Incredibly Difficult - HIATUS
6 Capítulo 5 - Sem aula
Notas iniciais
Bom espero que voces gostem desse capitulo, por favor gente comentem e recomendem....Eu acho que vou começar a fazer a fanfic movidas por reviews, quero nesse capitulo no minimo 5 reviews por favor gente, leeem as NOTAS FINAIS *-*
Lauren POV'S
Já fazia quase um mês que vim para está cidade e eu não tinha feito nem uma amizade, eu nem me importo... até é mais fácil, porém na escola — durante o recreio — o banheiro não é o melhor lugar para se esconder do mundo, a lanchonete sempre está lotada com os mesmo grupinhos que eu os nomeei como :
Líderes de Torcidas -"As Patricinhas de Beverly Hill"
Jogadores de Futebol Americano — "Os PlayBoys das Patricinhas"
Nerds — Nerds Babões (pelo fato de quando eu os olho sempre estarem babando)
Bitches — Bitches/ Damas fáceis da sociedade/ Passa-passa
Góticos e Emos — Pessoas parecidas comigo mas que não me querem por perto :)
Normais — Loucos
E a Garoto que eu me trombei — Mistério Pertubador
Pois é, e biblioteca? Na maioria das vezes está fechada. Os dois primeiros dias foram difíceis, tentei ao máximo me enturmar mas isso me levou a ter que ir com meu lanche e caderno, sentar no — único — corredor vazio do colégio.
Para que o caderno? Digamos que com todas as minhas observações das pessoas eu comecei a escrever textos, eu nunca jamais em toda minha vida sabia da minha habilidade com a escrita, e sinceramente, minha redações são boas.
O lado bom, eu acho, eu não tive mais visões ou sonhos com o garoto, que na verdade nem é tão garoto ele tem mais cara de homem do que garoto ,convenhamos.
Levantei-me da cama, e minha relação com minha mãe não tava lá as melhores, ela não compareceu metade da minha vida e nem faz questão de comparecer. Ela passa a maior parte do tempo no trabalho, que segundo ela, a melhor coisa que já aconteceu na vida dela. A diferença entre a mansão enorme do meu pai, com o pequeno apartamento em Nova Iorque com minha mãe? Na mansão era menos solitário.
Após minha leve reflexão de tudo que já aconteceu nessas quase três semanas, fui até a mesa do café com o mesmo bilhete de sempre de minha mãe.
Filha, fui by Text-Enhance\">trabalhar, volto as oito.
E como sempre a "promessa" não vai ser comprida, e nem sei mais porque me importo, nem um Te Amo, isso eu nunca ouvi....
Bom peguei um pão, e vi que ainda era cedo, fui pra sala com meu café da manhã e comi assistindo TV. Guardei o café, tomei um banho, dei uma rápida secada no cabelo, e me vesti e peguei minha mala indo direto no meu caminho de sempre.
Jake POV'S
Acordei, e tomei meu café, encarando minha mãe adotiva — uma by Text-Enhance\">linda senhora de meia idade, de olhos esverdeados cansados e cabelos castanhos um pouco grisalhos, com um vestido florido em cima um avental amarrado e sua cintura secando um dos pratos- , é engraçado o cheiro de álcool não sai daquela casa. E o meu pai... — ou quero dizer gamba da casa — , devia ou estar dormindo no quarto, ou em algum canto do beco onde eu morava. Ou até morrido....Deus que me perdoe, mas não, eu não teria tanta sorte.
– Horrível não? — disse
– O que, meu filho?
– O cheiro desse álcool, sabe mãe, eu não consigo entender o motivo de você estar com esse homem, não é justo .... — fui cortado
– Sabe Jake, certa coisas não são justas na vida, nem fazem sentido, as pessoas costumam agir sem pensar. Apenas aceite a sua verdade, saiba, você não precisa provar nada pra ninguém.
Levantei pois sabia que ela podia e vai desabar em lágrimas, abracei.
– Eu odeio esse homem Jake, filho, me prometa que você não vai me abandonar — ela disse em lagrimas.
– Eu prometo sim — disse depois de um tempo abraçados ali me pronunciei — mas antes, fica calma, eu tenho que ir.
– Vai — ela disse enxugando suas lagrimas e pegando o meu café — eu vou continuar a fazer o de sempre
Peguei a mochila que estava no meu quarto, vi se havia minha caderno de desenho, sai de casa e fui fazendo meu caminho até a escola, que agora não estava tão cheia, na verdade estava vazia, vi apenas a garota nova, — estranho é ela não foi como mais uma daquelas patricinha que chega e já entra para lideres de torcida. Por mais que ela não notasse, eu sempre via ela saindo da lanchonete, com seu lanche e um caderno -.
Estava sentada no chão, escrevendo no caderno que sempre via com ela. Seu famoso all star estava no pé já meio velho, com sua calça jeans surrada, que revelava o quão finas suas coxas eram. Ela não era aquele objeto atrativo para um homem, era alta mas não exageradamente, magra, e nunca revelou algo mais usando um decote, mas por mais que ela não fosse grande coisa e não era. Sempre que passava alguém comentava, e nem sempre era um dos melhores comentários, ela parecia tão desligada e ao mesmo tempo atenta, o que me fazia tirar a conclusão de quão estranha e misteriosa ela era, e o que me deixava muito agoniado, desde a primeira vez que há, aqueles olhos totalmente assustados... Pare Jake deixe de ser bobo.
Passei reto. Mas ouvi uma das únicas vezes sua voz sair.
– Oi — virei para ela, que agora percebi que usava óculos — erm.... não tem aula.
– Não tem?
– Não, tava escrito na porta da entrada — ela disse voltando atenção a sua escrita
– Desculpa eu não vi — disse voltando e me deparando com uma pergunta — e por que está aqui?
– Digamos que eu não tenho o que fazer em casa, e prefira passar o dia aqui — ela disse fazendo uma cara frustrada olhando o caderno, logo após o fechou e se levantou vindo em minha direção — Lauren... é o meu nome
Sorri e disse — Jake.
Nos cumprimentamos e a vi ficar com certo nervosismo ao tocar a minha mão o mesmo "nervosismo" que estava quando nos esbarramos, e soltou minha mão rapidamente.
– Sei que acabamos de nos conhecer, mas ....- ela parou pra pensar — ah deixa pra lá.
– Não, eu adoraria, sair com você , como um passeio entre amigos claro.
Ela assentiu sorrindo, e que lindo sorriso.
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