Impossible

9 9º - Sorvete.


Notas iniciais
- Heeeey, people, supimpa na vida? - sorrindo e abraçada com a minha amiga chata Raissa. - Ela é um saco, mas vive aqui, sacomé?
- Me ama - diz Raissa, revirando os olhos. - Não vive sem mim u.u
- Eeeeeeeeeeeenfim, usando o bem criativo nome dado pela minha amiga, já que hoje o assunto é "vingança" ela quis colocar o nome de... Sorvete. É, sorvete, sente as lombras.
- Vingança é um prato que se come frio, Nívea, e tbm é doce, por isso que é sorvete.
- Que seja, que seja, ficou sorvete msm... agora, antes que ela fale maaaaais ainda, pq ela vai falar *mandando beijinho pra ela. recebendo um tapa em troca* Vê se pode? o.o Depois eu que não dou amor pra ela u.u Então, eu venho aqui, com esse ser chato, entregar esse capítulo a duas pessoas que me fizeram rir muuuuuuito mesmo nas madrugas quando recebi seus recaditos, que me deram dicas de livros pra ler e muuuuuita disposição de ler minhas meeeegas respostas *-* Muuuuuito obrigada meeesmo por suas recomendações, por suas participações aqui e pela presença, garotas. Tia Mileh, com suas loucuras e remédios que nunca fazem efeito, e a Saskia que me aguenta o dia inteeeeeeeeeiro... Esse capítulo é tooooooodinho de voces, obrigada, mil vezes *-* Agora, degustem o capítulo e se divirtam ^^ Com voces, o "Sorvete"

9º — Sorvete.


No outro dia, no colégio, Artemis não sabia o que era pior: todos zoando dela e deixando folhas depreciativas nas suas coisas ou ser completamente ignorada.

Ela só teve certeza de que ser ignorada era pior no momento em que Poseidon passou perto, lhe deu uma olhada mortal que fez seus músculos gelarem e continuou caminhando com Ares, Dionísio, Hermes e Hefesto tranquilamente.

Os donos do colégio.

Que sem duvida aprontavam alguma coisa pra ela, sua mente dizia, alertando-a loucamente.

Naquele dia foi com Atena pro colégio, conseguiu assistir todas as aulas e ninguém lhe incomodou.

O medo ia tomando forma no momento em que descia as escadas do pátio, em direção ao seu carro, e bem a sua frente, como se fosse momento marcado, um circulo se formou e dentro, não estava ninguém mais, ninguém menos que Hefesto enorme de um lado e Ares parecendo lutador do outro, girando e batendo boca.

– FOI VOCE, NÃO FOI, FILHO DA PUTA?

– TÁ LOUCO, HEFESTO?

– DESGRAÇADO. – e jogou alguma coisa na cara de Ares. Era uma folha A4 onde só tinha escrito “Ares tá comendo sua mulher” com letras recortadas de revista. – EU VI! EU VI VOCE E AQUELA VAGABUNDA — apontou pra Afrodite que chorava nos braços de Demeter. – VOCE E ELA NO GINÁSIO, DEPOIS DO JOGO DE FUTEBOL. ADMITE, COVARDE, ADMITE QUE COMEU ELA.

Ares saiu de surpreso para furioso tão rápido que todo mundo se assustou.

– VOCE É QUE NÃO CONSEGUIU CUIDAR DELA. EU DEI PRA ELA O QUE VOCE NÃO CONSEGUIA DAR, FROUXO, EU FIZ O QUE VOCE NÃO CONSEGUIA FAZER.

– FILHO DA PUTA – e no outro momento só se viu o soco perfeito que Hefesto conseguiu colocar no rosto de Ares.

Aquilo foi como acionar o botão de “Start” em um jogo e logo os dois se engalfinhavam.

Ares, como filho de um lutador, sabia muito bem como se defender e como bater, tinha a simetria perfeita, mas Hefesto quinze centímetros maior tinha toda a força muscular de um touro.

Uma hora, Ares deu um soco que fez Hefesto se curvar, o necessário para Ares aplicar o cotovelo nas costas do adversário, levando-o ao chão.

Artemis, parada, assustada, tinha certeza de que nunca vira tanta força e agressividade que aqueles garotos tinham naquela luta.

– Inadmissível – o mar de alunos se abriu em dois enquanto o alto e forte diretor Atlas, um ex-general, aproximava-se. — Senhor La Rue, Senhor Beckendorf e Senhorita Beauregard, os três, na minha sala, AGORA. O resto, para suas casas.

Foi como um trovão que todos os alunos seguiram as ordens.

Um Hefesto machucado, um Ares sangrando e uma Afrodite chorando seguiram o diretor sem dizer nada.

E, quando Artemis pensou que estava sozinha, ainda um pouco perplexa de aquilo ter acontecido, viu o papel que começara tudo aquilo. Lendo-o, em suas mãos, não viu nenhum perigo.

As palavras ficaram impressas em sua mente enquanto sentia o sol esquentando seu moletom, foi no momento em que Artemis levantou os olhos da frase e encontrou frios e perigosos olhos verdes escuros.

Poseidon, de braços cruzados escorado em uma arvore, olhava sua pessoa como se quisesse dizer:

“Foi culpa sua isso, garota. Você quem começou tudo e agora Afrodite está lá chorando, perdeu o namorado que tinha há tanto tempo por sua causa. Sua causa”

A mão de Artemis começou a tremer enquanto caia a ficha de quem fizera aquilo.

Poseidon.

Poseidon havia entregado ou algo assim aquele papel para Hefesto. Só havia três pessoas que sabiam daquilo: ele, Apolo e ela.

Logicamente, entendeu o que ele fizera.

Obviamente, Afrodite acreditaria que fora ela quem fizera aquilo, ela que a entregara e não iria querer acreditar nela em troca de ter de escolhe entre Poseidon e Apolo, seus amigos mais velhos.

Um golpe inteligente, pensou Artemis, dando um passo para trás.

Como que satisfeito de que sua pessoa tivesse compreendido, Poseidon fez um quase imperceptível aceno com a cabeça, dando um sorriso malicioso de lado, e saiu andando com as mãos nos bolsos da blusa de couro.

E, antes de entrar em seu Maserati preto, deu um tapa na cabeça do que, Artemis percebeu, ser o namorado de Atena que beijava a garota em questão. Ele ainda piscou para sua amiga e sumiu dentro do carro.

Em segundos, só havia a vaga de onde um dia ele estar e toda a sua base interior, a que esperava Poseidon ir embora, se desestruturou com a saída dele.

Atena também compreendeu o que havia sua pessoa entendido no exato momento em que encarou o papel entre seus dedos.

De repente, do nada, ela segurava o seu braço.

– Ok, está tudo bem, Artemis. Conte comigo. Un, deux, trois, quatre, cinq, six, sept, huit, neuf…

Estava repetindo os números com Atena no instante em que Apolo apareceu, parecendo sem ar e preocupado, mas olhou com elas confuso.

– Vocês estão contando em francês?

Artemis assentiu, continuando, até que conseguia respirar o suficiente para sua cabeça não ficar girando.

– Parece que contar os números com ela em outra língua exige mais e ela relaxa mais rápido. – disse Atena, sorrindo. – Está tudo bem. Onde você tava, Apolo?

– Eu vi que Afrodite tinha ido pra sala do diretor. Ela me mandou uma mensagem dizendo que precisava falar comigo depois daquilo. Ao que parece, tanto Ares quanto Hefesto não estão mais com ela.

Artemis abaixou a cabeça.

– Foi minha culpa.

Ambos olharam para seu rosto.

A voz de Apolo era suave:

– E por que seria sua culpa?

– Se Atena não tivesse brigado com Poseidon, nada disso teria acontecido.

– Aquele filho de chocadeira quem fez tudo isso, acredita? – disse Atena, com tanta raiva que suas mãos tremiam enquanto mandava uma mensagem. – Ele fez isso pra atingir Artemis, diretamente ela. Eu entendi tudo quando vi aquele... Viado. Argh, ele me tira do sério.

– Espera, espera... – Apolo olhou confuso para Atena. – Você acha mesmo que Poseidon faria alguma coisa semelhante com o melhor amigo dele e com Hefesto?

– Claro que sim, não seja inocente, Apolo. É de Artemis que estamos falando, ele traria até o diabo se fosse necessário para atingir ela.

– Ei, ei, Poseidon pode fazer muitas coisas, Atena, mas isso ele jamais faria. Não confunda seu ódio por ele com essa brincadeira de mau gosto.

– O único que está confundindo as coisas aqui é você, Apolo. Olha pra ela. OLHA. – Artemis abaixou a cabeça antes os olhos azuis dele sob si. Atena bufou. – Em quem você acha que a culpa vai cair? Me diz. Só três pessoas sabiam. TRES! Em quem Afrodite não vai confiar?

Claramente, Apolo compreendeu o ponto de Atena, mas estava também confuso. Artemis podia enxergar isso pelo como ele passava uma mão no cabelo loiro, despenteando-o.

– Não, Atena, ele não faria isso.

– Não? Ah, sim fa...

– Chega, Atena. – disse Artemis, baixinho, segurando o braço de sua amiga, sem olhar para nenhum dos dois. – Ele está certo em proteger um amigo, deixe. Isso é uma decisão dele.

– Mas... Mas... Artemis...

E a garota ruiva sabia que seus olhos se enchiam de água.

Provavelmente, o plano de Poseidon daria bem melhor do que ele imaginara.

Apertou com mais força Atena.

– Me leva pra casa.

Quando olhou para os olhos cinza de sua amiga, viu ela dividida em proteger seu orgulho e levá-la embora. De forma cristalina, viu no instante em que ela se deu por vencida e assentiu.

Não sem antes voltar os olhos para Apolo com toda a raiva possível.

– Você confiou em Poseidon em troca de confiar em Artemis que nunca fez nada pra ninguém. Não merece ter ela por perto.

E terminado isso, passou um braço por seus ombros e a levou para longe dali o mais rápido possível enquanto lágrimas escorriam pelas bochechas de Artemis.

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Próximo Capítulo:

[...]

Estava ali, olhando suas lágrimas, no momento em que escutou o som sempre reconhecível dos tênis de corrida que Apolo sempre usava. Rapidamente, o viu entrar na cozinha e ir abrir a geladeira.

Aproveitou que ele estava bebendo água para secar o rosto com as mangas do moletom, levantou-se com o prato na mão e o suco intacto também e colocou-os sobre a pia. Não tinha como jogar fora, porque a empregada pediu para não jogar ainda, então, não tinha saída se não deixar ali.

Abaixou a cabeça ao voltar para onde estava sentada e ficar trocando as músicas de seu Ipod. Apolo estava ocupando toda a saída da cozinha.

Não queria passar por ele agora.

Não depois de dois dias de silencio.

Incrivelmente, Apolo sentou-se bem a sua frente e ficou a mexer nervosamente com sua garrafinha.

– Artie... – tirou um fone de ouvido para mostrar que escutava. Apolo suspirou — Nós estamos brigados?

[...]

Notas finais
HAHA, vou deixar vcs com raiva do Apolito e de Poseidon *lixando as unhas* Como gosto de ser má ^^
Entãaaao, galera, o que acharam? Será que a Dite vai cair no plano do Poseidon? E Apolito vai conseguir fazer as pazes com Artie? Vocês verão aqui no próximo capítulo *-* A gente vai ser ver na... Nyah ^^
*bocejando* Morrendo de sono, engraçado que esse negócio pega e não solta mais, né? Só quero dormir .-. Estraaaaanho!
Pra finalizar, pq tristemente estou pregada de cansaço, não esqueçam de deixar o recadito pra mim lá embaixo, pra ter algo suuuuuuuper legal pra fazer quando acordar: responder vcs, ok? ^^
Beijinhos açucarados pro cêis,
Nívea ;*
Ps: Tia Mileh, Sas, muuuuuuuuuuuuuito obrigada mais uma vez pelas recomendações, me fizeram ficar imperativa que nem cachorro quando vê a dona chegando e aguentar o jornal tooodinho sem reclamar nem uma vez KKKK'' Sério, mil obrigadas por aquilo, espero que tenham gostado do capítulo ^^ Valeu *o*
Status: colocando o cabelo da minha amiga (que tá dormindo) no nariz dela. Tô vendo que vou apanhar KKK''
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Ps²: Como vocês já sabem, sofro graves transtornos psicologicos quando tenho abstinencia de recaditos lindos e grandes ou mesmo pequetuxos, eles são minhas dorgas diárias de alegria e amor, por isso, não se esqueça de deixar um recado pra mim, belê? *-----*
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É só deixar o recadinho aqui embaixo ↓
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Esperando minhas pílulas ^^ Mas se quiserem fazer mais, aceito recomendações tbm, smp, smp, o efeito delas duram maaais tempo *-*
RECADITO, RECADÃO, PRECISO DISSO PARA MINHA SALVAÇÃO ^^