Incredibly Difficult - HIATUS
7 Capítulo 6 - Vida de Jake
Notas iniciais
Capitulo dedicado a Iderlane Querioz por ter favoritado a fic, vlw mesmo viu flor? :D
Lauren POV'S
Então era isso? Ele aceitou? Prazer, meu nome não é Lauren não, é Senhorita Burra-Que-Faz-As-Coisas-Sem-Pensar, mas costumam me chamar de Idiota.
– Bom, que acha que irmos ao Starbucks ou numa lanchonete? — perguntei
– Pode ser — ele disse coçando a nuca.
Fomos andando, em quanto isso eu observava Nova Iorque cheia de gente.... com corações vazios. Carros... e toda essa gente que por ai anda sem dar um sorriso sequer, mas por que estou pensando isso? Nem eu mesma sei, mas será que era eu o problema? Ou não elas apenas eram assim? Por que nós, pessoas somos tão complicados que nem mesmo nos ,nos se entende?
– Coração vazio, será? – sussurrei a mim mesma.
– O que disse? — Jake perguntou
– Não... nada — disse, e apontando para minha cabeça falei — eu só estava pensando alto.
Passou um tempo e logo chegamos. Escolhemos um café. E ficamos ali, nos encarando.
– Então?! — ele disse
– O que? — perguntei
– O que estava pensando aquela hora? — ele perguntou
– Ah sobre as pessoas, talvez o jeito ignorante dela — disse e ele assentiu e entao murmurei a mim mesma — se o fato delas serem assim não fosse minha culpa.
Ele me encarou concordando. Assim que tomamos, o café decidimos ir a sua casa, depois de eu ter quase suplicado de joelhos pra ele, mas isso é um detalhe. Ele disse que morava em um beco, como se fosse um incomodo pra mim visitar, pessoas de classe social mais baixa, qual o problema? Elas também são gente.
– Querem alguma coisa, um suco, aguá, refrigerante, olha eu posso fazer um bolo e....
Entrei no quarto, que estava meio bagunçado, não me importei, e deixei minha mochila num canto, e observei que em cima de uma mesa com uma cadeira e um abajur, tinha um quadro de várias folhas com desenhos únicos.
– Estão incompletos — ele disse
– Então... me mostre quando tiverem prontos — disse dando um paço atras.
– Tudo bem — disse me sentando em sua cama — e então que matéria você quer estudar?
Sorri amarelo, e peguei meu caderno das minhas histórias, na mochila que estava perto.
– O que você tanto escreve nesse teu caderno? — ele me perguntou
– Ah nada... só sobre uma floresta onde tudo pode ser perfeito, ela por fora pode ser assustadora, mas por dentro tem uma árvore que a faz perfeita.
– Mas assim, .... você sabe que não é né? O mundo... ele não é perfeito — ele me cortou
– Sei sim Jake — me sentindo meio ofendida sobre sua crítica, agora entendo por que não gosta que vejam seus desenhos — mas se a gente não tentar, ninguém mais tentaria.
– Nem sempre a vida é tão fácil assim — ele sussurrou – e como é a entrada para esse mundo?
– Bom tem um portão onde somente os mais corajosos, ousam entrar, ele é meio velho e arrebentado, também cheio de árvores velhas e assustadoras em volta, porém essa floresta tem um encanto.... Todos que nela entram, não saim mais — disse e ele me observou sério.
– E por qual motivo sairiam? Ela não é perfeita?
– É uma demonstração de que nem a perfeição pode ser perfeita — disse.
– Tem uma árvore né? — ele perguntou e eu assenti, assim ele me entregou seu caderno pronto com o desenho da árvore.
– Isso.... isso... isso sim é perfeito... — disse me sentando ao seu lado — Nossa obrigada viu.... sabe meu quarto tem uma parede toda branca, e minha mãe é arquiteta, ela queria por um desenho ali, o que acha de ela te pagar para fazer....
– Não, arte pra mim não é uma coisa que eu faça por by Text-Enhance\">dinheiro, é uma coisa especial, sabe?
Ele parou pensando e vi um pouco de esperança em seus olhos
– Por que não? — ele disse e assim o abracei. O que me fez ter uma visão.
Era uma menino, que estava sendo judiado, ele tinha cabelo encaracolados e olhos esverdeados. Ele suplicava para que parassem, seu nariz sangrava, não sei como ainda não tinha desmaiado, estava sendo batido por dois garotos jovens. Vi também um homem já com cabelos grisalhos e com um olhar ameaçadoramente orgulhoso, com dois homens atras que deviam ser seus seguranças.
Ele se aproximou do garoto que agora eu vi melhor que estava amarrado com uma corda.
– Nunca mais chegue perto da minha filha.
– Ela é minha irmã — disse — você não pode tirar minha irmã de mim.
– Posso sim, e vou, você não presta.
O garoto apenas cuspiu no rosto do homem, que riu sarcásticamente e saiu.
Então somente agora eu percebi que ... que ....O menino era Jake.
– Acho que já está bom — ele disse me tirando de seus braços.
– Não .... — ouvimos um grito vindo da cozinha
Chegamos na cozinha a mãe de Jake estava no chão com o nariz sangrando e o olhos inchados.
O homem me olho de cima abaixo e disse.
– Então é essa a prostituazinha que anda te sastisfazendo Jake? — ele perguntou — ela faz serviços com velho também?
E assim eu sai dali. Com o coração na mão. Jake me segui e assim me puxou para fora do prédio.
– Você não precisava ter visto essa cena — ele disse alterando o tom de vóz- e nem ter tido a maldita ideia de vir pra minha casa
– Pera ae que eu saiba foi você que não me contou nada disso, se tivesse me contado... — fui cortada
– A gente nunca tocou nesse assunto — ele disse, quer dizer gritou- e sabe o que mais? Vai pra sua casa baranga vai lá escrever as histórias do seu mundinho perfeito, isso aqui, não tem nada de perfeito. Você não sabe nem metade do que é passar uma dificuldade, você deve ser aquelas que ficam sozinha na esperança que tudo acontece como num filme, e que um lindo garoto de olhos azuis se apaixone por você. Acorda garota isso não existe.
– Cala a boca — disse com lagrima nos olhos, que isso eu ia chorar?
– Qual seu problema, mundinho perfeito? — ele perguntou — agora vai chorar é patricinha?
O encarei, observando que todos a nossa volta encaravam mas logo voltavam a seus afazeres como se aquilo fosse alguma coisa normal. Engoli em seco e me virei. procurando o caminho que até ali tinhamos chegado. E fui para a minha casa. Assim que cheguei no centro a cidade peguei um táxi.
Eu estava na rua, desenhando na lanchonete do bairro, era velha e meio descuidada, mas ali pra mim era o uns dos únicos lugares em que eu podia desenhar sem me preocupar, quando fui percebi já tinha anoitecido e era dez horas, pronto esse horário o porco-bêbado já deve estar dormindo ou vadiando por aí.
Cheguei em casa e minha mãe estava na mesa com uma vela acesa rezando, sentei junto dela, peguei em sua mão e esperei ela terminar. Assim que o fez disse.
– Jake a garota está bem?
– Eu é que vou saber mãe? — disse dando os ombros — to pouco me lixando pra que o que aquela patricinha faz.
– Jake que isso, ela parece ótima e vocês fazem um ótimo casal...espera vocês estão namorando?
– Mãe não inventa — disse
– Vocês brigaram? — ela disse e eu parei pra pensar o quanto tinha pegado pesado com ela — Jake?!
– Eu descontei tudo nela — disse indo pro meu quarto.
– Ta arrependido? — ela perguntou
– Mais ou menos — disse me virando — mas ela continua sendo uma patricinha.
Entrei em meu quarto, e de repente e fiquei com "saudade" da porcaria chamada droga, acontece que essa "saudade" já não é de hoje, por mais que eu não queira, procurei ela por todo o meu quarto e achei ela em uma calça jeans. Jake, não faz isso pensei. Encarei bem, por algum minutos e a guardei. E fui direto pro meu vicio de verdade, o desenho, comecei a fazer alguns rábiscos e ao terminar me deparei com o desenho que menos queria ter feito. E me deu um dos maiores pesos na consciência que já tive.
Notas finais
Bom novamente próximo capitulo só sai com pelo menos mais dois leitores pra cima. Detesto ser assim, mas sempre vejo fanfics com muitos leitores, ai olho a minha e com apenas três, ai me faz achar que a fic ta chata. E pra mim não ta porque qando tive essa ideia, pensei, vai dar bastante gente lendo, mas não ta dando ... por favor gente recomendem, que me ajuda bastantes. Detesto muito ser assim, odeio quando ficam pegando no pé entao tambem não deve ser legal pa seis.
Agradeço desde já.
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