Inacusável
10 Totalmente Inacusável
Notas iniciais
tudo certo com vocês meus lindos, gostosos, fofosos.... (frescura)
Bem, prometi um capitulo mais quente não é?
ENTÃAAO!!!
ta aqui ^^
Capitulo maior née? hehe *orgulhosa*
só não comecem a me bater antes de chegar no final...
E não me batam quaando chegarem no final xD
(já vi que hj eu apanho da Camille-chan) D:
hehe
É isso, e aliás... as reviews diminuiram né? *risca o facão no chão*
EU QUEEEERO MAAAIS COMENTÁRIOS DE VOCÊS SEUS FANTASMAS COZIDOS!!
rumpf...
Enjoy ~ (aii, primera vez que uso esse enjoy aqui) *emocionada*
Por Matt ~
Repetimos tanto aquilo que nem conseguia dizer o número exato. Provamos daquela dose diversas vezes, sempre aprofundando mais, mais... E mais aquelas sensações. Chegou uma hora em que nossos lábios doíam de tanto promover o ósculo tão inocente, tão inevitável, tão... Confuso e desconhecido.
– Near... – O chamei quando novamente paramos o beijo.
– Que? –
– Seria ótimo se isso acontecesse mais vezes não é? –
– O que está tentando dizer? –
– Nada de mais ou surpreendente. Só uma diversão atoa... Como aquele jogo, verdade ou conseqüência. – Era realmente o que parecia, nada mais do que uma brincadeira para passar o tempo.
– Mas você sabe tão bem quanto eu que tem de ser cuidadoso quanto a isso. –
– Eu sei... Não tem como sair da brincadeira depois de se girar a garrafa... E não sabemos em quem ela vai parar... Só sabemos que uma hora será nossa vez, e estaremos encrencados certo? –
– Sim... – Concordou com a cabeça.
– Mas por enquanto vamos somente desfrutar do jogo, sem preocupações. -
– Mas temos um problema... – E qual seria a objeção? É suficiente para nos parar agora? – O Mello. –
– Entendo... Mas que tal? Assim como ele é egoísta conosco, seremos com ele. – Pois Mello não havia se ‘desculpado’ por ser egoísta comigo e com Near... Tinha apenas me lembrado de que ainda era e é assim. – Afinal... Ele também pode participar da brincadeira. – Sorri animadamente, colocando o dedo em frente à boca, como se pedisse silencio. – Só que ele não precisa saber, não é? – Sorriu de volta, um sorriso pequeno e afiado, que se desfez junto a sua animação.
– Mas Matt... Eu ainda não entendo o porquê você está fazendo isso. Quer dizer... Até agora você sempre disse gostar muito dele. –
– Sabe Near... Nem tudo é o que parece ser. Às vezes, por causa de um sentimento por alguém, esquecemos o quão mal ela nos faz... Agride nossa sanidade e nos transforma em pessoas cegas. –
– Está falando que o Mello... –
– Sim. Esse amor por ele me adoeceu, e até mesmo fez-me esquecer que você era meu amigo. –
– Então, acho que ele merece um pouco do que vamos fazer. –
– Não. – Olhou-me curioso. – Ele merece isso que estamos fazendo. – Lhe dei um rápido selinho, e fui retribuído com seu sorriso.
– Acho que sim. – Sorriu doce.
Confesso que... Até agora amei muito aquele garoto áspero, cínico, descarado... Não posso dizer que não sinto mais nada por ele, pois seria mentira. Mas nada me impede de ser como ele, de jogar sujo, fazer os outros de bobo... Foi isso que fez comigo e com Near não é? Afeiçoar-se a nós dois ao mesmo tempo, desejar nós dois... Pelas costas um do outro. Agora é minha, quer dizer, nossa vez... Creio que não estou sendo rude ou estúpido. Estou somente participando da sua brincadeira cruel.
Pov Mello ~
Ah Near...
– Não o vi até agora... E olha que já é quase hora do almoço... Talvez eu deva ir até seu quarto e ver se está se sentindo bem. –
Sai do meu quarto, indo em direção ao seu. Toque a maçaneta para invadir o cômodo, mas uma mão tocou-me o ombro, impedindo que eu continuasse. Era Roger, com um semblante um tanto irritado.
– Mello, precisamos conversar agora. – Já vi que soube de mais um podre meu. – Vá para minha sala e me espere lá. – Dessa vez não iria desobedecê-lo... Pois é, minha ficha já está bem suja aqui, então o melhor a fazer é ouvi-lo.
Soltei a maçaneta da porta, e fui para a sala do velho, caminhando em passos lentos e nem um pouco apressados. Cheguei e abri a porta, entrando. Não demorou para chegar lá também, e quando apareceu, foi direto para sua cadeira. Sua expressão impaciente já começava a me preocupar... Como todas as vezes que estava incomodado, entrelaçou os dedos e apoiou o queixo sobre as mãos juntas. Mal sinal...
– Mello... – Engoli seco. – Ontem você estava no jardim certo? O que fazia? –
– Oras! O que alguém como eu faria? Estava me divertindo é claro! –
– E essa diversão por um acaso envolvia uma brincadeira suja chamada verdade ou conseqüência? –
– Bem, um pouquinho. – Adocei a voz. Talvez sentisse pena...
– Pois bem... Fique sabendo sobre algumas coisas que aconteceram naquela roda, e gostaria de saber sua opinião sobre elas... – Agora eu estava feito... Iria ter que dizer ao velho que aquilo tinha sido muito dahora? CLARO QUE NÃO! Ia mentir, mentir e mentir mais um pouco.
Fiquei lá com o velho, ouvindo aquele sermão que chegava aos meus ouvidos como ruídos que me matava aos poucos. Mas antes que eu falecesse, ele terminou.
– É isso Mello, pode sair agora... Espero que tenha compreendido. –
– Sim... – Sai devagar para não parecer muito ansioso em fugir dali o mais rápido possível, mas quando deixei a sala, só me faltou gritar de alegria, mas guardaria essa alegria pra outra hora.
Agora voltaria ao ponto onde havia parado, a porta do Near. Fui até ela e a abri, lá estava o pivete com um robô nas mãos, sentado no tapete ao meio do quarto.
– Oi – Falei.
– Oi... – Respondeu baixo. – Onde estava? –
– Na sala do Roger... Mais broncas. –
– Sei. – Já to sabendo que ele é de falar pouco e tudo mais, só que ultimamente ele estava bem ‘barulhento’, então é meio estranho que aja assim agora. Ah, parece até que está se afastando cada vez mais de mim, nem o reconheço mais!
– Você está estranho. O que aconteceu? – Claro que aconteceu Mello, seu burro! O beijo dele com o Matt. Esse é o problema.
– É impressão sua. – Garoto idiota! Como consegue ser assim, mesmo depois de tudo ‘aquilo’ entre a gente?
Bati a porta com força e fui até ele, pegando aquele robô de sua mão e lançando-o longe. Mania estranha essa de jogar as coisas longe. Ele me encarou, questionando o que tinha sido aquilo, então puxei seu rosto e lhe dei um beijo. Talvez com isso ele se ESQUECESSE do outro que tinha ganhado do Matt. Recuei indignado. Ele havia correspondido, mas aquele não era o beijo quente do Near, não era aquele beijo excitante que já tínhamos experimentado juntos... Eu não sabia que tipo de toque era aquele, não sabia mais, só que eu não desistiria... Eu queria trazer meu branquelo de volta a qualquer custo.
Gentilmente o peguei pelas mãos e o levantei do chão, deixando seu corpo defronte ao meu, a poucos centímetros. Projetei meus braços ao redor de seu tronco e aproximei meu rosto do seu, roçando meus lábios em sua boca entreaberta. Conduzi seu corpo lentamente até a parede, encostando suas costas nela, fazendo então sua coluna deslizar até que se sentasse novamente com os joelhos dobrados e pouco afastados um do outro.
Ele não estava se negando, então acho que era só impressão minha em achá-lo estranho. Talvez ele estivesse assim por causa da saúde frágil, humor, ou qualquer coisa do gênero. O alivio me libertou daqueles pensamentos ruins, e começava a convencer-me de que o meu Near estava somente agindo naturalmente.
Desci até seu pescoço, beijando-o e mordiscando a pele alva. Uma de minhas mãos entraram por debaixo de sua camisa, acariciando seu mamilo com a ponta dos dedos, vendo-o se arrepiar. Minha outra mão desceu até o interior de sua coxa, apertando de leve a carne, ouvindo um baixo gemido sair de sua boca, formando um sorriso perverso na minha. A mesma mão desabotoou fuá calça, e a retirou. Ah! Como ele ficava lindo coberto somente por essa camisa branca!
– Pare Mello. — O QUE?! Vai desistir agora pivete? Logo agora que estava ficando divertido?
– Me de um bom motivo pra parar. –
– Eu... Não quero. –
– Como não quer? Não é o que me pareceu até agora! –
– Só pare... Por favor. – Suspirei. Aquilo era muito repentino vindo dele... Estava gostando até agora, então porque quis parar assim do nada? Ah! Vai entender o que se passa nessa cabecinha dele...
– Certo. – O soltei, o que faria? O forçaria a fazer aquilo? Claro que não.
Levantei-me e andei até a porta, saindo do quarto sem dizer nem mais uma palavra, o deixando lá. Afinal... O que eu posso fazer se ele está assim? Bem... Tenho algo em mente, mas colocarei em prática mais tarde.
Pov Near ~
Ainda bem, ele saiu... Eu realmente quase me deixei levar, mas consegui pará-lo antes que terminássemos aquilo. Sem duvidas eu não queria intervir, afinal eu o amo não é? Mas hesitei naquele momento porque me lembrei do que aconteceu aqui há alguns minutos atrás com Matt, antes do Mello chegar. Não imaginava que esse tipo de coisa fosse atrapalhar minha relação com Mello, mas vejo que interferiu... Só não sei o porquê de uma coisa tão boba assim ter nos atrapalhado.
Lembrei-me de que estava quase nu, então tratei de vestir a peça que faltava e fui até o outro canto do quarto ver se meu robô ainda estava intacto, e para minha felicidade estava. Aquele nervosinho não entende que meus brinquedos são como seus chocolates?
Como mais cedo, ainda chovia e trovejava forte. Percebi também que tinha perdido o almoço por ter ficado aqui até agora. Droga... Pior que eu estava com fome, e sabe que os chocolates dele cairiam muito bem agora?
– O que eu vou fazer então? – Com o estomago roncando, e aparentemente sem nada interessante pra fazer... Não queria montar nenhum quebra-cabeça nem construir coisas com legos. Meus bonecos seriam ainda mais inúteis, e este robô... Perdeu toda a graça.
– Tédio é mesmo algo horrível de se sentir... – E era mesmo. Até agora eu tinha muita coisa para me entreter, mas por um momento tudo se tornou tão monótono e chato... Ah! Lembrei-me de algo, um lugar, que eu nunca havia ido... Era um quartinho que a porta ficava escondida no jardim entre as árvores. Uma vez ouvi dizerem que lá tinha apenas móveis e coisas velhas, e que era um local escuro e tenso. Talvez fosse interessante ir neste tal lugar de energia sinistra...
Desci as escadas, e sai do casarão. Como ainda chovia bem forte, me apressei em chegar a tal porta. Passei por alguns arbustos que acabaram molhando mais minhas roupas, no fim... Todo cuidado para não se molhar foi em vão... Estava encharcado. Entrei rapidamente pela porta para que ninguém percebesse minha presença ali.
– QUEM ESTÁ AI?! – Gritou a voz, assustando-me. – SE DISSER QUE ME VIU AQUI EU TE ESTORO!!!! – Foi então que reconheci o timbre. E mesmo pelas palavras ‘gentis’, não era Mello.
– Matt? É você? – O lugar estava escuro, então não fui idiota em perguntar. Ali era meio abafado, e o cheiro de cigarros era forte... Entendi, ele ia ali pra fumar quando não tinha como ficar no jardim... Só não sabia que ele conhecia o tal quartinho. – Você vem aqui só pra fumar? –
– É! Então da um tempo! Aliás, o que VOCÊ está fazendo aqui? –
– Ah... Lá dentro estava chato, então me lembrei daqui e resolvi vir... –
– Certo, certo... Só não conte a ninguém que me viu. –
– Ta bem. – Assenti com a cabeça, mas ainda tinha uma coisa que queria saber. – Matt, por que vem pra cá? Por que não faz isso no seu quarto ou no banheiro? –
– Por que aqui é bem mais tranqüilo, e é onde eu pensava que não vinha ninguém. — É, senti a indireta.
– Quer que eu vá embora? – Perguntei já me virando para sair dali.
– Não! Não precisa... – Falou meio desesperado, segurando meu tornozelo e impedindo que eu fosse. Ah é, detalhe, ele estava sentado no chão ao lado do PSP e de um maço de cigarros.
– Tá... Mas pensei que queria ficar sozinho, então... –
– Nada disso! Não tem problema... Fica aqui tá? É bom que me faz companhia. –
– Ta certo, ta certo.. – Sentei-me no chão também, um pouco distante, pois não tinha muito espaço perto dele.
Novamente tragou o cigarro e soltou a fumaça lentamente, como se para ele, ela fosse uma arte.
– Droga, estou um pouco molhado... Será que aqui não tem um pano? – Olhei em volta, agora meus olhos já tinham se acostumado com o ambiente pouco iluminado, e pude ver as coisas mais claramente, e percebi que não tinha ali o que eu procurava.
– Toma! – Jogou o colete bege em mim. – Estou com calor, então pode usá-lo. – Tirei a camisa e coloquei a peça que me dera. Todos os meus movimentos foram cuidadosamente observados por Matt.
– Obrigado. – Agradeci, e mesmo assim continuou me fitando atentamente.
– Vi o Mello entrar no seu quarto... E vocês demoraram um tempo lá não é... –
– Não fizemos nada! – Respondi meio irritado.
– Nossa... Porque se irritou? Seria normal se fizessem... –
– Mas não fizemos! – Cortei-o.
– Não pensei que me daria satisfação... Logo você Near. – Sorriu. E até que ele estava certo. Porque reagi assim? Matt realmente não tinha nada a ver com minha relação para com Mello, e outra, não éramos ‘rivais’? Não era para sentir orgulho em dizer quando fiz algo com o loiro?
– Pois é... Eu não devo mesmo. – Disse com a voz confusa, com a idéia pouco esclarecida.
– Mas sabe... – Tragou novamente, desviando o olhar para o canto. – Seria bom se me dissesse o que ele faz a você. Detalhadamente... –
– E... Porque queria saber... De uma coisa dessas? – Gaguejava. Provavelmente tinha corado bastante. Aliás, porque ele disse isso? É muito estranho.
– Por que... Não quero que ele fique te tocando. –
– Como? E porque não? – Definitivamente estranho.
– Porque aqueles toques são falsos, sujos e egoístas... Como ele. –
– Como pode falar assim? Você que é falso! Agora mesmo disse que o amava e de repente fala essas coisas sem sentido. – Minha voz começava a se alterar. Aquilo que ele dizia era mesmo absurdo!
– Não é bem assim Near... – Soltou à fumaça. – Enquanto ele está com você, pensa em mim... E quando esta comigo, pensa em você. Entende? Isso o faz falso e egoísta. –
– Mas... –
– Não tem mas... É simplesmente isso. Quero que enxergue o verdadeiro Mello por trás daqueles atos ‘gentis’. – Apagou o cigarro no chão, e veio até onde eu estava, ajoelhando-se a minha frente. – Vou te contar uma coisa... – Sussurrou.
– O-o que? – Sussurrei de volta.
– Aquelas coisas que sentimos quando nos tocamos... Elas sim eram verdadeiras, não eram impuras. Era totalmente submisso, totalmente inacusável. –
– Era? – Cada vez mais se aproximava de mim, inclinando meu corpo para trás.
– Sim, era... E você sabe bem que era. Por isso ficou sem jeito quando... – Tapei sua boca com a minha mão para que não terminasse. E quer saber? Ele tem toda a razão... Por que Mello é tão frio comigo? Porque age daquela forma? Bem, deixarei que essas perguntas sejam respondidas por Matt, do único jeito que tem de ser respondido.
– Então... Mostre-me essas sensações de novo? – Falei baixo. Ele ficou um pouco surpreso, mas sorriu em seguida.
– Mesmo? – Como ele havia se aproximado tanto, eu já estava deitado no chão sob seu corpo, esperando que agisse. E não demorou muito para acontecer... – Só não prometo parar nos beijos... -
Notas finais
e ai seus pervos? mais felizes????
no próximo tem lemon xD
HUHUHUUHUUH *risada mais perva ainda*
então..... tentem adivinhar de queeeeem ! (não ta na cara?)
AH é, acho que vai ser o primeiro da Dal-chan.. será que ela vai gostar??? DDD:
Bem bem, ''Então... Mostre-me essas sensações de novo?''
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH *nariz sangrando...*
foi a melhor parte u.u
ENTÃAAAAAAAAAO se não querem que eu coloque o Roger pra atrapalhar a 'brincadeirinha' ali, MANDEM REVIEWS!
RÁ!
Bejos bejos e atéee a próxima meus gostosississsississimos ♥
aliás... bom começo de mês pra vocês ! Tuuudo de bom ~
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