutora de chamar a atenção. Eu não queria chamar a atenção, eu queria ser eu mesma. Optei por um jeans preto, uma blusa branca rendada de mangas compridas, por incrivel que pareça, na terra do sol e calor, Silsvilly estava fazendo frio. Tinha vestido vans, o de mais confortável possivel, eu não estava me vestindo para uma festa, eu estava me vestindo para conhecer Landom, e essa era um parte natural minha que eu queria que ele conhecesse, nada de vestidos curtos, batons vermelhos e alma sensual.

Saí do banheiro e tomei coragem, perfumei-me com Britney e peguei minha bolsa, abrindo a porta do quarto e saindo do corredor em direção a sala. Tudo que vi, nos primeiros segundos foram costas largas encarando um retrato de America e Paul, meu favorito, eles estavam sorrindo, abraçados com mascaras coloridas num carnaval de começo de ano, eles estavam tão felizes e apaixonados que por isso essa tinha sido a minha fotografia favorita. Landom estava impecável como sempre, uma blusa de botões azul escuro que combinava com tom dos seus olhos e jeans escuro.

Ele deve ter sentido minha presença porque se virou um pouco depois.

– Ei, — ele sorriu para mim, depois ficou sério de repente.

Havia algo de errado? Eu fiz algo de errado? Landom olhou para mim dos pés a cabeça.

– Você está incrível. – ele se aproximou. – Realmente, você está linda.

Minhas bochechas coraram.

– Obrigada. – encarei seus sapatos num desvio espontaneo, até percebi que estávamos sozinhos na sala do apartamento de America. – Ahm, eu achei que Sierra e America estivessem aqui.

Landom coçou sua nuca e demorou um longo segundo para me responder.

– Ah, sim, elas disseram que precisavam estar em outro lugar, bem, não entendi muito bem então fiquei aqui esperando. – e depois ele sorriu sem mostrar os dentes, se alguém podia sorrir com os olhos, Landom era esse alguém.

– Todo esse tempo? Isso é estranho.

– Está tudo bem.

Franzi o cenho. Landom se aproximou.

– Desculpe, eu não esperava por isso... elas não haviam me avisado sobre isso, — Landom se aproximou um pouco mais. – na verdade, elas não me disseram nada, foi muito mal educado deixar você esperando aqui sozinho.

Ergui os olhos e despertei sobre o fato de estarmos sozinho, porque agora eu tinha notando não apenas a aproximação de Landom, mas também a forma como ele estava me encarando, a postura do seu corpo, ele me olhava como se me estudasse, como se me despisse. Por que ele estava fazendo isso? Tentei não demonstrar meu nervosismo.

– Deve terem tido uma urgência. — ele me respondeu pacientemente atento.

Eu fiz que sim com a cabeça

– Sim, eu acho. Estou tentando pensar em algo bom o suficiente para uma urgência. — completei.

Eu podia estar fingindo me importar com Sierra e América, mas na verdade, eu estava tentando não fugir da ideia de estar definitivamente sozinha com Landom.

– Elas não fizeram por mal. – ele disse baixinho.

– Eu sei, — respondi e ele deu seu ultimo passo até mim já que não restava mais centimetros para ele se aproximar sem esbarrar em mim ou... ou – só queria me desculpar por essa espera, achei que não estivesse sozinho. – ou ele iria me beijar.

– Não estou sozinho.

Landom segurou meu rosto com suas mãos e me beijou. Suas mãos alcançaram meus ombros e me apertaram ao seu corpo quente e macio, sua boca assegurou a minha até que ele abriu lentamente os lábios e esperou que eu fizesse o mesmo. Nossas bocas se tocaram novamente e profundamente. Procurei fôlego e pude me afastar dele. Nossos olhos se encontraram e apesar dos meus estarem confusos, os deles estavam tão satisfeitos.

– Por quê?

– O quê? – ele perguntou de volta.

– Por que me beijou, Landom? – perguntei novamente, dessa vez menos embriagada com os segundos passados.

Ele sorriu.

– Eu queria repetir isso desde a primeira vez que a beijei, neste mesmo lugar. – ele confessou. – Me desculpe ter prometido um encontro amigável, mas eu não posso ser amigável com você, Bella. Eu não quero. Eu quero mais.

– Mais o quê?

Seu nariz tocou os fios do meu cabelo, deslizando-o pela minha pele e ocasionando arrepios prazerosos.

–

– Eu não quero ser só um amigo, Bella. — ele confessou. — E agora você está aqui, tão linda como sempre, tão perto de mim, eu não posso acalmar meus pensamentos com você perto, substimei minha própria capacidade de estar perto de você.

Minha boca se abriu numa expressão de surpresa e incredulidade.

– Voce quer... — comecei com dificuldade. Era um trabalho árduo ter que me concentrar em falar quando quero ter minha boca ocupada na sua. — o que você quer? Quer estar perto?

Landom balançou a cabeça em afirmação, ele parecia desarmado, sua expressão leve, seus olhos azuis encaravam-me docemente. Eu olhei para seus lábios e me peguei desejando que ele me tomasse nos braços outra vez e me beijasse, que ele pudesse me tocar novamente. Landom também estava olhando para minha boca, saboreando o mesmo desejo. Ele se aproximou quietamente sorrateiro e depositou um beijo maroto no meu queixo. Minhas pernas ficaram bambas.

– Não faça isso. – ele sussurrou, sua boca ainda contra meu queixo. – Não peça, pelo amor de Deus.

– Eu não, eu não estou te entendendo. – murmurei quase inaudivel.

– Você me deixa louco na maior parte do tempo, Bella, se você disser sim, se você deixar... – ele gemeu com os olhos fechados, beijando o canto da minha boca. – meu Deus, Bella, eu acho que vou perder a cabeça.

Minhas pernas estavam bambas e eu não conseguia processar com rapidez suas palavras, além do fato de que ele estava acariciando a minha pele com sua boca, sua mão passeava pelas minhas costas com cautela e possessão, ele não estava pensando na possibilidade de largar ou me deixar ir, na verdade, ele não conseguia ir, não tinha sanidade para se afastar de mim agora e tudo que eu podia fazer era rir da maldita frase do Kayle. Essa noite eu não queria ser sensata, prudente, essas ultimas noites eu tinha me tornado uma estudante exemplar e tinha resolvido perdoar a mim mesma pelas minhas impulsividades principalmente com Trey, ele sabia que tudo que eu queria era não me tornar a garota que todos estavam criando por causa das minhas atitudes, eu não era essa garota, e mesmo que Trey fosse admirável e lindo, ele não era o garoto que eu queria. Agora ele sabe disso. E agora eu sei que depois desses dias guardando esses pensamentos reprimidos, eu queria jogar no lixo qualquer sanidade dentro de mim, porque insanidade de vez em quando é bom. E uma insanidade com alguém como Landom Bale é prazerosa.

– O que você quer, Landom Bale? – sussurrei para que ele pudesse ouvir.

Seus lábios polparam minha garganta e ele voltou a subir até tocar os meus, sem beijá-los.

– Eu quero você.

– Então eu sou sua. – sussurrei. – Eu disse sim, Landom.

Abri bem os olhos e vi lampejos de desejo reprimidos nos seus olhos, os mesmo que estavam reprimidos dentro dos meus. Eu fui tão cega, o tempo todo, claro que Landom me queria, ele estava nos dando uma chance, tinha ignorado meus tropeços e agora estava aqui, sóbrio como eu implorando por mim, implorando por nós.

Landom segurou minha nuca e pode finalmente me beijar. Segurei seus cotovelos firmemente para não desabar, eu ainda sentia que poderia deslizar pelos seus braços e cair. Landom agarrou minha cintura e aprofundou o beijo, apertou-me nos seus braços e quase nos desequilibramos, mas estávamos tão atenciosos em mantermos envolvidos que não caímos. Sua língua passou pela minha, saboreou minha boca enquanto eu sentia as ondas de satisfação ir e voltar, ir e voltar.

– Bella, — Landom suspirou na minha boca após uma onda de preocupação passar por sua expressão. – se você quiser, você só precisa dizer as palavras.

– As palavras? – perguntei perdida.

– Se quiser que eu pare.

Eu sorri. Toquei seu rosto e o beijei.

– Eu não quero.

Landom suspirou de alivio e voltou a me beijar. Arrastei ele pelo caminho até o corredor que eu conhecia: o quarto de hospedes. America tinha me deixado dormir algumas vezes durante a semana e metade das minhas coisas estavam aqui não só pelo fato de eu estar vindo estudar com ela, mas também por eu ter sido convidada para um encontro.

Agarrei o colarinho da sua blusa e o puxei para dentro do quarto. Landom fechou cegamente a porta com o braço, estava ocupado demais tentando me beijar o mais louco que conseguisse ao invés de prestar atenção por onde andava. Ele tocou meus ombros e os apertou, grudando meu corpo no seu e suspirando a cada segundo que se prolongava nosso beijo. Passei os braços em volta do seu pescoço e me ergui na ponta dos pés, Landom passou seus braços por volta da minha cintura e me apertou.

Scott nunca tinha me beijado assim, muito menos Trey, era um beijo digno de Landom Bale.

Landom passeou suas mãos pelas minhas costas e depois recuou voltando-as para seu corpo, começando a desabotoar rapidamente os botões de sua camisa. Em poucos segundos, sua camisa estava jogada aos seus pés e eu tinha a visão do seu abdome totalmente só para mim. Beijei cada canto da sua pele bronzeada, quente e cheirosa. Landom escorreu seus dedos pela minha face e me puxou para cima novamente, tocando seus lábios de leve nos meus, para depois afastar nossos rostos e puxar minha blusa atraves da bainha. Ele segurou delicadamente e a puxou para o alto da minha cabeça, tirando-a segundos depois. Landon analisou minha expressão para depois satisfazer-se olhando-me seminua. Eu só tinha um sutiã preto rendado que Sierra me comprou a algum tempo, porque na verdade, eu realmente tinha acreditado no encontro amigável entre eu e Landom, e nunca ia imaginar que nem mesmo sairia do apartamento de America, não imaginava que apesar de ter passado horas escolhendo uma roupa eu ja estivesse, assim que começasse a minha noite com Landom, sendo despida.

Landom, maravilhado, tocou a minha pele fresca e nua, passeando seus dedos quentes pela minha barriga e subindo até os meus seios, tocando-o levemente me proporcionando um prazer que eu nunca tinha sentido antes, afinal, como Sierra gostava de ressaltar, eu era virgem. Talvez nao passe dessa noite.

– Você é tão linda, — ele sussurrou. – tão linda que parece uma miragem.

Eu tinha o rosto vermelho e agradecia pelo cômodo estar iluminado parcialmente por um abajur de cômoda, se não ele me veria corar.

Landom me tomou de repente nos seus braços e me beijou, empurrando meu corpo para trás e me fazendo cair lentamente no colchão macio, pousando minhas costas e seu corpo em cima do meu. Ele beijou meus lábios, ultrapassou os limites e roçou seus dedos pelos seios novamente. Agarrei suas costas largas e firmes e puxei seu corpo para o meu, abraçando seu quadril com as minha pernas longas, ainda vestidas.

Como se tivesse lido meus pensamentos, Landom deslizou seus dedos pela minha calça e alcançou os botões. Eu imaginei essa cena milhares de vezes na minha cabeça, em algumas dela, eu me via totalmente a vontade quando o rapaz tirasse a minha roupa, mas em outras, eu me sentia como uma garota em apuros, alguém que deveria correr para longe, alguém que ainda não estava pronta. Até alguns minutos atrás, antes da chegada do Landom e ouvindo as conversas fantasiosas e maliciosas de America e Sierra, eu me sentia a garota hesitante, a que não estava pronta para dar um passo desse, um passo que não tem volta, claro, virgindade é algo muito direto. Mas agora, depois de olhar os olhos claros de Landom, de saborear sua boca, de beijar sua pele e sentir protegida com suas mãos em volta de mim, eu não era a garota com medo, eu era garota que queria ser tocada, amada, e tudo que eu queria nesse momento é que eu fosse tocada e amada por ele, somente ele.

Parecia patético, eu não sabia muito sobre o Landom e ele muito menos sobre mim, haviamos nos conhecido acidentalmente e de repente estávamos presos numa atração complicada e até então impossível de acontecer. Era uma atração e só talvez eu esteja confundindo com algo que vem profundamente do coração, mas eu não podia fazer nada para mudar isso, eu estava desenvolvendo sentimentos fortes por um desconhecido que eu podia dizer que amava. Não no passado, mas no presente.

Landom desistiu dos botões da minha calça e decidiu pelos deles, pela sua expressão ele deve ter percebido meus musculos tensos quando ele se movimentou para abrir o zíper do meu jeans. Ele estava querendo ir primeiro, estava querendo me deixar mais tranquila. Puxei sua nuca antes que ele terminasse de desabotoar e o beijei, o mais profundo e intenso que podia, queria mostrar-lhe que eu não estava hesitante, que ele me deixava sempre confortavel e corajosa, mesmo quando eu estava borrando de medo por sair com ele, por falar com ele.

Despi-me eu mesma depois que Landom se ajeitou com a sua calça. Nós rolamos na cama e cruzei minhas pernas em torno do seu quadril, sentindo suas mãos protegerem minhas costas enquanto ele levantava lentamente com esforço, beijei sua boca, seu queixo e seu pescoço, enquanto suas mãos passeavam pela minha costa e sentia cada centímetro da minha pele ardendo em chamas.

Alcancei seus dedos atrás de mim, pousei sobre eles um pouco acima onde ficava a abertura do meu sutiã, soltei aos poucos até ficar livre dessa penúltima peça. Landom beijou meus ombros, inclinando seu corpo para frente, massageou minhas pernas e minhas coxas e depois admirou a miragem de me ver completamente nua da cintura acima.

Sem dizer absolutamente nada, eu deixei que ele segurasse meu corpo e deitasse no lado vazio da cama de casal, colocando-se por cima de mim e tomando as rédeas. Mesmo que eu não quisesse admitir que Landom tivesse conhecimento sobre esse assunto, sobre transar com alguém, eu queria que ele não percebesse que eu estava tremendo, não de hesitação, mas sim de fazer algo errado.

Eu estava esperando qualquer coisa, que ele voltasse a me beijar ou que ele acariciasse meus seios ou dissesse qualquer coisa inapropriada, maliciosa, ou até mesmo que ele sacasse uma camisinha solta na cama, mas tudo que ele fez foi me encarar como se estivesse me estudando.

– O, o quê? – gaguejei.

– Eu já disse que você é maravilhosa?

– Landom... – ruborizei.

Ele tocou meu rosto e meus cabelos. Nós ficamos inquietantemente silenciosos nos próximos segundos, eu estava enlouquecendo para descobrir seus pensamentos, os motivos dele me olhar tanto e sorrir como se eu fosse algo surpreendentemente maravilhoso. E para piorar, eu queria que ele soubesse sobre a minha situação, que eu era tão ignorante nesse assunto quanto qualquer outra virgem.

– Landom, — eu o chamei baixinho. – eu quero dizer... eu preciso dizer... – eu não consegui continuar.

– Eu sei, Bella. – ele sussurrou, inclinou seu rosto para frente e tocou sua testa com a minha. – Eu prometo que não vou te machucar.

– Você sabe?

– É, sim, eu sei. – ele me olhou. – Por isso que eu estou sorrindo feito um idiota.

– Isso é engraçado? – fiquei vermelha.

– Não, não é. – ele percorreu seus dedos novamente pelo meu cabelo. – É ótimo, é muito bom saber que a garota que estou perdidamente louco por ela terá sua primeira vez comigo.

Depois de ficar vermelha, eu fiquei envergonhada.

– Não se preocupe, Bella.

Ele me beijou terno e lento como se quisesse me provar o que acontecia depois.

– Eu vou fazer amor com você.

Ele puxou meu rosto com suas mãos e me beijou, deslizou pelo meu corpo e segurou com uma mão livre minha barriga, trouxe meu corpo para grudar-se ao seu antes que estivéssemos completamente despidos. Segurei sua nuca e deixei-me levar pelo prazer de beijá-lo.

Landom fez o resto. Eu agarrei suas costas e quando finalmente senti que estava pronta, ele agarrou meus quadris e entrou, definitivamente dentro de mim. Mordi os lábios e segurei com firmeza os lençóis abaixo de nós, eu podia gritar com a essa dor, mas era tão prazerosa que eu só conseguia reprimi-la e abraçar ainda mais meu corpo ao de Landom. Ele deu sua primeira investida com cautela, ele estava temendo minha sanidade, mas mal sabia ele que desde o momento que eu o vi naquele refeitório, o Batman Bale, eu tinha perdido qualquer vestigio de sensatez, eu tinha me integrado a insanidade, a esta insanidade.

– Mais?

Abri bem os olhos, insatisfeita com uma única investida.

– Mais.

Landom investiu em mim novamente, meu corpo começava a suar e o dele grudava-se ao meu, e pela primeira vez, eu tinha lembrado daquele sonho que tive com ele. Estávamos nus agora, ele sob mim, seus olhos em chamas, aquele sonho tinha se realizado.

Alcancei seus olhos e beijei sua boca, minha respiração chocou-se contra a sua e quando ele encaminhou-se para dentro com mais força, eu não consegui reprimir meu sufoco, gemi alto o bastante e soltei um xingamento logo depois. Landom riu com sua boca na minha bochecha, eu agarrava suas costas e fazia um caminho de gato com as minhas unhas em volta dela.

– S-se esti-tiver, — ele deu uma pausa para se recuperar. – se quiser que eu pare...

– Não, não, por favor.

Ele sorriu novamente.

– Obrigado. – ele sussurrou, beijou-me os meus lábios e se ergueu um pouco.

Prendeu minhas pernas em volta do seu quadril e agarrou meu corpo, abraçou-me com força e entrou fortemente rápido.

Eu podia me xingar por pedir mais, eu estava quase desmaiando nos seus braços, mas eu não podia evitar, eu estava amando esse prazer. Em alguns segundos ligeiros, cheguei ao meu ápice, sem forças.

Landom apoiou seus braços em volta do meu corpo e conseguiu ficar firme por dois segundos, até que saiu de dentro de mim e desabou ao meu lado. Ele segurou meu braço e me puxou para seu corpo, abraçando-me fracamente, ambos esgotados.

Dessa vez era sem ataduras, só erotismo.

Notas finais
o que acharam? Juro mesmo, não nasci para escrever cena de sexo, me sinto estranha skaskjshai