Inesperadamente
14 Capítulo 14
Notas iniciais
- Poly já ta tudo pronto só falta colocar a mesa pra.. – ergueu a cabeça me notando no local — gente poder comer
- eu ajudo agora – disse Bill levantando-se junto com Poly e Andreas indo pra cozinha e ela os seguida atrás, puxei o seu braço a fazendo ficar de frente pra mim
- o que quer ? –
- por que não disse que morava no mesmo prédio que eu ? –
- por isso agora? Eu já sai com você e não tenho obrigação de falar onde eu moro – puxou novamente o braço enquanto eu continuava segurando forte
- sabia que esse pequeno detalhe poderia ter feito uma grande diferença já que e amiga do meu irmão e consecutivamente da minha amiga ? —
- a jura? por que eu não pensei nisso né ? — puxou novamente seu braço e eu a puxei pra perto
- por que e uma vadia e adoraria passar a noite comigo de novo, o que vai facilitar agora já que você mora no mesmo canto
- tenho certeza que se você fosse ganhar a vida como vidente morreria de fome — disse irônica
- Anne ? – chamou o moleque
- sim Bryan – disse saindo de perto de mim ficando de frente pra ele –
- acho que estão precisando de você lá dentro –
- ok, vamos? – o puxou pra cozinha enquanto eu ia atrás, com certeza se eu quiser pegar essa vadia vou ter que arrumar um jeito de contornar o moleque e a menina, sentei na cadeira de frente pra ela que teve que ir buscar o bebe na sala e Bryan tomou seu lugar, ela sentou agora ao lado dele, mais eu ainda continuava com os olhos nela que dava comida pro bebe enquanto Poly ajudava Isabel com a comida que estava um delicia, Andreas vivia puxando assunto e na maioria das vezes quem respondia era o menino com ar de superioridade enquanto ela ria de tudo e respondia em seguida
- a comida ta uma delicia mais o que você fez de sobremesa Anne? –
- bligladeilo — disse Isabel ao meu lado
- e o que e isso ? – perguntou Andreas a fazendo sorrir enquanto alimentava Sofi
- não e “bligladeilo” e brigadeiro e uma sobremesa típica do Brasil –
- Brasil ? onde você aprendeu a fazer Anne ? – perguntou Bill
- eu sempre soube – sorriu travessa novamente fazendo o bebe sorrir
- como assim sempre soube ? com quem você aprendeu ? –
- bom quando você mora em um pais com tanta cultura como o Brasil e natural que você aprenda vendo os outros mais velhos fazerem – disse Bryan
- você e brasileira ? – perguntou Andreas surpreso , já que ele tem uma tara por brasileiras
- e você percebeu isso agora ? — perguntou Bryan novamente intrometendo-se
- *O*O*O*O*O* SERIO ? –
- sim e por que a surpresa – disse finalmente pegando no garfo
- eu gosto do Brasil a gente já foi pra lá — pronunciou-se Bill
- serio ? –
- sim nos fomos pra São Paulo, não deu pra ver muita coisa pois a gente só passou com muita pressa por lá –
- que pena Bill – disse voltando a comer enquanto Andreas não tirava os olhos dela
- dizem que vocês tem a parte de trás enorme, os caras também tem ? – perguntou Poly fazendo Bill fechar o sorriso e ela ficar sem graça, vamos vadia responde
- bom, acho melhor agente conversar sobre isso em outra hora né ? – olhou pra Isabel do meu lado
- então fala sim ou não — insistiu Poly
- ou — disse finalmente e foi pegar a sobremesa, chocolate em formato de bolinhas que eram uma delicia, peguei dois e o restante desapareceu em segundos, passei o dia inteiro sem dar mais nem uma palavra apenas escutando ela conversar com Bill Andreas e Poly que puxava assunto comigo as vezes, ate que o celular da vadia começou a vibrar e ela saiu da sala sendo perseguida por Bryan
- Hey Bel – chamou Andreas a fazendo olhar pra ele – quando você chegar em casa fala pra Anne que o tio aqui foi legal com você e que te deu doce tá ? –
- mais o papai disse que eu não posso mentir — falou tirando risos de Poly e Bill
- então depois eu te dou um doce, o que acha ?
- a mamãe disse que eu não posso aceitar coisas de estranhos —
- mais eu não sou estranho –
- então ta bom – disse sentando entre Poly e Bill – o gato comeu a as língua ?
- e comigo ? – perguntei
- siim –
- por que a pergunta ? –
- por que voxê só fica olhando? por que nun fala alguma coisa ?-
- alguma coisa — respondi quando ela entrou novamente na sala pegou o bebe do colo de Poly e o colocando no carrinho
- já vai ? –
- e desde quando isso e de seu interesse?
- Bryan... sim Andreas nos já vamos –
- mais ainda ta cedo e a gente nem viu filme nem nada —
- fica pra outro dia Bill mais agora nos realmente temos que ir –
- então ta – disse ele se levantando dando um abraço nela e em seguida um beijo em Sofi, Andreas foi em seguida e Poly as levou ate porta
- ate depois Tom! — disse Bel disse Isabel me dando um abraço surpresa e correndo ate a porta pra poder acompanhar a vadia da irmã, com certeza deveria ser o cliente do dia esperando pelo programa
- você não tem jeito não é ?pedir pra Bel falar de bem de você pra irmã mais velha ? – chamou a tenção Poly co um sorriso no rosto
- eu tenho que sair com ela — sentou-se novamente- ainda mais com o pequeno detalhe dês estarmos falando de uma linda brasileira
- você e um idiota mesmo – disse Bill sorrindo e saindo em seguida acompanhado Poly ate a varanda
- você nem pra disfarçar serve –
- como ? –
- você ficava secando a mina cara, parecia que ia engolir ela com os olhos ou sei lá e eu não fui o único que percebeu sabia disso ? –
- e como queria que eu olhasse pra aquela vadia ? eu pedi o numero do celular ela disse que não precisava, perguntei o seu nome ela disse que não interessava, perguntei onde morava ela disse que também não interessava, ai eu descubro que ela mora no mesmo prédio que eu, e amiga do meu irmão e o meu melhor amigo ta doido pra fuder ela –
- pelo menos poderia disfarçar né ? –
- disfarçar ? vou levar ela pra minha cama de novo, ai eu disfarço –
- vamos ver se ela vai dessa vez — riu irônico, por insistência de Bill ficamos a tarde inteira vendo alguns filmes na casa de Poly que nos convidou pra almoçar lá mais vezes quando não tivermos tempo pra fazer comida, e é lógico que eu volto, não vou ficar na frente de um fogão quando a vizinha pode cozinha pra mim, talvez ela lave e passe também mais ai e outra história, voltamos pra casa eram umas 18:30 e pedimos duas pizzas tamanho família
[Tom]
[Anne]
Passei a tarde inteira sendo fuzilada por um menino metido idiota que se acha o ultimo biscoito do pacote, como se tivesse cometido um crime, e como se não bastasse ele, o amigo não parava de me dar indiretas desde que cheguei, e preferi me enfiar na cozinha do que ficar escutando cantadas baratas e ultrapassadas dele. Charlie me ligou e pediu pra que eu levasse Bel Bryan e Sofi pra casa, pois John ligou pedindo ajuda, algum filho da puta sem coração colocou fogo em um abrigo de animais e haviam muitos cachorros e gatos com queimaduras muito graves e precisavam de toda ajuda possível. Charlie ligou pra Vera e enquanto eles chegavam eu corri pro banheiro me arrumar
Anne :
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=43872819&.locale=pt-br
Vera chegou primeiro e eu estava muito nervosa com o que John havia me falado, sai de casa as pressas e entrei no carro, cheguei na clinica e dei de cara com a dona do abrigo e duas mulheres que pareciam ser voluntarias o restante havia ido pro hospital e elas não ligavam pros machucados do corpo mais pro animais que não paravam de chegar, John tentava as deixar calmas mais não estava adiantando muito
- Anne – me abraçou e me puxou ate a recepção onde a dona do abrigo estava
- eu não tenho condições pra bancar todos os remédios nem o tratamento de todos os animais – chorava falando com uma das voluntarias (sim sei disso pois era o que estava na camiseta delas ) – nos perdemos tudo Rachel — abraçou uma das voluntarias que chorava junto
- John chama todos, TODOS os funcionários: enfermeiros ajudantes e veterinários e pede pra me encontrarem na minha sala –
- não tenho como, ta todo mundo ocupado não para e de chegar animais e nos também temos que ... –
- John por favor, pede, pra um funcionário ficar em cada sala e restante manda ir pra minha -
- te encontro em 5 minutos — disse indo pros corredores e eu pra minha sala eu sei que vou levar um prejuízo enorme nisso mais não vou deixar que eles morram sabendo que eu posso ajudar a todos, chegaram todos correndo e afobados na sala e quando estava quase cheia comecei a falar
- primeiro eu queria pedir desculpas por chamarem vocês aqui em um hora como essas que tem tantos animais precisando de nos – escutei sussurros reclamando – mais.. John e eu escutamos a dona do abrigo e ela não tem condições de pagar o tratamento dos animais e... –
- e você quer que a gente negue ajuda em uma hora como essas e isso ? – perguntou um gordinho alto e careca
Notas finais
sim [ ]não [ ]marquem
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