Notas iniciais
Gentemmmm, desculpem a demora á postar. Fiquei alguns dias sem internet, ai só entrava pelo celular e acabei não escrevendo. Mas enfim, aqui está, o ultimo capitulo da fic!

Ah, quero agradecer á DudaLovegood, que recomendou a fic. Toda fofa! Não sabes o quanto me deixaste feliz, querida! O brigada de coração!!!

Se você leu a fic e gostou, recomende! Isso me deixaria muito feliz!

Enfim....

Boa leitura!!!

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POV-Snape.



Nosso casamento acabou sendo marcado para duas semanas, num domingo á tarde. Aproveitaríamos que os alunos tinham um passeio programado para aquela data. Pelo que sei, poucas pessoas foram convidadas, já que Hermione queria uma cerimonia simples. E todos prometeram guardar segredo sobre o evento, para que não houvesse imprensa e coisas do tipo. Eu me sentia feliz, como se estivesse vivendo uma nova vida, como se tivessem me dado uma nova chance. U não estragaria tudo dessa vez! Cada hora era longa demais, eu ansiava pelo memento em que a chamaria de ‘esposa’.


Hermione me manteve afastado dos preparativos do casamento. Ela queria me surpreender, assim como eu tinha feito em nossa festa de noivado.

....

Como toda noiva que se preza, bruxa ou não, ela estava atrasada.

Lupin, todo sorridente, tinha me guiado por uma trilha que até então eu não conhecia. E lá estávamos nós esperando pelo ‘sinal’.

Quando começamos á ouvir algumas vozes, desconfiei que estávamos perto do local da cerimônia.

–Agora, vire de costas! – Ordenou o lobo, antes que eu pudesse ter uma visão do que havia por trás das arvores.

–Merlin, não! – Eu disse irritado. Lupin bufou e me forçou á virar, eu estava nervoso demais pra vingar com ele. Teria que o azarar mais tarde. Segui essa linha de pensamento, numa tentativa de me acalmar. Pensar em torturar um dos marotos sempre funcionava! Mas minha mãos suavam, denunciando meu estado de espirito.

–Fique calmo homem! – Lupim deu um tapinha no meu ombro. Será que ele sabia o perigo que estava correndo? – Ela só está um pouco atrasada!

Assim que o homem concluiu a fala, ouvimos uma musica ao longe.

'I wont give up. — Glee version’

Remus sorriu, e acenou para que eu me virasse em direção á musica. Lentamente, eu o fiz. Concentrando-me em manter os pés firmes do chão enquanto caminhava em direção á musica. Quando venci á última arvore que atrapalhava minha visão, meus olhos finalmente enxergaram, o que meu coração desejava tão desesperadamente. No canto oposto de um lindo jardim, estava minha Hermione sorridente.

O vestido branco tomara que caia, era justo no busto, uma fita de cetim rosa claro demarcava a cintura, a brisa movimentava o tecido de forma delicada. Os cachos que eu tanto amava, caiam ás suas costas de forma definida, na lateral dos cabelos, duas flores coloridas, assim comas do bouquet, completavam o penteado.

Hermione sorriu ao me ver. Ficamos parados por um certo tempo, memorizando cada detalhe daquela cena.

Lentamente, Hermione andou em minha direção. Eu fiz o mesmo, andando ate ela.

–Você está linda. – Eu sussurrei ao nos encontrarmos no meio do jardim. Hermione sorriu e tocou meus lábios com a ponta dos dedos.

–Eu amo você. – Ela disse com tanta sinceridade, que me fez estremecer. Uma lagrima escapou de seus olhos amendoados. Me inclinei, para apaga-la com um beijo. Fechei meus olhos e encostei minha testa, na testa de Hermione. Nós ficamos assim, apenas sentindo o toque um do outro, alheios de que todos nos observavam.

Quando a musica acabou, Hermione afastou o rosto, para poder olha em meus olhos.

–Pronto para por as algemas, professor? – Ela sorriu. Ouvi nossos convidados rirem e então, pela primeira vez, olhei atentamente para o jardim.

Borboletas. Borboletas brancas voavam por toda parte. As flores do jardim, eram as mesmas do cabelo de Hermione, fazendo com que ela parecesse saída da paisagem. Um pequeno altar, fora montado em frente á um estatua, que nos sorria angelicalmente. Os convidados cercavam um corredor que levava até o altar.

Todos sorriam... Todos nossos amigos. Não havia imprensa ou fotógrafos profissionais, apenas nossos amigos mais próximos. Do lado esquerdo do altar, Gina estava de braços dados com Draco Malfoy, meus padrinhos. Do lado direito, Luna sorria ao dar á mãos para Dobby, — que quicava no mesmo lugar de tanta emoção.- padrinhos de Hermione.

Minha pequena Sophie usava um vestido verde claro, rodado e tinha os cabelos presos. Ela veio em nossa direção com um largo sorriso no rosto.

Nós dois nos curvamos ao mesmo tempo, e lhe beijamos as bochechas rosadas da menina.

Sophie nem se importou em ralhar conosco, como sempre fazia, alegando que era um grande ‘mico’ que a beijássemos em publico. Acho que ela estava feliz demais para isso.

Num canto mais próximo ás arvores, havia uma pequena banda. Com um aceno de cabeça de Hermione, ‘She falls asleep’ começou a tocar.

Scorp, devidamente vestido em trajes de gala, se aproximou e ofereceu o braço a Sophie. Ela fez uma careta, mas acabou atando seu braço ao dele. Os dois não pareciam gostar nada da situação, imagino que tenha sido ideia de Hermione.

Nós os seguimos pelo corredor, sorridentes. A musica foi baixando gradualmente, até que se tornou apenas um fundo musical.


–Caros amigos. – Começou Dumbledore, quando nos ajoelhamos em sua frente.- Estamos todos aqui presentes, para presenciar a união de Severo Prince Snape e Hermione Jean Granger...- O velho não poupou palavras em seu longo discurso, sobre como o amor é maravilhoso. –Porque o amor é o maior poder que existe! – Ele reetiu varias vezes.

Draco pigarreou por algum tempo, até que finalmente, Dumbledore percebeu que tinha falado demais.

–Muito bem, muito bem! Onde está a adaga, meu rapaz? – Ele perguntou á ninguém em especial. Draco tirou a adaga de prata do bolso interno de suas vestes e sorrindo, a entregou á mim. Luna, com um aceno de varinha, fez uma pequena bandeja dourada pairar entre mim e Hermione.

Minha quase esposa tirou a aliança de noivado e a depositou com delicadeza sobre a bandeja.

Eu á olhei nos olhos, tentando lhe transmitir todo meu amor com o gesto, então posicionei a adaga sobre minha mão esquerda.

Hermione Jean Granger, eu tomo você por minha esposa. Prometo amar-te enquanto meu coração pulsar em meu peito. Prometo estar ao seu lado todos os dias, protegendo-a e guiando teus passos.

Nunca pensei que, um dia, minha vida miserável, se tornaria tão maravilhosa. Mas você, meu amor, tornou isso possível. Quando eu achei que não havia mais esperança para mim, você chegou e mudou tudo. E por isso agradeço, todos os dias, o fato de você existir, Hermione. Todos os dias ao seu lado, são perfeitos. Cada sorriso em seu rosto, é como um raio de sol que me aquece por dentro. Você é minha vida, você é o sangue que corre em minhas veias.

Deslizei a adaga sobre a palma da mão, cortando-a em um “HG” perfeito. A iniciais dela, agora pra sempre estariam cicatrizadas em mim. Uma prova de que ela me pertencia.

Delicadamente, deixei que o sangue escorresse sobre a aliança de Hermione. De forma lenta, a aliança absorveu todo o liquido escarlate, e desse modo, já nã era mais prata. Era da cor de meu sangue.

POV-Hermione.

Snape tirou á própria aliança, e a colocou ao lado da minha na pequena bandeja. Eu ainda tinha os olhos marejados pelo discurso do meu quase marido, quando estendi a mão tremula. Snape me entregou a adaga e nós dois nos encaramos por um longo momento.

–Severo Prince Snape, eu tomo você por meu esposo. Para amar-te todos os segundos de minha vida. Estarei ao seu lado sempre, aconteça o que acontecer. O mundo pode acabar, mas se eu tiver você ao meu lado, tudo ainda será perfeito. Eu te amo e vou dizer isso todos os dias.

Você é tudo o que sempre quis, tudo que eu sempre procurei, tudo que eu preciso para ser feliz! Sou o que sou, porque amo você. É esse sentimento que me faz querer viver mais um dia, só pra poder ouvir tua voz. Você é minha vida, você é o sangue que corre em minhas veias.- Deslizei a adaga pela palma da mão esquerda, cortando-a em “SS”. Fixando as iniciais de seu nome em mim, em forma de cicatriz. Esperei que o ato me causasse dor, mas só sentia o sangue quente escorrer. Assisti a aliança de Snape assumir o mesmo tom de meu sangue.

Um sorriso doce irrompeu meus lábios. Pois sei que esse ritual não é reversível. Ele é pra sempre meu e eu, pra sempre dele!



A musica tornou-se alta novamente. A adaga, machada pelo sangue de nós dois, voou de minha mão. Ela pairou no ar, com a lâmina apontada para o céu. Snape me sorriu, antes de segurar minha mão esquerda. Depositou um beijo ali, então deslizou com satisfação a aliança em meu dedo anelar. Senti um pequeno choque percorrer todo meu corpo, a aliança continuava quente como antes, só que agora pulsava, no mesmo ritmo do coração de Snape. Como o colar que ele me dera. Senti um leve arder nos olhos, e evitei olhar diretamente para ele, ao colocar a aliança em seu dedo. Snape sorriu ao sentir meu pulsar acelerado, e seu olhos, devem ter ardido como os meus, pois ele os fechou com força.

POV-Snape.

Quando abri os olhos, olhei diretamente nos olhos de Hermione. Mas os olhos da morena não eram mais castanhos claros. Eram negros. Negros como os de Sophie, negros como os meus.

Eu não entendi. Hermione leu a interrogação em meu rosto e começou a explicar.

–Sempre amei seus olhos. – Ela deu de ombros. – Quer poder vê-los, mesmo que você esteja longe.- Foi então que eu entendi. Meus olhos tinha assumido o tom dos olhos dela, e os dela, o tom dos meus. Uma forma de magia antiga, muito usada durante a primeira guerra mundial bruxa, quando os casais trocavam a cor dos olhos, numa tentativa de anestesiar a saudade.

– E você fica lindo de olhos castanhos, mas, eu quero ver os teus olhos agora e não o meus. – Dizendo isso, ela segurou minha mão esquerda. Quando as duas cicatrizes prateadas, Uma em forma de “SS” e a outra em forma de “HG”, se encontraram, nós dois estremecemos e sentimos os olhos arderem. Quando abrimos, Hermione tinha os olhos castanhos outra vez e eu os negros, provavelmente.

Eu e ela ficamos rindo feito bobos uma para o outro. Até que Dobby começou a chorar alto, pela minha visão periférica, vi que Draco se controlava para não cair na gargalhada.

A adaga subiu vários metros, prendendo a atenção de todos. Um barulho, que se assemelhava á vidro sendo partido, foi ouvido quando ela explodiu. Uma chuva de pequena estrelas douradas caiu sobre todo o jardim.

A chuva de estrelas, simbolizava que oficialmente, éramos marido e mulher.

–Eu... E-eu... – Tentou falar Dumbledore, que estava visivelmente emocionado. – Os d-d-d... – Revirei os olhos e puxei Hermione para nosso primeiro beijo depois de casados. Minha língua tocou de leve o lábio inferior da mulher, que ofegou em minha boca. Ela sugou minha língua e jogou as mãos em torno do meu pescoço. Se entregando ao momento com amor e ternura. Nossos lábios dançavam em ritmo lento e ensaiado, prendendo-nos em nosso próprio mundo.

–EU OS DECLARO MARIDO E MULHER! PODE BEIJAR A NOIVA! Dumbledore gritou depressa, enquanto eu arqueava Hermione para trás, ainda incapaz de para de beijá-la. Eu estava apena semiconsciente dos aplausos e assobios que vinham de nossos convidados. Apenas quando ar se fez necessário, eu permiti os lábios doces de Hermione se apartassem dos meus.

.....

Assim que a cerimonia acabou, todos quiseram nos cumprimentar, desejando suas sinceras felicidades para nós dois.

Magicamente, um banquete nos foi servido. O bolo de casamento era a única coisa exagerada ali, não preciso contar pra que foi o primeiro pedaço... Preciso? Foi para o nosso cupido particular: Ginervra Potter.

–Agora, para a primeira dança, gostaria de chamar o Senhor e a Senhora Snape. – Anunciou uma das cantoras. Imediatamente, os convidados cercaram a pequena pista de dança. Eu guiei Hermione até o centro e “At last” começou a tocar. Nós dançamos em silêncio, apenas apreciando o calor dos braços um do outro. Inalando a felicidade que nos cercava.

Eu e Hermione ficamos absolutamente surpresos quando Sophie subiu no pequeno palco, roubou o microfone das mãos da mulher e começou a cantar. Ficamos de olhos arregalados, nossa menina tinha uma voz linda! Um talento que eu e Hermione desconhecíamos até então. Vagarosamente, os casais lotaram a pista de dança, embalados pela voz angelical de Sophie.

–Quem diria, eu, casado com a irritante sabe-tudo. – Sussurrei no ouvido de minha esposa.

–Quem diria, eu, casada com o morcegão das masmorras. – Ela devolveu, também sussurrando. Seus lábios fizeram um caminho tortuoso, deslizando até minha boca.

–Eu te amo, Sr. Snape.- Ela murmurou, os lábios roçando nos meus.

–Eu te amo mais, Sra. Snape.- Ela ofegou ao ouvir seu novo sobre nome. Nossos lábios se tocaram suavemente, num beijo cheio de ternura e devoção.

Nada no mundo importava, nada no mundo sequer existia. Só o amor que sentíamos um pelo outro.

Todos os erros, todos os desencontros, as decepções... Tudo fazia parte de um passado distante, que não tornaria a acontecer. Nós sabíamos que a vida não seria um conto de fadas, mas também sabíamos, que sempre teríamos um ao outro. E isso nos bastava para fazer qualquer sacrifício valer á pena. Agora eu tinha uma família... Uma família de verdade! Uma mulher que me esperaria em casa, todas as noites e uma filha linda, que é o motivo de meu maior orgulho.

Finalmente, o mundo faz sentido outra vez.

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Notas finais
Como diria Luan Santana: Cabô, cabô! ôuôuôu ... (Porque eu escrevi isso? eu nem gosto dessa musica! Efim...)

Gentem, esse foi nosso último capitulo!!..... SÓ QUE NÃO!
Ainda temo o epilogo!!! EEEEE! Então eu vou deixar pra me despedir amanha, quando eu postar o epilogo, é!

Uma Snamione, acabar em casamento, é muuuuuuuuuuito clichê! Mas depois de tudo que esses dois passaram eu achei justo que acabasse dessa forma. E fiz todo esse ritual maluco ai, pra quebrar um pouco o clichê, sabe? Vai dizer que já viram um casamento igual a esse? Duvido!!! haha

Enfim, já estou com saudades daqui... Cara, sério, não vou mais falar nada. Vou falar amanha!

No próximo: Epilogo fofo mostrando o que aconteceu com nosso herois QUATRO ANOS DEPOIS!

Por favor, comentem! Me digam o que acharam o que não acharam. No que se decepcionaram, o que mais gostaram.... E se você leu e nunca comentou.... Poxa, comenta nesse. Isso é tão bom pra mim!

E quem leu e gostou da fic, RECOMENDA!

No mais, obrigada por terem chegado até aqui... ÓH CÉUS O QUE EU TO FAZENDO? Não vou me despedir!

Beeeeijos.