In High School

12 12 - Noite Imprevisível


Notas iniciais
Oi ... calma, não chorem, eu sei que demorei de novo, mas e só pra vocês terem uma ideia do caos que anda minha vida.
Agradeçam por vocês terem uma autora dedicada que mesmo morrendo de sono a noite, senta na frente do pc para escrever mais um trechinho desta estória tão linda :3
Bom, queria pedir desculpas pela demora de responder alguns reviews as vezes, isso jamais quer dizer que estou desvalorizando seu comentário, apenas respondo via computador pois tenho maior oportunidade de dar a devida atenção que cada leitor merece.
E ... bom (espera eu me concentrar pra não chorar) ALGUNS LEITORES SUMIRAM ~entrando em desespero ~ VOOLTEM POR FAVOR.
Bom ... o capítulo tá aí ... Detesto ZoNa maaaas teve que rolar um pouco pra deixar o Sanji com ciumes e apimentar o próximo MWAAHAAHAHA
Vão lá ler pimplolhos, XÔ!

Aquela aura de nervosismo que tomava conta do banheiro já se tornara habitual para o loiro, que agora estava acostumado a ter o espadachim em seus pensamentos principalmente naqueles momentos um tanto vulneráveis.

Ele deixava a água escorrer por seu corpo, enquanto tentava resgatar a memória de seus lábios degustando de sua pele, e ao mesmo tento tentando afastá-las de sua mente, o que vinha se tornando uma tarefa inútil, uma vez em que aquele cabeça de marimo havia abalado as estruturas de seus princípios.

Saindo do banheiro, em meio aquela névoa causada pelo vapor da água quente, ele seca quase que apressadamente cada canto de seu corpo, passando por vezes a toalha em marcas vermelhas deixadas por ele na noite passada, noite da aposta.

Um sorriso logo brotou de seu rosto, inconscientemente, enquanto tocava aquelas marcas de um amor que para uns (como a empregada liberal do Roronoa) era normal, mas para um cara como Sanji, era uma coisa completamente impensável.

E nunca se deve usar a palavra amor perto dele, toda vez que ela passa por sua mente, sente arrepios, não sabe dizer ao certo o porquê, nunca soube o motivo de ter medo de se apaixonar, de se prender a uma única pessoa.

Tudo o que Zoro lhe causava era novo, e coisas novas as vezes assustam, mas no fim podem sempre agradar, talvez seja esse o motivo dele ter aceito aquela loucura que chamou de aposta, iria mostrar para o kuso-marimo o quanto era sedutor, e como amava apenas as mulheres e nada mais.

Vestindo sua calça social, ele saí do banheiro em busca da camisa, a qual tinha deixado em cima da cama, perfeitamente passada e limpa, perfumada no tom certo, tudo o que uma mulher adora, vestiu-a e arrumou seu cabelo no penteado usual, com a franja escondendo o outro olho esquerdo, com sua pele branca destacando seus orbes azuis e suas sobrancelhas peculiares, até ouvir uma voz familiar gritando da sala.

- SAAAANJI ... VAMOS LOOOGO –

- calma Luffy, temos todo tempo do mundo – ele respondeu para o moreno a fim de retardar aquela pressa toda sem motivo.

- MAAAS A COMIDA NA FESTA VAI ACABAR – ele gritou de volta, típico de Luffy.

- tenho certeza que terá comida de sobra a festa inteira, e seu irmão guardaria um pouco pra você –

- eu não quero só um pouco – resmungou

- pra que essa insistência toda pra que eu vá contigo, hein? – o loiro indagou, um tanto curioso, geralmente aquele moreno só lhe procurava para pedir os demais variados tipos de carne para comer feito um louco depois.

- uma pessoa pediu que eu me certificasse que você iria –

Um sorriso logo surgiu nos lábios de Sanji, desta vez, um sarcástico e sagaz.

- ele acha mesmo que eu desistiria? Fugiria feito uma garotinha? Quem ele pensa que eu sou? –

Luffy apenas deu de ombro e sorriu, até voltar a importunar o cozinheiro para eles saírem logo daquela casa.

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Mesmo que sua posição na cadeira e suas roupas expressassem a completa imagem da despreocupação e do descaso, o moreno de madeixas verdes mantinha os olhos fixos no portão a todo momento, não desviando a atenção para nenhum par de peitos de alguma garota arrebitada que passava em sua frente, digamos que esse tipo de atividade havia de tornado um pouco escassa e desnecessária para Zoro de um tempo pra cá.

Sua distração parecia normal ao olhar de todos ali, todo mundo sabia o jeito distraído do moreno de ser, alguns até perceberam o comportamento estranho, foi o caso do ruivo Eustass Kid

- eu nunca diria que você ta ansioso esperando uma dama chegar – ele disse dentando-se ao lado do espadachim com um copo de bebida em mãos.

- quem me dera – ele riu um pouco em resposta – a verdade é que eu nunca perco uma aposta –

- ah, seu merda, então é mais uma de suas apostas? – ele riu sarcasticamente até alto demais, Kid não é do tipo discreto.

- é sim, e essa é de um nível ... extraordinário –

- todas são, quem tu apostou pegar dessa vez? –

- todas, pelo menos a maioria –

- QUE? TEM OUTROS CARAS NESSA FESTA, SABIA? – ele demonstrou certa irritação na voz, mas Eustass era um dos que se irritavam a toa.

- eu tou exagerando, só quero mostrar pra um certo alguém do que sou capaz – Zoro respondeu em tom desafiante, enquanto, por mais que fosse um sentimento muito estranho, sentiu seu coração bater mais forte e mais lento ao mesmo tempo ao ver a figura loira atravessando o portão, já cumprimentando um grupo de garotas perto da entrada, fazendo uma veia pulsar na testa do Roronoa, ele realmente não gostava do cavalheirismo exagerado de Sanji.

Erguendo seus orbes azuis para lhe encarar como um rival, eles se fitam por poucos segundos, com um clima de filme de faroeste, o que marcava o começo oficial daquela maluquice.

- Kuro Ashi no Sanji , Love-cook, mulherengo profissional... É! Boa sorte aí Roronoa – Eustass se levantou enquanto falou ironicamente, até ter sua atenção voltada pelo moreno de madeixas esverdeadas.

- boa sorte com o Law também –

O ruivo tentou manter uma expressão séria, queria mostrar que era uma piada de mal gosto, porém acabou soltando um sorriso de canto.

- não garanto nada... –

Tomando outro gole daquele saquê puro, o espadachim já olhava ao seu redor, traçando toda suas estratégias, como um campo de batalha, quando tem seus pensamentos interrompidos por ninguem menos que Monkey D. Luffy.

- eu o convenci a vir... Cadê o tal do melão com presunto que prometeu? –

- tudo na sua geladeira – ele falou sem tirar os olhos da primeira dama daquela noite, seu primeiro alvo, alguma força divina lhe afirmava que apenas uma delas seria o suficiente para causar uma crise de ciúmes bem grande no cozinheiro tarado.

Levantando- se da cadeira, ele segue em direção ao loiro em passos lentos, aproximando-se de modo ameaçador, eles param frente a frente um ao outro, se encarando por poucos segundos com o olhar sério estampado em suas faces, com a musica tocando baixo, pela festa ainda estar em seu começo, eles dão inicio ao que seria o discurso de partida.

- achou que eu não viria e mandou o Luffy garantir isso, quem tu pensa que eu sou? – disse o loiro como se mostrasse indignado com uma subestimação por parte do maior.

- apenas pra garantir que você não fugisse dos combinados -

- parece até que não me conhece –

- você se mostrou um tanto previsível de um tempo pra cá, sobrancelhas de bigode, mas ainda sim quero estabelecer umas regras –

- você não tem cara de quem joga pelas regras –

- muito menos você e muito menos quando se trata de mulheres –

- manda aí então, kuso-marimo –

- a regra é: Sem sexo –

- e o vencedor ganha? –

- a admição por parte do perdedor, que no nosso caso, é provar que você não resiste a... Bom, você sabe –

- vou provar que você não faz meu tipo, cabeça de marimo –

- é o que veremos –

Dando as costas um para o outro, como em um verdadeiro filme de Eastwood, eles partem em direção as suas respectivas damas para conquistá-las a ponto de querer provar suas heterossexualidades, porém ambos admitiam para si mesmos que aquela atividade não parecia mais tão interessante desde que começaram a se relacionar de uma forma mais íntima, mesmo sem querer, era mais uma relação de provocações do que de afeto.

E lá foi o cozinheiro tarado do amor, pondo para funcionar seus melhores gracejos os quais havia treinado anos e anos no Baratie, e na escola, teria que dar seu máximo hoje, com certeza era a noite mais imprevisível de sua vida.

- oh! Amor, zombe deste homem incapaz de conter tamanha emoção – disse ele com seus olhos transbordando encantamento pela pequena garota de cabelos azuis – mas que grande tragédia nos separa, Vivi-cwhan, entre mi e você há um obstáculo grande demais – ele pegou sua mão, inclinou-se para beija-la, decidira usar o cavalheirismo ao estilo idade média, romantismo daquela época sempre encantava as damas.

- o-obstáculo? – ela indagou sem entender ao certo.

- obstáculo o qual estou disposto a passar por cima sem piedade alguma, cara dama –

Fácil até demais, a pequena azulada já sorria corada, se rendendo aos encantos daquele cozinheiro pervertido, enquanto Zoro os observa de longe com um olhar de “seu maldito, pestilento e traiçoeiro”.

Sentando-se ao lado dela para jogar-lhe mais alguns gracejos, ele observa Zoro de longe, o qual também colocou seu plano em execução, por incrível que pareça aos olhos do loiro, estava dando muito certo, talvez até ele já obtivesse a vantagem por todos saberem que a ruiva Nami sempre tinha uma queda pelo espadachim, desde o primário ela o cobiçava.

E ele não estava sendo rude e mal educado para com a moça, ao contrário do usual, ele parecia estar sendo bem gentil e agradável, e ela parecia estar se rendendo cada vez mais.

Nem é preciso dizer que uma onda de ciúmes logo tomou Sanji por completo, afinal, Nami-swan era uma de suas divas musas inspiradoras (como ele costumava dizer), porém ele sabia que não era bem dela que ele estava com ciúmes.

Desta vez ele havia decidido jogar pesado, estava subestimando o espadachim, logo concluiria que não deveria ter feito isso.

O tempo passou, a musica começara a ficar cada vez mais alta, e os alunos ali presentes cada vez mais bêbados e chamativos, porém Zoro parecia estar em estado normal, apesar de ter bebido muito mais que Ace, que já estava pulando, gritando e dançando com Luffy feito loucos, o único diferencial era o clima entre ele e a ruiva, parecia ser tudo tão verdadeiro, o loiro precisava admitir: ele é bom nisso!

Vendo sua tamanha resistência ao álcool, logo ele concluiu que todas as vezes em que disse estar bêbado, não estava realmente, queria apenas favores de Sanji, como comida, carona e ... BANHO!

Agora ele estava com uma raiva possessa, parara de cortejar as mais diversas damas ali encantadas por seu charme para ficar bufando com um olhar mortal em sua direção, não acreditando o quão bobo havia sido em suas mãos, facilmente seduzido, afinal, qual era o objetivo dele? E por que quis se envolver com uma pessoa como Sanji?

Essas eras as duvidas que rodeavam sua cabeça, seguida pela raiva insana de não conseguir odiá-lo, simplesmente adorava cada defeito daquele baka-marimo, porém não iria deixar se levar tão fácil assim, iria esquecer todas essas coisas malucas de “viadagem”

O que ele realmente não sabia é que estava prestes a descobrir o contrário.

Quando percebeu que Zoro e Nami se afastaram um pouco da multidão, tomando o vigésimo gole de rum, ele parte em direção a cozinha, como quem não quer nada, dando a desculpa para Vivi e as outras que iria buscar mais vodca ou qualquer outra coisa, ele já não se importava mais com o nível alto de álcool em seu sangue, e as ações que isso poderia provocar, bom... Ele deveria se importar.

Adentrando a sala, ele não se depara com a pessoa quem estava querendo ficar de olho, mas sim uma doce dama que poderia lhe dar alguma informação.

- Robin-chwan, sempre encantadora! – disse ele com seu cavalheirismo exagerado.

- olá, cozinheiro-san, algum problema? – Nico Robin respondeu, toda atenciosa.

- Eu sei que é uma pergunta um tanto peculiar, mas ... você viu o Roronoa Zoro por aí? – ele indagou sem ao menos se dar ao trabalho de disfarçar sua curiosidade, no momento ele não poderia se dar a esse luxo.

- espadachin-kun? Ele está nas mesas do jardim conversando com a Nami-san, o que é bem incomum – ela riu um pouco – por que a pergunta? –

- apenas pra saber se ele esta a tratando bem, minha Nami-swan — Sanji realmente era o gênio das desculpas esfarrapadas, uma vez que tinha o fator feminino para encobrir sua preocupação para com outro homem.

Pegou um vinho na geladeira e saiu para acelerar as coisas com as do sexo oposto que estavam a sua espera em uma mesa perto da piscina, a festa ainda estava calma, muitas pessoas se encontravam porém a casa era grande, proporcionava ao Roronoa a privacidade, provocando assim a fúria do loiro, que queria saber a todo custo o que estava rolando naquele jardim.

Dando a volta, resolvendo passar por lá como quem não quer nada, outra vez, ele faz seus olhos correrem toda aquela extenção verde plana, coberta por bêbados alegres, casais se amassando, e o esverdeado com a ruiva... Lá estavam os dois, Nami não poderia estar mais feliz e Zoro... Ora, quando percebeu a inquietação do cozinheiro no local, soltou algumas risadas em deboche enquanto encarava o ciúme em carne e osso, ali com um terno e cabelo loiro.

- ta rindo do que, hein? – a ruiva se certificou, por um momento achando que fosse dela, ela realmente não queria estragar aquela oportunidade que estava tendo com o Roronoa.

- nada não, o Ace fica engraçado quando bebe demais, principalmente perto do Marco e do Luffy – ele disfarçou vendo o loiro se afastar dali com a escória da aposta, se vangloriando por seu plano ter dado certo. Zoro poderia ser chamado de ‘burro’ por muitos, mas era um estrategista e tanto.

Voltando para a mesa de suas mulheres, decidido a começar a jogar pesado desta vez, sem piedade alguma.

- desculpe o transtorno, Mademoiselle, eu trouxe um macédoine de frutas para compensa-la, e também um Grand Marnier para acompanhar minha princesa – diz Sanji, usando e abusando do francês, aquilo encantava as damas.

- você é tão gentil, Sanji-kun – disse Vivi um tanto corada.

- tudo por você, querida ♥ –

Logo foi ouvido um grito de alguns dos alunos bêbados e chamativos, anunciando que naquele momento, a festa começaria de verdade, ou seja: a pista de dança no jardim, aonde ficava uma enorme caixa de som, tocaria uma musica mais agitada e dançante, e todos estavam sendo convidados a entrar.

Aumentou-se a intensidade do som, logo Sanji percebeu que esta era sua chance.

- me daria a honra? – ele estendeu a mão para a garota de cabelos azuis, tímida, ela aceitou e logo eles estavam ali, no jardim, dançando um pouco ao som de uma melodia que lhes proporcionava dar alguns giros e cair nos braços do cozinheiro charmoso.

Sanji realmente era um perito na arte da conquista, além de cozinhar e ter seu próprio palavreado encantador, ele sabia como cortejar uma dama na dança, não dava nenhum passo complicado demais, apenas deixava com que ela se soltasse, e a encarava com um olhar de sedução. Tentava ao máximo não prestar atenção em Zoro e Nami, uma vez que o excesso de álcool já estava o levando a fazer as coisas cada vez mais apressadamente, e sentia o controle de suas ações fugirem de sua consciência racional.

Dançou com várias damas, conquistando todas, chamando-as de ‘minha única princesa’ fazendo-as acreditarem que eram únicas na vida de Sanji, pobres garotas.

Logo uma musica mais calma e um tanto romântica começou a tocar, era o momento! Tomou um bom gole daquele saquê puro, aproximou-se de Vivi e tentou passar a imagem de que estavam realmente no maior clima, tudo para provocar o Roronoa.

Tudo ainda estava tranqüilo, vários bêbados já estavam desmaiados no chão, já passava da meia noite e algumas pessoas já estavam indo embora ou alguns casais adiantados indo para algum quarto terminar o serviço, coisas típicas de adolescentes na faixa dos 19 anos, cursando o ensino médio, acham que tudo é farra.

Decidindo tomar alguma iniciativa ao ver que Zoro e Nami dançavam cada vez mais próximos um do outro, o cozinheiro, já sem saber ao certo o que faz, começa a falar para Vivi:

- Vivi, eu realmente gosto de você... Hã, realmente –

- mas Sanji-san, a gente quase nunca se fala na escola e... –

- um grave erro de minha parte que jamais deverá ser repetido, uma vez que agora me encantei por sua beleza nesta festa cheia de pessoas inúteis –

Ele tentava aproximar seus rostos cada vez mais, sentindo o nervosismo evidente por parte da garota, conseguindo pela primeira vez da noite, um olhar preocupado de Zoro em direção a eles, até que a verdadeira iniciativa é tomada.

Nami, um pouco irritada com a falta de atenção do Roronoa para si, desvia seu rosto apontando na direção de Sanji, e roça seus lábios nos dele, de forma profunda, o qual assustou o Espadachim, mesmo pegando-o de surpresa, ele pareceu não reagir nos primeiros segundos, foi até um pouco bom, porém não conseguia sentir o gosto dos lábios do loiro em mais ninguém, e aquilo não era o suficiente para lhe satisfazer.

Um nervosismo insano tomou o coração do cozinheiro, como se o ar começasse a lhe faltar aos poucos, como se uma mão má apertasse seu coração com todas as forças, a cena do beijo dos dois, por mais simples que fosse, foi o suficiente para Sanji perder a sanidade mental.

Aproximou-se de Vivi de um modo brusco e lhe beijou também, profunda e inesperadamente, as mãos da moça tentavam afastá-lo porém ele insistia naquele ato o qual era evidentemente não correspondido, logo sendo separado por outras mãos que o viraram bruscamente e lhe desferiram um belo e estalado tapa no rosto.

- Sanji, seu pervertido, achei que eu fosse a única em sua vida – disse uma garota a qual Sanji sequer lembrava direito, uma das várias as quais havia cortejado demais.

- mas Sanji-kun, eu achei que realmente gostasse de mim, seu depravado – Vivi também não perdeu a oportunidade de lhe desferir um tapa bem dado em seu rosto branco, que agora se encontrava com marcas avermelhadas dos dedos das moças indignadas.

Ele apenas ri um pouco e vira uma garrafa de uísque na garganta, sentando-se em uma das mesas. Estaria se martirizando se estivesse sóbrio apenas pelo fato de ter magoado duas damas em uma mesma noite, porém agora ele pouco se importava, e banhava sua escória em álcool enquanto era observado com os olhos atentos do espadachim.

- O que foi Zoro? Você não gostou, é isso? – indagou Nami confusa.

- eu preciso ir Nami – ele a deixou ali, desamparada e cheia de raiva, porém o Roronoa não se importava, uma vez que havia a usado para alcançar seus objetivos.

Encontrando o loiro sentado em uma mesa, tomando mais bebidas alcoólicas que seu organismo agüentaria, é interrompido por Zoro de forma inesperada.

- vai com calma na bebida, Love-cook –

- veio aqui esfregar na minha cara que ganhou a aposta? –

- também – ele disse rindo um pouco – eu não queria nada com a Nami, e nem você com a Vivi, o que você acabou de fazer foi a coisa mais machista do mundo –

- e o que seria? –

- usar uma mulher para alcançar seus objetivos –

- isso é errado, eu sou um monstro – o loiro penalizou-se com um drama desnecessário, sentimentalismo provindo da bebida.

- não, nem de longe, elas são do tipo que não se importam, agora mesmo devem estar com outro cara –

- o que vai fazer comigo agora? Já que provei que não sou homem o suficiente –

- nada, apenas te oferecer uma carona pra casa –

- hã? – ele indagou incrédulo

- já é tarde, e você ta em um estado crítico, além do mais, eu te devo uns favores — Zoro sorriu para ele de forma compreensiva

Vendo que não tinha outra escolha, Sanji decidiu aceitar a carona, o que ele mal sabia é que a perda da consicencia de suas ações o proporcionaria outra daquelas noites imprevisíveis.

Afinal ... Tudo nele era imprevisível quando se estava perto do espadachim.

- vou aceitar a carona então, cabeça de marimo –

Notas finais
Quem aí gosta do Eustass? Caraca, eu amo aquele ruivo que usa batom, tenho uma queda enorme por ele (risos) tive que fazer ele aparecer, desculpa xD
E aí, gostaram? Comentem tudo aí, e eu continuo de olho nesses fantasmas aí, a fic tem 44 acompanhamentos e apenas 25 se revelaram até agora, isso machuca o pequeno coração desta autora, TENHAM DÓ!
O próximo eu realmente não sei quando saí, mas eu garanto que não vai demorar mais de uma semana ;D
Bom, eu falo demais, até o próximo, pimpolhos da tia ^^