Inacusável
11 Quem sabe?
Notas iniciais
Bem, tenho noticia boa e ruim...
A boa é que nesse capitulo tem lemon lindo lindo xD
e a ruim é que esse é o penultimo capitulo, ou seja...
ACABA NO CAP 12 DDD:
mais já ta na hora né?
se caso quiserem mais, logo logo faço uma nova fic e,
se vocês se interessarem... hehe
Ofereço o lemon pra Dal-chan, é o primeiro do casal que ela lê, e espero que ela goste ^^
Enjoy ~
Estava de quatro sobre mim, calado, somente me observando. Eu encarava seus olhos que desfilavam por todo o meu corpo, e que por um momento se encontrou ao meu, que estava atendo em si. Desceu o tronco quase se encostando em meu tórax, e depositou um selinho rápido em meus lábios, voltando a encarar meu rosto como se procurasse uma reação. Aparentemente não encontrou o que queria, então voltou a tocar nossos lábios, mas dessa vez sua língua pediu passagem nesta, e assim passou a explorá-la lentamente, estimulando-me a corresponder. O fiz, travando uma pequena batalha entre elas... Podia sentir melhor o quão morna era sua cavidade, o quão quente era seu corpo, que às vezes se tocavam involuntariamente entre os movimentos.
Para prolongar o beijo, passamos a respirar pelo nariz, mas foi em vão e logo nos separamos ofegantes, pois o oxigênio faltava de qualquer forma. Agora sua mão direita, que antes o apoiava foi até meu rosto, acariciando-o somente com a ponta dos dedos. As caricias deslizaram trilhando por meu pescoço e parando em meu mamilo. O apertou, causando-me um arrepio que os deixou ainda mais rígidos.
Ficou então a movimentá-los ali, excitando-me a cada vez que os deslocava. Sua boca resolveu atuar novamente, chupando meu pescoço, deixando marcas vermelhas que sumiriam em alguns minutos. Também mordia-me com força limitada as vezes, recebendo baixos gemidos da minha parte. Sua boca desceu até chegar ao meu outro mamilo, e o beijou rapidamente, provocando em mim mais arrepios.
Percebi que quase tudo o que fazia, procurava manter o contato visual. De alguma forma com isto conseguia me deixar ainda mais envergonhado.
Sua mão parou com os movimentos, e lentamente se arrastou até meu baixo ventre apertando levemente meu membro sobre a calça. Serrei os olhos e gemi baixo, ainda não conseguia processar que estava fazendo aquilo... Com ele.
– Pare. – Falei baixo. Como já me encarava, formou em seu rosto apenas um semblante confuso.
– Por quê? – Perguntou em um tom forte. Bem, eu não tinha um motivo especifico... Queria somente poder pensar melhor antes de fazê-lo.
– Por que... Err... – Aproximou-se do meu ouvido.
– Não se preocupe... – Assoprou. – Você vai gostar. – Mordeu o lóbulo da minha orelha.
Não consegui mais expressar nenhum tipo de desaprovação, aliás, eu era quem mais ansiava por aquilo, por aqueles atos luxuriosos com ele.
Abriu o botão da minha calça, e levou a mão para dentro dela, tocando e masturbando meu membro. A sensação de seus dedos quentes proporcionando-me tanta excitação era extasiante, e mal podia conter os gemidos cada vez mais altos.
– Ahhh! – Urrei, despejando em seus dedos meu liquido morno e esbranquiçado. Ofegava, meu corpo antes molhado pela chuva era enxuto pelo calor, e novamente umedecido pelo suor.
Ainda sobre efeito do orgasmo, retirou a minha e a sua calça juntamente a peça intima, levando o dedo lubrificado pelo sêmen até minha entrada, penetrando-a.
– Arg... – Lamentei abafadamente, contraído pela dor. Adicionou mais um dedo, somando dois, recebendo outro gemido. Após alguns segundos pude sentir o incomodo se apaziguar, e um prazer invadir-me. Percebendo isto começou com os movimentos circulares na estreita passagem, procurando ir mais fundo nesta. Permaneceu assim por mais um tempo, até parar com eles.
– Own. – Gemi com apatia quando retirou os invasores do meu interior, e com seu membro já acessível, levou-o até meu orifício, penetrando com cuidado.
– AHH! – Joguei a cabeça para trás, arqueando as costas em um gemido alto. Seu membro espesso contribuía com a dor que me envolvia e que logo mais se transformou em uma sensação imensamente boa. Impulsionou o quadril para frente, penetrando mais fundo, depois se retirando completamente, novamente invadindo-me. Investia em movimentos fortes e precisos, e as estocadas se faziam cada vez mais profundas, atingindo o ponto mais prazeroso e lá tocando freqüentemente. Sua mão voltou a me masturbar depois que me posicionou de quatro para ter mais acesso em meu corpo. Na mesma proporção que me atingia naquele ponto, também movia a mão, e logo senti algo, seria o ápice, o limite do prazer que sentia, então gozei em sua mão, e ele dentro de mim. Preenchendo-me.
– MAAAT!!! – Praticamente gritei seu nome, e cai exausto no chão. Seu corpo também, se projetando ao meu lado. Ambos arfávamos, e meu peito assim como o seu subia e descia rapidamente pela busca de ar.
– E ai Near? Conseguiu sentir... Aquelas coisas novamente? – Perguntou entre pausas.
– A-acho que sim... –
– Se você só acha... Terei que fazer de novo uma hora dessas não é? – Gargalhou quase inaudível. – Só assim vai sentir o mesmo que eu. –
– Matt... – O chamei.
– hum? –
– Isso é só... Para nos vingarmos de Mello? –
– Não... É também pra saber se sentimos mais prazer juntos do que com ele. –
– E qual a sua opinião? – A minha já estava formada... Matt era realmente a causa de um prazer superior aquela.
– Agora foi... Diferente... Foi... Indescritível! – Pelo menos o mesmo conceito.
– O que faremos de agora em diante? – Sim... Não sei como agirei depois disso. Continuaríamos a ser apenas amigos? Seriamos amantes encobertos por uma ‘inocência’ comum?
– Faremos o esperado. Seremos duas pessoas, dois rivais, dois amigos. – Pausou. – Apenas de fachada... – Então realmente é a segunda opção.
– Mas... E ‘ele’? Esqueceu que somos namoradinhos? – Ironizei a última palavra.
– Se eram... Não são mais. – Abraçou-me – Tentarei como sempre interrompe-los... Então não deixarei que ele o toque com segundas intenções! –
– E... Porque não? – Ri sarcasticamente.
– Porque você é meu a partir de agora. – Corei, sorrindo de canto.
– Só que ainda não amamos a loira, Matt? –
– Não. –
– Por? –questionei interessado. Virou o rosto para fim, roçando os lábios em meu ouvido, murmurando.
– Eu já tenho você. – Por mais que aquilo soasse mais egoísta do que as atitudes de Mello, era a realidade agora. Era nosso pecado. E nada mudará isso... Pelo menos espero.
Me ajustei, vesti minhas calças e minha camisa, lhe devolvendo o colete que tinha me emprestado. Também tratou de recompor sua imagem, vestiu o colete e o resto das roupas que havia jogado do outro lado do cômodo. Permanecemos ali por mais um tempo, pois ainda chovia forte, e não víamos motivos para voltar agora. Continuou a fumar seus cigarros, e depois de umas horas conversando, retornamos para o casarão... Somente como bons amigos.
Pov Mello ~
Até agora permaneci imóvel... Somente vegetando em meu quarto com uma barra de chocolate ao leite nas mãos, degustando aquela maravilha aos poucos antes de devorar a próxima, depois a próxima... Realmente não sei como não engordo.
Mas mudando de assunto.
Near... Por que agiu daquele jeito? Quer dizer, até agora tinha certeza de que o rato branco de laboratório praticamente morreria por mim... Será que morreria? Mas bem... Até agora ele sentia vontade de estar comigo, de ser tocado por mim. Não é atoa que fez TUDO aquilo não é? Então por que está assim? Mesmo sabendo que foi por causa do Matt, isso n-u-n-c-a vai me convencer, porque desde quando um beijinho daqueles muda tudo o que sente por mim? Pode até ser verdade, mas então quero uma explicação pra isso... O branquelo é tão... Repugnante que troca de homem assim tão rapidamente?
– Sem problemas... – Falei para mim mesmo de boca cheia. – Se caso estiverem me traindo um com o outro... Vão saber QUEM é a loira! –
E iam mesmo, não sei como... Mas isso não me preocupa, aliás, sempre faço as coisas sem pensar, sem medir as conseqüências, sem me consentir das reações. Não é por motivo qualquer que sempre estou na sala do Roger levando sermão, é simplesmente pela minha personalidade explosiva e arrogante, estúpida, nojenta... E várias outras palavras que me definem com tanta precisão.
Então penso que, se descobrir de algo, e SE esse algo existe não é? Vou acabar fazendo uma merda, talvez uma das maiores eu já fiz ou vou fazer na vida... Pois ser traído não faz muito meu tipo... Muito menos ser traído pelos dois ao mesmo tempo. Não sou lá uma pessoa tão ruim assim, que deva ser punido com uma traição. Eu nunca trairia alguém! Eu apenas divido meu amor entre dois garotos oras. O que tem de mais nisso? Eu não vejo problema algum.
– Mas bem... Vou procurar o Matt... Quem sabe não acabo me divertindo um pouco? – Pois é, quem sabe? Além do mais... Tenho que começar a colocar meu plano em prática.
Encontrei-me numa busca desesperada pelo ruivo, que não achava em canto algum, e pra variar, o branquelo também não estava por ai, nem mesmo na sala de brinquedos. O único lugar no qual podiam estar agora era no quarto de Near. Não podiam estar no jardim, nem no refeitório... Nessa conclusão, marchei até o quarto do fantasma, abri com força a pobre porta de madeira com um chute, voadora pra ser mais exato. E... Que cena maravilhosa... Sim, eu os encontrei, e estavam lá, se agarrando quase engolindo um ao outro. Minha reação? A PIOR de todas, e a menos provável. Fiquei simplesmente parado, os observando. Eles olharam pra mim como se tivessem visto uma assombração... Bem, não que eu não seja uma...
– Então... – Falei tranquilamente. Por fora... Porque por dentro estava prestes a matá-los.
Pov Matt ~
Eu não estava acreditando nos meus olhos. Não conseguia. Mas Mello realmente estava lá, parado, nos fitando com aquela cara assassina. Sabia que eu e Near estávamos prestes a conhecer um loiro que nunca tínhamos visto antes...
– Mello... – Sussurrei extremamente baixo. Fazer o que né? A merda já está feita.
Ele rapidamente saiu do quarto, nos deixando ilesos. ILESOS?! NUNCA! Ele ainda ira fazer alguma coisa... Sinto isso.
– Matt, o que vamos fazer? – Perguntou Near, tão desesperado quanto eu, e arrependido por ter me beijado justo naquela hora.
– Eu... Não tenho a mínima idéia. –
Mello novamente nos surpreendeu com sua aparição. Entrou no quarto trazendo consigo uma aura muito tensa. Eu disse MUITO tensa... Ele segurava em uma das mãos uma garrafa de plástico vazia, como aquelas que usamos para jogar verd...
– Prestem atenção. – Cortou-me dos pensamentos com uma voz aparentemente calma. Trancou a porta, ficando com as costas apoiada nesta, novamente nos observou sentados no chão. – Vamos resolver isso do jeito que começamos. – Disse apontando com a outra mão para a garrafa. – Tudo bem pra vocês? –
Bem o cacete! Primeiro. Ele é o demônio em pessoa. Segundo. Está calmo... CALMO! Terceiro. O que ele pretende fazendo isso tudo?
Senti um arrepio me percorrer todo o corpo, engoli seco enquanto olhava às vezes Near de canto, e como esperado... Estava ‘tranqüilo’.
– O que vai fazer? – Perguntei a Mello, aliás, ainda não disse o que queria.
– Eu já disse... Vamos resolver isso do jeito que começamos. – Veio até nós e se sentou a nossa frente, formando agora um circulo. Acho que estou entendendo agora... Quer que joguemos verdade ou conseqüência não é mesmo?
Notas finais
O que acham que acontece agora??
ta, quero que mandem suas opiniões, e tipo...
eu tenho uma ideia pro final, mais se caso alguém aqui
quiser sugerir alguma coisa, as vezes eu até mudo de idéia.
Entãaaaao... MANDEM SUAS IDÉIAS !!!!!!!!!!!
hehe
gostaram?
Bem, espero que sim ♥
aliás, VO recomendar essa fic http://www.fanfiction.com.br/historia/166989/Life_Note
vo ajudar um pouquinho a Camille-san nela, e é MUUUUITO boa a história. se quiserem dêem uma lida ta??
Bejo bejo, QUERO MINHAS REVIEWS!
até o próximo meus gostosos! (Espero que tenha gostado Dal-chan xD)
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