Inesperadamente
15 Capítulo 15
Notas iniciais
- e você quer que a gente negue ajuda em uma hora como essas e isso ? – perguntou um gordinho alto e careca
- NÃO! Não e essa a minha intenção –
- então fale logo qual e! eles estão morrendo e você sabe disso, todos aqui sabemos e nos temos .. – começou a falar uma morena quase do meu tamanho
- que ajudar — interrompeu John
- exatamente, e por isso que eu não vou cobrar absolutamente nada a ela – disse fazendo todos comentarem e resmungarem de uma só vez – gente deixa eu ... por favor eu posso..... CALA A BOCA! — pedi gritando de cima da mesa fazendo todos se calarem e prestarem atenção em mim – ELES PERDERAM TUDO E NÃO TEM COMO MANTER ESSE MONTE DE ANIMAIS, EU NÃO VOU COBRAR ABSOLUTAMENTE NADA NO TRATAMENTO E SE EU FIZER ISSO... eu não vou ter como pagar a vocês por todo o trabalho então se não quiserem ajudar eu vou entender perfeitamente, mais o que importa pra vocês e o dinheiro que iríamos ganhar hoje com tantos animais precisando da gente ou ajudar quem mais precisa ? ( pedi abaixando o tom da voz) (o aumento da atividade de pacientes em um hospital independente ou em clinicas veterinárias varia de acordo com quantos pacientes recebem, no nosso caso hoje com mais de 300 animais precisando de ajuda iríamos faturar uma grana, mais não vamos todos se dispuseram a ajudar, eu cedi o tratamento e os remédios e alguns entraram em contato com ONGs pra esse tipo de caso, pra tentar levantar dinheiro pro abrigo, John e eu ficamos com os animais mais atingidos pelo incêndio com queimaduras graves, cachorros de raça, vira-latas, raças mistas tantos lindos anjos queimados e com tantas feridas e lógico que eu não vou cobrar nada, a dona ficou muito grata e feliz com a noticia da ajuda que iria ter, alguns animais conseguiram se salvar e sofrer queimaduras leves mais outros com certeza iriam ficar deformados e as chances de alguém querer adotá-los seriam as mínimas possíveis. Eram muitos animais, perdi a conta de quantos eu examinei e mediquei e cuidei das queimaduras e todos estavam sendo devidamente bem tratados, Clarice inspecionava o trabalho de todos em seguida anotava em uma fixa e entregava pra mim os que estavam com os curativos foram colocado em salas especiais com capacidade pra 12 mais como estava completamente cheio tivemos que aumentar esse número para 16 em cada. Não percebi quando havia amanhecido só que estava com a cabeça apoiada no ombro de John que fazia o mesmo
- John corda nos temos que ajudar – o sacudi fazendo-o acordar atordoado
- to de pé – diss e saímos em direção as salas onde estavam sendo tratados mais estavam quase vazias todos estavam completamente exaustos da noite anterior e estavam dormindo uns sobre os outros, os animais estavam dormindo graças a anestesia e outros com remédio para esse fim. Agradeci novamente o que todos haviam feito e em seguida fui pra casa descansar, os que haviam trabalhado ontem a noite seriam substituídos e todos sabiam que não iriam ganhar aumento, quando olhei no relógio iam dar 18:00 e eu com certeza estava muito atrasada pro almoço. Assim que pisei no elevador o celular começou a tocar, e novamente era Bill, será que o gato piorou? O.O
- alô –
— você poderia dar uma olhada no Scotty ? – perguntou uma voz um pouco mais aguda do que a de Bill
- e quem ta falando? – perguntei o obvio
- como se não reconhecesse a minha voz vadia estúpida -
- sou mesmo muito estúpida alias tão estúpida que não vou olhar o seu cachorro, pois eu sei muito bem que o seu irmão não esta em casa e que você ta doido pra me levar pra sua cama.. de novo –
- não, não quero você alias você já ta se achando de mais e não passa de uma..
- vadia de 5ª não é ? seu gigolor barato —
- vai vir olhar o cachorro ou não ? –
- o que ele tem ? –
- se eu soubesse não tava me dando ao trabalho de ligar pra você —
- ta bom, então quando quiser falar o que diabos ta acontecendo com ele você me liga – desliguei em sua cara e sai do elevador, retirei as chaves de bolsa e assim que entrei vi Bel dormindo no sofá com a TV ligada a peguei no colo e a deixei na cama, Bryan já estava deitado e Charlie também, fui pra cozinha fazer um lanchinho antes de entrar no quarto e tomar banho fiz um sanduiche de manteiga de amendoim e geléia com refrigerante e quando ia dar a primeira mordida o celular voltou a vibrar
- olha eu não to brincando você pode ou não dar uma passadinha aqui ? –
- não só tem eu de veterinária na cidade, chame outra-
- e mais eu só o tenho o numero de uma veterinária que esta negando ajuda –
- eu? Negando? Jamais apenas vou terminar o meu sanduiche e passo ai – desliguei e voltei a comer, se esse cara der o meu nome pro sindicato dos médicos afirmando que eu to negligenciando ajuda a minha carreira como veterinária esta acabada e também faço isso por Bill, que e tão doce e gentil comigo Bel Bryan e Sofi. Assim que terminei peguei a maleta que estava na sala desci pro 5º andar, bati uma vez na porta e quando ia bater na segunda vez ela foi aberta
- onde ele está ? – perguntei entrando no apartamento
-na cama –
- não perguntei sobre o Bill perguntei sobre o Scotty onde ele está? -
- na cama, ele não consegue levantar então coloquei ele lá — o segui ate o quarto do fim do corredor o qual já havia entrado uma vez, ele abriu a porta e entrei na frente no quarto que estava totalmente escuro
- onde ele está ? — perguntei me virando pra ele –
- deve estar ai na frente, no lado esquerdo –
— pode acender a luz eu ainda não enxergo no escuro –
- claro doutora — disse com um tom de voz sacana acendendo a luz
- não tem Scotty passando mal coisa alguma! – disse ao ver a cama vazia — olha se você não tem o que fazer eu tenho — disse indo em direção a porta que estava trancada — abre
- vai com calma “doutora”- enfatizou o doutora — lembra da nossa ultima conversa ? a qual você disse que eu morreria de fome já que as minhas previsões sairiam erradas ? então acho que eu acertei mais uma vez já que esta novamente nos meus aposentos — riu vitorioso
- serio ? e quem te garante que eu vou transar com você ? –
- e quem garante que NÃO VAI ? —
- não sei talvez se eu.... AAAAAAAAAAAAAA SOCORRO!!! – comecei a gritar dentro do quarto
- grita mais alto talvez o Bill escute enquanto vem pra casa — sugeriu com o sorriso maior no rosto — por que não poupa o fôlego pra mim....? – perguntou em meu ouvido – seria menos desgastante sabia ? – perguntou passando as mãos sobre meus ombros retirando o casaco rosa enquanto beijava meu pescoço
- sabe.... você ate que tem razão — disse me virando pra ele — por que eu vou procurar uquando tenho um gigolor bem ao lado ? – perguntei enquanto ele continuava dando pequenas mordidas em meu pescoço
- exatamente, e eu tenho uma vadia bem ao meu lado — passou as mãos sobre minha cintura a envolvendo contra seu corpo e puxando contra o seu, resolvi fazer o mesmo (se brincar que ele quer, então nos vamos brincar) fiquei um na ponta dos pés devido ele ser um pouco maior que eu, comecei um beijo caloroso e agressivo e sempre puxando seu lábio inferior juntamente com um dos pircings, ora o da esquerda ora o da direita ele fazia o mesmo só que com o meu lábio superior, fomos dando pequenos passos em direção a cama o joguei nela e em seguida cai por cima dele entre suas pernas, puxei minha blusa e ele em seguida a camiseta mostrando seu belo abdômen e eu meu sutiã, segurou firme minha cintura e em um movimento rápido ficou por cima, agora entre as minhas pernas abriu o botão/zíper da calça e atirou fora, fiz o mesmo com a minha que parecia não querer sair, e depois de alguns segundos sufocantes consegui me livrar dela e ele ficou novamente entre minhas pernas roçando seu sexo contra o meu enquanto ia com as mãos ao encontro do feixe do meu sutiã enquanto eu mordia seu pescoço na esperança de deixar marcas, seu sexo estava latejante dentro de sua boxer e aquilo estava me deixando mais excitada quando senti meu sutiã ficar mais frouxo e em seguida ele arrancar aquele pedaço de pano do meu corpo deixando meus seios a mostra, me olhou com cara de perverso + tarado e em seguida foi em direção ao meu seio esquerdo o abocanhou e mordeu forte, o levando contra o meu corpo e em seguida o puxando, o segurou firme com os dentes enquanto sua língua dava circulava o bico , enquanto fazia isso seu trabalho em minha cintura prensou mais a sua contra aminha e deixou seu pênis latejante contra minha cintura, enquanto trabalhava com os meus seios, desceu suas mãos pelo meu corpo ate minha calcinha colocou os dedos dentro dela e antes que pudesse me penetrar o com o dedo o segurei
-não aceito imi..imitações — disse quase perdendo o fôlego o fazendo parar e me encarar, sorriu perverso novamente e retirou a boxer puxando minha calcinha em seguida, posicionou –se entre minha cintura e a segurou me penetrando vagarosamente ate que estivesse completamente dentro de mim, em seguida começou a retirar seu sexo de dentro de minha entrada no mesmo ritmo que entrou, logo seu sexo começou a ficar mais grosso e ele acelerou sua estocadas que passaram a ser rápidas e doloridas
[Anne]
[Tom]
A penetrei vagarosamente enquanto ela fechava os olhos cobertos de luxuria e gemia baixinho com a boca semi-aberta enquanto passeava suas unhas sobre minhas costas, meu pau ficava cada vez mais grosso, comecei a penetrar com toda a força que podia fazendo seu corpo ir pra trás e pra frente junto ao meu , passei o braço por sua cintura fazendo meu sexo entrar cada vez mais nela que gemia baixinho e arranhava minha coluna descendo suas unhas ate minhas nadegas e cravando-as forte na nadega esquerda, olhei pra ela que sorriu travessa e decidi dar-lhe o troco, com o braço que havia sobre sua cintura a apertei mais e mais minha cintura contra a dela ate que meu pênis entrasse completamente e dei-lhe mais um estoca
- aaaaaahhh....aaaaaaaahhhh – foi a primeira vez que gemeu alto virando a cabeça pro lado enquanto continuava de olhos fechados, dei-lhe uma mordida forte no pescoço e movimentei minha cintura novamente a fazendo gemer descontroladamente fui retirando novamente meu sexo de dentro dela vagarosamente e em seguida a penetrando com força e rápido fui nesse ritmo ate que chegássemos ao orgasmos e gessássemos juntos, cai suado ao seu lado que fitava o teto
- sin..... sinceramente – sorriu fitando o teto enquanto recuperava o fôlego –pensei que você fosse melhor — sentou na cama e fitou meu corpo – e mais me enganei
- e quem disse que eu acabei – segurei seu braço antes que saísse da cama
- foi o que me...- tentou terminar quando eu voei em cima dela novamente beijando sua boca rudemente, cravei novamente as minhas unhas naquela vadia e a penetrei com toda a minha força, enquanto ela fazia o máximo de esforço pra não gemer alto dei-lhe o troco e encravei as unhas na bunda dela, não fui nem um pouco piedoso com ela, e uma vadia, não merece ¬¬ ,chegamos novamente ao orgamso e cai esgotado os seu lado que ainda continuava sem fôlego
- e o qu...que.. achou agora vadia ? matou a sua sede ? –
- nã..não sabia que a minha opinião era tão importante – sorriu novamente e a fuzilei com o olhar fazendo com que seu sorriso desaparecesse – e.. deu pra quebrar o galho – pulou da cama recolhendo todos os seus pertences
- quando sair faça o favor de fechar a porta – disse me cobrindo e dando-lhe as costas – e talvez eu lhe pague outra hora
- cretino preguiçoso – resmungou
- o que disse vadia ?-
- nada vagabundo, apenas te chamei de cretino preguiçoso, agora abra logo essa maldita porta sim ?
- as chaves estão na primeira gaveta da cômoda – apontei e quando vi já estava vestida – vadia rápida
- de que me chamou ? –
- nada- respondi e voltei a me deitar, escutei o barulho das chaves e em seguida bateu a porta com força e muito vadia mesmo ¬¬ , fechei os olhos e em seguida peguei no sono. Acordei no meio da tarde coma voz suave do meu irmão mais novo que não se incomodava em falar alto, sai enrolando no lençol pro banheiro e tomei uma ducha, passei quase meia hora lá dentro e quando sai Bill ainda continuava com sua risada escandalosa, enrolei a toalha na cintura fui ate a sala ver o que tava acontecendo , cheguei lá e vi Poly, Isabel, Andreas, Bryan e a diva do meu irmão todos rindo de um comedia romântica idiota que estava passando
- agradeceria se vocês fizessem menos barulho –
-ui...oi Tom – disse Poly com um tom de voz safado olhando pro meu corpo, pera se esse dois estão aqui com certeza ela deveria estar, olhei em minha volta mais nada, olhei então em direção a varanda e a vi segurando o bebe o ajudando a dar seus primeiros passos para a sacanagem, pervertida ¬¬
Notas finais
Sim [ ] Não [ ] marquem um "X" haha bjus amores
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