Inacusável
12 Os Três
Notas iniciais
Poxa... foi tão bom escrever essa fic pra vocês meu gostosos!
apesar de não ser lá muito boa como muitas outras (fato u.u)
gostei, pq passou dos 70 reviews, e eu realmente não esperava isso... EU AMO VOCÊS !!!
bem, agradecer aqui née? (again)
Kah-chan... (que sumiu) Miuki-chan (que começou a ler a pouco tempo... LINDA, brigada por ler aqui) Ikka-chan (que sempre ta aqui, mandando comentarios liindos) Yumi-chan (continua fiel aqui xD Te adoroo *O*) Bj-chan (com a Milla-chan, aquela perva gostosa x3) Yamamoto-san (que chegou quase agora, mais já amo também o/) Dal-chan... ( AAAAAH nem comento aquela fofosa, reviews lindissimas) Mich-chan (acompanha desde o comecinho, e também escreve pracaramba! nhaa) Luh-chan (que ficava iper feliz nos cap de lemon x3) Camille-san ( QUE É MINHA FOFOSA! me gusta !) Moro-chan (que só apareceu uma vez Y.Y mais obrigada moça!!) Yume-chan (Aiii, adoro as reviews *enfeitadas* dela.. OWN OWN ~)Isabela-chan (QUE SUMIIIU!! mais deixou muuuitas reviews bem maravilwanderful) Evelyn-chan.. (ela sumiu... mais deixou sempre os coments, BRIGADAA) e Tanoshi-san (que mandou o primeiro review, depois não mandou mais... AH MAIS BRIGADA MEU! mesmo mesmo ~) Enfim.. BRIGAAAADA a quem acompanhou, meus leitores liiiiiindos ! (e aos fantasmas também u.u)
Pov Matt ~
Pois é, acho que é mesmo. Mas... O que vai ganhar com isso? Não é bem mais fácil nos espancar e sair por ‘cima’? Bem, não sei... Desconheço tudo o que se passa naquela cabeça. E como é assim, já tem a minha cooperação... Vamos lá né, só falta o Near decidir se vai ou não jogar.
Mello girou a garrafa, e esta parou com a boca virada para mim, e o fundo para o loiro. Putz, que sorte ein?
– E-então... Verdade ou conseqüência? – Perguntei com a voz baixa.
– Verdade. –
– Hum... Porque está, fazendo isso? – Que pergunta mais... Estúpida pra se fazer nessa hora não?
– Porque amo vocês dois. –
– COMO ASSIM!!!!? – Gritei. Sei que estava agora mesmo agarrando seu namoradinho, e que ele tinha sido TOTALMENTE MEU, mais não tem o direito de dizer algo assim... Nos ama? Que idiotice!
– A gente precisa responder com sinceridade... Foi o que fiz certo? – Respondeu. Oras! Aonde quer chegar com isso tudo?
Novamente girou a garrafa, e esta parou com a boca em Near e o fundo em mim.
– V-verdade ou conseqüência? – Então parece que aceitou mesmo participar da brincadeira...
– Verdade. – Respondi com firmeza.
– Acredita no que ele diz? –
– Não. – Respondi frio, enfatizando a palavra.
O loiro lançou novamente um olhar assassino sobre mim, que continuei com a expressão ‘calma’ e convicta.
Dessa vez fui eu quem teve a ‘honra’ de girar a maldita garrafa. E a vi parar com a boca em Mello e o fundo apontado para Near. Ah... Pobrezinho!
– Verdade ou conseqüência? – Lhe perguntou.
– Conseqüência. – O QUE?!! Near tá ficando louco é?
– Beije Matt, como faziam quando cheguei aqui. – Por um motivo totalmente desconhecido ordenou, e por outro motivo ainda mais desconhecido ainda, Near não cumpriu e ficou somente olhando para o loiro.
– VAMOS! ANDE LOGO COM ISSO! – Incentivou-o novamente, mas não adiantou. Sua voz gritava meio tremula, e sua expressão era de... Dar dó.
– Near? – Falei baixo. Agora nem mesmo eu o entendia. – O que foi? –
– Eu... Não farei o que ele quer. –
– E porque não? –
– Por que... Ele não merece. – Disse sem tirar os olhos do outro. Passei a observá-lo também e percebi que cerrava os punhos e nos olhava de um modo que não conseguia definir, não mesmo.
– N-não merece? Para com isso... É só... Um jogo não é mesmo? Não é assim que vocês pensam? Não é com essa lógica que vocês agem? – Falou de cabeça baixa. Por um segundo, talvez... Eu me senti horrível.
Talvez meu modo de pensar, minhas ações... Tenham sido piores que qualquer coisa que ele havia feito conosco. Por que estou pensando assim? É simples não é? Por mais que eu e Near nos tocássemos, nos beijássemos nunca nos amaríamos... E é por isso que aquelas palavras nunca saíram das nossas gargantas... ‘Eu te amo’, nunca foi dito para o outro. Isso me diz que somos tão imundos quanto Mello.
Pov Near ~
É certo que o que fiz até agora não foi nada honesto, me envolver com Mello, depois com Matt, os confundindo... Não é certo. Mas quem foi que disse que há um certo ou errado para nós?
– Mello, Matt... – Os chamei calmamente. – Que tal... Um ‘acordo’? –
– Acordo? – Disseram em coro.
– Somos ambos garotos... E chegamos até aqui por essas coisas incertas não é? Nenhum de nós se deu bem em par com o outro, então só nos resta experimentar a última alternativa. – Pareciam compreender. Percebi por seus olhos arregalados e a expressão de espanto. – Ou nos entendemos ‘juntos’ ou nos separamos de vez. –
Eles se entreolharam, depois voltaras à atenção para mim novamente.
– Está propondo a nós... Que... Os três... Er. – Tentava indagar Matt, que quase não pronunciava as palavras claramente.
– Sim Matt, não é a única saída? –
– Por mim tudo bem... – Concordou Mello. Claro que estaria tudo bem pra ele, aliás, nos usou ao mesmo tempo né? Não teria objeção alguma.
– Ótimo. – Aceitei. – O que acha Matt? – Arqueei uma sobrancelha.
– Eu não acho certo... Afinal! As pessoas foram feitas para terem somenteumparceiro e não... Dois. –
– Se é assim que pensa... Olha só pra gente... Somos três homens... Vai ter problema? Já cometemos pecados demais não é mesmo? Não vai fazer diferença alguma. – Ainda sentados no chão, me estiquei e beijei sua face. – E então? – Propus novamente. Ele nada disse ou respondeu, lançou apenas um olhar de ‘ainda acho isso uma loucura!’. Estranho não é? Foi ele quem deu as idéias absurdas até agora.
– Pois bem... – Falei me aproximando de Mello e Ajoelhando entre suas pernas, apoiando as mãos em suas coxas, levando os lábios em seu queixo, beijando ali. – Como só nós concordamos... Acho que seremos apenas dois. — Provoquei Matt novamente, levando os braços em volta do pescoço do loiro, que permanecia imóvel. De fato sabia que era tudo uma artimanha pra trazer Matt pro ‘nosso lado’.
O ruivo apertou os olhos e veio até nós, segurando-me firme por trás, no intuito de me arrancar de perto do outro. Só me fez grudar ainda mais no pescoço de Mello, mas dessa vez o mesmo também agiu, segurando firme o pulso de Matt e trazendo-o para mais perto, prensando-me entre seus corpos.
Estávamos tão perto um do outro que as respirações pareciam uma, e o calor parecia se misturar igualmente. Era muito... Aconchegante.
– E ai Matt? – Perguntou Mello sarcasticamente. – Vai formar nosso triangulo amoroso ou não? –
– Acha que eu deixaria Near com você, sozinho? –
– Nossa. Esses dias você se engalfinharia com o cabrito por mim, não imaginava que acabaríamos assim... –
– Pois acabou! –
Depois da discuçãozinha entre as moças, ambos me encararam ainda na mesma posição de antes, como se perguntassem: ‘E você?! Vai ficar ai prado?!’
– O que foi? – Perguntei erguendo as mãos, demonstrando dúvida. Nisso Matt me puxou, tirando-me de cima do loiro.
– Tá certo então... Hoje ele é MEU! –
– O INFERNO QUE É SEU! Vocês estavam juntos até agora, fazendo SEI LÁ O QUE! –
– Mas é meu oras! E pronto! –
– Parem! – Gritei.
– CALA A BOCA! – As vozes malignas se alternaram, conspirando contra minha pureza e ingenuidade... Nossa?
– Já chega! – Me secaram. – Que tal se hoje eu fosse... Dos dois? – Estampei meu olhar mais malicioso sobre os dois, que pareciam animados e indignados com a proposta.
– Dos dois? – Perguntou Mello entre um grito de espanto.
– É. – Respondi. – Se é pra sermos um ‘triangulo’, que sejamos em T-O-D-O-S os aspectos... Até... –
– Já saquei... Não precisa desenhar pra mim não. –
– Eu... Gostei da idéia. – Disse Matt se conformando com a decisão... Agora ele que concordava é? – Mas já vou avisando, vê se não se arrepende depois Near. –
– E EU já vou avisando também. De jeito nenhum eu faço papel de uke... – Resmungou Mello.
– Tá bem! – Acabei novamente com a ‘discutição’ – Infelizmente... – Ironizei. – Eu fico... Por baixo. – Assim como eles, eu não acreditava que aquilo tinha saído da minha garganta... Pois é, ultimamente eu não tenho sido muito, er, como eu digo...ONear.
– Então... – Mello tirou-me dos braços do ruivo, me abraçando de modo nada carinhoso. – Que tal começarmos a diversão branquelo? – Ignorou o outro.
Segurou meu queixo com os dedos, e beijou-me calorosamente explorando minha boca com a língua e vez ou outra mordendo meus lábios.
Como meus olhos permaneciam fechados, senti apenas o ruivo também se aproximar, envolvendo-me por trás, levando suas mãos a desabotoar minha camisa, e abaixando-a, deixando parte do meu tronco a amostra. Passou a distribuir beijos e mordidas em meus ombros desnudos, descendo por meu corpo, dando atenção ao meu tórax.
Mello sem desconectar o ósculo, inclinou-se para cima de mim, senti minhas costas se chocarem contra o chão e rapidamente se separou e encarou meus olhos. Com certeza eu estava vermelho, tanto por causa da vergonha quanto por falta de ar...
Tomou agora meu pescoço, chupando-o e deixando ali várias marcas bem visíveis, que permaneceriam por um bom tempo na minha pele alva.
O ruivo agilmente desabotoou minha calça e a retirou junto à cueca, deixando-me praticamente nu, coberto apenas pela camisa que estava parcialmente retirada. Então passou a desfrutar visualmente das minhas ‘curvas’, fazendo-me se sentir um almoço de dois animais famintos... Pois é, é o que parecia.
Após me comer com os olhos, abocanhou minha glande, começando os movimentos de vai e ver devagar, intensificando cada vez mais.
Mello novamente me beijou, e com toda aquela ‘estimulação’, o orgasmo parecia vir mais depressa ainda.
– AHHHHHHHHHHHHHH! – Gemi, despejando o liquido na boca do ruivo, que o engoliu e colocou um grande sorriso malicioso na cara.
Levantou o tronco e chegou mais perto do meu rosto, empurrando o loiro, que o xingou, mas não consegui ouvir do que... Aliás, eu ainda estava extasiado pela sensação do orgasmo.
Era Matt quem me beijava agora. Mordia minha língua na mesma proporção em que a degustava.
O outro, agilmente levou o indicador até minha entrada, penetrando ali sem breve aviso, arrancando um gemido da minha parte, quase imperceptível por causa do beijo.
Adicionou mais um dedo, e começou a movimentá-los com dificuldade no local apertado. Não conseguia mais conter os gemidos, e nem tentava já que estava totalmente entregue.
Matt a par da minha situação (aliás, eu mal respirava) se separou do meu rosto, nos interligando apenas por um filete de saliva, que se desfez quando o mesmo se ajoelhou sobre meu peito e tirou a roupa.
Nisto Mello retirou os dedos, e mordeu a parte interior da minha coxa. Gemi tanto de dor quanto em desaprovação é claro. Também tratou de se livrar das roupas, que pareciam um incômodo, principalmente a parte de baixo, que aparentemente torturava seu membro já desperto. Ficou apenas com a Box azul escura, foi o que percebi antes do ruivo virar-me de bruços e posicionar-me de quatro.
Roçou seu membro em minha entrada e penetrou de uma só vez. Gemi tão alto que seria difícil alguém no corredor não ter ouvido. Não podia ser mais gentil não seu maldito?
Mello só nos observava, parecia se deliciar com a cena de Matt me... Ah! Vocês sabem! E com os olhos trasbordando malicia, levou uma das mãos em seu próprio membro por baixo da peça de roupa, começando a se masturbar. Fiquei aproveitando aquela imagem, enquanto tentava me manter são.
Estiquei uma das mãos, tocando seu membro por cima da cueca, e visei seus olhos.
– Hm? – Ah, ele entendeu o que eu quero né?
Assenti com a cabeça tirando lentamente e com dificuldade a peça de roupa que ele vestia.
Matt continuava estocando-me com força, e agora tocava onde mais sentia prazer. Eu masturbava Mello, que gemia e logo gozou em minha mão
– AAARG... – Gemi, chegando ao ápice, assim como Matt preenchendo minha entrada.
Cai inerte e sem fôlego no chão, aliviado. O alivio que desapareceu quando me deparei com Mello se posicionando detrás do meu corpo, penetrando-me devagar. Gemi baixo, se é que ainda tinha força e disposição pra isso... Ele se movia rapidamente dentro de mim, arfando devido ao ‘cansaço’. O ruivo em vez de apenas observar, levou a mão até meu membro, apertando-o levemente, fazendo movimentos lentos com esta. Eu mal tinha consciência, apenas gemia e nada mais.
–AAAAAH! – Urrei, despejando pela terceira vez meu sêmen. Logo em seguida Mello fez o mesmo, e ambos despencamos DEFINITIVAMENTE tentando amenizar a respiração, se é que ela existia.
Pov Mello ~
Era uma pena que o pivete já estava no limite... Por mim duraria por mais um bom tempo.
– Que tal? – Disse Matt num riso. – Foi realmente muito bom. –
– Sim... Foi. – Observamos Near, que já havia caído no sono ali mesmo, ou desmaiado né? Quem sabe.
Dia seguinte
Depois daquela noite, agimos normalmente, tirando o fato de que vez ou outra estávamos os três juntos, o que não era muito comum de se ver. Permanecíamos assim agora, conversando animadamente sob aquela árvore de sempre no jardim da Wammy’s House.
– Ah é... Mello! – Matt falou.
– Que foi garoto chaminé? – Apelidinho pelo fato de estar fumando...
Nossa que nome mais idiota.
– Lembra daquela vez que Near correu lá pra dentro e você foi atrás dele? – Sim, me lembro bem... Foi quando tudo começou.
– O que tem? –
– Queria saber o que aconteceu naquele dia... – Curioso... Eu definitivamente não vou contar, simplesmente não quero satisfazê-lo.
– Não conto... –
– Near. O que aconteceu naquele dia? – Ignorou-me, maldito! Porque Near tem sempre que contar tudo a ele sem mentir? Pirralho idiota.
– Me declarei pro Mello. –
– AH! Então por isso que ele estava com aquela cara de merda, lutando para que eu não percebesse o motivo... –
– É. – Respondeu.
Pov Matt ~
Talvez tudo o que nos aconteceu até agora, tenha sido obra do destino. Ou não né? Afinal, era por isso que nenhum nunca se dava bem com o outro, no final se tratava de somente ficarmos os três juntos... Eu ein.
Mas... Qual é o problema? É somente uma diversão certo?
– Aliás, Mello... – O chamei.
– Que foi agora? – Olhei para Near, voltando à atenção para o loiro.
– Você conhece o quartinho que tem escondido aqui no jardim? –
– Não... Por quê? –
– Que tal ir lá? Tipo espiar... –
– Por mim... – Near sorriu pervertidamente... Assim como também o fiz.
E nem conto o que aconteceu lá dentro de novo...
Apenas digo que repetimos mais uma dose daquele novo vicio. Provaríamos sempre daquele sentimento prazeroso, sujo, indecente, impuro... Mas sobre tudo...
Inacusável.
Notas finais
E aii? o que acharam da fic???
Bem, a Ikka-chan me propos... err (será que eu conto?)
ta certo, ela disse pro Mello mandar todo mundo pro inferno *literalmente, com tiros na cabeça* eu pensei muito bem na proposta e tal... mais dai pensei de novo
VO FAZER MEUS PERVINHOS FELIZES. dai puis esse lemon que não acredito ter ficado bom u.u
Desculpen o/
Enfim...
EU AMO VOCÊS AMO VOCÊS AMO DEMAIS VOCÊS!
Adorei receber C-A-D-A reviewzinha maraveleozéssema!
vocês são fod*s!!!!
É isso... Y.Y Y.Y Y.Y Y.Y
Até a próxima fanfic quem sabe né?
MIIIIIIIIL BEIJOS ♥ ♥
*volta para o porão* (o detalhe do porão....)
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