In High School

18 18 - Como se Fosse a Primeira Vez


Notas iniciais

AÍ POVO TOU DE VOLTA ~dance~
Ok, momento Oda, sessão SBS das perguntas mais perguntadas

"TIAAA, e essa demora toda pra atualizar?"
Pimpolho que é lindinho e atencioso viu o recado que deixei no meu perfil (especial pra quem foi lá pra me xingar via MP) o motivo é meu computador ter quebrado! Isto não estava em meus planos, mas esse tipo de merda acontece com as melhores pessoas xD

"AAAHUM achei que a Fionna fosse abandonar uma fanfic, sendo que vivia com aquele papo de 'principios e blá blá blá"'
ENTOOUM, eu não abandonei-a, tá aqui, atualizadinha, e vou continuar atualizando até o final, e se eu morrer::::::::::::::: meu cachorro continua ela por mim (tá no meu testamento)

"não tinha outro computador pra você escrever HEIN HEIN?
Tinha sim, aaaah computador da minha mãe, fica bem na sala, além de não ser um notebook, fica em um lugar fixo onde várias pessoas passam e botam o olhão na tela e perguntam QUE CÊ TÁ FAZENDO? (nada não cara, só to escrevendo uma história de um casal gay usando personagens de anime, legau né?)
Além do teclado ser horrível, a minha criatividade parecia simplesmente não fluir naquele local (todo escritor sabe que tem que ter seu próprio santuário particular)

"mas tia, eu te vigio 23 horas e 56 minutos por dia, e sei que seu computador" voltou na quarta passada, então por que a demora HEIN HEIN?
~momento Boromir~ não se pode simplesmente escrever um capítulo assim em algumas horas.

"tiaaa, o próximo vai demorar taaaanto assim?"
Eu queria dizer que não, eu queria dizer que tudo vai voltar ao seu ritmo normal, maaaaaas meu computadorzinho lindo querido (queridoocaralho) ainda apresenta problemas como virus etc e tals, então não esperem capítulo novo já pra semana que vem, é bem provavel que demore mais.
VALE SEMPRE LEMBRAR QUE ESTOU FAZENDO DE TUDO PRA ESCREVER!

"TIAAAA, tem gente que não gosta de lemon, como fazzzz?"
OHH YEAH BABY, lemon pode ser bom, mas tem leitores aqui que não gostam ou preferem não ler ou coisa do tipo, eu respeito isso, por isso a partir de agora, os momentos de safadeza nessa fanfic vão ser marcados por ( ... ) ~~ (...) esse símbolo meio que quer dizer a putaria começa aqui ou pule isso se não gosta de lemon e leia apenas o que está depois do símbolo
Simples e fácil ...

" tiaaaaa, não tá esquecendo de agradecer alguem?"
OPA, verdade poxa ... vamos agradecer ao Rick08 que FINALMENTE me apareceu com uma recomendação, CA-RA-LHO que coisa mais perfeita foi aquela? HEIN? Amei cada palavra pimpolho, sério mesmo, obrigada ♥
Quero agradecer a leitora nova e fofinha Oi que começou a ler a fanfic ha pouco tempo mas já está bem animada com a estória e TAMBÉÉM deixou uma recomendação (AAAWN QUE COISA LINDA) amei cada palavra querida ♥ thankx.
Agradecer a Gelato San também ora essa ... ver os rascunhos do Doujin que ela tá fazendo dessa fanfic me animam por DEMAAIS (vejam que TOP, minha fanfic terá doujinshi)
Agradecer também ao Ed Sheeran, a musica é sempre uma inspiração pra escrever (http://www.youtube.com/watch?v=FOjdXSrtUxA ) ta ae uma trilha sonora pro capitulo de hoje

"é só isso tia? Dá pra ler o capítulo agora?"
Péra ... eu tinha mais alguma coisa pra falar mas eu esqueci .................
AAAH vão lá ler antes que eu mude de ideia.
XÔ!

Ofegante e com o coração bombeando rapidamente o sangue quente para todas as regiões de seu corpo, o que o fazia sentir-se mais morno ainda.

Estava um tanto acostumado a este by Text-Enhance\">negócio que queimava dentro de si quando estava perto do espadachim, se tornara até mesmo habitual.

Porém esta chama se tornara muito mais árdua do que de costume quando seus lábios se uniam, não por uma vontade consiente, mas por quase um ato involuntário.

É a segunda vez em que havia beijado-o de uma forma normal, as outras foram todas induzidas por fatores externos, os quais sempre faziam o loiro levantar-se com o orgulho ferido por ter deixado se levar.

Porém agora o orgulho parecia ter sumido...

Zoro lhe mandara uma mensagem logo depois do mesmo ter saído de sua casa, algo como “volte, estou morrendo”.

O loiro não teve tempo para pensar em nada, apenas correu para a casa do maior por impulso, chegando la e sendo surpreendido por um dos melhores beijos que já recebera.

Mesmo que fosse empurrado bruscamente contra a parede e preso pelos braços do moreno de cabelos esverdeados, as vezes pensava que os ímpetos eram o único jeito de fazer as coisas funcionarem entre eles.

O espadachim não fora ousado e nem profundo, ao que parece, ele limitou-se a um pequeno e breve roçar de lábios, o suficiente para deixar Sanji sem palavras, sem reação. Era o que ele mais odiava no espadachim.

O silencio por na pequena distancia entre seus rostos foi quebrado pela tentativa do loiro de pronunciar algo.

– se queria só isso, era só pedir –

– você não me daria, mesmo que pedisse – Zoro retrucou.

Abriu levemente os olhos serrados e encarou seus orbes escuros de perto, eles ostentavam tal sinceridade jamais vista pelo cozinheiro, o que deixava Zoro ainda mais intrigante.

Ele revezava o foco do olhar entre seus orbes e seus lábios, como se os olhos dele o convidassem para algo mais profundo.

Sentindo a respiração quente roçar em sua by Text-Enhance\">pele, e o cheiro invadir suas narinas a ponto de extasiar, ele revida o toque de modo muito mais cheio de vontade e ansiedade.

Nem foram preciso palavras, era outra das coisas as quais ele mais odiava naquele homem: ele sabia como provocá-lo e induzi-lo.

( ... ) ~~ (...)

Suas by Text-Enhance\">línguas ansiavam por espaço da boca um do outro em movimentos jamais sentidos por ambos os dois, a lembrança vaga vinha apenas daquela noite chuvosa depois da festa, onde Sanji, em todo seu cavalheirismo, fez questão de lavar um simples prato de sopa, sendo impedido pelo espadachim, ação resultante em um rápido primeiro contato de lábios, em sua opinião, o único verdadeiro até agora.

Agora, os sentimentos daquela noite estavam de volta para invadir-lhe e persuadir-lhe a fazer loucuras as quais jamais pensaria estar fazendo em momento algum.

O escuro da casa do moreno das madeixas verdes parecia ser propício para que tudo se consumasse ali e agora, o loiro chegara até mesmo a cogitar a possibilidade de o ambiente ter sido propositalmente alterado.

Mas não... Jamais alguém havia importunado os pensamentos de Zoro de tal modo a ponto de fazer-lhe esquecer de acender as luzes ao chegar em casa.

“eu precisava te ver apenas uma vez mais, te tocar apenas uma vez mais”

Por mais que seus lábios dançassem suavemente um em outro, sentindo o calor do toque das mãos em suas nucas e suas costas, estava tudo mais difícil sem ajuda fatores externos, o nervosismo parecia ter se multiplicado monstruosamente a ponto de fazer Sanji relutar em seus atos por certo momento.

E ali se fez o beijo separado pela falta de ar, com os rostos ainda em uma distancia milimétrica, eles sentiam a respiração quente de ambos roçarem em suas peles, enquanto tinham sua mente invadida por todos os tipos de pensamentos prós e contras.

O loiro queria prosseguir, mas não sabia como, agora ele finalmente se via um completo inexperiente naquele assunto. E Zoro também não parecia mais calmo ou algo do tipo.

– parece tudo mais verdadeiro de repente – ele sussurrou.

– eu não sei no que isso vai dar... Zoro, eu... – ele parecia se perder mais em palavras toda vez que tentava pronunciar-se – é diferente... Não sei se eu consigo –

Do modo mais surpreendente possível, o espadachim fez-se a mais serena das criaturas e suavemente deixou sua voz ecoar pelos ouvidos atentos do menor.

– apenas relaxe, tudo vai dar certo... Não vou te deixar escapar desta vez –

Aquilo pareceu ter esvaziado a mente do cozinheiro, o silencio completo em sua mente era provocado por aqueles olhos negros lhe encarando de uma pequena distancia, sendo quebrado apenas pela sensação do toque de suas mãos em sua camisa, abrindo vagarosamente, botão por botão, sem desviar seu olhar dos orbes azuis do menor.

Aquele simples movimento de tirar sua primeira peça de roupa havia feito-se especial, de modo o qual jamais Zoro sentia-se em relação a qualquer outro, tudo naquele loiro parecia diferente, ele era o tipo de pessoa com que ele gostava de conversar, gostava de admirar seus traços, e tocar sua pele suavemente, indo devagar em cada detalhe, em cada toque.

Tendo terminado de desabotoar o tecido luxuoso da camisa branca, o moreno de cabelos verdes observa por certo momento o quanto Sanji era caprichoso naquele aspecto, mesmo que não fosse sua culpa ter nascido com uma pele tão perfeita, alva, doce e macia ao toque, que por sua vez exalava a fragrância natural mais atrativa possível. A junção de aquilo tudo levava o maior ao delírio, enquanto escorregava o tecido por seus ombros, expondo ainda mais ao escuro da noite seus músculos pequenos, mamilos rosados em um tórax que se contraía rapidamente devido a sua respiração descompassada.

Com a leveza e suavidade com que jamais tocara alguém antes, ele deixa seus longos dedos escorregarem por seu peitoral, apreciando cada momento daquele toque, aproveitando cada segundo daquela sensação única proporcionada pelo ato.

Entrelaçando as mãos por sua cintura, ele é surpreendido pelas mãos do menor no ultimo botão de sua camisa, segurando-os, como se ainda não tivesse certeza do que fazer, de qual caminho seguir, o do orgulho ou de se entregar ao que talvez fosse o primeiro amor verdadeiro.

Recebendo certa ajuda por parte do espadachim, ele o ajuda vagarosamente a tirar sua camisa preta, antes bem passada, agora toda amassada pelo tempo. Logo seu peitoral estava exposto também, com todos aqueles músculos definidos e a cicatriz de batalha transversal mais uma vez pareceu muito mais atrativa do que nunca, ao ficar fitando-a, em devaneios, ilucido, talvez até embasbacado ao notar as coisas que estava sentindo.

Reatando a fricção entre seus corpos, o moreno das madeixas verdes ousa capturar a pele da curvatura do pescoço do menor com os lábios, de forma doce e ao mesmo tempo tentadora, percorrendo ali seu caminho, degustando cada centímetro da pele alva e perfeita do menor, sem a mínima pressa, como se aquele momento pedisse que o tempo parasse, junto com suas mentes extasiadas, apagadas, longe de qualquer pensamento, concentrada apenas na sincronia daquele contato tentador .

O loiro fecha os olhos e solta o ar de forma a deixar escapar alguns gemidos abafados, palavras desconexas, algumas vezes até mesmo o próprio nome do espadachim lhe saía das cordas vocais de modo involuntário. Ali ele realizara-se o quanto deixar-se ser controlado podia ser bom.

Ali ele realizava a sua existência sem o orgulho, tudo parecia tão mais leve, tão mais fácil, tudo mais cheio de sentimentos, como se o orgulho bloqueasse estas coisas tão boas. Perguntou-se em um vago momento como pode viver a vida inteira com aquele monstro o controlando dentro de si.

Os arrepios da pele áspera na região do maxilar do maior roçando em sua pele faziam todo seu corpo arrepiar-se, sentir-se atraído por uma coisa tão máscula era extremamente novo para o cozinheiro, mais uma vez ele perguntava a si mesmo o porquê de uma mulher nunca ter sido tão atenciosa com seus detalhes, nunca ter se dado ao trabalho de fazer o que Zoro fazia apenas pelo prazer.

“Talvez seja porque eu estou destinado a ele desde o começo” O pensamento chegou a lhe assustar, podia o destino ser tão exagerado na dose de ironia quando fora escrever o percurso de Sanji?

Talvez não, talvez o destino, ou seja lá o que nos controla seja apenas uma pessoa ardilosa, uma criança queimando formigas com uma lupa abaixo do sol, talvez essa pessoa não faça planos, ou talvez desde o começo ela havia marcado esta data para mostrar ao loiro o quão perfeitamente ele se encaixa naqueles braços fortes quando eles o abraçam para conduzi-lo ao sofá e fazê-lo sentar-se em seu colo, sentindo todo o prazer proporcionado pela fricção de seu membro agora rijo nos quadris do maior. Talvez seu gemido mais abafado desta hora fosse a prova de que tudo era um plano ardiloso, milimetricamente estudado e preparado para deixar qualquer pessoa embasbacada em fronte ao que alguns chamam de ‘coincidência’ ou ‘sorte’.

Agora o objetivo de seus lábios finos e habilidosos se tornara seu peito, entrelaçando sua língua por toda aquela região, enquanto suas mãos ousadas invadiam a intimidade do menor, fazendo o emitir sons mais altos do que antes, o que era musica prazerosa para o espadachim, cada vez mais ele ansiava em ouvi-lo gemer seu nome em meio aos devaneios de prazer proporcionados por ele.

Mesmo agora deixando-se ser deitado naquele sofá com o corpo do maior por cima do seu, seus quadris estrategicamente posicionados entre suas pernas agora desnudas, a insegurança parecia cada vez menor, e o prazer era tanto que nem sequer passava por sua cabeça loira revidar ou algo do tipo.

Queria apenas sentir tudo aquilo, seus lábios, sua pele, até mesmo seu membro entrando dentro de si e saindo em uma sincronia, antes incomoda, agora prazerosa e instigante.

Uma das melhores sensações do mundo era saber que ele estava dentro de seu corpo, não apenas por aquela parte do corpo, mas em seus pensamentos...

E em seu coração...

A noite parecia estar apenas começando para aqueles dois...


( ... ) ~~ (...)


Abriu vagarosamente os olhos, uma vitória ter acordado na exata hora que tinha planejado. Fitando o rosto adormecido a sua frente, contemplando todas aquelas feições a qual admirava tanto, tomou a difícil decisão de que se levantaria para ir para sua casa, mesmo antes do sol nascer.

O frio percorreu seu corpo ao deixar a cama, junto a ela o contato do corpo quente do moreno fora quebrado, o loiro queria voltar, queria ficar ali para acordar ao lado dele, mas tinha de ir para sua casa, ou deixaria Zeff preocupado demais – não que ele se importasse com os sumiços de Sanji, os quais ficaram muito freqüentes ultimamente, porém é sempre bom aparecer para dizer que ainda está vivo.

Vestiu suas roupas todas ameaçadas jogadas no chão, ajeitou as madeixas louras como pode e saiu abotoando a camisa pela cozinha para se deparar com alguém familiar, logo de manhã.

– o sol nem nasceu e você já está aqui? – indagou para Osekkaina – por que eu não estou nem um pouco surpreso em te ver aqui? –

– esse garoto dá trabalho, mesmo muito cedo eu tenho que estar aqui para garantir que ele vá para a escola – ela falava enquanto colocava a água para ferver e fazer um café apressado para Zoro conseguir ficar acordado pelo menos até chegar no colégio.

Sanji fica estático observando o pó do café em cima do balcão, ponderando o quanto Zoro lhe causava raiva, mas ao mesmo tempo lhe deixava a pessoa mais dócil do mundo.

– não deixa o café muito forte, tem Earl Gray em na prateleira de cima, bota isso no café... Acho que ele gosta mais assim –

A pequena babá apenas sorriu sinceramente, enquanto assistiu Sanji sair da casa e partir em direção a sua residência.

A ausência de calor que corria carregado pela brisa fria da noite batia em seu terno amassado fazendo-lhe sentir falta do contato, do aconchego que era estar com aquele marimo estúpido.

Chegando a fronte a sua casa em poucos passos, ele indaga a si mesmo como deixou aquilo acontecer.

Porém nada mais importava, tanto que tinha certeza de que aquilo era o que precisava para colocar algumas cores em sua vida um tanto monótona.

Ele abriu cautelosamente a porta da casa, tomando todo o cuidado para não acordar o cozinheiro mais velho e levar mais uma de suas broncas. Todavia era fácil demais distrair-se, o sorriso estampado em seu rosto insistia em não sair, fazendo o loiro se sentir mais bobo ainda, com o corpo ali, mas o pensamento em outro lugar fora dali, na ultima casa da rua.

Fazia tudo por fazer, lembrava dos diálogos mais engraçados onde na maioria das vezes estava com raiva, mas dentro, lá no fundo, cada célula sua admirava aquele ser de cabelos verdes. Vinha-lhe a cabeça as memórias de como costumava tratá-lo, comparando como se sentia agora em relação ao samurai abusado. Reconsiderava os princípios que lhes serviam de lei a um tempo atrás ... Agora tudo aquilo parecia exagerado demais, como uma pessoa poderia fazer um estrago desses?

Planos de vida eram desestruturados, e a prova da distração dos últimos dias jazia em cima da mesa, desorganização representada por cartas de correspondência acumuladas de dias atrás.

Sem saber o motivo, e concluindo que provavelmente não dormiria, pois o amanhecer ameaçava sair do horizonte dali a poucas horas, ele começou a virar todas aquelas cartas.

Eram todas para Zeff, mas havia umas duas no nome de Sanji, e sem ao menos saber porque, ele as abriu ... Distraído, distante.

Pois é isso o que o amor faz com as pessoas, te deixa pensando coisas horrendas sobre si, sua auto imagem fica como a de um completo tolo, entregue a todo e qualquer gesto da pessoa amada, encantado e maravilhado de forma boba por todo detalhe insignificante. Tem-se vontade de desistir de tudo, apenas para ficar ao lado dele, e é isso que foi posto a prova na hora em que Sanji abriu a correspondência com seu nome em cima da mesa.

Agora tudo estava mais incerto do que nunca...

Notas finais
Então, reviews né? pls
Cacete ... em toda long fic que eu faço acontece essas merda com esse computador '-'
maldição ou o que?
Desculpem o palavrão ... só digam ae o que acharam.