Impossible
8 8º - Ameaça.
Notas iniciais
- BOOOOOOOOOA MADRUGAAAADA, GALERA LIINDAAAAA - diz ao microfone sem fôlego. - Isso que chamo de rock, oh, yeah! Desculpem a entrada FENOMENAL que eu dei agora, mas acabei de assistir Homem de Ferro e, cara, como não amar o Tony? Ele é tão... ele - risada. - Mas não foi por isso que vim aqui, vim aqui para passar as mãos corretas esse capítulo que me diverti muito escrevendo. - levanta uma pasta de couro - Ele é para uma pessoa que esta há muito tempo aqui comigo, muuuuito meeeesmo me suportando e me fazendo rir, alguém que comentou na minha primeira fick e que sou extremamente grata por até hoje ter sua amizade e companhia. Eu não sei se alguma vez eu agradeci perfeitamente como eu deveria, então, aqui vai... Thalia_Grace, mil obrigadas, por tudo, por suas palavras, por seus incentivos e, acima de tudo, por estar comigo após tanto tempo. E para fazer uma ironia com seu nome, suba ao palco ao som do melhor do rock - começa o solo da guitarra de Highway to Hell enquanto Thalia sobe. Nívea abraça-a com muita força antes de entregar o capítulo. - Você não tem noção o quão feliz estou por te entregar isso, do fundo do meu coração, mil obrigadas, Tha. E ao som eu e a Tha damos as boas vindas ao capítulo oito. VIVA AO ROCKN ROLL E DIVIRTAM-SE.
*AINDA TOCANDO, AS LUZES SE APAGAM*
8º — Ameaça.
Quando Artemis saiu do banheiro, depois de vomitar tudo o que tinha comido por ter se forçado a falar para Apolo aquilo, viu os dois amigos calmamente sentados no sofá.
Afrodite estava linda como sempre, trajando um short jeans e uma blusa social branca, os cabelos presos em um coque. Apolo já tinha vestido a bermuda e trocava canal enquanto conversavam.
Afrodite parou o que falava no momento em que viu sua pessoa, parada perto do sofá, puxando a blusa do moletom sobre as mãos. E o sorriso que ela lhe deu foi inesperado.
Como se visse uma grande e adorada amiga.
– Oi, Art, como você tá? – Afrodite mexia os Louboutins enquanto falava. – Pensei em vir te ver. Tudo bem?
Ela era tão legal, pensou Artemis. Deu um sorriso pequeno.
– Tô bem, Afrodite...
– Me chama de Dite.
– Hum... Dite... E você?
Apolo negou com a cabeça, sorrindo para sua pessoa.
– Ih, pode sentar ai que vai começar o discurso.
Afrodite fez bico para as palavras de Apolo.
– Seu chato. – deu língua. – Eu só ia começar a conversar com ela sobre férias. Então, o que você fez nas férias?
Artemis deu de ombros.
– Fiquei com minha avó.
Os dois a olharam como se tivesse chifres. Mas Afrodite foi a primeira a dizer.
– Você nunca viajou para o exterior?
Apertou as mãos.
– Hum... Não.
– Santa Prada Dioriana... Nunca conheceu Paris?
– Hum... Não.
– Desculpa, Apolo, mas desmarca todos os planos que você tem para o próximo feriado agora. Eu e você vamos levar a Art para Paris. – e olhou para seus olhos, contente. – Você vai amar o rio Sena, a Torre Eiffel, os jardins de Versalhes e as milhares de boutiques de marcas famosas com as mais novas coleções. Vai amar. Tem...
Apolo riu enquanto Dite ia enumerando um por um dos pontos turísticos e sorriu de forma compreensiva ao fitar seus olhos, os azuis se divertindo com aquilo tudo.
Por alguma razão, Artemis sorriu de verdade para aquilo, um sorriso que usava raramente, mas que só percebeu que o usara porque tanto Afrodite e Apolo a encaravam, maravilhados.
Rapidamente, sentou-se ao lado do garoto de cabelos loiros e escondeu seu rosto com a cortina de fios vermelhos.
– Art, querida. – a voz de Afrodite era suave. – Você vai amar Paris, prometo. A gente pode usar o jatinho de seu pai, Apolo? Mamãe tirou o meu de mim só porque todo final de semana eu estava indo para Miami, vê se pode?
Artemis olhou surpresa para Apolo.
– Você tem um jatinho?
– Pensei que você soubesse. – ele sorriu.
– E o dele é um luxo, Art. Sempre quis trocar o meu com o dele, mas ele nunca quis.
– O seu não tem videogame, Dite.
– Eu mandava instalar.
– Não vou discutir de novo. – mas ambos riram.
A então empregada que Artemis conheceu antes, Dora, entrou com uma grande bandeja.
O cheiro a atingiu de imediato, fazendo-a lembrar de que não tinha mais nada no estomago, mas ver que eram biscoitos caseiros tirou a sua vontade.
Sutilmente, deixou de lado o prato cheio que a senhora colocou a sua frente, juntamente com o copo de suco. E se esforçou para continuar conversando com Afrodite, essa que não precisava de muito para falar e logo achou a coisa mais fácil discutir algo com ela.
Mas ela não era boba.
Artemis viu o olhar preocupado que ela lançou a Apolo. Este que apenas sentou-se mais perto de sua pessoa, mordeu metade de um biscoitinho e estendeu pra ela o resto.
– Come.
E ela compreendeu o que ele fazia.
Estava mostrando que não tinha nenhum veneno, que não estava sendo drogada e tudo estava bem.
Silenciosamente, sentiu-se melhor por ter ele por perto.
Se Afrodite achou aquilo estranho, não comentou nada, voltando ao assunto do seu cabelo. Artemis mordeu o resto do biscoito vagarosamente. Estava delicioso, no ponto certo, entre o doce e o salgado.
E se segurou para não atacar o resto sobre o prato.
Mas Apolo consertou esse problema. Mordeu mais um e entregou a ela.
– Obrigada. – disse, baixinho.
Ele somente sorriu e começou a planejar com Afrodite como fariam para ir a Paris.
Durante toda à tarde, tudo o que Artemis ia comer, Apolo ou dava uma mordia ou bebia um gole antes de entregar a sua pessoa. E nunca ficou tão agradecida com alguém.
Ao final, tinha a barriga cheia como não tinha estado há anos, satisfeita e a rota que começara em Paris se esticou a Berlim, Milão e Budapeste.
Estava assim, calma, com Apolo mexendo em seu cabelo e Afrodite olhando desaprovadora a sua roupa, o que a fez sorrir um pouco, no momento em que tudo mudou.
Haviam duas vozes brigando que se aproximavam cada vez mais.
A primeira era o de uma menina, bem conhecida.
A outra era de um garoto, que fez Artemis segurar a respiração.
Então, os dois explodiram ali na porta do salão, um de frente para o outro.
Atena tinha um dedo no peito dele, seus olhos cinza tempestuosos e perigosos apesar de só bater no ombro do garoto.
– AH, CLARO, PORQUE VOCE É UM IDIOTA.
Poseidon, com as mãos enormes, se abaixou, os olhos extremamente verdes escuros em igual raiva. Ele parecia prestes a querer enforcar ela e sacudi-la de um lado para o outro.
Seria uma cena engraçada.
– EU O IDIOTA? EU SOU O IDIOTA AGORA, ATENA?
– VOCE SEMPRE FOI, NÃO SEI COMO SEU PAI TE AGUENTA.
– NÃO É PROBLEMA MEU SE SEU NAMORADINHO ARRANHOU O MEU CARRO.
– NÃO VAI SER PROBLEMA SEU SE EU SOCAR A SUA CARA AGORA.
– VOCE NÃO OUSARIA.
Atena riu irônica antes de olhá-lo com mais raiva.
– Quer provar?
– Ok, ok, chega... Chega. – disse Apolo assim que esteve com uma mão no ombro de Poseidon e o outro no de Atena. Ele claramente ria do casal, assim como Afrodite que deu de ombros para Artemis quando ela a olhou. – Alguém pode me dizer que merda é essa?
Os dois começaram a fala ao mesmo tempo.
– CHEGA... – Apolo sorriu. – Dona Flor e seus dois maridos, um de cada vez, por favor.
Atena encarou Poseidon dos pés a cabeça com puro nojo nos olhos.
– Esse ser acéfalo e troglodita ai bateu no meu namorado do nada.
Poseidon fez careta.
– Blah, blah, Atena, não precisa usar palavras bonitas pra dizer que me ama.
– Ah, é, esqueci, você não sabe o significado delas. – Atena fez cara de compaixão. – Me desculpe, vou adequar a linguagem ao seu contexto cultural. Esse estúpido ai socou o meu namorado. LOUCO.
– LOUCA!
Afrodite e Apolo caíram na gargalhada. Artemis deu um sorrisinho de canto, ainda no mesmo lugar que Apolo a deixara.
Atena e Poseidon pareceram ofendidos por todo o mundo estar rindo deles.
Mas, foi ai que tudo mudou.
E Apolo foi o primeiro a perceber.
Em um só movimento, ele tampou com seus dez centímetros a mais a visão de Poseidon, entretanto, já era tarde demais.
– O que ELA está fazendo aqui? – o tom de Poseidon não poderia ter sido mais agressivo e cruel.
Sob aquele timbre, Artemis abraçou suas pernas e evitou qualquer contato visual com as demais pessoas.
Rapidamente, Atena estava abraçando seus ombros e se olhar matasse, Poseidon já não só estava morto como já teria sido cremado.
– Ela é minha convidada, Poseidon – a voz de Apolo era veladamente polida, contudo, se ouvia a ameaça por trás. – Minha casa, minhas regras.
Poseidon bufou.
– Você está trocando a nossa amizade pra proteger essa... Coisinha ai?
Entretanto, antes que Apolo pudesse fazer qualquer movimento, tão rápido como tinha vindo, ela foi.
Um instante depois, só havia o silencio e som do soco ainda estalava alto pelo ar. Poseidon segurou a barriga, olhando perplexo para uma Atena raivosa. Pelo que todos podiam ver, Atena havia usado um de seus golpes de Box nele.
E havia sido bem sucedida.
– Não ouse, nunca, Poseidon. Está me ouvindo? Nunca mais chamá-la de coisinha ou eu vou acertar mais embaixo e você vai implorar para estar morto.
A voz de Atena era cortante, baixa, mas tão afiada quanto uma lamina. Foi claro que mesmo Poseidon temeu ela por uns segundos, para então no outro ele dizia com o rosto muito próximo do da loira.
– Isso não vai ficar assim, gênio. – e ele saiu batendo o pé com força.
Somente quando a porta da frente fechou com um baque alto que todo mundo soltou o ar que ninguém sabia que estava prendendo.
Artemis continuou com a cabeça abaixada e lagrimas escorriam por suas bochechas.
Todo o seu corpo tremia.
Sentia Afrodite ao seu lado e Apolo a olhando enquanto Atena corria para abraçar seus ombros. Ela tremeu sob o aperto da sua amiga, só para cair em lagrimas em seguida.
– Está tudo bem, querida. Tudo bem. – e sabia que Atena olhava para Apolo com raiva. – Se esse for o seu modo de proteger ela, eu prefiro que fique longe dela.
Afrodite pareceu perigosa quando falou:
– Atena, você esta direcionando a sua raiva para a pessoa errada.
– Estou, Dite, realmente estou? Olha como ela está! Mais magra, pálida e chorando na frente dos outros, tem certeza de que eu sou a errada?
– Apolo estava cuidando dela muito bem antes de Poseidon chegar brigando com você.
– Então é minha culpa agora eu encontrar aquele estúpido no meio da rua?
–Só não é certo o que você esta fazendo, Atena. Apolo está fazendo o que pode, não ouse falar que ele é algo ruim pra ela!
– Então qu...
– Parem, por favor.
A voz de Artemis muito bem ter sido um grito, pois depois delas, o silencio se estalou somente quebrado pelo som de seus próprios soluços.
Ela estendeu uma tremente mão.
– Apolo.
Ele rapidamente contornou a mesa a sua frente e deslizou a mão firme e quente dele para dentro da sua. Ninguém fez nada, nem mesmo Atena tentou impedir aquilo, visivelmente surpresa de que ela o deixasse tocá-la.
E então estava de pé, amparada por ele.
– Me tira daqui. – sussurrou o mais baixo que pode sem soluçar. – Por favor.
– Vem.
Sem abraçar, sem segurá-la pelo cotovelo, Apolo somente apertou mais fortes sua mão, acalmando seu coração, e logo a puxava por entre os cômodos através da sua visão embaçada.
Ouviu mais do que viu Zeus e sua mãe se aproximarem, ambos fazendo perguntas e preocupados.
Com um só movimento de cabeça, Apolo os acalmou.
– Esta tudo tranquilo, Hera, só aconteceu uma coisa boba, nada demais — mas ela nem ouvia ele, muito mais pasma por sua mão estar entrelaçada a dele, como se ele fosse a única pessoa que pudesse salvá-la. Se escondeu atrás dos ombros de Apolo. Já estava ruim o suficiente que ele tivesse brigado com Poseidon por causa dela, nem se falava em Atena que batera no garoto e por sua amiga estar batendo boca com Afrodite. Não precisava de mais daquilo. – Pai, está tudo bem, relaxe. Ela só precisa de um banho e ir se deitar, ok? Licença.
E ele a puxou para frente, abrindo a porta do quarto e a fechando assim que estiveram dentro do quarto. Ele somente de fato parou quando a levou ao banheiro.
– Você toma um banho rápido, estar...
Como que informando que ela não podia mais com aquilo, Artemis puxou a mão da dele e correu para o vaso.
Segundos depois, toda a comida deliciosa que comera tinha ido para o esgoto.
Seu corpo tremia.
– Meu deus, Artie. – sussurrou ele, a acariciar seu cabelo e segurar sua mão com firmeza. – Está tudo bem, nada vai te fazer mal, ok? Shh, tudo bem.
Uma batidinha fraca chamou a atenção deles.
Atena estava rosada e sem graça parada na porta, parecendo decididamente envergonhada pelo que havia dito. Artemis tentou dar um sorrisinho de lado para ela, mas tudo o que conseguiu foi ter vontade de vomitar de novo. Dessa, Apolo segurou todo o seu cabelo solto.
– É normal ela ficar vomitando assim, Atena?
Atena se aproximou de sua pessoa.
– Geralmente, sim, depois de passar por crises de pânico ou medo. Apolo, você poderia pegar alguma comida pra ela? E um suco, talvez?
E mesmo Artemis entendeu o que Atena na verdade pedia: um tempo para ficarem sozinhas.
– Claro, sem problemas. Alguma preferência?
– Ela gosta dos de morangos.
– Ok, eu vou trazer. – e ele apertou sua mão carinhosamente antes de soltá-la. – Já volto.
Assim que ele saiu, Atena levantou seu corpo tremente pelos ombros e começou a delicadamente puxar o moletom por sua cabeça.
Só dois segundos e estava embaixo da água quente, lavando o suor frio e escutando Atena cantarolar alguma música de Steve Wonder.
– Está boa a temperatura?
– Tá.
– Ok, relaxe agora, vamos lá, respire comigo. No um, dois, três, respire. Isso, assim. Um dois três, respire.
Após mais quatro mantras desse, seu corpo já não tremia mais, mas sentia todo o cansaço que o modo, o choro e o regurgitar trazia.
Estava em trapos. Como sempre ficava.
Apolo estava sentado na grande poltrona branca perto da varanda, as janelas abertas, e Afrodite na frente da penteadeira quando Artemis saiu do banheiro trajando um largo moletom e calças de corrida.
Ambos olharam em sua direção, preocupados.
– Está tudo bem? – a voz de Afrodite era hesitante.
Atena quem respondeu por ela:
– Só comer alguma coisa e dormir.
– Eu não quero comer – reclamou Artemis, se esticando na cama enorme e de cobertas vermelhas com dourado. – Só dormindo.
– Não estou te dando opção, Art. Vai comer ou vou precisar contar a eles que você já chegou a perder dois quilos em três dias? Ou...
– Ok, eu vou comer, Atena. – e afundou a cabeça no travesseiro enquanto assistia Apolo e Afrodite trocarem olhares espantados antes do garoto se levantar para pegar das mãos de Atena o que ela ia lhe trazer.
Ele sentou-se ao seu lado e fez como tinha feito anteriormente, mordia e entregava o pedaço. Após o terceiro biscoito, Artemis percebeu o quão cheio ele devia estar, só comendo para acalmá-la.
A culpa bateu.
E negou o biscoito seguinte. Estava humilhada o suficiente, não precisava forçá-lo aquilo. Tomou o suco oferecido, escovou os dentes e finalmente pode deitar.
Eles continuaram falando.
– O que vocês acham que Poseidon vai fazer? – perguntava Atena, parecendo por algum motivo ansiosa.
Afrodite deu de ombros.
– Só o tempo dirá. Ele não saiu muito bem daqui, Atena.
– Eu sei, Dite – ela corou. – Acredite, eu sei.
– Mas foi um bom soco de esquerda, Atena. – brincou Apolo enquanto acarinhava os seus cabelos ruivos – Digno de vale tudo. Fiquei sabendo que você conseguiu a faixa preta em karatê, parabéns.
Agora, Atena estava realmente corada.
– Obrigada, Apolo.
– Espera ai, dona mocinha. – Afrodite batia o sapato de boneca com força. – Como é que é?
– Lá vai começar – Apolo riu e olhou em seus olhos verdes. – Tudo bem ai?
Artemis assentiu, achando estranho que estivesse gostando tanto da mão dele em seus cabelos. Afrodite gritou:
– ENTÃO QUER DIZER QUE O MUNDO INTEIRO SABIA E EU NÃO?
– Dite, eu ia te contar, só que a gente nunca anda junto.
– Mas poxa, né? Podia, sei lá, ter mandado uma mensagem escrito “Olha, amiga, eu consegui ser um ninja, que tal a gente comemorar?”. Era uma boa, não acha?
Atena suspirou como se segurasse para não sacudir a cabeça da Barbie. Apolo riu. E Artemis sorriu um pouquinho da cara de magoada de Afrodite.
– Dite, tudo pra você é motivo pra comemorar ou é impressão minha?
– Claro que sim, Atena, a vida é bela. Mas não mude de assunto, estou com raiva de você.
– Comprei uma nova bolsa da Victor Hugo pra você lá de Londres.
– Sério? Aain, amor da minha vida, obrigada. Mas ainda estou com raiva. Quer cor que a bolsa é?
E Artemis dormiu, vendo Atena e Afrodite conversando.
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Próximo Capítulo:
[...]
Naquele dia foi com Atena pro colégio, conseguiu assistir todas as aulas e ninguém lhe incomodou.
O medo ia tomando forma no momento em que descia as escadas do pátio, em direção ao seu carro, e bem a sua frente, como se fosse momento marcado, um circulo se formou e dentro, não estava ninguém mais, ninguém menos que Hefesto enorme de um lado e Ares parecendo lutador do outro, girando e batendo boca.
– FOI VOCE, NÃO FOI, FILHA DA PUTA?
[...]
Notas finais
Ai, ai, Dona Dite, você arrasa, já te contei isso? Poseidon, tsc tsc tsc, o que você vai aprontar? Atena, olha a boca com Apolo. E, Apolo... *suspiros* Você é lindo, já te disse isso? Ok, ok simbora parando por aquiê *-* Então, o que acharam?
Espero que tenham gostado ^^ Não esqueça do recadito lá embaixo pra me deixar suuuper louca e feliz como smp ;)
Beijinhos açucarados,
Nívea ;*
P.s.: E, claro, não podendo faltar, um poema da Mary *-* Vai nessa, garota o/
Rumo ao capítulo oito vamos então
É bom saber que não estou escrevendo em vão
Espero alegre sua opinião
Agradeço seriamente de meu coração
A continuação da história aqui esta
E realmente espero não te decepcionar
Isso ai *----------------------------------*
P.s.²: Thalia, muuuuuuito obrigada mais uma vez, sacomé, smp, smp, agradecendo por tudo o que já fez por mim ^^ Valeu ;*
*Escutando Ours da Taylor e chorando ao lembrar de Uma Viagem Perfeita* Puts, cara, que saudade daquela fick *--* Bateu uma nostalgia enorme no meu coração lembrando do casamento da Artie e do Apolo naquela fick *crying* Anyway, vamos tentar não ser melancólicos e continuar em Impossible ;)
P.s.³: E, reforçando, pq eu sou carente de atenção e carinho (sim, eu sei disso kkk), não esqueça do recadinho aqui embaixo ↓ E meu coração sempre aberto para recomendações *-*
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